Aposta Perdida, Correntes no Celeiro

Aposta Perdida, Correntes no Celeiro: o fazendeiro Felix, de 32 anos, amarra e fode com força a safada Kiara, de 24, no

12 min read September 12, 2026New

Confesso que aos 24 anos eu, Kiara, ainda sinto o corpo latejar só de lembrar daquela tarde em que tudo mudou. Felix, o fazendeiro de 32 anos que morava na propriedade vizinha, era o homem que ocupava meus pensamentos mais sujos havia meses. Alto, peito largo de tanto carregar fardo e laçar boi, mãos grossas e veias saltadas nos braços, ele tinha um jeito de me olhar que fazia minha buceta apertar sem que ele precisasse tocar. Eu provocava de propósito: passava pela cerca com blusinhas justas, shortinho de jeans que marcava minha bunda, fingia pedir ajuda só para sentir o cheiro dele de suor e terra. Ele respondia com ordens curtas, voz grave, e um meio-sorriso que prometia que um dia ele ia me dobrar.

A tensão sexual entre nós era insuportável. Eu fantasiava com cordas, palmadas, ser chamada de putinha enquanto ele me fodia sem piedade. Ele, eu via nos olhos, queria exatamente isso: me ver submissa, molhada, implorando. Foi nessa atmosfera carregada que ele propôs a aposta, encostado na cerca de madeira enquanto o sol queimava nossas peles. “Uma corrida de cavalo, Kiara. Do portão norte até o celeiro velho. Quem perder se submete completamente ao vencedor por uma noite inteira. Sem limites. No celeiro. Cordas, ordens, o que eu quiser fazer com você.” Meu coração quase saiu pela boca. Aceitei na hora, voz rouca de tesão. “Tá apostado, Felix. Mas se prepara, porque eu não pretendo perder.”

No fundo, eu queria perder. Queria tanto que minha calcinha já estava úmida só de imaginar.

O dia chegou quente e seco. Os cavalos estavam agitados, sentindo nossa energia. Eu montei minha égua castanha, pernas nuas roçando o couro da sela, o atrito já me deixando arrepiada. Felix subiu no garanhão preto, coxas poderosas apertando o animal, camisa aberta mostrando o peito suado. Nossos olhares se prenderam. “Pronta pra se entregar, safada?”, ele perguntou com aquele tom dominante que me desmontava. Respondi com um sorriso desafiador, mas por dentro eu tremia de expectativa: “Sonha, fazendeiro. Hoje você vai me ver vencer.”

Gritamos “já” e partimos. O vento cortava meu rosto, o galope fazia meus seios pularem dentro da blusa fina, a sela batia direto no meu clitóris inchado. Cada movimento do cavalo me fodia indiretamente, me deixando cada vez mais molhada. Felix ia à frente, corpo colado ao animal, músculos das costas tensionados, rédeas firmes nas mãos. Eu poderia ter passado por ele no trecho final — minha égua era mais rápida —, mas segurei as rédeas de leve, deixei ele cruzar a linha primeiro. Ele venceu de forma justa, mas eu tinha perdido de propósito. Meu corpo inteiro vibrava com a rendição que eu tanto desejava.

Ele desmontou devagar, caminhou até mim com passos pesados. O sorriso era puro predador. “Você perdeu, Kiara. Agora é minha. A noite toda. No celeiro. Sem volta.” Desci do cavalo com as pernas bambas. Olhei nos olhos dele e confessei, voz baixa e sincera: “Eu perdi de propósito, Felix. Faz meses que eu quero isso. Quero que você me amarre, me discipline, me use como sua putinha submissa. Me leva pro celeiro e faz o que quiser comigo. Eu imploro.”

A tensão que vinha se construindo explodiu ali. Ele agarrou meu pulso e me puxou para dentro do celeiro antigo. Acendeu uma lanterna a querosene, luz amarelada dançando nas vigas grossas, no feno espalhado, no cheiro forte de madeira velha, cavalo e desejo. Sem dizer nada, ele me posicionou no centro. Pegou as cordas grossas que pendiam das vigas e amarrou meus pulsos com nós firmes, apertados o suficiente pra eu sentir o controle total. Puxou as cordas até meus braços ficarem esticados acima da cabeça, pés quase na ponta, corpo totalmente exposto e vulnerável. A corda áspera roçava minha pele, marcando leve, e cada respiração fazia meus seios subirem e descerem.

“Olha pra você… já gemendo antes mesmo de eu começar”, sussurrou ele no meu ouvido, voz rouca. “Você vai obedecer cada ordem. Se eu mandar ficar quieta, você fica. Se eu mandar abrir as pernas, você abre. Entendeu, safada?” Gemi alto, sentindo a buceta latejar. “Sim, senhor… por favor, me discipline. Eu sou sua esta noite.”

Devagar, ele arrancou minha roupa. Abriu minha blusa botão por botão, depois rasgou o resto com um puxão forte, expondo meus seios médios, mamilos duros como pedra. Beliscou um deles com força, me fazendo arquear e soltar um gemido longo. “Tão sensível… esses peitos são meus agora.” Abaixou meu short jeans junto com a calcinha encharcada, passando as mãos ásperas pelas minhas coxas, roçando de leve na minha buceta molhada sem dar alívio. Fiquei completamente nua, amarrada, tremendo de tesão e antecipação. Meu pensamento era só um: “Finalmente… ele vai me quebrar do jeito que eu preciso.”

Felix soltou um pouco as cordas só para me reposicionar. Trouxe correntes frias de metal e algemas pesadas. Me colocou de quatro no feno, joelhos afundando, bunda empinada. Prendeu meus pulsos e tornozelos com as algemas, conectando as correntes em argolas fixas no chão de madeira. Eu não conseguia me mexer quase nada — apenas balançar o quadril e sentir o peso das correntes. O metal gelado contra a pele quente me dava arrepios. A lanterna projetava nossas sombras enormes nas paredes.

“Que bunda perfeita pra apanhar.” Ele começou a dar palmadas fortes, mão aberta caindo com som seco e alto. Cada tapa fazia minha carne tremer, o ardor se espalhando. Dez, quinze, vinte palmadas ritmadas, alternando lados, até minha bunda ficar vermelha e quente. “Você é minha putinha submissa, Kiara. Perdeu a aposta porque queria ser tratada como vadia. Fala.” Eu choramingava de prazer: “Sou sua putinha… me bata mais, senhor… eu mereço.”

Ele abriu a calça, tirou o pau grosso, pesado, veias grossas pulsando. Agarrou meu cabelo com força e enfiou na minha boca sem aviso. “Chupa. Quero sentir garganta.” Forçou deepthroat, o pau invadindo fundo, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas descendo, mas minha buceta pingava. Amava o gosto salgado, o jeito como ele usava minha boca como um buraco. Ele fodia meu rosto com estocadas firmes, gemendo baixo: “Boa garota… engole o pau do seu dono.”

Depois de me deixar sem ar, ele foi para trás. Puxou meu cabelo como rédea, alinhou o pau grosso na entrada da minha buceta encharcada e meteu tudo de uma vez. O impacto me fez gritar. Ele me fodeu com força bruta na posição de cachorrinho, correntes chacoalhando, quadril batendo contra minha bunda marcada, bolas estalando no meu clitóris. Cada estocada profunda me enchia completamente. Ele alternava com chicotadas leves de um pequeno flogger de tiras de couro, as pontas batendo na minha pele já sensível, enviando choques quentes de prazer-dor.

“Você aguenta mais, né? Aguenta porque é minha vadia.” Ele parou, enfiou dois dedos grossos na minha buceta, curvando para acertar meu ponto sensível enquanto ligava um vibrador potente e pressionava direto no clitóris inchado. “Goza pra mim. Agora.” O primeiro orgasmo me rasgou por dentro. Meu corpo inteiro convulsionou nas correntes, buceta esguichando no feno, grito rouco saindo da garganta: “Felix… porra… estou gozando tanto!” Ele não parou. Continuou os dedos e o vibrador, forçando um segundo orgasmo ainda mais violento, minhas pernas tremendo, visão escurecendo, suco escorrendo pelas coxas.

Só então ele voltou a me foder com fúria possessiva, mãos cravadas nos meus quadris, pau martelando fundo, rápido, sem piedade. “Vou gozar dentro dessa buceta e te marcar como minha.” Com um rugido animal ele gozou, jatos quentes e grossos me enchendo até transbordar. Senti cada pulsação, cada esguicho, e gozei levemente mais uma vez, exausta, destruída de prazer.

Meu corpo estava marcado pelas cordas, pelos tapas, pelo metal. Ofegante, sussurrei enquanto ele ainda estava dentro de mim: “Foi a melhor noite da minha vida, Felix… quero repetir essa aposta em breve. Quero mais… quero que você me leve mais longe da próxima vez.” Ele me soltou devagar, beijando os pulsos avermelhados, massageando onde as cordas tinham deixado marcas. Trouxe uma toalha quente, passou com cuidado em cada centímetro — seios, barriga, bunda ardida, entre as pernas meladas de porra e meu gozo. Me enrolou num cobertor macio, me pegou no colo como se eu fosse leve como uma pena.

Enquanto me carregava para fora do celeiro em direção à casa dele, senti o calor do corpo dele contra o meu. Ele me deu um beijo dominante, língua invadindo minha boca, mão segurando minha nuca com firmeza, um beijo que não pedia — tomava. Quando ele se afastou, vi nos olhos dele que aquela noite tinha aberto uma porta que nenhum de nós queria fechar. Meu corpo ainda tremia, minha mente girava. Eu sabia que a próxima aposta seria mais pesada, mais longa, mais intensa. E eu já estava molhada de novo só de imaginar o que ele planejava fazer comigo da próxima vez que eu perdesse de propósito. A noite tinha acabado, mas a fome… a fome mal tinha começado.

Confesso que o peso do corpo dele contra o meu, enquanto me carregava pela varanda de madeira da casa grande, só aumentava o latejar entre minhas pernas. Felix, o fazendeiro de 32 anos com aqueles braços que pareciam feitos para dominar, me apertava firme contra o peito suado, o cobertor escorregando dos meus ombros e deixando meus seios roçarem na pele dele a cada passo. Entrei pela porta da sala ainda amolecida pelo gozo anterior, o cheiro de feno e porra ainda impregnado na minha pele. Ele não me levou direto para a cama. Parou no meio do quarto, me colocou de pé e puxou o cobertor com um gesto seco, deixando-me nua novamente sob a luz amarelada do abajur.

“Não acabou, Kiara. A aposta foi a noite toda, sem limites. E eu mal comecei a te usar como você merece.” A voz grave dele reverberou no meu peito. Eu, com 24 anos e o corpo ainda tremendo das correntes do celeiro, senti a buceta contrair só de ouvir. Confesso que naquele momento eu queria mais. Queria que ele me quebrasse de verdade. Ele abriu o armário de madeira pesada e tirou correntes novas, mais grossas, com elos frios que tilintavam como um aviso. Algemas de couro acolchoado, mas com fechos de metal implacáveis. “De quatro na cama. Agora.”

Obedeci sem hesitar, joelhos afundando no colchão macio, bunda ainda ardida das palmadas anteriores empinada para ele. Felix prendeu meus tornozelos primeiro, as correntes fixadas nas colunas de ferro da cama antiga, forçando minhas pernas bem abertas. Depois os pulsos, esticados para frente e presos na cabeceira, o corpo todo estendido como um arco tenso. O metal gelado contrastava com minha pele quente, marcando os pulsos já avermelhados do celeiro. Cada respiração fazia as correntes rangerem baixinho. Meu clitóris pulsava no ar, pingando, exposto.

Ele caminhou devagar ao redor da cama, admirando o trabalho. “Olha só pra você… 24 anos, corpo de puta safada, toda amarrada pra mim. Você perdeu de propósito, não foi? Fala.” “Sim, senhor… eu perdi porque queria ser sua vadia a noite inteira.” Minha voz saiu rouca, quase um gemido. Ele sorriu, aquele meio-sorriso predador, e pegou um chicote fino de couro trançado que eu não tinha visto antes. O primeiro golpe caiu certeiro na bunda já vermelha. O ardor explodiu, quente, subindo pela espinha. Eu gritei, mas empinei mais. “Conta.” “Um!” Outro golpe, mais baixo, quase tocando minha buceta inchada. “Dois… ai, porra!” Ele alternava, ritmado, preciso. Cada estalo ecoava no quarto. Dez. Quinze. Vinte. Minha carne queimava, as marcas novas se sobrepondo às antigas, e mesmo assim minha buceta escorria pelo lençol.

Felix largou o chicote e enfiou dois dedos grossos dentro de mim sem aviso, curvando-os direto no ponto que me fazia ver estrelas. “Tão molhada que tá babando pros meus dedos. Essa buceta é minha propriedade agora.” Ele girava, pressionava, tirava e enfiava com força enquanto o polegar massageava meu cu ainda sensível do celeiro. Eu puxava as correntes, o metal mordendo os pulsos, o corpo inteiro tremendo. O terceiro dedo entrou, me abrindo, me preparando. Meus gemidos viraram súplicas. “Por favor, senhor… me fode. Me usa.”

Ele subiu na cama atrás de mim, o pau grosso e pesado batendo contra minha bunda ardida. Alinhou a cabeça latejante na entrada da minha buceta e meteu tudo de uma vez, fundo, até as bolas baterem no meu clitóris. O impacto me fez gritar. As correntes chacoalharam alto enquanto ele começava a estocar com fúria renovada, quadril batendo contra minha carne marcada, cada metida mais bruta que a anterior. “Toma, putinha. Isso é o que você ganha por provocar na cerca por meses.” Ele puxava meu cabelo como rédea, arqueando minhas costas ainda mais, o pau invadindo tão fundo que eu sentia ele no ventre.

O prazer era insano. Eu gozei pela primeira vez nessa nova posição, buceta apertando o pau dele como um punho, esguichando no colchão enquanto as correntes me impediam de cair. “Felix… caralho… tô gozando de novo!” Ele não diminuiu o ritmo. Tirou o pau, pegou o vibrador potente que havia usado no celeiro e colou direto no meu clitóris sensível demais. Ao mesmo tempo enfiou o pau no meu cu, devagar no começo, abrindo o anel apertado com a cabeça grossa. A dor e o prazer se misturaram até eu não distinguir mais. Ele foi fundo, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado no meu cu. “Agora sim. Vou foder esse cu virgem de vadia até você implorar pra parar.”

Não implorei para parar. Pedi mais. Ele ligou o vibrador no máximo e começou a meter com força, o pau grosso abrindo meu cu a cada estocada, bolas batendo na minha buceta encharcada. O quarto cheirava a sexo, suor, couro e desejo cru. Eu puxava as correntes com cada metida, o metal machucando a pele dos pulsos, mas o prazer era maior. Gozei outra vez, mais violento, o cu apertando o pau dele, visão escurecendo nas bordas. Felix rosnava, mãos cravadas nos meus quadris, dedos afundando na carne. “Você aguenta, né? Aguenta porque nasceu pra ser minha puta de celeiro.”

Ele me virou de lado sem sair de dentro de mim, mantendo o pau no meu cu enquanto ajustava as correntes. Agora de frente para ele, uma perna esticada, a outra dobrada, totalmente aberta. Colocou grampos de metal nos meus mamilos, apertando até eu soltar um grito agudo. A dor lancinante se transformou em fogo líquido que descia direto para o clitóris. Ele voltou a foder meu cu com estocadas profundas, longas, o vibrador ainda preso entre nós pressionando meu ponto inchado. Cada metida fazia os grampos puxarem meus mamilos. Eu chorava de prazer, baba escorrendo pelo canto da boca, lágrimas molhando o travesseiro.

“Olha pra mim enquanto eu te encho.” Os olhos dele estavam escuros, possessivos. Eu olhei. Gozei pela quarta vez, o corpo inteiro convulsionando nas correntes, buceta esguichando sem que ele nem tocasse mais ali, cu piscando ao redor do pau grosso. Ele rugiu, estocou mais fundo três, quatro vezes e gozou. Senti os jatos quentes enchendo meu cu, pulsando, transbordando enquanto ele continuava se movendo devagar, tirando até a última gota.

Só então ele parou. Desligou o vibrador. Tirou os grampos devagar, massageando meus mamilos doloridos. Soltou as correntes uma a uma, os elos frios deslizando pela pele marcada. Meus pulsos estavam roxos, a bunda em fogo, o cu latejando, o corpo inteiro destruído de tanto gozar. Felix me puxou contra o peito, beijou minha testa suada e murmurou: “Boa garota. Minha putinha perfeita.” Eu me aninhei, exausta, o corpo mole, sentindo a porra dele escorrendo devagar do meu cu e da buceta.

Foi aí que veio. No silêncio que se seguiu, enquanto a respiração dele ficava pesada e ritmada no sono, eu fiquei olhando o teto de madeira, o corpo doendo de formas que já não eram só prazer. As marcas nos pulsos pareciam mais profundas do que eu esperava. O ardor na bunda não diminuía; queimava como lembrete permanente. Meu cu latejava de um jeito que me fazia apertar as coxas, e uma sensação estranha, fria, começou a subir pelo peito. Confesso que, pela primeira vez desde que segurei as rédeas de propósito naquela corrida, eu senti dúvida. Tinha sido bom demais, intenso demais. Mas e agora? Ele dormia como se já fosse dono absoluto, como se a aposta tivesse selado algo maior que uma noite. Eu me sentia pequena, usada de um jeito que ia além do jogo. Será que eu tinha entregado mais do que meu corpo? Será que amanhã ele me olharia como Kiara ou só como a putinha do celeiro que perdeu de propósito?

O arrependimento veio devagar, silencioso, misturado ao cheiro de sexo que ainda pairava no quarto. Meu corpo ainda tremia, mas não era mais de tesão. Era de algo errado. Eu tinha fantasiado com correntes, mas não com essa sensação de que, talvez, eu não conseguisse mais sair delas. A fome que eu achava que tinha acabado… agora parecia um erro que eu não sabia como consertar. Fechei os olhos, mas o sono não veio. Só a dúvida, pesada como as correntes que ele tinha acabado de tirar.

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