Pega no Telhado: Meu Melhor Amigo Me Viu Pelada
Meu melhor amigo de 24 anos me viu pelada no banheiro e acabou tirando minha virgindade ali mesmo.
Meu nome é Mariana, tenho 22 anos e acabei de me formar em design. Moro sozinha num apartamento pequeno no centro de São Paulo, daqueles bem apertadinhos, mas que eu amo porque é meu. O problema era o calorão infernal daquela tarde de verão. O ar-condicionado tinha decidido pifar justo na semana mais quente do ano. Eu suava feito uma condenada, de shortinho e regata fina, andando de um lado pro outro sem saber o que fazer. Foi aí que lembrei do Lucas. Meu melhor amigo de 24 anos, técnico de informática, o cara que conserta tudo que é aparelho eletrônico ou mecânico. Ele sempre me salvava. Mandei uma mensagem: “Vem aqui urgente, o ar morreu e eu tô derretendo”. Ele respondeu em dois minutos: “Tô indo, Mari. Levo a escada”.
Quando ele chegou, todo suado também, de jeans e camiseta preta colada no corpo, eu senti aquele friozinho na barriga de sempre. Lucas era alto, ombros largos de quem carrega equipamento o dia todo, mas com um rosto de menino que me desmontava. A gente se conhecia desde a adolescência, mas nunca tinha rolado nada. Pelo menos era o que a gente fingia. Ele montou a escada pela janela do banheiro, que dava direto pro telhado onde ficava a unidade externa do ar. “Fica de olho, Mari. Se eu cair, você que me leva pro hospital”, brincou ele, subindo os primeiros degraus. Eu ri, nervosa, e fui pra sala fingir que organizava umas coisas. Mas o calor estava me matando. Decidi tomar uma ducha rápida enquanto ele trabalhava. Tirei a roupa no quarto, entrei pelada no banheiro e deixei a porta entreaberta, porque a ventilação era péssima e o vapor ia ficar insuportável.
A água gelada bateu nas minhas costas e eu gemi de alívio. Ensaboei o corpo todo, passando as mãos nos seios firmes, descendo pela barriga lisinha até a boceta depilada. O sabonete escorregou da minha mão, eu me abaixei pra pegar e... foi o fim. Meu pé deslizou no chão molhado, eu caí de bunda com um baque surdo, pernas abertas, completamente pelada e encharcada no piso frio. A porta estava escancarada agora com o impacto. Foi exatamente nesse segundo que eu levantei o olhar.
Lucas estava lá em cima, inclinado na borda do telhado, olhando pra baixo pela janela. Seus olhos castanhos estavam arregalados, fixos no meu corpo nu. Ele viu tudo: meus peitos arrepiados, os bicos rosados duros, a boceta exposta, as coxas molhadas. O rosto dele ficou vermelho, mas não desviou. Eu vi o volume enorme marcando na calça jeans dele, o pau endurecendo rápido, empurrando o tecido como se quisesse rasgar. Em vez de gritar, cobrir meus peitos ou fechar as pernas, senti um tesão absurdo me atravessar. Meu clitóris pulsou forte. Ser vista assim por ele, meu melhor amigo, pela primeira vez na vida, me deixou molhada de um jeito que não era só da água.
— Lucas... — chamei, a voz rouca, quase um sussurro safado. — Desce aqui.
Ele piscou, como se saísse de um transe. Desceu a escada devagar, o corpo musculoso entrando pela janela do banheiro. Quando os pés dele tocaram o chão, eu ainda estava sentada no piso, pernas abertas, água escorrendo pelos meus cabelos longos. Ele não falou nada por uns segundos, só respirando pesado, o pau latejando visivelmente na calça.
— Porra, Mariana... você tá... caralho. — A voz dele saiu grave, cheia de desejo contido.
Eu me levantei devagar, sem me cobrir. Meus mamilos estavam tão duros que doíam. Dei um passo na direção dele, sentindo o chão molhado sob os pés.
— Eu sei que você viu tudo. E eu... eu gostei. — As palavras saíram antes que eu pudesse pensar. — Sempre tive vontade de você, Lucas. Desde sempre. Mas a gente nunca falou nada.
Ele engoliu em seco, os olhos descendo pelo meu corpo de novo, parando na minha boceta lisinha.
— Eu também, Mari. Todo dia eu penso em você. Nua. Assim. Eu sou virgem, porra. Nunca fiz nada com ninguém porque... era você que eu queria.
O ar ficou elétrico. Nossas respirações pesadas ecoavam no banheiro pequeno. Eu sentia o cheiro dele, suor misturado com o sabonete meu. Dei mais um passo e peguei a mão grande dele. Sem desviar o olhar, coloquei a palma aberta sobre meu seio esquerdo, molhado e quente. O polegar dele roçou meu bico por instinto e eu gemi baixinho.
— Toca em mim. Por favor. Eu quero dar esse passo com você. Agora.
O toque dele me queimou. Lucas apertou meu peito com mais força, a outra mão subindo pra minha cintura, me puxando contra o corpo dele. Nossos rostos ficaram a centímetros. Eu sentia o pau grosso pulsando contra minha barriga através da calça. Foi o estopim.
Nós nos beijamos com fome, línguas se enrolando desesperadas, gemidos misturados. Eu nunca tinha beijado ninguém assim. Era como se anos de desejo reprimido explodissem de uma vez. Minhas mãos desceram, abrindo o botão da calça dele com pressa. Puxei o zíper e enfiei a mão dentro da cueca. O pau dele era grosso, quente, pesado. A cabeça latejava, já babando pré-gozo. Lucas gemeu meu nome dentro da minha boca.
— Mariana... caralho...
Eu me ajoelhei no chão ainda molhado, puxando a calça e a cueca dele até os tornozelos. O pau pulou livre, bem na minha cara. Era grande, veias grossas, cabeça rosada brilhando. Pela primeira vez na vida, eu abri a boca e chupei. Engoli devagar, sentindo o gosto salgado dele, descendo o máximo que conseguia. Ele segurou meus cabelos molhados, gemendo alto.
— Isso... assim, Mari... porra, sua boca é quente demais...
Eu chupei com vontade, subindo e descendo a cabeça, lambendo as bolas, engolindo fundo até engasgar um pouco. As lágrimas desceram dos meus olhos, mas era de tesão. Ele gemia meu nome sem parar, o quadril se mexendo devagar, fodendo minha boca virgem. Eu estava encharcada, mel escorrendo pelas coxas.
De repente ele me puxou pra cima, me virou de costas contra a pia do banheiro. Eu me apoiei no espelho embaçado, empinando a bunda. Lucas apertou meus quadris com força, as mãos grandes deixando marcas na pele molhada.
— Eu vou te comer, Mariana. Vou tirar sua virgindade agora. Você quer?
— Quero. Me fode. Por favor.
Ele esfregou a cabeça grossa na minha entradinha, me abrindo devagar. Quando empurrou, eu senti uma ardência gostosa, depois prazer puro. Ele me comeu de quatro, metendo fundo com estocadas firmes, apertando minha cintura enquanto falava safadezas no meu ouvido:
— Olha como sua bucetinha virgem engole meu pau... tão apertada, porra. Eu sempre sonhei com isso, te comendo assim, molhada pra mim.
Os tapas molhados ecoavam. Eu rebolava contra ele, gemendo alto, sentindo cada centímetro me rasgando de prazer. Ele beliscava meus mamilos, puxava meu cabelo. Gozei pela primeira vez na vida com um pau dentro de mim, pernas tremendo, gritando o nome dele.
Lucas me levantou no colo, pau ainda enterrado, e me carregou pro quarto. Caiu deitado na cama e eu subi em cima, cavalgando ele com vontade. Rebolava gostoso, sentindo o pau grosso me encher inteira, batendo fundo no meu ponto G. Meus peitos pulavam enquanto eu quicava, mãos apoiadas no peito dele.
— Isso, Lucas... me enche... eu sou sua agora.
Ele apertava minha bunda, me guiando, os dois suados, ofegantes. Eu gozei de novo, gritando, buceta apertando ele com força. Ele não aguentou. Com um gemido rouco, gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo minha boceta virgem pela primeira vez. Nós dois perdemos a virgindade ali, juntos, tremendo colados.
Eu desabei sobre o peito dele, coração disparado, o pau ainda pulsando dentro de mim. O quarto cheirava a sexo e sabonete. Enquanto recuperávamos o fôlego, Lucas passou a mão nas minhas costas e murmurou, voz ainda grossa de tesão:
— O ar-condicionado... ainda tem que terminar o serviço direito no telhado. Deixei as ferramentas lá em cima. E agora que a gente começou... eu não quero parar.
Eu levantei o rosto, olhei nos olhos dele e sorri, sentindo o pau dele endurecer de novo dentro de mim. O calor não tinha passado. E o telhado estava nos esperando.
Eu levantei o rosto, olhei nos olhos dele e sorri, sentindo o pau dele endurecer de novo dentro de mim. O calor não tinha passado. E o telhado estava nos esperando.
“Então vamos subir agora”, murmurei, a voz ainda rouca de tanto gemer o nome dele. Saí de cima devagar, sentindo o gozo quente escorrendo pela boceta inchada e descendo pelas coxas lisas. Aos 22 anos, recém-formada em design e morando sozinha, eu nunca tinha imaginado que meu corpo reagiria assim, tão molhada e aberta depois da primeira vez. Lucas, meu melhor amigo de 24 anos, técnico de informática que consertava tudo na minha vida, ficou de pé, o pau ainda brilhando com nossa mistura, latejando no ar quente do banheiro. Ele puxou a calça jeans para cima, mas deixou aberta, o volume marcando forte no tecido.
Subimos a escada pela janela. Eu na frente, completamente pelada, sentindo cada degrau de ferro quente contra os pés descalços. O vento de São Paulo bateu direto na minha pele molhada, arrepiando os bicos dos seios e fazendo a boceta pulsar de novo. Sabia que os prédios vizinhos eram mais altos; qualquer vizinho com uma janela aberta poderia me ver assim, nua, bunda empinada, cabelo longo grudado nas costas suadas. O risco me deixou ainda mais molhada. Lucas vinha logo atrás, a respiração pesada, os olhos cravados em mim. “Caralho, Mari… você subindo assim, pelada, eu tô ficando louco de novo.”
Chegamos no telhado. O cascalho queimava a sola dos meus pés, o sol forte de verão batia sem piedade, transformando o ar num forno. A unidade externa do ar-condicionado zumbia no centro, ferramentas espalhadas ao redor: chaves, parafusos, um pano sujo. O barulho da cidade subia lá de baixo — buzinas, motores, vozes distantes. Eu me senti exposta como nunca, o corpo inteiro brilhando de suor, os seios firmes subindo e descendo com a respiração rápida. Lucas largou a calça de novo, o pau saltando livre, grosso, a cabeça rosada inchada. Ele me puxou para um canto onde uma mureta baixa dava um pouco de proteção, mas ainda assim estávamos quase totalmente à vista.
Ele me prensou contra a mureta quente. A pedra queimava minhas costas, mas eu não me importei. Nossas bocas se encontraram com mais fome do que no banheiro. Línguas se enrolando, saliva misturada, gemidos abafados. As mãos grandes dele, mãos de quem carrega equipamento o dia todo, apertaram minha bunda com força, abrindo as nádegas. Um dedo roçou meu cuzinho e eu estremeci, gemendo dentro da boca dele. “Toca tudo, Lucas. Eu quero que você sinta cada pedacinho que você viu quando eu caí pelada.”
Ele desceu beijando meu pescoço, chupando os mamilos duros até eu arquear as costas. Depois se ajoelhou no cascalho áspero, ignorando o desconforto, e abriu minhas pernas ali mesmo. A língua quente lambeu minha boceta depilada de baixo para cima, recolhendo o próprio gozo que tinha deixado dentro de mim. O som molhado era obsceno, misturado com o vento. Ele chupou meu clitóris inchado, enfiando dois dedos grossos na minha entradinha ainda sensível da primeira foda. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, rebolando no rosto do meu melhor amigo, sentindo o prazer subir como uma onda quente.
“Porra, você tá melada demais… essa bucetinha virgem engoliu meu pau tão gostoso e agora quer mais”, ele rosnou entre lambidas, a voz grave vibrando contra meu clitóris. Eu gozei ali, de pé, pernas tremendo, um jato fino escorrendo pela coxa dele. O orgasmo foi tão forte que eu precisei me apoiar na mureta para não cair.
Sem me dar descanso, Lucas me virou de costas, me fez apoiar os cotovelos na pedra quente e empinou minha bunda. O pau grosso esfregou na minha entrada, espalhando os fluidos, e ele meteu de uma vez, fundo, até o saco bater contra mim. O impacto fez meus seios balançarem pesados. Ele começou a foder com estocadas firmes, ritmadas, as mãos segurando minha cintura com força, deixando marcas vermelhas na pele clara. Cada metida fazia um tapa molhado ecoar no telhado aberto.
“Olha pra cidade, Mari. Alguém pode tá olhando agora, vendo você levar pau do melhor amigo bem aqui no telhado. E você adora, né? Tá apertando meu pau como se não quisesse soltar nunca mais.”
Eu rebolava para trás, encontrando cada estocada, gemendo alto sem me importar com o volume. “Sim… me fode assim, Lucas. Eu esperei 22 anos pra sentir isso. Seu pau é tão grosso… tá me enchendo inteira.” Meu pensamento era um turbilhão: o prazer era absurdo, o corpo dele batendo contra o meu, o suor escorrendo entre nós, o cheiro de sexo misturado com o alcatrão quente do telhado. Mas no fundo, uma vozinha já sussurrava que estávamos cruzando uma linha perigosa.
Ele me virou de frente, me levantou no colo como se eu não pesasse nada. Minhas pernas envolveram a cintura dele, os braços no pescoço largo. O pau entrou de baixo para cima, me empalando devagar enquanto ele ficava de pé no meio do telhado. Eu quicava, sentindo cada centímetro me rasgar de prazer. Meus seios pulavam contra o peito dele, bicos roçando nos pelos curtos. Ele chupava meu pescoço, deixando chupões, e falava safadezas no meu ouvido: “Você é minha agora. Essa boceta que eu vi aberta no banheiro hoje é minha pra sempre.”
O sol queimava minhas costas, o vento secava o suor, o pau dele batia fundo no meu ponto G a cada descida. Gozei de novo, gritando o nome dele, a buceta apertando forte em volta da pica grossa. Lucas me colocou na lona velha que ele tinha usado para proteger as ferramentas. Deitou de costas e eu subi, cavalgando de frente primeiro, depois virando de costas pra ele, rebolando com a bunda empinada, mostrando tudo. Ele dava tapas fortes, abrindo minhas nádegas, enfiando o polegar no meu cuzinho enquanto eu quicava.
“Caralho, Mari… você cavalga tão gostoso… eu vou gozar de novo.”
Eu acelerei, sentindo o pau inchar dentro de mim. “Goza, Lucas. Goza dentro da sua amiga virgem. Me enche toda.”
Ele segurou minha cintura com força, empurrou o quadril para cima e gozou com um gemido rouco e longo. Jatos quentes, grossos, me encheram pela segunda vez, transbordando pela boceta e escorrendo pelo pau dele. Eu gozei junto, o corpo inteiro convulsionando, visão embaçada, um orgasmo tão forte que meus ouvidos zumbiram. Caí para frente, deitada sobre o peito dele, nossos corpos suados colados, o pau ainda pulsando fraco dentro de mim.
Por alguns minutos, só existiu o som da nossa respiração, o vento quente e o barulho distante da cidade. O telhado parecia um mundo só nosso. Eu sentia o sêmen escorrendo, a boceta latejando, o corpo completamente satisfeito. Lucas passou a mão nas minhas costas, murmurando que ia terminar o ar-condicionado de verdade agora, que depois a gente podia descer, tomar banho juntos, talvez repetir.
Mas quando o prazer começou a baixar, junto com o suor que esfriava na pele, algo mudou dentro de mim. Um peso frio se instalou no peito. Eu me afastei um pouco, saindo de cima dele, sentindo o pau molhado escapar da minha boceta com um som úmido. O cascalho arranhou meus joelhos quando me sentei. Olhei para Lucas — o rosto relaxado, o sorriso satisfeito, o corpo musculoso brilhando — e não consegui sorrir de volta.
O que a gente tinha acabado de fazer? Ele era meu melhor amigo desde a adolescência. O cara que me ajudava a montar móveis, que me consolava depois de términos ruins, que eu ligava às três da manhã quando a solidão apertava. Agora ele tinha me visto pelada, tinha tirado minha virgindade no banheiro e me fodido no telhado como se eu fosse uma safada qualquer. E eu tinha adorado cada segundo. Mas e agora? Nossa amizade estava manchada para sempre. Toda vez que ele me olhasse, ia lembrar da minha boceta aberta, do jeito que eu gemi, do jeito que chupei ele ajoelhada no piso molhado. E eu… eu ia lembrar que tinha perdido o Lucas que era só meu amigo.
Um arrependimento amargo subiu pela garganta. Eu me cobri com os braços pela primeira vez desde que tudo começou, sentindo vergonha verdadeira pela primeira vez. O corpo ainda tremia de prazer, mas a cabeça já doía de dúvida. Será que valeu a pena trocar anos de amizade por uma tarde de tesão no telhado? Eu não sabia se conseguiria olhar para ele da mesma forma amanhã. O ar-condicionado ia voltar a funcionar, o calor ia passar, mas o que a gente tinha quebrado ali em cima… isso não tinha conserto fácil.
Lucas sentou, ainda sorrindo, e disse algo sobre pegar as ferramentas. Eu não respondi. Só fiquei ali, nua no telhado quente, sentindo o gozo dele escorrendo entre as pernas e uma lágrima teimosa descendo pelo rosto. Tinha sido perfeito. Tinha sido demais. E agora, pela primeira vez, eu realmente não sabia o que ia acontecer com a gente. O telhado que tinha sido nosso paraíso particular parecia, de repente, o lugar onde eu tinha destruído a melhor coisa que tinha na vida.
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