Rendição no Fundo da Loja
Renata, de 28 anos, domina o engenheiro Wesley de 35 numa sessão safada de BDSM na lojinha de sex shop.
A pequena loja de artigos eróticos no fundo do shopping quase vazio parecia um mundo à parte naquela tarde preguiçosa. Renata, uma morena curvilínea de 28 anos que trabalhava ali como vendedora há mais de três anos, arrumava as prateleiras com movimentos lentos e provocantes. Seus quadris largos balançavam naturalmente dentro da saia curta de couro sintético, a blusa decotada mal contendo os seios pesados e firmes que ela sabia que chamavam atenção. Com cabelos ondulados caindo até os ombros e um sorriso irreverente que nunca saía do rosto, Renata adorava o emprego exatamente por isso: a chance de provocar os clientes sem pudor nenhum. “Hoje o movimento tá uma merda, shopping vazio desse jeito... quem sabe não aparece um otário gostoso pra eu me divertir um pouco”, pensou ela, ajustando uma fileira de plugs anal na prateleira enquanto sentia o ar-condicionado gelado contra a pele exposta das coxas grossas.
A sineta da porta tocou e Wesley entrou. Aos 35 anos, o engenheiro era cliente regular, daqueles que apareciam todo mês com desculpas técnicas pra fuçar os produtos. Alto, de ombros largos por causa da academia que fazia depois do expediente no escritório de projetos, ele tinha cara de tímido por trás dos óculos, mas o olhar faminto que lançava pra Renata entregava tudo. “Oi, Renata... eu preciso de ajuda pra escolher umas algemas. Quero algo resistente, mas que não marque muito a pele, sabe?”, disse ele, a voz saindo um pouco rouca enquanto os olhos desciam sem querer pro decote dela.
Renata se virou devagar, apoiando os cotovelos no balcão e inclinando o corpo pra frente de propósito, fazendo os seios quase saltarem. Um sorriso safado se abriu no rosto dela. “Algemas, hein, Wesley? Pra prender alguma namoradinha ou será que o engenheiro certinho de 35 anos quer experimentar na própria pele? Porque, olha, você tem cara de quem gosta de levar ordem... e umas palmadas também.” Ela riu alto, irreverente como sempre, pegando um par de algemas acolchoadas e balançando na frente dele. “Imagina eu te prendendo aqui no fundo da loja e te fazendo lamber o chão só pra me divertir. Tá ficando duro só de pensar, né? Eu tô vendo esse volume aí na sua calça social de engenheiro sério.”
Wesley soltou uma risada nervosa, mas o pau dele respondeu na hora, inchando visivelmente contra o tecido. Ele passou a mão no cabelo, corando, mas sem desviar o olhar. “Porra, Renata, você não perde tempo. Eu venho aqui todo mês porque suas piadas me deixam louco o resto da semana. Confesso que já fantasiei várias vezes com você mandando em mim. Você é tão... direta. Tão safada. Meu pau tá traindo feio agora.” Os dois riram juntos, a tensão sexual crescendo rápido no ar parado da lojinha. Renata sentiu a boceta latejar e um calor molhado se espalhar na calcinha fina. “Olha só o putinho tímido confessando... que delícia. Eu tô molhada só de ouvir você falar assim, sabia? Esses flertes seus me deixam com vontade de fechar a porta e te testar de verdade.”
Ela contornou o balcão, roçando o corpo curvilíneo no dele de propósito enquanto pegava outro modelo de algema de metal leve. As piadas continuavam, cada vez mais pesadas. “Essas aqui são perfeitas pra um macho submisso como você. Prende rápido, mas dá pra soltar se o engenheiro choramingar muito. Quer que eu coloque em você agora, meu putinho de loja? Só pra ver se aguenta?” Wesley riu, o pau completamente duro, e assentiu, o olhar faminto brilhando. Os dois estavam excitados pra caralho, respirando mais rápido, rindo das próprias safadezas enquanto a loja vazia parecia conspirar a favor deles.
Decidida, Renata foi até a porta, girou a chave com um clique seco e baixou a pequena cortina. “Shopping morto, ninguém vai aparecer. Vou ligar o ar-condicionado no máximo pra gente não derreter antes da hora.” O aparelho zumbiu, jogando ar gelado que arrepiou a pele dela. Voltando, ela parou na frente dele com as algemas na mão. “Vem cá então, meu putinho de loja. Vamos testar isso em você de verdade. Mãos pra trás.” Com um riso brincalhão, ela virou Wesley, prendeu os pulsos dele nas costas com as algemas da prateleira e apertou só o suficiente pra ele sentir o frio do metal. Ele testou a resistência, rindo, mas o volume na calça estava ridículo de tão evidente.
“Caralho, Renata... tá bom demais. Eu sempre fantasi ei em me render pra você. Desde a primeira vez que te vi aqui, imaginei você me chamando de puto e me mandando fazer tudo que quisesse. Eu aceito. Manda em mim. Por favor.” As palavras saíram dele entre risos e gemidos baixos, o pau latejando. Renata sentiu um jorro de tesão molhar ainda mais sua boceta. “Sério isso, Wesley? Então vamos fazer uma sessão rápida de dominação total aqui mesmo. Eu te uso inteiro, te humilho, te faço chupar e te fodo até você implorar. Consentimento total, hein? Se quiser parar, pisca duas vezes ou faz barulho diferente. Topa mesmo, meu engenheiro submisso?”
“Sim, Renata. Eu topo. Manda. Eu sou seu putinho agora”, respondeu ele, animado, a voz rouca de desejo. Ela riu alto, vitoriosa, e pegou uma mordaça de bola vermelha. “Abre a boca, safado.” Colocou a bola entre os dentes dele, apertou as tiras atrás da cabeça e deu um tapinha na bunda por cima da calça. Sentada no balcão agora, pernas abertas, Renata puxou a blusa pra baixo, liberando os seios grandes e pesados. Tirou a mordaça só um instante. “Chupa meus peitos primeiro. Com vontade, vai.” Wesley obedeceu na hora, sugando os mamilos duros com fome, lambendo em círculos enquanto ela gemia e ria. “Isso, assim... porra, que boca boa pra um tímido de 35 anos. Olha como você mama gostoso.”
Depois de deixar os seios dela brilhando de saliva, ela recolocou a mordaça, levantou a saia e tirou a calcinha encharcada. Guiou a cabeça dele pra baixo. “Agora lambe minha boceta, putinho. Quero sentir essa língua fundo.” Mesmo com a bola na boca, ela o posicionou de forma que a língua dele conseguisse trabalhar nos lábios molhados e no clitóris inchado. Renata se contorcia no balcão, segurando os cabelos dele, rindo entre gemidos altos. “Hahaha, caralho... isso, lambe tudo, seu engenheiro virado escravo sexual. Tá molhada pra caralho, né? Isso é tesão de te ver algemado e babando na minha boceta.”
Quando ela já estava perto do limite, Renata o puxou, recolocou a mordaça direito e o virou de quatro sobre uma caixa grande de produtos eróticos empilhada no canto. Baixou a calça e cueca dele, expondo a bunda firme e o pau duro pingando. Lubrificou generosamente um plug anal médio e pressionou contra o cu dele enquanto a outra mão masturbava devagar o pau latejante. “Relaxa esse cu, seu macho submisso de merda. Toma o plug todinho enquanto eu te punho. Tá gostando, né? Olha como você geme abafado nessa mordaça... que putinho delicioso.” Wesley tremia, gemendo alto através da bola, o corpo inteiro entregue. Renata ria, batendo de leve na bunda dele. “Hahaha, se seus colegas de engenharia te vissem agora... de quatro, plug no cu, pau na minha mão.”
Satisfeita com o plug bem enterrado, ela vestiu um strap-on grosso, de silicone rígido e veias marcadas, ajustando o cinto na cintura curvilínea. Posicionou-se atrás dele. “Agora eu vou te foder de verdade. Pisque duas vezes se não quiser. Senão, toma no cu.” Ele piscou uma vez, ansioso. Renata empurrou o strap-on devagar, centímetro por centímetro, rindo do gemido abafado dele. Quando estava todo dentro, começou a estocar com força, batendo a pélvis na bunda dele. “Toma no cu, seu macho submisso de merda! Olha como engole meu pau grosso. Você não é engenheiro agora, é minha vadia particular. Geme mais alto, porra!” As palmadas ecoavam — ploft, ploft — deixando a pele vermelha enquanto ela ria e gemia, o strap-on roçando perfeito no clitóris dela.
O ritmo aumentou, a loja cheia de sons molhados, gemidos abafados e risadas irreverentes de Renata. “Isso, rebola nesse pau, putinho de loja. Goza pra mim enquanto eu te arrombo.” Ela masturbava ele rápido, o plug vibrando a cada estocada. Os dois gozaram juntos num orgasmo intenso: Renata tremeu violentamente, rindo e xingando de prazer, e Wesley jorrou forte no chão, o corpo convulsionando, gemendo alto na mordaça.
Ofegantes, ela removeu o strap-on, o plug e as algemas com cuidado, tirando a mordaça por último. Os dois riram, ainda suados e tremendo. “Nossa, que gozada foi essa, Wesley? Você inundou meu chão, seu porquinho sujo!”, debochou Renata, pegando lenços e limpando tudo com humor, passando o pano na bunda dele de forma provocante. “Olha a bagunça que a gente fez... mas foi bom pra caralho. Agora levanta e compra as algemas, o plug e esse strap-on grosso como lembrança dessa tarde. Mas escuta aqui, meu putinho... isso não acabou. Eu ainda tô com tesão sobrando. Amanhã você volta aqui depois do expediente, porque eu vou te levar pra um lugar mais reservado e aí sim vou te dominar de verdade, sem pressa, até você implorar pra parar. Entendeu? Compra logo e guarda energia, porque a rendição continua.”
Wesley, ainda zonzo de prazer, pegou a carteira com as mãos trêmulas, o olhar faminto mostrando que a tensão entre eles só tinha aumentado. Renata sorriu maliciosa, passando os itens no caixa enquanto a sineta da porta parecia esperar o próximo round.
A sineta da porta parecia mesmo conspirar, mas Renata não tinha a menor intenção de deixar Wesley escapar tão fácil. Ele estendia a carteira com dedos ainda trêmulos, o pau semi-duro balançando entre as pernas depois de ter gozado tanto que o chão da lojinha parecia uma poça de vergonha engenheira. Renata passou o cartão dele na maquininha, mas em vez de entregar a sacolinha com algemas, plug e o strap-on grosso, ela simplesmente a jogou de lado no balcão e agarrou o cinto da calça social dele, puxando-o de volta para perto.
“Calma aí, engenheiro de merda. Você achou mesmo que eu ia te mandar embora com essa cara de quem levou no cu pela primeira vez? Eu ainda tô pingando, caralho. Amanhã é pra sessão completa, mas agora... agora eu quero ver até onde esse putinho de 35 anos aguenta sem chorar pra mãe.” Ela riu alto, aquele riso irreverente que ecoava entre as prateleiras de vibradores e lingeries, e Wesley sentiu o pau dar um novo sinal de vida só de ouvir o tom de voz dela. Porra, essa mulher é perigosa, pensou ele, o cu ainda latejando com a lembrança do strap-on, mas o tesão voltando mais forte que cálculo estrutural.
Renata não perdeu tempo. Girou a chave na porta mais uma vez só pra garantir, baixou a cortina completamente e empurrou Wesley de peito contra o balcão. “Mãos pra trás de novo, safado. E abre as pernas.” Ele obedeceu rindo nervoso, o rosto corado de humilhação gostosa. Ela pegou um par de algemas novas, dessas com corrente mais curta, e prendeu os pulsos dele bem apertados, depois conectou uma corrente leve que pendurou no gancho de exposição de correntes atrás do balcão. Wesley ficou meio curvado, bunda empinada, pau já endurecendo de novo contra a madeira fria. “Olha só pra você... engenheiro chefe de projetos, todo certinho no escritório, agora virado móvel de sex shop. Se teus colegas te vissem assim, hahaha, iam pedir demissão de tanto rir.”
Ela deu duas palmadas fortes na bunda dele, o som ecoando seco na lojinha vazia — ploft, ploft. A pele ficou vermelha na hora. Renata tirou a própria blusa de vez, os seios pesados balançando livres, mamilos ainda duros da chupada anterior. Pegou um par de prendedores de mamilo com sininhos na prateleira e, com um sorriso malicioso, apertou um em cada bico do peito dele. Wesley gemeu alto quando o metal mordeu. “Ai, porra, Renata...” “Ai porra nada, aguenta, seu viadinho. Esses sininhos vão tocar toda vez que eu te foder. E vai ser bastante.”
O tesão dela estava fora de controle. A boceta latejava, melada até as coxas grossas. Renata subiu no balcão, abriu as pernas bem na frente do rosto dele e segurou os cabelos ondulados com força. “Primeiro você vai limpar o que deixou sujo. Lambe tudo, puto. Quero sentir essa língua de engenheiro resolvendo meu problema de umidade.” Ele obedeceu faminto, enfiando a língua entre os lábios inchados dela, sugando o clitóris com vontade enquanto os sininhos nos mamilos dele tilintavam a cada movimento da cabeça. Renata ria e gemia ao mesmo tempo, rebolando no rosto dele, molhando o queixo e os óculos do cara. “Isso, assim... caralho, você mama boceta melhor que faz conta no Excel. Olha o barulho que tá fazendo, seu porquinho. Tá adorando virar minha vadia particular, né?”
Depois de fazer ele quase sufocar entre suas coxas grossas, ela desceu, pegou o plug que ele tinha acabado de comprar e, sem aviso, enfiou de volta no cu dele com uma torcida brincalhona. Wesley arqueou o corpo, gemendo abafado contra o balcão. “Tá folgado agora, né? Depois que eu te arrombei com aquele pauzão. Vamos ver se aguenta o tamanho grande.” Ela trocou o plug médio por um maior, de silicone preto, com vibração. Ligou no controle remoto e o plug começou a zumbir forte dentro dele. O corpo de Wesley tremeu inteiro, o pau babando no chão novamente.
Renata vestiu o strap-on mais uma vez, mas dessa vez escolheu um maior, mais veioso, daqueles que pareciam feitos pra quebrar macho submisso. Lubrificou generosamente, bateu o silicone na bunda dele como se fosse um taco e riu. “Prepara esse cu de engenheiro, Wesley. Agora vai ser sem piedade. Eu quero ouvir você implorar enquanto eu te uso como se fosse um brinquedo da própria loja.” Empurrou devagar no começo, saboreando cada centímetro que desaparecia entre as nádegas firmes dele. Quando o quadril dela encostou na bunda vermelha, ela ligou o vibrador do plug no máximo e começou a estocar com força.
Os sininhos tilintavam loucamente. Plap, plap, plap. A lojinha inteira cheirava a sexo, suor e lubrificante. Renata segurava os quadris dele com as duas mãos, metendo fundo, rindo sem parar. “Toma, toma, toma, seu putinho de shopping! Olha como engole tudo. Você não projeta mais ponte, projeta é cu pra mim agora. Geme mais alto, vai! Quero ouvir esse engenheiro de 35 anos virando menina.” Wesley gemia rouco, o pau roçando no balcão a cada estocada, o plug vibrando tanto que ele sentia as bolas apertarem. “Renata... porra... eu sou seu... me fode mais...”
Ela mudou de posição. Soltou as algemas do gancho, jogou uma manta de exibição no chão e mandou ele deitar de costas. Montou nele de frente, enfiando o strap-on na própria boceta primeiro, molhando o silicone todo, depois virou de costas e sentou no pau dele enquanto o plug continuava vibrando no cu do cara. “Agora você vai me dar esse pau enquanto eu controlo tudo. Rebola pra cima, puto. Quero gozar cavalgando sua vara de engenheiro.” Os seios dela pulavam enquanto ela subia e descia, uma mão no controle remoto aumentando a vibração, a outra dando tapas nos mamilos dele. Os sininhos pareciam um carrilhão de putaria.
O ritmo ficou animal. Renata gemia alto, ria, xingava, o suor escorrendo entre os seios pesados. “Hahaha, caralho, que pau bom pra um submisso tímido... tá sentindo como minha boceta aperta? Goza dentro de mim quando eu mandar, entendeu? Só quando eu mandar.” Ela apertou o próprio clitóris e gozou primeiro, forte, esguichando um pouco no abdômen dele, o corpo tremendo violentamente enquanto ria de puro prazer. O orgasmo dela apertou tanto o pau de Wesley que ele não aguentou. “Posso... posso, Renata?” “Pode, porquinho. Jorra tudo.”
Ele gozou com um urro abafado, enchendo a boceta dela de porra quente enquanto o plug vibrava sem parar no próprio cu. Os dois convulsionaram juntos, suados, rindo entre gemidos, o corpo dele tremendo tanto que os sininhos ainda tilintavam fracamente. Renata desmontou devagar, o sêmen escorrendo pelas coxas grossas dela, e caiu sentada ao lado dele no chão, ofegante, um sorriso enorme no rosto.
“Puta que pariu, Wesley... você gozou tanto que parece que fiz uma obra de arte no meu chão de novo. Olha essa bagunça, seu engenheiro sujo. Vou ter que limpar com a língua depois.” Ela deu um tapinha carinhoso na bunda dele, ainda com o plug dentro, e começou a soltar as algemas com cuidado, tirando os prendedores de mamilo por último. Os dois riam baixinho, exaustos, o ar-condicionado gelado secando o suor na pele. Renata pegou uma toalha umedecida e limpou o pau dele com carinho provocante, já pensando no que faria amanhã. “Agora sim você pode ir, mas guarda energia, porque amanhã eu vou te levar pro depósito dos fundos e...”
De repente, a sineta da porta tocou alto — mas a porta estava trancada. Alguém girou a maçaneta com força do lado de fora. Uma voz masculina e conhecida ecoou pelo shopping quase vazio:
“Renata? Tá aí dentro? Sou eu, o gerente do shopping. Vi a cortina abaixada e a luz acesa. Abre aqui rapidinho, preciso falar sobre a prorrogação do aluguel da loja!”
Os dois congelaram no chão, nus, suados, o plug ainda vibrando baixinho no cu de Wesley e a porra escorrendo pela coxa dela. Renata olhou para a porta, depois para o rosto chocado dele, e um sorriso safado começou a se formar novamente nos lábios dela enquanto a voz do gerente batia mais forte.
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