Fuga Proibida no Jardim Suspenso
Kiara e Xavier se pegam escondido no jardim, ele metendo gostoso no cu dela sem camisinha até gozar dentro.
O sol de Lisboa batia forte no jardim suspenso do hotel, aquele terraço secreto no último andar onde só hóspedes VIP pisavam. Kiara esticava o corpo no espreguiçador, o biquíni branco tão mínimo que os seios quase saltavam e o fio dental se perdia entre as nádegas bronzeadas. Tinha vinte e quatro anos, ousado demais para fingir recato. Fechou os olhos e sentiu o olhar quente. Não era imaginação.
Xavier, o jardineiro-chefe, parara de podar a bougainvillea. Vinte e nove anos, ombros largos, braços cobertos de tinta preta — serpentes, flores, um dragão que descia até a virilha escondida no short de trabalho. A camisa aberta mostrava o peito suado. Ele não disfarçou. Olhou direto para o monte dela, depois para a boca carnuda, e lambeu o lábio inferior.
— Gosta do que vê, jardineiro? — Kiara perguntou sem abrir os olhos, voz preguiçosa e safada.
— Gosto de planta rara. E você parece uma que precisa de poda urgente — respondeu ele, se aproximando. A voz era rouca, portuguesa de Lisboa pura. — Esse fio no cu é convite ou provocação?
Ela abriu os olhos, sorriu e abriu as pernas um pouco mais, deixando o tecido molhado à mostra.
— Os dois. Sempre quis que um homem forte me comesse escondido num lugar desses. Você tem cara de quem mete gostoso.
Xavier soltou a tesoura de poda. O volume no short já marcava grosso. Ficou parado a um metro, cheirando terra molhada e o perfume barato dela misturado a protetor solar.
— Continua falando assim e eu te fodo agora mesmo entre essas folhagens. Sem plateia. Só o cheiro de terra e o teu gemido.
Kiara se levantou devagar, o corpo inteiro em exibição. Deu dois passos e roçou de propósito o peito nele, os mamilos duros arranhando a pele tatuada. A mão dela deslizou pela barriga dele até a beira do short.
— Sempre fantasiei ser comida no cu por um homem como você — sussurrou no ouvido dele, a língua roçando o lóbulo. — Pau grosso, sem camisinha, me enchendo até vazar. Você topa?
Xavier agarrou a cintura dela com as duas mãos grandes, puxou com força e beijou com fome. A língua invadiu a boca dela, chupando, mordendo o lábio. A mão direita desceu, passou por baixo do fio do biquíni e encontrou a fenda já escorrida. Dois dedos brincaram com o clitóris inchado só para molhar mais, depois desceram e roçaram o anel apertado do cu dela. Kiara tremeu e empurrou o rabo contra os dedos.
— Tá molhada pra caralho — ele respirou contra a boca dela. — E o cuzinho piscando. Quer mesmo sentir tudo cru?
— Quero. Aqui. Agora. Sem borracha. Quero sentir teu pau latejar dentro e a porra quente escorrer depois.
Eles se entreolharam. Decisão tomada no mesmo segundo. Xavier puxou ela para trás das enormes folhas de bananeira e dos jasmins altos, até o banco de pedra escondido que só ele conhecia — um canto morto onde ninguém do hotel enxergava. Empurrou Kiara de quatro sobre a pedra fria. O biquíni foi puxado para o lado com brutalidade. As nádegas dela se abriram. Ele ajoelhou atrás, abriu com os polegares e enterrou o rosto.
A língua quente chupou o cuzinho franzido, lambeu em círculos lentos, depois fodeu com a ponta rígida. Kiara mordeu o próprio braço para não gritar.
— Isso… lambe mais forte, porra — gemeu ela, empurrando o rabo na cara dele. — Chupa esse cu safado.
Xavier chupou com vontade, saliva escorrendo pela fenda, depois enfiou a língua o mais fundo que conseguiu. Quando ela já tremia, ele cuspiu direto no buraco e meteu dois dedos de uma vez, devagar, dilatando, abrindo o anel apertado que se contraía guloso. Os dedos saíam e entravam untados, fazendo barulho molhado.
— Que cu apertado do caralho. Vai engolir meu pau inteiro.
Ele se levantou, baixou o short só o suficiente. O pau saltou pesado, grosso, veias latejando, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Sem mais enrolação, encostou a glande no cuzinho lubrificado de saliva e cum e empurrou. A cabeça entrou com um ploc úmido. Kiara arquejou alto.
— Ai, fillho da puta… que grosso.
Xavier segurou os quadris dela e enterrou o resto num só embalo profundo. Até o talo. O saco bateu nas bocetas molhadas dela. Ficou parado dois segundos, sentindo o cu dela pulsar e sugar.
— Aperta. Isso. Me mama com o rabo.
Começou a estocar. Primeiro longo e fundo, depois rápido e brutal. Cada pancada fazia as nádegas dela tremerem. O som molhado de pau entrando no cu ecoava baixo entre as plantas. Kiara gemia sem parar, pedindo mais forte, mais fundo.
Ele puxou ela de lado no banco, ergueu uma perna dela até o ombro e voltou a meter naquela posição. O ângulo fazia a cabeça do pau raspar todas as paredes internas. Kiara via o próprio cu engolindo a rola tatuada dele e gozou na hora, o orgasmo batendo seco, o cu contraindo em espasmos loucos em volta do pau.
— Continua… não para — ela ofegou.
Xavier tirou o pau só para virar ela de frente, sentou no banco e puxou Kiara para o colo, de costas para ele. Ela se encaixou e desceu de uma vez, o cu abrindo de novo para engolir tudo. Começou a quicar forte, batendo a bunda na virilha dele com estalos molhados. Xavier agarrou os seios dela por cima do biquíni, apertou os mamilos, puxou, depois enfiou a mão por baixo e esmagou a carne macia.
— Isso, safada. Quica nesse pau. Toma no cu escondida no jardim igual puta de luxo. Meu porra vai ficar toda dentro.
Kiara quicava desesperada, o cu já folgado o suficiente para ele meter até as bolas a cada descida. O prazer subia afiado, misturado com a ardência boa de ser esticada. Xavier mordeu o ombro dela, agarrou a cintura e começou a meter de baixo para cima com força bruta, erguendo o quadril. Os dois gemiam abafados, suados, o cheiro de sexo misturado ao jasmim.
— Vou gozar no teu cu — ele rosnou.
— Goza. Me enche. Quero sentir escorrer.
O orgasmo veio violento nos dois ao mesmo tempo. O cu de Kiara se fechou em convulsões quentes, espremendo o pau. Xavier enterrou fundo e descarregou jatos grossos de porra quente direto nas profundezas dela, latejando, bombeando tudo até a última gota. Kiara gozou de novo só de sentir o calor enchendo, o líquido quente batendo lá dentro.
Eles ficaram parados, ofegantes, o pau ainda enterrado e pulsando. Xavier demorou a se mexer. Quando finalmente retirou o pau grosso, ele saiu com um som molhado e um filete branco de porra começou a vazar devagar do cuzinho vermelho e semiaberto de Kiara, escorrendo pela perna interna e pingando na pedra do banco.
Ela ainda tremia, o corpo mole, o rabo arrebitado. Xavier passou o polegar pelo buraco, empurrando um pouco da porra de volta para dentro, e riu baixo no ouvido dela.
— Ainda não terminei com você, hóspede safada. Tem mais canto nesse jardim… e eu quero ver essa porra escorrer enquanto te meto de novo.
Xavier ainda com o polegar sujo de porra pressionado no cuzinho dilatado de Kiara, puxou-a pela cintura e a fez levantar. As pernas dela tremiam, o fio de porra escorrendo pela coxa interna até o joelho, brilhando ao sol filtrado pelas folhas. Ele não deu tempo de ela se recompor. Guiou-a entre os jasmins e as bananeiras mais densas, até um canto ainda mais escondido — um nicho de pedra coberta de hera onde o cheiro de terra molhada e flores era quase embriagante. Lá, ninguém passaria. Só o farfalhar das folhas e o zumbido distante da cidade lá embaixo.
— Fica de pé e segura nessa grade — ordenou ele, voz rouca de quem ainda não tinha saciado. — Quero ver essa porra pingando enquanto te abro de novo.
Kiara obedeceu, as mãos agarrando os ferros quentes do sol, o biquíni já completamente deslocado, os seios livres balançando. O rabo arrebitado, o cu vermelho e brilhante ainda semiaberto, contraía e relaxava, empurrando mais leitinho branco para fora. Xavier ajoelhou de novo só para lamber o filete que descia. A língua quente recolheu a porra misturada com saliva e a empurrou de volta para dentro do buraco, chupando com força até Kiara gemer alto e empurrar o assento na cara dele.
— Caralho, Xavier… ainda dói gostoso — sussurrou ela, a voz falhada. — Mete de novo. Quero sentir grosso outra vez, quero que me foda até eu não conseguir andar.
Ele se levantou, o pau já duro de novo, veias saltadas, a cabeça inchada e brilhando de residual. Sem pressa agora, mas com uma intensidade crua, passou a glande pelo cuzinho molhado, espalhando a porra que ainda vazava. Empurrou devagar, sentindo o anel ceder de novo, quente e escorregadio. Kiara arquejou quando a cabeça sumiu, o cu engolindo centímetro por centímetro até ele estar enterrado até as bolas outra vez. O saco pesado bateu nas bocetas inchadas dela.
— Porra, como esse cu ainda aperta — rosnou ele contra a nuca dela, mordendo a pele suada. — Tá quente, cheio da minha porra, e ainda chupa igual puta faminta. Mexe. Empurra contra mim.
Kiara recuou o quadril, engolindo tudo, depois avançou e voltou, começando a foder o próprio cu no pau dele. Os estalos molhados ecoavam baixos. Xavier segurou os quadris firmes e começou a meter com força crescente — estocadas longas que saíam quase inteiras e entravam de uma vez, batendo fundo. Cada pancada fazia as nádegas dela tremerem e mais porra escorrer pelas bolas dele. Ele espalhou as mãos pelas coxas dela, abriu mais, e olhou para baixo vendo o espetáculo: o pau grosso sumindo e reaparecendo, o anel vermelho esticado, a mistura branca borbulhando a cada entrada.
— Olha pra isso — ele falou, a mão subindo para apertar o seio direito dela com força, torcendo o mamilo. — Seu cu tá vomitando porra enquanto eu meto. Gosta de se sentir cheia e usada, hein? Fala.
— Gosto… caralho, gosto pra porra — gemeu Kiara, a testa encostada na grade, os olhos semicerrados de prazer. — Mete mais forte. Quero sentir teu pau latejar de novo lá no fundo. Me fode como se eu fosse tua puta particular desse jardim.
Xavier puxou o cabelo dela, forçando a cabeça para trás, e acelerou. As estocadas ficaram brutais, o som de pele batendo em pele misturado aos gemidos abafados dela. Ele enfiou dois dedos na boceta escorrida, chupando o clitóris inchado enquanto o pau martelava o cu. Kiara gritou baixo, o corpo inteiro tensionando. O orgasmo veio rápido e violento — o cu se fechou em ondas loucas ao redor do pau, espremendo, sugando, empurrando mais porra para fora pelos lados. As pernas dela fraquejaram, mas ele segurou firme, continuando a meter através das contrações.
— Isso, goza no meu pau. Aperta. Me mama com esse rabo safado — ele rosnou, mordendo o ombro dela com força suficiente para deixar marca. — Ainda não acabei. Quero te ver derreter de novo.
Ele tirou o pau de repente, o buraco fazendo um ploc úmido e um jorro branco escorrendo mais forte. Virou Kiara de frente, ergueu uma perna dela até o peito e a prensou contra a parede de hera. O pau encontrou o cuzinho de novo e enterrou num só embalo. Agora cara a cara, ele beijou a boca dela com fome, lambendo a língua, enquanto metia fundo e rápido. As unhas dela arranharam as costas tatuadas dele, o dragão que descia até a virilha. O suor escorria entre os corpos, o cheiro de sexo e jasmim embriagante.
— Mais fundo… aí… porra, raspa tudo — pediu ela entre gemidos, a voz embargada. — Quero que goze de novo dentro. Enche até eu não aguentar mais. Deixa escorrer enquanto eu ando pelo hotel depois.
Xavier riu baixo, o som rouco contra a boca dela. Mudou o ângulo, ergueu as duas pernas dela, segurando-as abertas, e fodeu com força de baixo para cima. O pau sumia por completo a cada estocada, o saco batendo molhado. Kiara via tudo — o pau tatuado entrando no cu dilatado, a porra antiga sendo empurrada para dentro e saindo misturada. O prazer afiado misturava com a ardência boa de ser esticada demais. Ela gozou outra vez, o corpo sacudindo, o cu pulsando em espasmos longos, a boceta escorrendo líquido claro que pingava no chão de pedra.
— Caralho, que cu guloso — ele ofegou, o suor escorrendo pelo peito tatuado. — Vou gozar. Abre bem. Quero descarregar fundo.
Ele enterrou até o talo, o quadril colado nas nádegas dela, e disparou. Jatos quentes e grossos bombeavam direto nas profundezas, latejando, enchendo o que já estava cheio. Kiara sentiu o calor expandir, o líquido quente batendo lá dentro, e gozou de novo só da sensação — o orgasmo seco, o cu contraindo e ordenhando cada gota. Xavier ficou pulsando dentro, ofegante, a testa encostada na dela, o pau ainda duro e enterrado.
Demorou a sair. Quando retirou devagar, o pau saiu brilhante de porra, e o cuzinho de Kiara ficou aberto, um rio branco espesso escorrendo imediatamente, descendo pela fenda, molhando as bolas e pingando no chão em fios longos. Ela ainda tremia, as pernas fracas, o corpo mole contra a parede. Xavier ajoelhou mais uma vez, abriu as nádegas com os polegares e lambeu o excesso que vazava, chupando limpo e depois empurrando de volta com a língua. Kiara gemeu, as mãos nos cabelos dele.
Ele se levantou, o pau ainda semi-duro, e a puxou para um beijo lento e sujo, o gosto de porra e sexo na boca dos dois. Passou a mão pelo rabo dela, enfiou dois dedos no cu dilatado e mexeu devagar, sentindo a porra quente lá dentro.
— Ainda tá quente e cheio — murmurou ele contra os lábios dela. — Olha como escorre. Você vai voltar pro quarto pingando minha porra pela perna, suja e usada.
Kiara riu baixo, a voz rouca de tanto gemer, o corpo ainda arrepiado. Olhou nos olhos dele, o sorriso safado voltando mesmo com as pernas bambas.
— E se eu quiser mais amanhã no mesmo horário, jardineiro? Você topa me foder de novo até eu não conseguir sentar?
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