Reencontro no Vagão que Acabou em Gemidos
Ana e o marido corno reencontram o ex dela no trem lotado e acabam fodendo bem ao lado dele.
O vagão do trem noturno estava tão cheio que o ar parecia engrossar entre os corpos suados. Ana, vinte e oito anos, curvas marcadas sob o vestido justo de saia curta, sentia o peito de Marcos colado nas suas costas enquanto o marido tentava se equilibrar no aperto. Ela voltava da viagem de fim de semana com aquele sorriso preguiçoso de quem já sabia o que o corno manso esperava dela — e o que ela esperava arrancar dele. Até que o olhar dela travou no fundo do vagão.
Pedro.
Mais largo nos ombros, braços grossos esticando a camiseta escura, o mesmo queixo forte e a boca que ela nunca tinha conseguido apagar da memória. O ex-namorado ergueu o rosto no mesmo instante, e o sorriso safado nasceu devagar, como se o tempo não tivesse passado. Ana sentiu o calor subir direto para entre as pernas. Marcos, atrás dela, engoliu em seco quando viu a direção do olhar da mulher.
— Porra… é ele — murmurou o marido, a voz já fina de nervoso.
Pedro se aproximou aproveitando uma balançada do trem, o corpo se encaixando no espaço mínimo ao lado de Ana. O cheiro dele — suor limpo, colonia barata e machismo puro — bateu nela como um tapa.
— Ana… — a voz grave roçou o ouvido dela. — Continua uma putinha deliciosa. E esse aí deve ser o maridozinho.
Marcos abriu a boca, mas nenhum som saiu. Ana lambeu o lábio inferior, os olhos brilhando de provocação.
— Pedro. Quanto tempo. Continua grosso pra caralho, hein.
Ele riu baixo, o peito tocando de leve o ombro dela. O vagão tremeu nos trilhos e o quadril dele encostou na lateral da coxa de Ana de propósito. Ela sentiu. Marcos também, porque os dedos dele apertaram a cintura dela com força demais.
A conversa nasceu cheia de veneno doce. Pedro falava do apartamento antigo, da cama rangendo, das madrugadas em que ele a metia até ela gritar com a cara enfiada no travesseiro. Ana respondia em tom baixo, quase inocente, mas cada palavra era um dedo enfiado na ferida do marido.
— Lembra quando você gozava só de eu te chupar os peitos? — Pedro inclinou a cabeça, o hálito quente na orelha dela. — O corno aí deixa você gozar assim?
Ana virou o rosto o suficiente para olhar Marcos. Os olhos do marido estavam vidrados, a boca entreaberta, a calça já marcada pelo volume traidor. Ela sentiu a própria calcinha molhada colando na boceta.
— Deixa… do jeito dele — respondeu ela, a voz embargada de tesão. — Mas nunca esqueço como você me fodia.
A saia de Ana subiu centímetro por centímetro com o balanço do trem e a mão disfarçada de Pedro puxando o tecido pela lateral. O tecido grosso da calça dele roçou a bunda dela de propósito. Ela sentiu o pau duro, grosso, quente, pressionando o meio das nádegas através da roupa. Um gemido escapou da garganta dela antes que pudesse segurar.
Pedro se colou por trás dela, o peito largo cobrindo as costas dela, o pau encaixado bem na fenda da bunda. Marcos ficou do lado, obrigado a ver tudo de perfil no aperto do vagão. Pedro baixou a boca até a orelha de Ana.
— Ainda quero te foder aqui mesmo. Com ele olhando. Deixa eu te arrombar de novo, Ana. Essa boceta ainda é minha.
Ana tremeu. Virou o rosto para Marcos, os olhos escuros de desejo, a boca entreaberta. A mão dela procurou a do marido e apertou.
— Amor… — sussurrou ela, safada, molhada, sem nenhuma vergonha. — Posso? Deixa ele me foder. Por favor. Olha o pau dele… eu preciso.
Marcos engoliu seco. O pau dele doía dentro da calça. A humilhação queimava gostoso no peito. Ele balançou a cabeça, uma vez, devagar, os olhos fixos nos da mulher.
— F-faz… — a voz saiu rouca. — Faz o que você quiser.
O sorriso de Pedro foi puro triunfo. Ana não perdeu tempo. A mão dela desceu, agarrou o volume grosso por cima da calça do ex e apertou, sentindo a forma, a dureza, a veia latejando. Pedro resmungou baixo. No canto semi-escuro perto da porta de serviço, onde a luz piscava e a multidão criava uma parede de costas distraídas, Ana se ajoelhou.
O zíper desceu. O pau de Pedro saltou pesado, grosso, a cabeça vermelha já brilhando de pré-gozo. Ana lambeu os lábios, olhou para cima — direto para Marcos — e engoliu o pau inteiro numa só descida. A garganta dela esticou. O som molhado e obsceno preencheu o espaço pequeno entre eles. Ela chupava com fome, a língua rodando na glande, a mão massageando o saco pesado, sempre com os olhos abertos fixos no marido. Marcos respirava pela boca, o rosto vermelho, a mão apertando o próprio pau por cima da calça sem conseguir se segurar.
— Isso… chupa o pau do macho de verdade — Pedro rosnou, a mão enfiada no cabelo de Ana, guiando o ritmo. — Olha pro corno enquanto engole.
Ana tirou a boca só o suficiente para falar, a voz embargada de saliva e tesão:
— Tá vendo, Marcos? Tá vendo como eu chupo ele? Fala que gosta.
— G-gosto — Marcos quase não conseguiu. — Porra, Ana… continua.
Pedro puxou Ana para cima de uma vez. Virou ela de costas, levantou a saia até a cintura, agarrou a calcinha fina e rasgou o tecido com um puxão seco. O tecido cedeu. A boceta dela apareceu inchada, pingando, os lábios brilhando. Pedro posicionou a cabeça grossa na entrada e meteu fundo de uma estocada só.
Ana gemeu alto, a testa batendo no ombro de Marcos por um segundo antes de se apoiar na barra do trem. Pedro fodia forte, as bolas batendo na bunda dela, as mãos largas abrindo as nádegas para enterrar mais fundo. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. Ele deu um tapa seco na bunda dela, depois outro, a pele avermelhando.
— Meu macho… — Ana gemeu, a voz alta demais para o vagão, sem se importar. — Isso, mete fundo, meu macho. Arromba essa boceta que o corno não sabe usar.
Pedro segurou o cabelo dela e puxou a cabeça para trás, obrigando-a a olhar Marcos enquanto metia.
— Fala pra ele — ordenou. — Manda o corno falar.
Ana ofegava, cada estocada arrancando um gemido mais alto.
— Marcos… olha. Olha ele me fodendo. Fala… fala o quanto isso te excita. Fala agora.
Marcos estava destruído de tesão e vergonha. A voz saiu trêmula, mas saiu:
— M-me excita… porra, me excita ver ele te metendo. Seu pau é maior… ela goza mais com você. Continua fodendo a minha mulher.
Pedro riu baixo e acelerou, as coxas batendo na bunda dela num ritmo brutal. Ana se apertava toda em volta do pau dele, a boceta fazendo barulho molhado a cada retirada. Ela tremeu primeiro, o orgasmo subindo rápido, as pernas bambas, o gemido longo e rouco enquanto gozava encharcando o pau do ex. Pedro segurou o quadril dela e enterrou até o fundo, gozando forte, jatos quentes enchendo a boceta dela, pulsando dentro enquanto ela ainda contraía em volta dele.
Ana ficou tremendo, a respiração descompassada, o gozo de Pedro escorrendo devagar pela parte interna da coxa. Ela virou o rosto e encarou Marcos nos olhos enquanto o pau de Pedro ainda latejava dentro dela. O trem começou a reduzir a velocidade, os freios chiando, a estação se aproximando.
Pedro saiu devagar, o pau brilhando de porra e do mel dela. Ana abaixou a saia como se nada tivesse acontecido, o sorriso safado ainda nos lábios. Quando as portas se abriram e o movimento das pessoas criou um breve espaço, ela puxou Marcos pela gola e beijou a boca dele com força. A língua dela entrou carregada do gosto salgado do pau de Pedro, do gozo residual, da saliva suja. Marcos gemeu no beijo, humilhado até o osso, o pau ainda duro e latejando.
Ana se afastou só o suficiente para sussurrar contra a boca do marido, a voz rouca e baixa o bastante para só ele ouvir enquanto Pedro observava de lado com aquele sorriso de dono:
— Em casa você vai ajoelhar e limpar tudinho com a língua. Cada gota que ele deixou dentro de mim. E depois… a gente decide o que mais o meu macho pode fazer com a sua mulher.
O vagão esvaziava devagar. Pedro passou a mão na bunda dela mais uma vez, apertando a carne ainda quente do tapa, e murmurou algo que só Ana escutou — uma promessa suja sobre a próxima parada, sobre o que ele ainda queria fazer com ela na frente do corno. Marcos engoliu em seco, o coração disparado, a cabeça latejando de vergonha e de um tesão tão sujo que doía. Ana entrelaçou os dedos nos do marido e puxou ele para fora do trem, a calcinha rasgada ainda presa num bolso, a boceta latejando e escorrendo, o corpo inteiro pedindo a continuação que todos os três já sabiam que viria assim que a porta do apartamento se fechasse atrás deles.
O elevador do prédio subia devagar demais. Ana ainda sentia o gozo quente de Pedro escorrendo pela coxa interna, grudando a pele, e cada passo fazia a saia roçar na boceta inchada e exposta. Marcos ia ao lado dela, o rosto vermelho até as orelhas, o pau marcado na calça como uma acusação. Pedro entrou no elevador logo atrás, sem pedir licença, o corpo largo enchendo o espaço pequeno. A porta se fechou. O silêncio pesou até Ana rir baixo, safada, e puxar a mão do marido para debaixo da saia.
— Sente — sussurrou ela, enfiando dois dedos de Marcos direto na boceta melada. — Tá tudo dele ainda. Quentinho. Escorregando.
Marcos engoliu em seco, os dedos tremendo enquanto tocavam a porra alheia misturada no mel dela. Pedro observava de canto, o sorriso torto, e abriu o zíper devagar, puxando o pau ainda semi-duro para fora. A glande brilhava residual. Ana não hesitou: se abaixou no elevador e lambeu a cabeça gorda, limpando o que restava dela mesma na boca do ex, os olhos grudados nos do marido.
— Vai limpar direitinho em casa, corno — Pedro falou, a voz grave. — Quero ver essa língua covarde chupando o que eu deixei.
O ding do andar cortou o ar. Ana se endireitou, a boca brilhando, e puxou os dois pelo corredor. A chave tremeu na mão de Marcos. Assim que a porta do apartamento se fechou atrás deles, Pedro já estava em cima dela. Empurrou Ana contra a parede da sala, ergueu a saia de uma vez e enfiou dois dedos grossos na boceta escorrendo, abrindo, explorando o creme que ele mesmo tinha depositado.
— Ainda tá largada pra caralho — rosnou ele, curvando os dedos. — O cornozinho não estica nada. Olha só como ela engole.
Ana gemeu alto, as unhas cravando no ombro de Pedro, as pernas abrindo sozinhas. Marcos ficou parado no meio da sala, o peito subindo e descendo rápido, a mão apertando o próprio pau por cima da calça sem conseguir se segurar. Ana virou o rosto para ele, a boca entreaberta, a voz embargada de tesão.
— Tira a roupa, amor. Quero te ver pelado enquanto ele me fode de novo. Ajoelha aí no chão e assiste direito.
Marcos obedeceu com as mãos trêmulas. A camisa caiu, a calça desceu, o pau dele saltou duro e roxo, menor, latejando de vergonha. Pedro riu, tirou os dedos da boceta de Ana e esfregou o creme branco direto na boca do marido.
— Chupa. Prova o que sua mulher gosta de verdade.
Marcos abriu a boca, humilhado até o osso, e lambeu os dedos sujos. O gosto salgado e amargo bateu na língua. Ana gemeu só de ver, a mão descendo para se esfregar. Pedro não perdeu tempo: virou Ana de costas, empurrou o tronco dela para baixo até ela apoiar as mãos no sofá e meteu de uma estocada só, fundo, até as bolas baterem na bunda. O som molhado encheu a sala. Ana gritou, o corpo inteiro sacudindo.
— Porra, Pedro… assim… arromba essa puta — ela ofegava, olhando de lado para o marido ajoelhado. — Marcos, fala. Fala o quanto o pau dele é melhor.
— É… é maior — Marcos conseguiu, a voz falhando, o pau pingando pré-gozo no carpete. — Mais grosso. Ela… ela goza diferente com você. Continua. Fode a minha mulher.
Pedro agarrou o cabelo de Ana e puxou a cabeça para trás, forçando o arco das costas, metendo num ritmo brutal. Cada estocada fazia a bunda dela tremer e o peito balançar. Ele deu um tapa seco, depois outro, a marca vermelha surgindo na pele clara. Ana gemia sem se importar com o volume, a boceta fazendo barulho obsceno a cada retirada, o gozo anterior escorrendo misturado com o novo mel.
— Vem cá, corno — Pedro ordenou, sem parar de foder. — Lambe as bolas enquanto eu meto. Agora.
Marcos rastejou até eles, o rosto queimando. Aproximou a boca e lambeu o saco pesado de Pedro, sentindo o cheiro forte de sexo, o suor, a boceta da mulher logo acima. A língua dele roçou a base do pau grosso entrando e saindo da mulher. Ana gozou de novo só com a visão, as pernas bambas, o gemido longo e rouco, o corpo contraindo em volta do pau do ex. Pedro segurou o quadril dela com força e acelerou, cavalgando o orgasmo dela, as coxas batendo secas.
— Ainda não — ele rosnou, saindo de repente. O pau saltou, grosso, veias saltadas, brilhando de porra e mel. — Deita no chão, Ana. Abre as pernas. E você, corno, limpa essa boceta com a língua. Cada gota. Quero ela brilhando antes de eu meter de novo.
Ana se deixou cair no carpete, as pernas abertas em V, a saia amassada na cintura, a boceta vermelha, inchada, escorrendo fio branco. Marcos se posicionou entre as coxas dela, o coração martelando. A língua saiu e lambia devagar no começo, depois com fome suja, chupando o gozo de Pedro direto da boceta da mulher. Ana se contorcia, a mão no cabelo do marido, empurrando o rosto dele mais fundo.
— Isso, amor… limpa tudinho. Chupa o creme do meu macho. Que delícia ver você assim, de cara enfiada na minha boceta suja.
Pedro se ajoelhou ao lado da cabeça de Ana, o pau na altura da boca dela. Ela virou o rosto e engoliu, chupando com barulho enquanto Marcos lambia embaixo. O triângulo era sujo, quente, o ar da sala pesado de gemidos e cheiro de sexo. Pedro puxou o cabelo dela e fodeu a boca devagar, sentindo a garganta afrouxar.
— Olha o corno trabalhando — ele riu. — Aprendeu a gostar, hein, Marcos? Gosta de limpar a porra dos outros na sua mulher?
Marcos murmurou algo abafado contra a boceta, a língua enfiada o mais fundo que conseguia, o pau latejando esquecido entre as pernas. Ana tirou a boca do pau de Pedro só o bastante para ofegar:
— Ele adora. Olha como ele está lambendo. Marcos, mete a língua no meu cu também. Larga tudo limpo pro meu macho usar de novo.
Marcos obedeceu, a língua subindo até o cu apertado, lambendo em círculos, depois descendo de novo para a boceta. Pedro puxou Ana para cima de uma vez, deitou de costas no sofá e fez ela montar nele de frente. O pau grosso sumiu dentro dela num mergulho só. Ana gritou, as unhas cravando no peito largo, e começou a rebolar, cavalgando com força, a bunda batendo nas coxas dele. Marcos ficou ajoelhado ao lado, vendo de perto o pau entrar e sair, a boceta esticada, o creme branco formando espuma.
— Senta fundo, puta — Pedro ordenou, segurando a cintura dela e puxando para baixo. — Mostra pro corno como uma mulher de verdade fode. Fala pra ele.
— Olha, Marcos… olha como eu sento nesse pau — Ana gemia, rebolando em círculos, os peitos balançando. — Seu pau nunca me preenche assim. Nunca. Fala que eu sou a puta dele. Fala.
— Você é… a puta dele — Marcos quase chorava de tesão, a mão no próprio pau agora, batendo devagar. — A boceta dela é sua, Pedro. Usa. Goza dentro de novo. Por favor.
Pedro riu, o som baixo e triunfante, e começou a meter de baixo, as estocadas secas e fundas. Ana se jogou para trás, as mãos nos joelhos de Pedro, oferecendo a vista completa para o marido: o pau grosso sumindo até o fundo, a boceta engolindo tudo, o clitóris inchado. Ela gozou mais uma vez, o corpo inteiro tremendo, um fio de babinha escorrendo do canto da boca. Pedro não parou. Virou ela de quatro no sofá, meteu de trás de novo e puxou Marcos pela nuca até a boca dele ficar a centímetros do ponto onde os corpos se juntavam.
— Lambe enquanto eu fodo. Não para.
A língua de Marcos tocou a base do pau e a boceta ao mesmo tempo, sentindo o movimento brutal, o gosto misto. Ana gritava, a cara enfiada no assento do sofá, a voz rouca:
— Mais fundo… arromba… Marcos, chupa as bolas dele… isso… porra, eu vou gozar de novo…
Pedro acelerou até o limite, as mãos abrindo as nádegas dela, o polegar pressionando o cu. Quando gozou, foi com um gemido grave, enterrando até o fim e pulsando jatos quentes dentro dela. Ana sentiu cada espasmo, o ventre se enchendo de novo, e escorreu devagar quando ele saiu. O pau de Pedro ficou pairando, grosso e brilhante. Ele empurrou a cabeça de Marcos contra a boceta escorrendo.
— Limpa. Agora. E não engole tudo. Quero ver você segurando na boca.
Marcos lambeu como um desesperado, a língua recolhendo o creme branco, o rosto encharcado. Ana se virou o bastante para olhar o marido e sorriu, safada, ainda ofegante.
— Guarda um pouco na língua, amor. Depois me beija. Quero provar o que você tirou de dentro de mim.
Pedro se sentou no sofá, as pernas abertas, o pau ainda pesado descansando na coxa. Observava os dois com aquele olhar de dono. Ana puxou Marcos para cima, beijou a boca dele fundo, lambendo a porra residual da língua do marido, gemendo no beijo. Quando se separou, um fio prateado ainda ligava as bocas deles.
O apartamento cheirava a sexo puro. Ana se levantou, as pernas trêmulas, a saia ainda amassada na cintura, e caminhou até a cozinha sem se cobrir. Voltou com um copo d’água, bebeu devagar, o gozo de Pedro escorrendo devagar pela coxa até o joelho. Olhou para os dois homens — o marido ajoelhado e destruído de tesão, o ex ainda semi-duro e sorrindo — e mordeu o lábio inferior.
— Ainda não acabou — disse ela, a voz rouca, o olhar brilhando de fome. — Pedro vai ficar a noite. Marcos vai dormir no chão do quarto, olhando. E cada vez que meu macho quiser, eu abro as pernas de novo. Você vai limpar. Você vai agradecer. E se ele mandar, você vai segurar minhas pernas abertas enquanto ele mete no meu cu pela primeira vez na frente de você.
Pedro se esticou no sofá, o pau já começando a endurecer de novo só com as palavras. Marcos engoliu em seco, o coração disparado, a vergonha e o tesão se misturando num nó quente na barriga. Ana se aproximou do marido, agarrou o pau duro dele e apertou devagar, o polegar esfregando a glande molhada.
— Em pé, corno. Vai preparar a cama. E deixa a porta aberta. Quero que você escute cada gemido quando ele me foder de novo daqui a pouco.
Ela se virou, rebolou até Pedro e sentou no colo dele de lado, a mão descendo para massagear o pau que já voltava a crescer. O beijo que deu no ex foi lento, profundo, a língua dançando enquanto os olhos dela ficavam abertos, fixos em Marcos. O marido se levantou trêmulo, o pau latejando no ar, e caminhou em direção ao quarto com os ombros caídos e a mente em chamas. Atrás dele, o som molhado de Ana se mexendo no colo de Pedro e a risada baixa do outro homem ecoaram pela sala, carregando a promessa suja de que a noite ainda mal tinha começado.
O elevador do prédio já era memória. Marcos entrou no quarto com o pau latejando no ar, as pernas trêmulas, e arrumou a cama como uma puta bem treinada — lençóis puxados, travesseiros alinhados, luz baixa. Atrás dele o som molhado de Ana rebolando no colo de Pedro invadia o corredor: pele batendo em pele, a risada grossa do ex, o gemido rouco dela. Quando voltou à sala, encontrou a mulher de quatro no sofá de novo, a boca aberta engolindo o pau grosso de Pedro até a garganta fazer barulho de engasgo. Pedro segurava o cabelo dela com as duas mãos e metia a cara dela no próprio pau, forçando fundo.
— Vem cá, corno — Pedro rosnou sem tirar o olhar de Ana. — Segura as pernas dela abertas. Agora.
Marcos obedeceu. Ajoelhou-se atrás de Ana, agarrou as coxas macias e puxou, abrindo a boceta vermelha e escorrendo bem na cara dele. O cheiro de porra e mel bateu forte. Pedro saiu da boca dela de uma vez, o pau brilhando de saliva, e se posicionou. A cabeça grossa empurrou a entrada inchada e sumiu inteira numa estocada seca. Ana gritou, o corpo inteiro sacudindo para frente. Marcos sentiu o impacto no próprio peito; as bolas pesadas de Pedro batiam na bunda dela e roçavam o queixo do marido a cada vaivém.
— Mais fundo, porra — Ana ofegava, a voz já rouca de tanto gozar. — Arromba essa boceta na frente do corno. Marcos, fala. Fala alto.
— O pau dele… é enorme — Marcos conseguiu, a vergonha queimando o rosto enquanto segurava as pernas dela abertas como um suporte. — Tá esticando ela todinha. Continua. Fode a minha mulher até ela não aguentar mais.
Pedro riu e acelerou. O som molhado encheu a sala — xapa-xapa molhada, pele batendo, o gemido agudo de Ana a cada fundo. Ele puxou o polegar e enfiou no cu apertado dela sem aviso, girando, abrindo. Ana tremeu inteira.
— Hoje esse cu é meu também — declarou Pedro. — Corno, lambe aqui. Molha bem pra eu entrar.
Marcos encostou a língua no anel rosado, lambendo em círculos sujos enquanto o pau grosso entrava e saía da boceta logo abaixo. O gosto era salgado, amargo, puro sexo. Ana gozou de novo só com a língua do marido no cu e o pau do ex martelando o fundo. O corpo dela se contraiu em espasmos longos, a boceta esguichando um fio transparente que molhou o queixo de Marcos. Pedro não parou. Tirou o pau da boceta de uma vez, posicionou a cabeça grossa no cu molhado de saliva e empurrou.
Ana gritou alto, o som cortando o apartamento. O cu cedeu centímetro por centímetro, engolindo a glande, depois o corpo inteiro do pau. Pedro enterrou até as bolas e ficou parado, gozando o aperto quente.
— Porra… aperta, puta — ele rosnou. — Olha, Marcos. Tua mulher engolindo meu pau no cu pela primeira vez. Fala o que você tá vendo.
Marcos mal conseguia respirar. O pau dele pingava no carpete sem ser tocado. A visão era brutal: o cu de Ana esticado em volta da base grossa, a boceta vazia escorrendo o creme branco anterior, as unhas dela cravadas no sofá.
— Tô vendo… o pau dele sumindo no teu cu — a voz de Marcos saiu quebrada. — Tá arrombando. Tá te fudendo o cu na minha frente. Continua. Mete fundo nela.
Pedro começou a foder o cu de Ana com estocadas longas e profundas. Cada retirada puxava a borda rosada para fora; cada entrada fazia a bunda dela tremer. Ana gemia sem parar, a boca aberta, babando no tecido do sofá. Marcos manteve as pernas dela abertas, os olhos vidrados no ponto onde o pau sumia. Pedro agarrou o cabelo dela de novo e puxou a cabeça para trás.
— Chupa o pau do corno enquanto eu te fodo o cu — ordenou. — Mas não deixa ele gozar. Só brinca.
Ana esticou o braço, puxou Marcos pela nuca até o pau roxo dele roçar a boca dela. Engoliu a cabeça, chupou com barulho, a língua rodando, mas soltou logo que ele tremeu demais. Pedro meteu mais forte no cu, o ritmo virando brutal. As bolas batiam na boceta escorrendo. Ana gozou mais uma vez, o cu contraindo em volta do pau grosso, o gemido virando grito abafado contra a coxa do marido.
Pedro saiu de repente, o pau saltando para fora do cu aberto e brilhante. Empurrou a cara de Marcos contra o buraco.
— Limpa. Língua fundo. Quero ver você chupando meu gosto no cu da sua mulher.
Marcos enfiou a língua no cu afrouxado, chupando o creme e a saliva, o rosto inteiro sujo. Ana se revirou, ainda ofegante, e puxou o marido para um beijo sujo, lambendo a própria porra e o gosto do cu na boca dele. O fio prateado escorreu entre as línguas. Pedro se sentou no sofá, puxou Ana para o colo de costas para ele e enfiou o pau de novo na boceta num mergulho só. Ela sentou até o fundo, rebolando, os peitos balançando. Marcos ficou ajoelhado na frente, vendo de perto o pau grosso sumir e aparecer coberto de espuma branca.
— Segura minhas pernas — Ana mandou, a voz embargada. — Abre bem. Quero ele meter até o útero enquanto você assiste.
Marcos agarrou as coxas dela e puxou para os lados. Pedro meteu de baixo com força, as estocadas secas fazendo a barriga de Ana tremer. O som era obsceno, molhado, constante. Ana levou a mão ao clitóris e esfregou rápido, gozando de novo, o corpo inteiro se sacudindo no pau do ex. Pedro segurou a cintura dela e enterrou fundo, gozando com um gemido grave, jatos quentes enchendo a boceta dela pela terceira vez. Quando saiu, o creme branco escorreu em fio grosso, caindo no carpete.
— Lambe tudo, corno — Pedro ordenou, empurrando a cabeça de Marcos entre as pernas abertas de Ana. — Não deixa cair nenhuma gota. Engole e agradece.
Marcos lambeu como um desesperado, a língua recolhendo jatos quentes direto da boceta inchada, engolindo o gosto amargo e salgado. Ana segurou a cabeça dele ali, rebolando a boceta na boca do marido, sujando o rosto inteiro.
— Isso… engole a porra do meu macho — ela gemia. — Que corno gostoso. Agora abre a boca. Quero ver.
Marcos abriu. A língua estava branca de porra. Ana cuspiu dentro da boca dele e beijou de novo, misturando tudo. Pedro já estava duro outra vez só de assistir. Levantou Ana no colo, carregou até o quarto e jogou ela na cama de quatro. Marcos seguiu atrás, o pau ainda latejando sem alívio.
Pedro meteu no cu dela de uma estocada só desta vez. O buraco cedeu fácil, já folgado. Fodeu forte, as mãos abrindo as nádegas, o polegar esfregando a boceta escorrendo ao mesmo tempo. Ana gritava no travesseiro, pedindo mais fundo, mais grosso. Marcos ficou ajoelhado ao lado da cama, segurando uma perna dela aberta como mandado, o rosto a centímetros do pau entrando e saindo do cu.
— Fala, corno — Pedro rosnou entre estocadas. — Fala que essa boceta e esse cu são meus.
— São seus — Marcos quase chorava de tesão. — A boceta dela é sua. O cu dela é seu. Fode minha mulher. Goza nela de novo. Por favor.
Pedro puxou Ana pelo cabelo até ela ficar ajoelhada na beira da cama, o pau ainda enterrado no cu. Empurrou a cabeça dela para o pau de Marcos.
— Chupa o corno até ele gozar na sua cara. Quero ver ele se humilhar.
Ana engoliu o pau menor do marido com fome suja, chupando fundo enquanto Pedro martelava o cu dela por trás. Marcos durou pouco. Gozou com um gemido quebrado, jatos quentes batendo na língua e no rosto de Ana. Ela abriu a boca, mostrou a porra branca na língua para os dois, depois engoliu e lambeu os lábios.
Pedro tirou o pau do cu, virou Ana de barriga para cima e meteu na boceta de novo até gozar pela última vez, enchendo-a devagar, pulsando fundo. Quando saiu, o creme escorreu em fio grosso pelo cu e pela boceta ao mesmo tempo. Ele empurrou a cara de Marcos entre as pernas abertas da mulher.
— Limpa os dois buracos. Língua fundo no cu e na boceta. Não para até eu falar.
Marcos obedeceu, a língua suja entrando no cu afrouxado, depois descendo para a boceta cheia, chupando, engolindo, o rosto encharcado de porra e mel. Ana ria baixo, safada, as pernas abertas no ar, os dedos abrindo a boceta para o marido limpar melhor. Pedro se sentou na beira da cama, o pau pesado e brilhante descansando na coxa, observando o corno trabalhar.
A noite ainda tinha horas. Ana puxou Marcos pelo cabelo quando ele terminou, cuspiu a porra residual na boca dele e mandou:
— Deita no chão. De boca aberta. Toda vez que escorrer mais, você limpa. E se o meu macho quiser teu cu depois, você abre também.
Pedro riu, já passando a mão no pau que começava a endurecer outra vez. Marcos deitou no carpete ao lado da cama, a boca aberta, o pau ainda semi-duro e humilhado, esperando a próxima gota escorrer da boceta da mulher direto na língua. Ana se ajeitou na beira, as pernas abertas sobre a cara do marido, e olhou para Pedro com o sorriso mais puta da noite.
— Mete de novo. Quero gozar escorrendo direto na boca desse corno até o sol nascer.
Pedro enfiou o pau grosso na boceta melada de uma vez, metendo fundo enquanto Marcos, embaixo, abria a boca e a língua para receber cada gota de porra e mel que escorria pelo pau entrando e saindo, o cu da mulher latejando aberto e sujo logo acima do rosto do marido que engolia tudo sem reclamar.
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