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Vendimias de Desejo: A Tentação do Melhor Amigo

Vendimias de Desejo: A Tentação do Melhor Amigo Trent, 28 anos, e sua melhor amiga Naomi, 26, finalmente se entregam ao desejo reprim

13 min read October 02, 2026New

O sol descia lento sobre as colinas de Minas, pintando de ouro e vinho as fileiras de videiras que se estendiam atrás da casa de veraneio da família de Naomi. O ar carregava o cheiro doce da uva madura misturado ao da terra quente, e o vento brando balançava as cortinas da varanda aberta. Trent, vinte e oito anos, engenheiro recém-promovido, apoiava os cotovelos no parapeito de madeira, um copo de vinho tinto entre os dedos. Ao lado dele, Naomi, vinte e seis, designer gráfica, girava o próprio copo devagar, o olhar perdido no horizonte cor-de-laranja.

Anos de amizade pesavam entre eles como uma corrente invisível e quente. Ele a conhecia desde a faculdade dela, tinha visto cada namorado medíocre, cada frustração, cada risada livre demais depois de meia-noite. Ela sabia de cada promoção, cada noite em que ele voltava pro apê vazio e mandava áudio falando merda só pra ouvir a voz dela. Nunca tinham cruzado a linha. Até aquela tarde.

— Você tá quieto demais — murmurou Naomi, virando o rosto. O vestido leve de linho bege colava levemente na pele suada do peito. — Pensando no quê?

Trent deu um gole. O vinho descia quente. — Nisso aqui. Nessa casa. Em você. Sempre em você, se for sincero.

Ela sorriu de canto, mas os olhos escuros não brincavam. Aprox­imou a cadeira, a coxa quase tocando a dele. — Então eu vou ser sincera também. Eu... ainda sou virgem, Trent. Nunca deixei ninguém entrar. E toda vez que imagino, toda porra de fantasia que eu tenho desde... caralho, desde os vinte, é você. Seu peso, sua boca, sua porra dentro de mim. Eu quero que seja você o primeiro. Se você quiser. Agora. Aqui.

O peito dele apertou. O copo ficou esquecido no parapeito. Ele se virou por inteiro, a mão grande encontrando o joelho dela por cima do tecido fino. — Naomi. Olha pra mim. Eu quero. Porra, eu quero há anos. Mas só se for porque você quer de verdade. Sem pressão. Sem “será que era o vinho”. Você confia em mim?

— Confio. E tô sóbria pra caralho. Só um pouco molhada de desejo. — Ela riu baixinho, nervosa e excitada. — Beija eu. Por favor.

Trent inclinou-se. A primeira boca foi contida, lábios selando os dela com fome presa há tempo demais. Naomi respondeu abrindo a boca, a língua tímida no começo, depois faminta. O beijo virou molhado, salivoso, desesperado. Ele chupou o lábio inferior dela; ela mordeu o dele de leve. As mãos dele subiram pela cintura, sentindo a curva quente sob o linho, o peito macio pressionando o peito duro dele. Ela gemeu no beijo quando os polegares dele roçaram por cima dos mamilos já rígidos.

— Porra — sussurrou ele contra a boca dela. — Você tá tremente.

— Porque eu quero sentir tudo — ela falou no ouvido dele, a voz rouca. — Quero suas mãos na minha pepeca, quero seu pau grosso me abrindo, quero que você me faça mulher essa noite. Confio em você. Me fode direito. Me mostra.

O desejo reprimido estourou. As mãos dele desceram, apertaram as nádegas dela por cima do vestido, puxando-a para o colo. Ela se acomodou de frente, a quentura da buceta já úmida pressionando a ereção dura que estufava a calça jeans. Beijos molhados no pescoço, na clavícula. Ele chupou a pele abaixo da orelha; ela arquejou, as unhas nos ombros dele. As mãos exploravam: dele no peito dela, apertando, esfregando os bicos por cima do tecido; dela abrindo o botão da camisa dele, sentindo o peito peludo e quente.

— Quarto — ela pediu, já de pé, puxando a mão dele. — Agora. Sem hesitação nenhuma.

Eles atravessaram a sala às pressas, batendo em móveis, rindo baixinho entre beijos. No quarto amplo com janelas para o vinhedo, a luz dourada ainda entrava. Trent fechou a porta. Virou-se para ela. Com calma deliberada, puxou o vestido pelo ombro, deslizando o linho para baixo até cair nos tornozelos. Naomi estava só de calcinha fina, branca, já manchada. Os seios firmes, mamilos escuros e duros. Ele ajeitou-a na beira da cama, ajoelhou-se entre as pernas abertas dela.

— Linda pra porra — murmurou, chupando um mamilo com força, a língua girando, dentes roçando de leve. A mão livre desceu, puxou a calcinha de lado, o dedo médio encontrando a fenda molhada, escorregadia. Enfiou devagar, depois um segundo dedo, curvado, procurando. Naomi arqueou as costas, gemendo alto.

— Isso... assim... caralho, Trent—

Ele lambeu o outro peito enquanto os dedos entravam e saíam, o polegar no clitóris inchado. O cheiro dela o deixava doido. Quando ela começou a tremer, ele desceu a boca, chupou o clitóris com força, dedos ainda dentro, chupando e lambendo até ela gozar pela primeira vez, a buceta pulsando nos dedos dele, o líquido escorrendo na mão e na boca. Ela gritou o nome dele, as coxas apertando a cabeça dele.

Ainda ofegante, Naomi se ergueu, olhos brilhando de curiosidade safada. — Agora eu. Quero chupar seu pau. Mostra pra mim.

Trent tirou a camisa, a calça, a cueca. O pau saltou grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou na cama, insegura no começo, a mão envolvendo a base. Lambeu a ponta, o gosto salgado, depois abriu a boca e engoliu o que conseguiu, desajeitada, babando, mas cheia de vontade. A língua tentava girar; ela chupava com força, olhando para cima. Trent gemeu, a mão nos cabelos dela.

— Isso, amor... assim... porra, sua boca quente—

Ela engasgou um pouco, puxou, voltou com mais vontade, a mão masturbando o que não cabia. Depois de longos minutos molhados, ele a puxou para cima.

— De quatro. Quero te comer devagar primeiro.

Naomi obedeceu, peito na cama, bunda empinada, a buceta brilhando. Trent ajeitou-se atrás, a cabeça do pau deslizando na entrada molhada. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o aperto virgem ceder. Ela ofegou alto, uma mão na lateral da cama.

— Dói um pouco... mas não para. Continua. Quero tudo.

Ele avançou até o fundo, parou, beijou as costas dela. Depois começou a estocar com calma, longas e profundas. O pau sumia e aparecia brilhante da porra dela. Quando ela pediu — “mais forte, porra, me fode de verdade” — ele segurou a cintura e meteu firme, o barulho molhado enchendo o quarto, as bolas batendo nela. Naomi gemia alto, pedindo mais, a buceta apertando a cada estocada.

Ele a puxou para cima, virou, deitou-se de costas. — Monta em mim. Quero ver você gozar no meu pau.

Naomi se posicionou, guiou o pau até a entrada e desceu de uma vez, gemendo. Começou a cavalgar com força, os seios balançando. Trent apertava os peitos dela, beliscava os mamilos, empurrava os quadris para cima encontrando cada descida. Ela ia mais rápido, mais fundo, o clitóris esfregando na base dele. O segundo orgasmo veio violento: ela gritou, a buceta contraindo em ondas, o corpo inteiro tremendo. Trent segurou as nádegas dela, enterrou fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo-a, o nome dela nos lábios enquanto se entregava por completo.

Ofegantes, suados, o cheiro de sexo e vinho no ar, eles caíram lado a lado. Trent a puxou para o peito, a mão grande acariciando os cabelos úmidos dela. O sêmen dele escorria devagar entre as coxas dela. Naomi sorriu contra a pele quente, beijou o peito dele, a língua roçando o mamilo, e sussurrou com a voz ainda rouca de prazer:

— Isso foi só o começo, não foi? Porque eu ainda quero mais. Quero que você me foda de novo antes do sol nascer. Quero provar cada gota. E amanhã... quando a colheita começar de verdade lá fora... a gente vai continuar aqui dentro. Me promete que não vai parar.

Naomi ainda estava com a bochecha colada no peito peludo de Trent quando a mão dele deslizou pela curva da cintura dela e parou na nádega quente, apertando devagar, como se quisesse marcar o território com a palma. O sêmen escorria quente entre as coxas dela, grudando na pele, e o cheiro doce de uva madura que entrava pela janela misturava-se ao cheiro forte de sexo. Ela riu baixo, a voz ainda rouca.

— Você gozou tanto que eu tô escorrendo pra caralho — murmurou, erguendo o rosto. Os olhos escuros brilhavam na luz dourada que já ia se apagando. — E eu quero de novo. Agora. Sem esperar o sol nascer.

Trent não respondeu com palavras. Rolou por cima dela, o peso do corpo dele a prensando no colchão macio, o pau ainda meio duro esfregando a pepeca molhada e inchada. Beijou a boca dela com fome nova, língua profunda, babando, chupando o lábio inferior até ela gemer. As mãos grandes dela subiram pelas costas largas dele, unhas arranhando leve, descendo até apertar a bunda firme.

— Abre as pernas pra mim de novo, amor — pediu ele contra a boca dela. — Quero te foder de frente. Quero ver sua cara quando eu enfiar tudo.

Naomi abriu, coxas tremendo de antecipação. Ele desceu a mão, dois dedos entrando fácil na buceta escorregadia, já cheia da porra dele, o polegar esfregando o clitóris inchado em círculos lentos. Ela arqueou, gemendo alto, a pepeca contraindo nos dedos.

— Porra, Trent… assim… caralho, eu ainda tô sensível—

Ele tirou os dedos, levou à boca, chupou o gosto misto deles dois, e depois voltou a mão pra baixo, guiando o pau que já estava duro de novo, grosso, veias latejando. A cabeça brilhante empurrou a entrada molhada e ele enterrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o aperto quente ceder outra vez. Naomi ofegou, unhas cravadas nos ombros dele.

— Todo… me dá todo — pediu, a voz quebrada de prazer. — Quero sentir você no fundo.

Trent empurrou até as bolas tocarem nela, parou fundo, beijou o pescoço suado dela, chupou a clavícula, mordeu de leve o ombro. Depois começou a meter com estocadas longas e profundas, o pau saindo brilhante de porra e gozo anterior e sumindo de novo na pepeca quente. O barulho molhado enchia o quarto — ploc, ploc, ploc — misturado aos gemidos dela e ao rangido da cama.

— Sua buceta é quente pra porra — ele rosnou no ouvido dela, acelerando. — Apertando meu pau que nem uma putinha faminta. Você gosta de ser fodida pelo seu melhor amigo, hein?

— Adoro — ela gemia, pernas enroladas na cintura dele, calcanhares puxando-o mais fundo. — Adoro seu pau grosso me abrindo… me fode mais forte… porra, Trent, mete!

Ele ergueu o tronco, segurou as coxas dela abertas, olhando a visão suja e linda: o pau sumindo e aparecendo, a pepeca rosada e inchada, o creme branco deles escorrendo. Metia firme, o ritmo batendo fundo, as bolas molhadas batendo nela. Naomi gritou quando ele acertou um ângulo certo, o clitóris esfregando a base a cada estocada. A mão dele desceu, polegar no botão inchado, esfregando em círculos rápidos enquanto fodia.

— Goza pra mim de novo — ordenou, a voz grossa. — Quero sentir essa pepeca milkinhando meu pau.

Ela gozou gritando o nome dele, corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando em ondas apertadas ao redor do pau grosso. Trent não parou; meteu através do orgasmo dela, prolongando, até ela estar ofegante e mole, peitos balançando, mamilos duros apontando pro teto. Só então ele saiu, o pau latejando, coberto de porra.

— Vira de lado — murmurou. — Quero te comer de colherzinha. Quero sentir seu corpo inteiro colado no meu.

Naomi obedeceu, deitando de lado, bunda empinada contra ele. Trent se encaixou atrás, uma mão por baixo do braço dela pegando o peito macio, apertando o mamilo entre os dedos, a outra mão guiando o pau de volta pra entrada escorregadia. Enterrou fundo de uma vez, gemendo no cabelo úmido dela. Começou a foder devagar, profundo, o peito peludo colado nas costas suadas dela, beijos molhados no ombro, na nuca, na orelha.

— Assim… caralho, você me preenche inteira — ela sussurrava, empurrando a bunda de encontro às estocadas. — Mais fundo… isso… porra…

A mão dele desceu da pepeca pra frente, dedos encontrando o clitóris, esfregando enquanto metia. Naomi gemia baixinho, quase chorando de prazer, a pepeca molhada fazendo barulho a cada empurrão. O quarto cheirava a sexo, a suor, a vinho derramado esquecido na varanda. Lá fora, o vinhedo escurecia de vez, o vento balançando as folhas.

Depois de longos minutos nessa posição íntima e suja, Trent saiu de novo, rolou pra costas, puxou ela pra cima.

— Senta na minha cara — pediu, a voz rouca de tesão. — Quero te chupar até você gozar na minha boca. Quero provar minha porra misturada com você.

Naomi tremeu de excitação, subiu, ajoelhou-se sobre o rosto dele, a pepeca brilhando e pingando. Ele segurou as nádegas dela com as duas mãos grandes e puxou pra baixo, a boca abrindo voraz. Língua larga lambendo a fenda inteira, de baixo pra cima, chupando o clitóris inchado com força, enfiando a língua dentro, bebendo o creme deles. Naomi gemeu alto, mãos nos cabelos dele, rebolando na boca faminta.

— Caralho, Trent… sua língua… assim… chupa mais forte… porra!

Ele chupava, gemia contra a pepeca, o vibrar da voz mandando choques nela. Dois dedos entraram de novo, curvados, massageando por dentro enquanto a boca trabalhava o clitóris sem parar. Naomi cavalga a cara dele, seios balançando, suor escorrendo entre os peitos. O terceiro orgasmo veio violento: ela gritou, coxas apertando a cabeça dele, a pepeca jorrando e pulsando na boca, o corpo inteiro se contorcendo. Trent lambeu tudo, limpou, beijou a parte interna das coxas tremendo.

Ela desceu ofegante, beijou a boca molhada dele, chupando o próprio gosto na língua dele. Depois deslizou pro peito, pro ventre, pegou o pau duro e latejando na mão.

— Agora eu quero chupar de verdade — disse, olhos brilhando. — Quero engolir sua porra. Me ensina.

Trent ergueu a cabeça, mão nos cabelos castanhos dela. — Abre a boca. Usa a língua embaixo. Chupa a cabeça forte e desce o que aguentar. Não precisa engolir tudo de uma vez, amor. Só goza na minha boca se quiser.

Naomi lambeu a cabeça brilhante, a língua quente rodeando a fenda, chupando o pré-gozo salgado. Depois abriu e desceu, a boca quente e molhada engolindo o que cabia, babando pelas laterais, a mão masturbando a base grossa. Ela chupava com vontade, olhos pra cima encontrando os dele, o barulho molhado de saliva e sucção enchendo o silêncio. Trent gemeu, quadris subindo leve.

— Isso… porra, sua boca quente… assim, amor… mais fundo se aguentar—

Ela engasgou, puxou, strings de saliva ligando a boca ao pau, e voltou com mais fome, chupando forte, a língua girando, a outra mão apertando as bolas cheias. Depois de minutos deliciosos e desajeitados de prazer, ele puxou ela pra cima de novo.

— Monta. Quero gozar dentro de você outra vez. Quero encher essa pepeca virgem de porra até escorrer pelo colchão.

Naomi guiou o pau grosso até a entrada e desceu de uma vez, gemendo fundo. Começou a cavalgar, seios balançando na cara dele, ele chupando um mamilo e depois o outro, dentes roçando, mãos apertando a bunda dela e ajudando o ritmo. Ela ia rápido, fundo, o clitóris esfregando a base a cada descida, a pepeca fazendo barulho molhado e sujo. Trent empurrava pra cima, encontrando cada movimento, o pau sumindo inteiro nela.

— Eu vou gozar de novo — ela ofegava, mais rápida. — Porra, Trent, eu tô gozando—

O orgasmo dela apertou o pau dele em contrações quentes e ritmadas. Ele segurou as nádegas, enterrou até o fundo e gozou jatos quentes e grossos dentro dela, gemendo o nome dela, o corpo tremendo sob o dela. Naomi sentiu cada pulsada, cada jato enchendo, e desabou no peito dele, ofegante, suada, a pepeca ainda contraindo devagar ao redor do pau que amolecia devagar dentro.

Ficaram assim por um tempo longo, ele acariciando as costas úmidas dela, beijos preguiçosos no topo da cabeça. Lá fora a noite tinha caído de vez sobre as colinas de Minas. O vento trazia o cheiro das uvas. O sêmen escorria de novo entre as coxas dela quando ela se mexeu de leve.

Mais tarde, ainda de madrugada, eles acordaram de novo. A luz fraca da lua entrava. Naomi se levantou nua, puxou a mão dele.

— Vem. Quero te foder na varanda. Quero o cheiro do vinhedo na pele enquanto você me come.

Trent riu baixo, o pau já reagindo só com a visão dela nua e safada. Seguiram pela casa escura, ela na frente, bunda balançando. Na varanda aberta, o ar fresco da madrugada tocou a pele quente. Ele a virou de frente pro parapeito de madeira, ajoelhou-se atrás, separou as nádegas e lambeu a pepeca inchada de baixo pra cima, língua funda, chupando o resto da porra que escorria. Naomi gemeu no vento, mãos no parapeito, seios pendendo.

Depois ele se ergueu, encaixou o pau duro na entrada molhada e meteu fundo de uma só vez. Fodeu ela ali, de pé, o ar frio contrastando com o calor dos corpos, o cheiro doce das uvas maduras, o barulho molhado das estocadas ecoando baixo na noite. Ele metia firme, uma mão no peito dela, apertando, a outra no clitóris, esfregando. Naomi gozou de novo, gritando abafado contra o próprio braço, a pepeca espremendo. Trent gozou pouco depois, jatos quentes mais uma vez dentro, o nome dela nos lábios.

Voltaram pro quarto cambaleando, rindo baixinho, corpos marcados de chupões e unha. Deitaram suados, entrelaçados. O sol ainda demoraria. Naomi traçou o peito dele com o dedo, a voz baixa e rouca de tanto gemer.

— Amanhã a colheita começa de verdade lá fora. Mas eu já colhi o que eu queria aqui dentro. Você. Seu pau. Sua porra. Tudo.

Trent beijou a testa dela, a mão grande na curva da cintura nua.

— E a gente não vai parar. Nem quando o sol nascer. Nem quando tiverem gente colhendo uva do lado de fora. Eu vou te foder nessa cama, nessa varanda, no chão se precisar, até você não aguentar mais andar.

Ela sorriu contra a pele dele, a perna subindo sobre a coxa dele, a pepeca ainda latejando e molhada tocando a pele quente.

— Então me promete uma coisa agora, enquanto a gente ainda tá assim: quando a primeira luz bater nas videiras, você me acorda enfiando de novo. Devagar. Fundo. Me faz gozar com o sol nascendo na minha cara. Topa?

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