Prova de Calça com o Pai do Melhor Amigo

A jovem esposa Carmen provoca o pau do pai do amigo enquanto o corno do marido escuta.

8 min read August 20, 2026New

Carmen entrou no quarto dos fundos da casa com a calça jeans nova dobrada no braço, o coração batendo mais rápido do que admitiria em voz alta. Tinha vinte e oito anos, o corpo macio de quem treina só o suficiente pra manter as curvas, seios pesados sob a blusinha branca e uma bunda que esticava qualquer tecido. Victor, o marido, ficou na sala como combinado, sentado no sofá com as mãos inquietas sobre os joelhos, ouvindo cada passo dela pelo corredor. Ele sabia exatamente o que ia acontecer. Tinham falado sobre isso noites a fio, com ele se tocando enquanto ela descrevia o que faria com o pai do melhor amigo dele. Silas. Viúvo, cinquenta e dois anos, ombros largos, voz grossa de quem fumou a vida inteira e nunca pediu desculpa por nada.

A calça era um presente de Victor, um denim escuro, justo demais de propósito. Carmen tirou a saia que usava e ficou só de calcinha preta fio-dental e sutiã, se olhando no espelho do guarda-roupa aberto. A porta ficou entreaberta de propósito. Ela ouviu o ranger do sofá na sala quando Victor se mexeu. Depois, passos pesados no corredor. Silas entrou sem bater direito, só um toque leve na madeira.

— Deixa eu ver isso aí — murmurou ele, fechando a porta o bastante pra deixar uma fresta. O olhar dele desceu devagar pelo corpo dela, parando nas coxas, na cintura estreita, no jeito que a calcinha sumia entre as nádegas. — Porra, Carmen. O meu menino fala da sua amiga o tempo todo, mas nunca me falou que a mulher do Victor era desse jeito. Curvas de puta de luxo.

Ela sentiu o rosto esquentar, mas sorriu de canto, provocante, e esticou a calça no chão.

— Então me ajuda a vestir, Silas. Victor comprou e jura que fica perfeita. Quero ver se fecha nessas minhas coxas.

Ele se aproximou por trás enquanto ela enfiava uma perna, depois a outra, puxando o tecido pra cima devagar. As mãos dele, grandes e ásperas de trabalho, ajeitaram a cintura da calça, os polegares enfiando por dentro do cós “pra ajeitar”. O peito largo dele colou nas costas dela. Carmen sentiu o calor do corpo, o cheiro de perfume barato misturado com suor limpo. No espelho, viu o rosto dele logo atrás do seu, a boca quase na orelha.

— Fecha bonito pra caralho — ele disse, voz rouca, baixinho o bastante pra Victor na sala ter que se esforçar pra ouvir. — Essa bunda… Jesus. Parece que vai rasgar a costura. Você sabe que eu tô olhando, né? Sabia desde que você chegou aqui de saia curta.

— Eu sei — respondeu ela, empurrando o quadril um milímetro pra trás. — E o Victor também sabe. Ele tá lá fora escutando cada palavra.

Silas riu baixo, um som sujo na garganta. As mãos desceram pelas laterais das coxas dela, apertando a carne por cima do jeans, puxando o tecido pra ver como colava na boceta. A costura central sumia entre os lábios dela. Ele puxou mais um pouco, ajeitando na frente, e o dorso da mão roçou de propósito o monte de Vênus.

— Tá molhadinha já? — perguntou ele. — Senti o calor daqui.

Carmen mordeu o lábio e rebolou devagar, de propósito, esfregando a bunda contra a virilha dele. Sentiu na hora. O pau do Silas endurecendo contra a fenda coberta de denim, grosso, subindo pela curva da bunda dela como se quisesse abrir caminho sozinho. Ela sorriu pro espelho, os olhos brilhando de safadeza, e rebolou de novo, mais lento, desenhando círculos com o quadril.

— Tá duro pra caralho, Silas. Contra a minha bunda. Continua “ajustando”.

Ele rosnou e segurou a cintura dela com força, puxando-a contra si. O volume agora era impossível de esconder, latejando por cima da calça dela. Os lábios dele tocaram a orelha quente.

— Sempre quis foder a mulher do amigo do meu filho. Sempre. Toda vez que vocês vinham jantar eu imaginava te abrir nessa cama, te encher de porra e mandar o corno te buscar depois. Você também quer, não quer? Fala baixo pra ele ouvir.

Carmen girou o rosto o suficiente pra a boca quase colar na dele. A respiração dela saiu quente.

— Eu quero. Quero esse pau grosso me arrombando enquanto o Victor escuta tudo. Ele é um corno que merece ver. Merece ouvir eu gozando em outro homem. Beija eu agora.

A boca deles se encontrou com fome, língua grossa, dente puxando lábio. Silas mordeu o inferior dela e ela gemeu alto de propósito, um som molhado que atravessou a fresta da porta. As mãos dela foram direto pro cinto dele, abrindo o botão, puxando o zíper pra baixo sem pedir licença. O pau saltou pesado na palma dela — grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Carmen apertou a base e subiu devagar, espalhando o líquido com o polegar.

— Tô molhada pra caralho — gemeu ela contra a boca dele. — Sente.

Ele enfiou a mão por dentro da calça e da calcinha de uma vez, dois dedos grossos deslizando entre os lábios inchados, achando o clitóris inchado e a entrada escorregadia. O barulho molhado foi obsceno. Silas meteu os dedos até o meio e torceu.

— Porra nenhuma. Isso aqui tá pingando. Tira essa calça antes que eu rasgue.

Mas ela não tirou. Caiu de joelhos no tapete do quarto, puxando a calça e a cueca dele pra baixo só o suficiente. O pau bateu no rosto dela, quente e cheiroso. Carmen olhou direto pra fresta da porta — sabia que Victor estava ali, o olho colado, a mão no próprio pau encolhido de vergonha e tesão — e abriu a boca. Engoliu a cabeça de uma vez, babando na hora, a língua girando embaixo enquanto as bochechas fundiam. Silas segurou o cabelo dela e empurrou mais fundo, devagar no começo, depois com vontade, o pau sumindo na garganta dela até ela engasgar e babar fios grossos no queixo e nos seios.

— Isso, engole tudo, putinha do corno — ele rosnou, fudendo a boca dela com estocadas curtas. — Olha pra porta. Deixa ele ver como a esposa dele chupa pau de verdade.

Carmen obedeceu, os olhos marejados fixos na fresta enquanto boqueteava com barulho molhado, saliva escorrendo pelo pau e pelas bolas. Ela puxou a blusa pra cima e tirou o sutiã, seios balançando a cada engolida. Quando puxou o ar, a voz saiu rouca:

— Ele tá vendo. O corno tá vendo eu babar no seu pau. Mete mais fundo.

Silas puxou ela pelo cabelo pra cima, beijou a boca suja dela e virou-a de frente pro espelho. As mãos grandes agarraram a cintura da calça jeans nova e puxaram com força. O denim rasgou na costura do meio com um estalo feio, abrindo a bunda e a boceta dela de uma vez. A calcinha foi pro lado. Ele empurrou Carmen de quatro na cama, joelho no colchão, e encaixou a cabeça grossa na entrada molhada.

— Vai gritar pro seu marido — mandou ele, e enterrou tudo de uma estocada só.

Carmen gritou de verdade, um gemido alto, rasgado, a boceta se abrindo em volta da grossura dele. Silas não deu tempo. Segurou os quadris dela e meteu com força, a pele batendo com estalo molhado, as bolas batendo no clitóris a cada investida. A calça rasgada balançava nas coxas dela. Ele puxou o cabelo dela pra trás e curvou o corpo por cima.

— Geme alto. Chama de pai. Fala que o corno não chega aos pés.

— Aih, porra, pai — ela gritou, a voz quebrando nas estocadas. — Mete mais forte, pai. O Victor não chega aos pés do seu pau. Ele tem um pauzinho que mal me faz gozar. Me fode, pai, arromba essa boceta casada.

Silas tirou o pau dela de repente, babado de porra dela, e encaixou na entrada apertada do cu. Empurrou devagar no começo, a cabeça sumindo com dificuldade, depois meteu até o fundo enquanto ela gemia alto demais pra ser só performance. Alternava. Saía do cu escorrendo e enfiava de novo na boceta molhada, depois voltava pro cu mais fácil, mais fundo, as mãos abrindo as nádegas pra Victor, se ele ainda estivesse na fresta, ver tudo. Carmen rebolava pra trás, pedindo mais, o peito esmagado no lençol, a boca aberta babando.

— Me usa, pai. Goza dentro. Quero ficar cheia pra ele ver.

Silas segurou o pescoço dela por trás, a mão grande envolvendo a garganta com pressão firme e controlada — o jeito que ela amava, o jeito que fazia a boceta contrair em volta do pau. Ele meteu na boceta com força brutal nas últimas estocadas, o corpo batendo no dela, e gozou fundo, jatos quentes enchendo ela enquanto gemia rouco no ouvido dela. Carmen gozou logo em seguida, as pernas tremendo, o cu piscando vazio, a boceta esguichando em volta do pau que ainda latejava dentro.

Ele ficou enterrado um tempo, respirando pesado, a mão ainda no pescoço dela num carinho bruto. Depois puxou o pau pra fora devagar. Um fio grosso de porra escorreu da boceta dela, descendo pela coxa interna, misturado com os fluidos dela, pingando no jeans rasgado e no lençol. Silas abriu a porta de uma vez, o pau ainda semi-duro e brilhando.

— Entra, Victor. Vem ver o estado da sua esposa.

Victor entrou pálido, o pau marcado na calça, os olhos baixos depois subindo pro corpo de Carmen. Ela ainda estava de quatro, a bunda pro alto, a boceta vermelha e aberta escorrendo porra branca do Silas, o sorriso safado e satisfeito no rosto suado. Silas se sentou na poltrona do canto, as pernas abertas, o pau sujo descansando na coxa, e acenou com a cabeça.

Carmen olhou pro marido direto nos olhos, a voz rouca de tanto gemer:

— Agora você vai limpar tudo com a língua. Cada gota. Enquanto o Silas assiste sentado.

Victor engoliu em seco, ajoelhou atrás dela como um homem quebrado e obedeceu, a língua saindo pra lamber a porra quente que escorria da mulher dele.

E pela primeira vez, Carmen percebeu que o gemido mais alto naquele quarto não era o dela — era o do corno lambendo a porra de outro homem como se fosse a única coisa que ainda lhe restava.

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