Reencontro Quente com a Esposa do Meu Amigo
Reencontro quente: o engenheiro Everett, de 32 anos, fode a safada Harriet, esposa do seu melhor amigo, na festa de aniversário.
A noite estava abafada na casa de campo, com o cheiro de terra molhada depois da chuva da tarde misturado ao aroma de carne na brasa que ainda pairava no ar. As luzes amareladas dos postes e as lanternas penduradas nas árvores iluminavam o jardim onde a festa de aniversário seguia animada, mesmo com alguns convidados já começando a ir embora. Everett, engenheiro civil de 32 anos, casado com Petra havia cinco anos, tentava manter a conversa com um grupo de amigos, mas sua atenção estava completamente roubada desde o momento em que Harriet apareceu.
Harriet, a esposa de 29 anos de seu melhor amigo Sergio, estava irresistível. O vestido verde-escuro colado ao corpo marcava cada curva com precisão cruel: os seios fartos e empinados ameaçando saltar do decote, a cintura fina, os quadris largos e aquela bunda redonda e firme que balançava a cada passo sobre os saltos altos. Ela era a definição de sensualidade insatisfeita, com os cabelos castanhos soltos caindo nos ombros, maquiagem marcante nos olhos e um sorriso que escondia anos de frustração no casamento. Sergio, o melhor amigo de Everett desde a faculdade, estava viajando a trabalho desde o dia anterior. E isso mudava tudo.
Seus olhares se encontraram do outro lado do jardim. Foi como se o tempo voltasse sete anos, para aqueles meses clandestinos antes de Harriet aceitar o pedido de Sergio. Na época, eles se encontravam em hotéis baratos e no banco de trás do carro de Everett, fodendo como animais, com uma química que parecia química de verdade — pele contra pele, gemidos abafados, gozos intensos que deixavam os dois tremendo. Harriet nunca tinha esquecido. E pelo jeito que ela mordeu o lábio inferior ao vê-lo, Everett soube que ela também não.
Ele sentiu o peito apertar com culpa. Petra estava a poucos metros, rindo com as amigas perto da piscina. Sergio confiava nele cegamente. Mas quando Harriet se aproximou casualmente, fingindo um abraço de reencontro, o sussurro quente no ouvido dele derrubou todas as barreiras.
— Everett… Sergio viajou e só volta na semana que vem. Eu nunca esqueci a química que a gente teve anos atrás. Toda vez que ele me toca, eu penso no seu pau me abrindo. Estou molhada desde que te vi chegando.
A voz dela era baixa, rouca, carregada de desejo reprimido. Everett sentiu o pau inchar dentro da calça social. A culpa queimava no estômago, mas a atração era mais forte. Eles trocaram olhares o resto da noite, conversas inocentes na frente dos outros, mas cada palavra carregava segundas intenções. “Isso é loucura”, pensava ele enquanto observava a forma como ela cruzava as pernas devagar, deixando o vestido subir um pouco nas coxas grossas. “Mas eu quero tanto que está doendo.”
Quando a festa finalmente esvaziou e a anfitriã pediu ajuda para recolher a cozinha, os dois se ofereceram ao mesmo tempo. Logo estavam sozinhos no espaço amplo e agora silencioso, com pilhas de pratos, copos e sobras de comida sobre a bancada de mármore. A tensão sexual era tão densa que parecia que o ar vibrava.
Harriet não perdeu tempo. Ao passar por trás dele para pegar uma travessa, roçou a bunda firme e quente contra a virilha de Everett de propósito, pressionando devagar, sentindo o volume crescer. Ele agarrou a borda da pia.
— Você está brincando com fogo, Harriet — murmurou ele, virando o rosto.
Ela sorriu, safada, e se encostou de lado, deixando o corpo colar no dele. Os seios roçaram o braço masculino.
— Estou molhada pra caralho só de lembrar do seu pau grosso me arrombando. Lembra como você me fazia gozar gritando no banco daquele carro? Meu marido não me come direito faz tempo. Eu quero trair ele hoje, Everett. Quero que você me foda sem culpa nenhuma. Me usa. Me chama do que quiser. Eu admito… eu sou uma safada insatisfeita e preciso do seu pau agora.
As palavras explodiram o desejo contido. Everett a virou com força, encostando-a contra a parede fria da cozinha. Suas bocas se chocaram num beijo faminto, línguas se enroscando, dentes mordendo lábios, saliva trocada com urgência. As mãos grandes dele subiram pelas coxas dela, levantando o vestido, e Harriet abriu as pernas instintivamente. Ela mesma pegou a mão dele e enfiou por dentro da calcinha de renda preta, guiando os dedos para a buceta depilada e encharcada.
— Sente — gemeu ela no ouvido dele. — Sente como eu estou pingando por você.
Os dedos de Everett deslizaram fácil entre os lábios inchados, sentindo o calor viscoso, o clitóris pulsando. Ele enfiou dois dedos fundo, curvando, enquanto o polegar massageava o pontinho. Harriet rebolou contra a mão dele, mordendo o ombro masculino para abafar o gemido.
— Porra, Harriet… você está encharcada mesmo. Eu quero te foder. Quero comer essa buceta e esse cu que eu não como há anos.
— Então me leva pro quarto de hóspedes. Agora. Antes que eu goze aqui na sua mão.
Eles subiram as escadas quase correndo, o coração disparado, o risco de serem vistos aumentando a excitação. Trancaram a porta do quarto de hóspedes e a loucura começou.
Harriet caiu de joelhos no tapete macio como se estivesse sedenta. Abriu o cinto e a calça de Everett com pressa, puxou a cueca para baixo e o pau grosso, latejante, pulou na cara dela. Veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ela lambeu da base até a ponta, devagar, depois engoliu metade de uma vez, babando copiosamente.
— Hmmm… que delícia esse pau — murmurou ela, olhando para cima com olhos molhados. — Fode minha boca, Everett. Enfia tudo. Me usa como uma vadia.
Ele segurou os cabelos dela com as duas mãos e começou a meter na boca quente e molhada. Harriet babava sem controle, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Ela engasgava, mas puxava o quadril dele para frente, querendo mais fundo na garganta. O som obsceno de gluck-gluck enchia o quarto.
— Isso, chupa o pau do melhor amigo do seu marido, sua safada — rosnou ele, o tesão tomando conta. — Você é uma vadia do caralho.
Depois de minutos dessa boquete gulosa, Everett a levantou, jogou na cama de quatro e puxou o vestido até a cintura. A calcinha foi arrancada para o lado. Ele cuspiu na buceta dela e meteu tudo de uma vez, fundo, até as bolas. Harriet mordeu o travesseiro, gemendo alto.
— Ai, caralho! Que delícia… mete mais forte!
Ele agarrou os cabelos castanhos como rédea, puxando a cabeça dela para trás enquanto estocava com força. O quarto ecoava o barulho molhado de pele contra pele. Ele alternava: tirava do buceta encharcada, que escorria mel pelas coxas, e enfiava no cu apertado, sentindo o anelzinho resistir e depois engolir o pau inteiro.
— Toma no cu também, vadia do meu amigo. Isso… aperta essa rola. Sergio nunca te comeu assim, né?
— Nunca! — gritou ela, o prazer evidente na voz. — Come meu cu, Everett! Me faz sua puta!
Harriet gozou pela primeira vez com um tremor violento, o corpo convulsionando, a buceta jorrando, o cu apertando o pau dele como um punho. Ela gritava abafado no colchão: “Quero mais! Não para! Me fode mais!”
Ele continuou alternando os buracos, estocando forte, dando tapas estalados na bunda que ficava vermelha. Depois virou ela e se deitou, puxando Harriet para cima. Ela montou de frente, segurou o pau e desceu devagar, engolindo tudo. Começou a cavalgar rápido, rebolando com vontade, os quadris girando em círculos perfeitos enquanto os seios grandes balançavam na cara dele.
Everett chupava os mamilos duros com fome, mordendo de leve, enquanto as mãos grandes davam tapas fortes na bunda redonda.
— Rebola gostoso, sua safada. Mostra como você quer trair o Sergio. Goza de novo no meu pau.
O ritmo ficou animal. Harriet rebolava cada vez mais rápido, suada, gemendo alto, sem se importar se alguém ouvia. Everett sentia as bolas apertarem. O orgasmo veio juntos, intenso e barulhento. Ele explodiu dentro dela, jatos grossos de porra enchendo a buceta enquanto Harriet gozava pela segunda vez, o corpo inteiro tremendo, gritando o nome dele entre gemidos roucos.
Ofegantes, suados, colados um no outro, Harriet o beijou com cumplicidade profunda, línguas se acariciando devagar agora. Ela se levantou um pouco, deixou o pau sair e passou os dedos pela buceta inchada, recolhendo o esperma branco e grosso que escorria. Olhando fixo nos olhos dele, lambeu os dedos devagar, um por um, saboreando.
— Isso vai ser o nosso segredo, Everett. Ninguém nunca vai saber. Nem Petra, nem Sergio. E eu pretendo repetir sempre que ele viajar… sempre que eu conseguir te chamar escondido. Mas a gente precisa voltar agora. A festa ainda tem gente lá embaixo e Petra deve estar estranhando sua ausência.
Ela se vestiu rápido, o vestido amarrotado traindo o que tinha acontecido, o cheiro de sexo ainda forte no quarto. Antes de abrir a porta, Harriet olhou para trás com um sorriso perigoso, os olhos ainda brilhando de desejo não saciado.
— Isso não acabou aqui. Eu ainda quero mais de você hoje. Se a gente conseguir escapar de novo… me encontra no jardim em vinte minutos.
Everett ficou sozinho por um instante, o coração ainda disparado, o pau meio duro dentro da calça, sabendo que o reencontro quente tinha acabado de abrir uma porta que nenhum dos dois conseguiria mais fechar. A culpa estava lá, mas o tesão era maior. E a noite ainda não tinha terminado.
Everett desceu as escadas sentindo cada músculo do corpo ainda latejar com a lembrança do que havia acontecido no quarto de hóspedes. O pau, meio duro dentro da cueca, roçava desconfortavelmente contra o tecido da calça a cada passo, e o gosto da boca de Harriet ainda permanecia em sua língua. A culpa apertava seu peito como uma mão invisível — Petra estava lá embaixo, rindo com as amigas, confiante, enquanto Sergio, seu irmão de faculdade, confiava nele cegamente do outro lado do país. Mas o tesão falava mais alto. Harriet, com seus 29 anos, corpo de mulher insatisfeita e aquela buceta que apertava como se fosse feita para ele, tinha aberto uma porta que nenhum dos dois queria fechar.
O jardim estava bem mais vazio agora. Apenas o barulho distante de copos sendo recolhidos e algumas vozes baixas perto da piscina lembravam que a festa ainda não havia terminado de todo. A noite abafada carregava o cheiro de terra molhada, grama pisada e o resto de fumaça da churrasqueira. Everett caminhou devagar, as mãos nos bolsos para disfarçar o volume que teimava em não baixar completamente. Quando chegou ao canto escuro, onde as árvores formavam um bolsão de sombra longe das lanternas, Harriet já esperava, encostada no tronco grosso de uma gameleira. O vestido verde-escuro estava amarrotado na barra, os cabelos castanhos caíam desarrumados sobre os ombros, e os olhos brilhavam com a mesma fome que ele tinha visto sete anos atrás.
Ela não esperou nem um segundo. Avançou, colou o corpo no dele e o beijou com força, a língua invadindo sua boca como se quisesse devorá-lo. As mãos dela foram direto para o cinto, abrindo-o com destreza enquanto Everett subia o tecido do vestido pelas coxas grossas e macias. A calcinha havia sumido. A buceta depilada estava quente, inchada e escorregadia, ainda melada da porra que ele havia jorrado dentro dela minutos antes.
— Eu não consigo parar, Everett — murmurou Harriet contra os lábios dele, a voz rouca, quase um ronronar. — Meu cu e minha buceta ainda estão pulsando. Toda vez que eu aperto as pernas sinto seu esperma escorrendo. Me fode de novo. Aqui. Agora. Eu quero ser sua vadia ao ar livre, com o risco de alguém aparecer. Me usa até eu não aguentar mais.
Everett sentiu o pau inchar completamente. Enfiou dois dedos entre os lábios melados dela, sentindo o calor viscoso, o jeito como as paredes internas sugavam seus dedos com ganância. Harriet rebolou devagar, mordendo o omio dele para não gemer alto. O cheiro de sexo subia forte, misturado ao perfume dela e ao aroma da noite.
— Você é uma safada sem vergonha mesmo — sussurrou ele, curvando os dedos dentro da buceta encharcada enquanto o polegar massageava o clitóris inchado. — A esposa do meu melhor amigo pingando no jardim enquanto minha mulher está a cinquenta metros daqui. Isso te deixa mais molhada, né?
— Muito mais — respondeu ela, abrindo a calça dele e tirando o pau grosso para fora. A veia latejava na palma da mão dela enquanto o acariciava de cima a baixo, espalhando o pré-gozo que escorria da cabeça rosada. — Eu adoro trair o Sergio com você. Quando ele me come rápido e goza em dois minutos, eu fecho os olhos e lembro do seu pau me abrindo inteira. Me come, engenheiro. Me arromba.
O beijo ficou mais selvagem. Everett a virou de frente para a árvore, fez ela empinar a bunda redonda e firme e levantou uma das pernas dela, apoiando o pé dela no tronco. Cuspiu na mão, passou no pau e meteu tudo na buceta de uma única estocada profunda. O calor apertado o envolveu como um punho molhado. Harriet arqueou as costas, os dedos cravando na casca da árvore, e deixou escapar um gemido abafado.
Ele começou a meter com força controlada, o barulho molhado de pele contra pele ecoando baixo no jardim escuro. Cada estocada fazia a bunda dela tremer, as coxas grossas brilhando com o mel que escorria. Everett segurava o quadril largo com uma mão e os cabelos castanhos com a outra, puxando a cabeça dela para trás como rédea enquanto acelerava.
De repente, vozes se aproximaram. Petra chamando o nome dele lá de perto da piscina, rindo com alguém. Harriet congelou, o corpo inteiro tenso, a buceta apertando o pau dele ainda mais forte com o susto. Everett parou completamente, enterrado até o talo dentro dela, o coração martelando no peito. Os dois ficaram imóveis, respirando pela boca, o pau latejando dentro da buceta quente enquanto os passos passavam a uns vinte metros de distância. O risco deixou Harriet ainda mais encharcada; ele sentiu um novo jorro de mel escorrer pelas bolas dele.
Quando as vozes sumiram, o tesão explodiu. Everett retomou as estocadas com fúria, agora mais brutas, batendo fundo. Harriet rebolava para trás, empinando mais, sussurrando entre gemidos abafados:
— Isso… me fode enquanto sua mulher procura você. Eu sou uma puta traidora. Mete mais fundo. Quero gozar com seu pau me destruindo.
Ele tirou da buceta e mirou o cu. O anelzinho ainda estava relaxado da foda anterior. Cuspiu novamente e empurrou. O cu dela engoliu o pau centímetro a centímetro até as bolas encostarem na buceta encharcada. O aperto era insano, quente, pulsante. Everett começou a comer o cu com estocadas longas e fortes, uma mão descendo para esfregar o clitóris dela enquanto a outra tampava a boca de Harriet, que agora gemia sem controle.
— Toma no cu, vadia do Sergio. Aperta essa rola. Goza com o pau do melhor amigo do seu marido enterrado no seu rabo — rosnou ele baixinho no ouvido dela.
Harriet tremeu violentamente. O orgasmo a acertou como um soco. O cu apertou tanto que quase expulsou o pau dele, a buceta jorrando um esguicho fino que molhou as pernas dele e a grama. O corpo inteiro convulsionava, os seios balançando livres do decote, mamilos duros roçando na casca áspera da árvore. Ela mordeu a mão dele para não gritar o nome dele.
Everett não parou. Virou ela de frente, levantou as duas pernas dela, cruzando-as na própria cintura e meteu de novo na buceta, fodendo em pé contra a árvore. Os seios grandes pulavam no rosto dele. Ele chupou um mamilo com força, mordendo de leve, enquanto estocava sem piedade. Harriet segurava nos ombros dele, unhas cravadas, rebolando o quadril no ritmo das investidas.
— Eu vou gozar de novo… não para… me enche toda — pediu ela, a voz falhando.
O segundo orgasmo veio mais forte. Harriet enterrou o rosto no pescoço dele, o corpo sacudindo, a buceta contraindo em espasmos longos enquanto ela gozava abundantemente, mel escorrendo pelos dois. O aperto ordenhou o pau de Everett até o limite. Ele sentiu as bolas subirem, o orgasmo subindo pela coluna.
Com um grunhido rouco, ele a colocou de joelhos na grama. Harriet abriu a boca, língua para fora, olhos molhados de tesão olhando para cima. Ele segurou os cabelos dela e gozou forte. Jatos grossos, quentes e brancos acertaram a língua, os seios fartos, o queixo e as bochechas. Ela engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo decote enquanto lambia os lábios com prazer safado.
Os dois ficaram ofegantes, suados, sujos de terra, porra e mel. Harriet se levantou devagar, ajustou o vestido o melhor que pôde, limpando o rosto e o peito com as mãos trêmulas. Olhou para Everett com um sorriso perigoso, os olhos ainda brilhando, mas não disse mais nada. Apenas passou o polegar no canto da boca, recolheu um resto de porra e lambeu devagar, mantendo o olhar fixo nele. Depois virou e caminhou de volta para a casa, o andar um pouco instável, a silhueta desaparecendo entre as árvores.
Everett ficou sozinho.
Encostado no tronco áspero, o pau ainda meio duro para fora da calça, ele não se mexeu. O jardim estava completamente vazio agora. Os últimos carros tinham ido embora. As lanternas ainda balançavam, mas não havia mais vozes, nem risadas, nem passos. Apenas o vento leve roçando as folhas das árvores, o canto solitário de um grilo distante e o som muito baixo da respiração dele, que aos poucos voltava ao normal. A noite se fechou ao seu redor como um manto pesado e silencioso. Nenhum pensamento, nenhuma culpa, nenhum desejo falou mais alto. Apenas o silêncio absoluto da madrugada campestre, profundo e completo, enquanto a lua iluminava fracamente a grama amassada onde tudo havia acontecido. Tudo se dissolveu ali, quieto, sem uma única palavra.
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