Rendição Silenciosa no Ringue Vazio
Depois do treino, a lutadora Carla Mendes, 28 anos, e o sparring Dante, 32, se entregam a uma foda anal bruta e consensual no ringue vazio.
O ar do ginásio ainda carregava o cheiro acre de suor, borracha e óleo de massagem quando as luzes principais se apagaram. Só restavam os holofotes fracos sobre o ringue central, o octógono vazio de lona azul desgastada. Carla Mendes, vinte e oito anos, lutadora profissional de MMA, ficou em pé no centro, o peito subindo e descendo rápido depois do sparring. O top preto colado ao corpo, suado, marcava os seios firmes; o short justinho deixava as coxas musculosas brilhando. Dante, trinta e dois, o sparring experiente que a acompanhava há meses, bebia água do outro lado das grades, a camiseta cinza colada no torso largo, o short de treino já manchado de suor.
Ela o encarou, o queixo erguido, o sorriso provocador que sempre surgia quando o treino acabava e o silêncio pesava.
— Você acha mesmo que domina o chão, Dante? — a voz dela saiu rouca, baixa, ecoando no ginásio fechado. — Hoje eu te montei duas vezes. Se a gente fosse de verdade, quem saía por cima?
Ele jogou a garrafa de lado, atravessou as cordas com um movimento fluido e parou a um passo dela. O olhar escuro descia pela garganta suada, pelos seios, pela linha da cintura até a curva da bunda.
— Você provoca porque gosta de ser colocada no lugar, Carla. Sempre gostou. Eu sinto no jeito que você treme quando eu te seguro.
A tensão que vinha se acumulando há semanas — olhares demorados no vestiário, mãos que demoravam demais no clinch, gemidos abafados quando o corpo colava no corpo — explodiu ali. Carla deu um passo à frente, o peito quase tocando o dele, o cheiro de suor quente misturado.
— Então prova. Me mostra quem manda de verdade no chão.
Dante não pediu mais. As mãos grandes agarraram a cintura dela com força, puxando-a contra o corpo. A boca dele desceu faminta, pegando os lábios dela num beijo bruto, língua invadindo, dentes raspando. Carla retribuiu na mesma intensidade, gemendo para dentro da boca dele, esfregando a bunda e a buceta suada contra o pau já duro que gritava sob o short. As mãos dela subiram pelas costas largas, unhas arranhando a camiseta, puxando o tecido para cima.
O desejo cru tomou conta. Ela se afastou só o suficiente para sussurrar contra a boca dele, a respiração quente:
— Quero que você me domine completamente esta noite. Me fode do jeito mais bruto que conseguir. Me usa. Me arrebenta. Eu quero sentir que sou sua.
Algo se quebrou nos dois. As mãos de Dante rasgaram o top dela num puxão seco; os seios saltaram livres, os mamilos duros e escuros. Carla puxou a camiseta dele por cima da cabeça, depois enfiou os dedos no cós do short e puxou para baixo junto com a cueca, libertando o pau grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele fez o mesmo com o short dela, arrancando de uma vez, deixando-a nua sob as luzes fracas, a buceta depilada brilhando de tesão, o cu apertado e convidativo.
Dante virou-a de costas e a dobrou sobre a borda do ringue, o peito dela pressionado contra a lona fria. As mãos dele abriram as nádegas firmes, expondo o cu rosado. Ele cuspiu direto no rabo dela, a saliva escorrendo entre as dobras, depois pegou o frasco de óleo de massagem que ficava no canto do ringue para os alongamentos e derramou generosamente. Os dedos grossos circularam o anel apertado, pressionaram, e ele enfiou dois de uma vez, fundo, abrindo-a sem pressa mas sem piedade.
Carla gemeu alto, a testa encostada na lona, as unhas cravadas no material.
— Porra… mais. Abre esse cu. É isso que eu quero.
Ele fodeu o cu dela com os dedos, abrindo, torcendo, sentindo o aperto quente engolir até os nós. Quando ela já estava babando e rebolando de volta, Dante tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa do pau na entrada escorregadia e empurrou. O pau entrou num empurrão só, abrindo o anel apertado centímetro por centímetro até as bolas baterem na buceta dela.
— Caralho, que cu apertado — ele rosnou, segurando os quadris dela com força bruta, os polegares cravados na carne.
Ele começou a estocar. Fundo. Brutal. Cada investida fazia a bunda dela tremer e o ringue ranger. Alternava: estocadas longas e profundas que arrancavam gemidos guturais dela, depois rápidas e curtas, a lona batendo no peito de Carla. A mão direita dele ergueu e desceu num tapa seco na nádega, o estalo ecoando no ginásio vazio. Outro tapa. Mais um. A pele avermelhando.
Carla gozava alto, a voz rouca gritando:
— Isso, mete mais fundo! Me fode esse cu! Eu sou a vadia anal sua, Dante! Sua puta de rabo! Mais forte!
Ele puxou o cabelo dela, puxando a cabeça para trás enquanto martelava o cu, o pau sumindo inteiro a cada estocada. O óleo e a saliva faziam barulho molhado, obsceno. Quando ela já tremia no segundo orgasmo, pernas bambas, ele saiu de repente, virou-a de frente, ergueu uma perna dela e encaixou de novo o pau no cu num ângulo diferente, mais fundo ainda. Agora olho no olho. O peito suado dela colado no dele, a perna dela dobrada no ombro dele, o cu engolindo cada centímetro.
— Olha pra mim enquanto eu arrebento esse rabo — ordenou.
Carla olhava, a boca aberta, gemendo a cada investida, a buceta escorrendo mel nas bolas dele. Ele fodia sem piedade, o pau latejando, as estocadas cada vez mais descontroladas. O orgasmo veio junto: o cu dela se contraiu violentamente ao redor do pau, ela gritou o nome dele, e Dante gozou fundo, jatos quentes enchendo o interior dela, as mãos cravadas nas coxas, o corpo inteiro rígido no prazer.
Eles ficaram assim por longos segundos, ofegantes, o pau ainda latejando dentro do cu dilatado. Depois, devagar, Dante puxou para fora. O pau saiu escorregadio, coberto de porra e óleo, e um fio de gozo escorreu do cu vermelho e aberto de Carla. Ela ainda tremia, as pernas fracas, o peito arfando, o olhar nublado de prazer.
Sem dizer nada, ela se ajoelhou na lona, o joelho batendo macio. Pegou o pau sujo com as duas mãos, olhou para cima com aquele sorriso safado que só ele conhecia, e passou a língua lenta da base até a cabeça, limpando cada gota, sugando o gosto deles misturados. A boca quente engoliu a cabeça, chupou com carinho sujo, os olhos fixos nos dele enquanto a língua trabalhava.
Quando o pau estava limpo e ainda meio duro, ela soltou com um estalo molhado e falou, a voz rouca de quem tinha gritado demais:
— Essa rendição silenciosa no ringue vazio… vai virar o novo ritual secreto a gente. Depois de todo treino. Toda vez que o ginásio fechar e sobrar só a gente. Você me fode o cu até eu não conseguir mais andar direito. E eu limpo tudo depois, de joelhos, igual agora.
Dante puxou-a de volta para cima pela nuca, beijou a boca que ainda tinha o gosto da porra dele, e mordeu o lábio inferior dela.
— Amanhã o treino termina mais cedo. E eu já estou pensando em quantas vezes vou te fazer gozar só com o cu antes de te encher de novo.
Carla sorriu contra a boca dele, a mão descendo para apertar o pau que já começava a endurecer outra vez.
— Então não apague as luzes. Eu quero ver tudo.
Ela apertou mais firme o pau dele, sentindo-o latejar e crescer de novo na palma suada. Dante soltou um gemido baixo contra a boca dela, a língua ainda misturando o gosto salgado da própria porra com o suor de Carla. Os holofotes fracos desciam sobre os corpos nus, desenhando sombras nos músculos tensos, na bunda ainda vermelha dos tapas, no cu dilatado que pingava um fio fino de gozo misturado a óleo.
— Não quero esperar amanhã — sussurrou Carla, a voz rouca, os dedos fechando em volta da piroca que já engrossava de novo, veias saltando sob a pele quente. — Me fode de novo agora. Mais bruto. Quero sentir esse cu arder até amanhã de manhã quando eu entrar no octógono.
Dante agarrou o cabelo dela na nuca e puxou a cabeça para trás, forçando-a a olhar nos olhos escuros dele. O sorriso era cru, quase selvagem.
— Você pediu pra ser usada. Então abre essa bunda e mostra pra mim o que é meu.
Carla virou de costas sem hesitação, ajoelhou-se na lona fria e depois abaixou o peito, o rosto de lado, as nádegas erguidas bem alto. Com as duas mãos, abriu as próprias bandas, expondo o cu ainda aberto, rosado, brilhando de saliva, óleo e residual de porra. O anel contraía e relaxava sob o olhar de Dante, convidando. Ele cuspiu de novo, grosso, mirando bem no centro, e o fio escorreu pela fenda até a buceta molhada.
— Olha só como você fica — rosnou ele, ajoelhando-se atrás dela. Passou a cabeça grossa do pau de cima a baixo, espalhando a mistura, batendo de leve no cu dilatado. — Ainda aberto pra mim. Ainda quente.
Empurrou de uma vez. O pau sumiu até a base num só movimento longo e brutal, o anel esticando ao redor da grossura, o corpo de Carla se arqueando com um grito abafado contra a lona. O ringue rangeu sob o impacto. Dante não deu tempo de se acostumar: agarrou os quadris dela com força suficiente para deixar marcas roxas e começou a martelar. Estocadas profundas, pélvicas batendo na bunda com estalos úmidos, as bolas molhando na buceta a cada avanço.
Carla gemia sem parar, a boca aberta, saliva escorrendo no canto dos lábios.
— Isso… caralho, Dante… arrebenta. Usa esse rabo. Eu sou sua puta de cu. Fode mais fundo, porra!
Ele enfiou a mão direita por baixo, achou o clitóris inchado e esfregou em círculos duros enquanto fodia. Os dois dedos escorriam no mel que pingava dela. Carla gozou rápido, o corpo inteiro travando, o cu apertando o pau num ritmo espasmódico que quase tirou o ar de Dante. Ele não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, alongando o prazer até ela tremer e soltar gemidos quebrados, quase chorando de tesão.
Quando as pernas dela cederam, ele puxou o pau para fora, virou-a de lado na lona e ergueu a perna de cima, encaixando de novo num ângulo lateral. O pau entrou mais fundo ainda, a cabeça batendo lá no fundo. Carla olhava para o próprio corpo, via o ventre se contrair a cada estocada, via a bunda tremer. Dante inclinou-se sobre ela, mordeu o ombro marcado de suor, depois o peito, chupando o mamilo com força enquanto o quadril não parava.
— Sente como eu te encho — falou no ouvido dela, a voz baixa e suja. — Esse cu é meu. Depois de cada treino eu vou te abrir assim. Vou te deixar andando torto pro vestiário, pingando porra, cheirando a eu.
— Sim… sim, caralho — ela gemia, a mão livre descendo para se masturbar desesperada, dois dedos enfiados na buceta enquanto o pau martelava o cu. — Me marca. Me deixa cheia. Quero acordar amanhã sentindo você ainda dentro.
Dante mudou de posição outra vez. Levantou-a como se ela não pesasse nada — músculos de sparring acostumados a carregar e projetar — e a sentou no colo dele, de costas, o pau enfiado até o talo. Carla ficou em cima, as plantas dos pés na lona, e começou a rebolar, subindo e descendo no ritmo que ele ditava com as mãos grandes na cintura. O ângulo fazia o pau roçar bem no ponto que arrancava sons guturais dela. Cada descida era um empurrão completo; cada subida deixava só a cabeça dentro, o anel se agarrando.
Ela rebolava com raiva e tesão misturados, a bunda batendo no peito dele, o cabelo grudado na nuca suada. Dante ergueu as mãos e tapou os peitos dela, apertando, puxando os mamilos, depois desceu uma mão para o pescoço e segurou com pressão controlada, o polegar no maxilar.
— Olha pra frente — ordenou. — Imagina se alguém entrasse agora. Te vendo sentada no meu pau, engolindo tudo pelo cu, babando igual vadia.
Carla gozou de novo só com as palavras e a pressão. O corpo dela se contraiu violentamente, o cu milimétrico em volta do pau, um jato quente de gozo saindo da buceta e molhando as bolas dele. Dante mordeu o ombro dela e segurou firme enquanto ela se desmanchava, rebolando descontrolada, gemendo o nome dele entre pragas e pedidos.
Ainda ofegante, ela levantou o quadril até o pau sair com um som molhado, virou-se de frente e se ajoelhou de novo, mas desta vez o empurrou de costas na lona. Subiu em cima, alinhou o cu com a piroca grossa e desceu devagar, centímetro por centímetro, gemendo alto quando o anel engoliu a cabeça e depois o resto. Agora olho no olho, peito no peito, ela cavalgava com força, as unhas cravadas nos ombros largos dele, a buceta esfregando na base a cada movimento.
Dante ergueu o quadril de baixo, encontrando as estocadas dela, o pau sumindo e reaparecendo brilhante de óleo e porra antiga. A lona do ringue rangia alto, o ginásio vazio ecoava os gemidos crus, o cheiro de sexo e suor pesava no ar quente. Carla se inclinava, chupava a língua dele, mordia o lábio inferior até quase sangrar, e falava no meio do beijo:
— Me enche de novo. Quero sentir quente escorrendo enquanto eu limpo você de novo com a boca.
Ele agarrou a bunda dela com as duas mãos, abriu as bandas e começou a metê-la de baixo com força bruta, o ritmo virando martelada. Carla gritou, a cabeça jogada para trás, os seios saltando. O terceiro orgasmo veio como um soco: o corpo inteiro rígido, o cu pulsando em ondas, a voz rouca gritando “foder… foder esse cu… porra, Dante!” enquanto o mel escorria pela base do pau e molhava a virilha dele.
Dante não aguentou mais. Segurou-a no fundo, o pau latejando fundo no cu dilatado, e gozou com um gemido animal, jatos quentes e espessos enchendo-a de novo, o corpo trepidando sob ela. Carla sentiu cada pulsação, cada jato, e se contraiu de propósito em volta dele para sugar até a última gota, o sorriso safado no rosto suado.
Ficaram unidos por longos segundos, o peito de ambos subindo e descendo rápido, o pau ainda grosso dentro do cu latejante. Devagar, Carla ergueu o quadril. O pau saiu escorregadio, um fio grosso de porra fresca escorrendo do anel vermelho e aberto, caindo na barriga dele. Ela desceu o corpo, ajoelhou entre as pernas abertas de Dante e lambeu. Lenta. Suja. A língua limpou a cabeça, desceu pela lateral, chupou as bolas molhadas de gozo e óleo, depois engoliu o pau inteiro de novo, limpando cada centímetro com a boca quente enquanto olhava para cima.
Quando terminou, o pau limpo e semi-duro de novo contra a língua, ela se arrastou para cima, deitou o peito no peito dele e falou contra a boca, a voz baixa, rouca de tanto gritar:
— Amanhã o ginásio fecha mais cedo de novo. Você aguenta me foder o cu até eu não conseguir mais fechar as pernas direito?
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