Massagem entre Amigos no Tour da Cervejaria

A massagem do guia tatuado excita a esposa safada de Lucas.

16 min read August 29, 2026New

O tour da Cervejaria Vale do Malte já ia na terceira degustação quando Pedro parou bem na frente de Marina, o copo de IPA âmbar na mão calejada. Alto pra caralho, ombros largos estourando a camiseta preta da fábrica, tatuagens de dragão e engrenagens subindo pelos braços até sumirem no pescoço. Lucas, ao lado da esposa, sentiu o estômago revirar e o pau latejar ao mesmo tempo.

— Essa daqui tem notas de lúpulo bem cítrico… e um final amargo que gruda na língua — Pedro falou olhando direto pro decote generoso de Marina, a blusa branca meio transparente pelo calor úmido do salão. — Igual certas coisas que a gente prova e não esquece mais. Você, por exemplo. Esse corpo aí… parece que foi feito pra ser apreciado devagar.

Marina riu baixo, safada, passada a língua no lábio inferior. Tinha 28 anos iguais ao marido, cabelos castanhos soltos nas costas, shorts jeans colados na bunda redonda e seios pesados que Pedro não disfarçava admirar.

— Você é bem direto, hein, guia — ela provocou, virando o copo e deixando o líquido dourado escorrer um fio pelo canto da boca. — Lucas, tá vendo como o Pedro conhece o produto?

Lucas engoliu seco, rosto vermelho. O pau já marcava a calça chinos. Ciúme e tesão se misturavam num caldo quente. Pedro se aproximou mais, a voz grossa só pra ela:

— Conheço mesmo. E sei quando uma cliente precisa de algo… artesanal. Mais forte. Olha só esses ombros tensos. Tour longo, né? Depois eu te mostro o estoque dos fundos. Tenho uma massagem que desencana qualquer mulher casada.

Marina olhou pro marido, sorriso lascivo.

— Topa assistir, amor? Só uma massagem… relaxante.

Lucas balançou a cabeça que sim, a voz falhando:

— S-sim. Claro.

Pedro guiou os dois pelos corredores de aço e carvalho até uma sala lateral cheia de barris de carvalho empilhados, cheiro forte de malte e levedura. Fechou a porta com um clique. Marina já estava de costas pra ele quando as mãos grandes desceram nos ombros dela, apertando firme, polegares afundando na carne.

— Porra, que ombros gostosos — murmurou Pedro, a boca quase na orelha dela. — Macia pra caralho. O marido cuida bem… ou deixa sobrando pra outro?

Marina gemeu baixinho, rebolando de leve contra a virilha dura que já empurrava sua bunda.

— Ele deixa… sobrando. Aperta mais.

As mãos de Pedro desceram pelas costas, passaram da cintura e agarraram as nádegas por cima do short, esmagando, abrindo, fechando. Marina arqueou, olhando Lucas nos olhos enquanto gemia:

— Isso… mais fundo. Sente como ele me pega, amor. Que mão grande.

Lucas estava sentado num banquinho baixo, punho fechado na coxa, pau latejando dolorido. Pedro puxou o short e a calcinha de Marina num só movimento, descendo até os tornozelos. A buceta depilada brilhava, lábios inchados já pingando. Ele passou dois dedos grossos no meio, coletou o mel e mostrou pro marido antes de chupar.

— Tá escorrendo de tesão só com massagem. Vai ser putinha fácil.

Marina se virou, ajoelhou na frente de Pedro sem nem pedir. Abriu o zíper da calça dele com pressa, puxou o pau grosso e veiado pra fora — mais grosso que o do marido, a cabeça rosada já lambuzada de pré-gozo. Enfiou na boca de uma vez, engolindo fundo até o nariz bater na base tatuada, engasgando molhado, baba escorrendo no queixo.

— Porra, que garganta boa — Pedro grunhiu, segurando o cabelo dela. — Olha pra ele enquanto chupa. Mostra como a esposa mama pau de verdade.

Marina manteve os olhos em Lucas, lágrimas de esforço nos cantos, chupando com vontade, mão na base masturbando o que não cabia. Sons obscenos de saliva e sucção enchiam a sala. Lucas gemia baixinho, sem tocar no próprio pau, humilhado e duro pra caralho.

Pedro puxou ela pelo cabelo, virou de quatro em cima de dois barris baixos lado a lado. A buceta aberta, bunda empinada. Ele encaixou a cabeça do pau e meteu de uma só porrada, até o saco bater. Marina gritou alto, unhas arranhando a madeira.

— Aih, porra! Que pau grosso… maior que o do Lucas, amor! Muito melhor… enche toda minha buceta!

Pedro fodia sem piedade, estocadas longas e fortes no estilo cachorrinho, mãos agarrando os quadris dela com força, a pele estalando.

— Isso, puta gostosa. Fala pra ele. Fala como o pau do guia é superior.

— É maior… mais grosso… bate no fundo que o dele nunca alcança! — Marina olhava torto pro marido, baba no queixo, seios balançando. — Eu sou uma puta… adoro pau de outro homem na sua frente!

Pedro tirou, virou ela de costas nos barris, abriu as pernas e enfiou de novo no missionário, dobrando os joelhos dela quase nos ombros. Metia fundo, a base esfregando o clitóris a cada investida. Marina gozou gritando, buceta tremendo e esguichando no pau dele, unhas nas costas tatuadas.

— Goza dentro… enche essa puta casada! — ela ordenou, voz rouca.

Pedro riu, suado, e gozou jorrando grosso, porra quente jorrando fundo, jatos pulsando enquanto ele afundava até o talo. Marina veio de novo no mesmo momento, gritando o nome do guia, xingando o marido de corno delicioso, de fracassado sortudo que ganhava o show.

Quando Pedro saiu, o creampie grosso escorreu imediatamente, fio branco descendo pela bunda dela até o barril. Marina se levantou cambaleante, foi até Lucas, agarrou o rosto dele e beijou fundo, a língua metendo o gosto amargo e salgado da porra de Pedro direto na boca do marido. Lucas gemeu, chupando, aceitando.

Ela se afastou só o suficiente, empurrou a cabeça dele pra baixo, abriu as pernas sujas em cima do banquinho dele e mandou:

— Lambe agora. Limpa a porra dele da minha buceta. Com vontade, corno. Quero ver você engolir tudo que ele deixou em mim.

Lucas obedeceu, língua plana lambendo os lábios inchados, chupando o creampie quente que ainda pingava, o gosto de porra alheia misturado no mel da esposa. Marina gemia olhando Pedro, que fumava um cigarro apoiado num barril, pau ainda semi-duro e brilhando.

— Isso… mais fundo a língua. Limpa direito. E não se preocupa, amor… o tour ainda não acabou. O Pedro falou que tem mais barris no segundo andar. E eu ainda não chupei ele de novo depois de ser fodida.

Pedro deu um sorriso sujo, acendendo o isqueiro de novo.

— Tem sim. E dessa vez a gente deixa o corno amarrado olhando de perto. Marina topa, né, putinha?

Ela puxou o cabelo de Lucas com força, esfregando a buceta na cara dele enquanto respondia, voz carregada de tesão puro:

— Topo tudo. Ainda vamos sujar muito mais essa fábrica hoje.

Pedro apagou o cigarro no canto de um barril e puxou a calça só o suficiente pra guarda o pau ainda semi-duro e lambuzado. Marina soltou o cabelo de Lucas, que continuava com a cara enfiada entre as coxas dela, lambendo o resto do creampie grosso que escorria. O gosto salgado e amargo da porra alheia misturado no mel quente da esposa fazia o pau do corno latejar contra a calça, preso e doendo.

— Levanta, amor — ela mandou, voz rouca de puta satisfeita. — A gente vai pro segundo andar. Quero ver você amarrado bem pertinho enquanto o Pedro me fode de novo.

Lucas se ergueu cambaleante, o rosto brilhando de saliva e porra, olhos baixos de vergonha e tesão. Pedro abriu a porta lateral e guiou os dois por uma escada de ferro estreita, o cheiro de malte e carvalho mais forte no andar de cima. A sala era maior, cheia de barris altos enfileirados, luz amarelada de lâmpadas pendentes. No canto, umas cordas de sisal usadas pra amarrar fardos e um banquinho baixo de madeira.

— Tira a roupa toda, corno — Pedro ordenou, já puxando a camiseta preta e mostrando o peito tatuado de dragões e engrenagens. — Quero te ver pelado e inútil enquanto eu uso tua mulher.

Lucas obedeceu com dedos trêmulos, chinos e camisa caindo no chão. O pau duro e vermelho saltou pra fora, menores e mais fino que o do guia, a cabeça pingando pré-gozo. Marina riu baixo, safada, e passou a mão nele só pra provocar, apertando a base sem masturbar de verdade.

— Olha só como tá molinho perto do outro… mas lateja gostoso de ciúme. Fica quieto.

Pedro pegou as cordas, empurrou Lucas de costas pro banquinho e amarrou os pulsos atrás das costas, depois as pernas abertas nas pernas do banco, joelho pra fora, pau exposto e vulnerável. A corda apertava a carne, marca vermelha surgindo. Lucas gemeu, o peito subindo e descendo rápido, humilhado pra caralho mas sem pedir pra parar.

— Assim. Bem perto. Vai ver tudinho — Pedro falou, virando pra Marina. — Agora tira o resto, putinha. Quero essa bunda e esses peitos livres.

Marina se despimentou rápido, short e blusa no chão, seios pesados balançando, buceta ainda suja e inchada. Ela se ajoelhou na frente de Pedro de novo, abriu a boca e engoliu o pau grosso até a garganta, chupando com força, baba escorrendo no queixo e pingando no peito. Os olhos dela ficavam cravados em Lucas, provocando.

— Isso… mama fundo. Mostra pro marido como se chupa um pau de verdade — Pedro grunhiu, segurando o cabelo castanho dela e fodendo a boca com estocadas curtas. O pau sumia e voltava coberto de saliva espessa. — Olha o corno aí, amarrado, pau latejando sem poder tocar. Fracassado sortudo.

Marina engasgava molhado, mãos na bunda de Pedro, unhas cravando. Quando ele puxou ela pra cima, a boca dela fazia um ploc obsceno. Ele a virou de costas contra um barril alto, ergueu uma perna dela e enfiou o pau de uma vez na buceta molhada, até o saco bater. Marina gritou, unhas arranhando a madeira, seios balançando com cada porrada.

— Porra! Que pau grosso… arromba essa puta casada! — ela gritava, olhando torto pra Lucas. — Amor, ele tá mais fundo que você nunca chegou! Bate no meu útero… enche de novo!

Pedro fodia sem piedade, estocadas longas e violentas, a pele estalando alto. Mão numa teta, apertando o mamilo duro, a outra na cintura dela. A buceta de Marina engolia tudo, labios inchados esticados em volta da grossura, suco escorrendo pela coxa e pingando no chão. Lucas puxava as cordas, o pau dele pulando sozinho a cada gemido da esposa, gotas de pré-gozo caindo no chão de madeira.

— Fala mais, puta — Pedro mandou, metendo mais fundo. — Fala como eu sou melhor.

— É maior… mais grosso… fode como homem de verdade! O pau do Lucas é de corno… só serve pra limpar depois! — Marina gozou gritando, buceta tremendo e esguichando no pau do guia, jatos quentes molhando as bolas dele. — Aih caralho… tô gozando no pau alheio na tua frente, amor!

Pedro tirou o pau lambuzado, virou ela de quatro no chão mesmo, joelhos na madeira suja. Enfiou de novo no cachorrinho, agarrando os quadris com força e metendo até o fundo. A bunda redonda de Marina batia nele, marcas vermelhas dos dedos surgindo. Ele cuspiu na boca dela quando ela virou o rosto, e ela engoliu, pedindo mais.

— Lambe minhas bolas enquanto eu fodo — ele ordenou. Marina obedeceu o quanto pôde, língua tentando alcançar, babando. Pedro riu e puxou o cabelo dela pra trás. — Agora o cu. Quero arrombar esse cuzinho casado também.

Ele tirou da buceta, alinhou a cabeça grossa no cu apertado dela e empurrou devagar, abrindo. Marina gritou alto, um gemido animal de dor e tesão misturados.

— Porraa! Que grosso no cu… queima gostoso! Empurra tudo, guia safado! — ela olhava Lucas com olhos marejados de prazer. — Amor, ele tá enfiando no meu cu… maior que o teu pau inteiro! Sinto ele abrindo… aih caralho!

Pedro enterrou até o saco, parou um segundo e começou a foder o cu dela com estocadas firmes. A mão livre desceu e meteu dois dedos na buceta escorrendo, fodendo os dois buracos. Marina rebolava contra ele, puta completa, gemendo sem parar.

— Isso… fode meu cu na frente do corno! Enche de porra depois… quero escorrer tudo pra ele limpar de novo!

Lucas gemia baixinho, a corda cortando os pulsos de tanto puxar, o pau latejando dolorido, quase gozando só de ver. Pedro acelerou, a pele estalando, suor escorrendo pelas tatuagens. Marina gozou de novo, cu e buceta contraindo juntos, gritos ecoando na sala de barris.

— Goza dentro do meu cu! Enche essa puta! — ela ordenou.

Pedro grunhiu fundo e jorrou, porra quente pulsando fundo no cu dela, jatos grossos enchendo. Ele ficou enterrado até o fim, gozando devagar, depois tirou. O creampie branco escorreu imediatamente do cuzinho aberto, fio grosso descendo pela buceta e coxas.

Marina se arrastou até Lucas amarrado, sentou no banquinho na frente dele de pernas abertas, empurrou a bunda suja na cara do marido.

— Limpa. Lambe o cu e a buceta. Engole a porra dele toda, corno delicioso. Quero ver você chupar tudo que ele deixou.

Lucas enterrou a língua no cu escorrendo, chupando a porra quente e amarga, lambendo os lábios da buceta inchada, o gosto de sexo alheio enchendo a boca. Marina gemia, esfregando nela, puxando o cabelo dele com uma mão.

Pedro se aproximou, pau ainda semi-duro, e empurrou a cabeça na boca de Marina de novo. Ela chupou enquanto era limpa, baba e porra misturando.

— O tour ainda tem o porão dos fermentadores — Pedro falou, voz baixa e suja, enfiando mais fundo na garganta dela. — Lá tem espaço pra te prender de pé, corno. E eu quero gozar de novo nessa boceta antes de te mandar limpar com a língua amarrado mais apertado. Marina topa sujar mais?

Ela tirou a boca do pau só o suficiente pra responder, voz carregada de tesão, rebolando na cara de Lucas:

— Topo tudo. Ainda vamos usar cada canto dessa fábrica. O corno vai sair daqui cheio de gosto de porra alheia e pedindo mais. Continua lambendo, amor… o Pedro ainda não terminou com a gente.

Pedro puxou a calça, o pau ainda brilhando de porra e saliva, e puxou Marina pelo braço enquanto Lucas permanecia amarrado no banquinho, o rosto encharcado. Ela se abaixou rápido, desamarrou as cordas das pernas dele com dedos ágeis e puxou o marido de pé.

— Anda, corno. Pro porão. Quero te ver bem apertado dessa vez.

Lucas cambaleou atrás deles pela escada de ferro estreita que descia cheirando a levedura azeda e metal úmido. O porão dos fermentadores era um labirinto de tanques de aço enormes, luz fraca de lâmpadas sujas, chão frio de concreto manchado. Pedro apontou para um dos tubos grossos que desciam do teto, perto de um fermentador aberto que soltava vapor adocicado de malte.

— Fica de pé aí, fracassado. Braços pra cima.

Ele amarrou os pulsos de Lucas bem altos no tubo, corda de sisal apertando até a carne inchar vermelha, depois passou outra volta na cintura e amarrando os tornozelos separados num suporte baixo de madeira. Lucas ficou esticado, peito pra frente, pau duro latejando no ar livre, vulnerável pra caralho, peitos subindo e descendo rápido. O cheiro forte de fermentação misturava com o cheiro de sexo que ainda escorria das coxas de Marina.

— Perfeito. Agora ele vê de perto cada centímetro — Pedro falou, já se livrando da calça de vez. O pau grosso e veiado saltou de novo, ainda semi-duro e sujo. Marina se ajoelhou na frente dele sem esperar ordem, engoliu até a garganta num movimento só, engasgando molhado, baba escorrendo no queixo e pingando nos seios pesados. Os olhos dela cravaram em Lucas amarrado enquanto chupava com fome, língua rodando a cabeça rosada, mão massageando as bolas cheias.

Lucas puxou as cordas, o pau dele pulando sozinho, gotas de pré-gozo caindo no concreto. A humilhação queimava gostoso no peito, ciúme e tesão virando um caldo grosso na barriga. Marina tirou a boca com um ploc obsceno, fiapos de saliva ligando o lábio ao pau.

— Olha como ele arrota na minha garganta, amor. Seu pau nunca fez isso. Nunca encheu tanto.

Pedro riu grosso, puxou ela de pé e virou de costas contra o tanque frio de aço. Ergueu uma coxa dela alta, encaixou a cabeça grossa na buceta inchada e ainda suja e meteu de uma porrada só até o saco esbarrar. Marina gritou, unhas arranhando o metal, seios balançando pesados a cada estocada.

— Porraa! Que pau monstro… arromba fundo, guia! Mais fundo que qualquer coisa que o corno já me deu!

Ele fodia sem dó, estocadas longas e violentas que faziam a pele estalar alto no porão vazio. Mão numa teta apertando o mamilo até doer gostoso, a outra segurando a coxa aberta. A buceta de Marina engolia a grossura inteira, lábios inchados esticados, mel misturado com resto de porra escorrendo pela bunda e pingando no chão perto dos pés de Lucas. O marido gemia baixo, olhos arregalados, vendo o pau alheio sumir e voltar coberto de suco branco.

— Fala pra ele, putinha — Pedro grunhiu, acelerando. — Fala o que tu é.

— Sou a puta casada do Lucas… que adora pau grosso de estranho! — ela gritava, voz rouca ecoando nos tanques. — Ele tá batendo no meu útero, amor! Coisa que teu pau mole nunca alcança! Goza… tô gozando no pau dele de novo!

Marina veio forte, buceta contraindo e esguichando jatos quentes que molharam as bolas tatuadas de Pedro e o chão. As pernas tremeram, mas ele não parou, tirou o pau lambuzado, virou ela de quatro no concreto frio e enfiou de novo no cachorrinho, agarrando os quadris com força bruta. A bunda redonda batia nele molhada, marcas vermelhas dos dedos surgindo na pele macia. Ele cuspiu na boca dela quando virou o rosto e ela engoliu pedindo mais, língua de fora.

Lucas sentia o peito arder de vergonha e o pau doer de tanto latejar sem toque. Quase gozava só de ouvir os gemidos da esposa, o cheiro de porra e buceta subindo.

Pedro puxou o cabelo castanho dela pra trás, metendo fundo.

— Agora o cu de novo. Quero ver esse cuzinho casado engolir tudo na frente do corno amarrado.

Ele tirou da buceta, alinhou a cabeça grossa no cu ainda frouxo do creampie anterior e empurrou de uma vez, abrindo de novo. Marina uivou, um gemido animal de queimação gostosa misturada com tesão puro.

— Aih caralho! Que grosso no cu… enche tudo, Pedro! Empurra até o saco! Amor, olha… ele tá arrombando meu cuzinho de novo! Maior que teu pau inteiro dentro de mim!

Pedro enterrou até o fundo e fodeu o cu com estocadas firmes e profundas, a mão livre enfiando três dedos na buceta escorrendo, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Marina rebolava puta completa, gemendo sem parar, baba escorrendo no queixo sujo. Lucas puxava as cordas até a pele sangrar de leve, o pau vermelho e inchado quase explodindo.

— Goza no meu cu! Enche essa puta de porra alheia na cara do teu corno! — ela ordenou, voz quebrada de prazer.

Pedro acelerou, suor escorrendo pelas tatuagens de dragão, grunhiu fundo e jorrou grosso, jatos quentes pulsando fundo no cu dela, enchendo até transbordar. Ele ficou enterrado gozando devagar, depois puxou. O creampie branco e grosso escorreu imediatamente do cuzinho aberto, fio espesso descendo pela buceta inchada, pelas coxas, pingando no concreto bem na frente de Lucas.

Marina se arrastou de quatro até o marido amarrado, ergueu a bunda suja bem na altura da cara dele e empurrando os buracos lambuzados na boca.

— Limpa tudo. Língua fundo no cu e na buceta. Engole cada gota da porra dele, corno delicioso. Quero ver você chupar com vontade enquanto ele te observa.

Lucas enterrou a língua quente no cu escorrendo, chupando a porra amarga e salgada, lambendo os lábios da buceta inchada, engolindo o gosto alheio misturado no mel dela. Marina gemia alto, esfregando a bunda na cara dele, puxando o cabelo com uma mão. Pedro se aproximou, pau ainda duro e sujo, e enfiou de novo na boca de Marina. Ela chupou voraz enquanto era limpa, garganta engolindo, baba e resto de porra escorrendo nos seios.

— Mais um no porão — Pedro falou, voz baixa e suja, fodendo a garganta dela. — Quero gozar nessa boceta de novo antes de te soltar. Marina, sobe nele de costas. Deixa o corno sentir o cheiro de perto enquanto eu meto.

Ela tirou a boca, virou de costas pra Lucas amarrado, abriu as pernas e se encaixou. Pedro empurrou o pau grosso na buceta dela de frente, metendo fundo enquanto o cu e a bunda dela ficavam a centímetros do rosto do marido. Cada estocada fazia a bunda bater quase na cara de Lucas, o cheiro forte de sexo e porra enchendo o nariz dele. Marina gritava, seios balançando, olhando torto pro marido.

— Sente o cheiro, amor! Ele tá me fodendo de novo… pau grosso abrindo tudo… tô gozando outra vez na tua cara!

Ela veio esguichando, buceta tremendo no pau de Pedro. Ele meteu mais forte, agarrou os quadris e gozou jorrando fundo de novo, porra quente enchendo a buceta casada até escorrer pelos lados, pingando direto no peito e no pau latejante de Lucas amarrado. Marina se afastou cambaleante, agarrou a cara do marido e beijou fundo, metendo a língua suja de porra e saliva na boca dele. Lucas chupou aceitando tudo, o gosto amargo explodindo.

Pedro desamarrou as cordas devagar. Lucas caiu de joelhos, pau ainda duro e intocado, o corpo tremendo de humilhação e tesão represado. Marina se ajoelhou na frente dele, limpou o resto de creampie que escorria com a língua e depois masturbou o pau fino do marido só algumas vezes, o suficiente pra ele gozar fraco e derrotado no chão sujo, gemendo baixo como um corno completo.

Eles se vestiram em silêncio suado, o cheiro de sexo impregnado em tudo. Pedro guiou os dois de volta pelas escadas até a saída da fábrica, o sol da tarde batendo. Marina beijou o guia na boca na frente do marido, chupando a língua dele uma última vez, depois puxou Lucas pelo braço.

No estacionamento, ela parou, olhou o marido nos olhos ainda brilhantes de porra alheia e falou baixo, voz carregada:

— Próximo tour a gente reserva o turno da noite inteira. Quero mais barris.

Lucas sorriu pela primeira vez, a vergonha virando algo quente e permanente no peito, e respondeu no ouvido dela enquanto Pedro acenava de longe:

— Já montei tudo no site anônimo ontem à noite, putinha. O Pedro é o mesmo que eu contratei.

Rate this story

Thanks for rating
Tagged massage dirty-talk cuckold-watching teasing

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.