Divórcio da Vizinha no Forno Antes do Amanhecer
O vizinho divorciado fode o cu virgem da vizinha Carla.
Eu sou o Sullivan, o vizinho divorciado do 402 que não consegue dormir desde que a Yvonne me largou. Três da manhã no relógio do fogão, eu andava de um lado pro outro na sala de cueca, com a televisão muda piscando um filme qualquer, quando a campainha tocou baixo, insistente. Abri a porta e lá estava a Carla, a gostosa casada do apartamento ao lado, de shortinho de algodão e camiseta larga, o rosto inchado de choro, o cabelo preso de qualquer jeito.
—Sullivan… posso entrar? —a voz dela saiu rouca.— Acabei de descobrir. O Theo me trai há meses. Mensagens, fotos, hotel. Quero o divórcio. Não aguento mais ficar lá dentro.
Deixei ela passar. Sentei no sofá com ela e ela desabafou sem filtro: as conversas que leu no celular do marido, a amante, a mentira de “trabalho até tarde”. Eu só escutava, ofereci água, um cigarro que ela recusou. O perfume dela misturado com cheiro de lágrima e sabonete barato subia. Em algum momento o papo mudou de tom. Ela limpou o nariz com a barra da camiseta, olhou pra mim de viés e riu sem graça.
—Você sempre me olhou diferente no elevador. Eu também. Faz tempo que fantasio com você, Sullivan. Com essa boca, com essas mãos. Hoje eu não quero consolo mole. Quero sentir uma coisa que o Theo nunca me deu. Quero levar no cu com vontade. Quero que doa e que seja bom. Antes do sol nascer. Você topa?
O sangue desceu todo pro pau na hora. Confessei que desde a festa de confraternização do prédio eu batia punheta pensando nela. Que o divórcio me deixara faminto e ela era a mulher que eu mais desejava no corredor. A tensão subiu rápida. Ela pediu um abraço. Aproximei o corpo e ela se encaixou contra o meu peito, os seios macios pressionando a pele nua. Depois pediu um beijo. A boca dela veio salgada de choro e quente de pressa; a língua dela enroscou na minha com fome. Em segundos ela já se esfregava em mim, gemendo baixinho contra a boca, o shortinho subindo nas coxas grossas.
Passei a mão por baixo do tecido fino. A calcinha dela estava encharcada na buceta, mas fui direto pro cuzinho. O furinho piscava sob o dedo, apertado, virgem de verdade. Brinquei em círculos, apertando de leve, enquanto ela descia a cabeça, puxava minha cueca e engolia meu pau com fome. A boca quente subia e descia, a saliva escorrendo até o saco, e ela confessa entre boquetes:
—Quero dar o rabo virgem pra você antes do sol nascer… abre esse cu gostoso pra mim, Sullivan… por favor… mete o dedo, abre.
Enfiei a ponta do dedo médio no cuzinho dela devagar. Ela gemeu com o pau ainda na garganta, o corpo tremendo. O desejo era tão mútuo e explícito que ela mesma puxou meu pulso, mandando eu abrir mais, enquanto chupava com vontade, babando, olhando pra cima com os olhos vermelhos de choro antigo e tesão novo.
Levantei ela no colo e carreguei pro quarto. Joguei no colchão de bruços, puxei o short e a calcinha de uma vez só. O rabo redondo e macio ficou exposto, o cuzinho rosado contraído. Ajoelhei atrás, abri as nádegas com as duas mãos e lameei. A língua entrou fundo no rabo dela, chupando, lambendo em círculos, enfiando até o queixo molhar. Carla gemía abafado no travesseiro, pedindo mais, empurrando o cu contra a minha cara.
—Isso… língua fundo… abre… caralho, Sullivan…
Quando ela já gemia sem parar, virei de quatro, montei atrás e enfiei o pau inteiro na buceta molhada de uma só vez. Fodi forte pra ela relaxar, o barulho molhado enchendo o quarto, as mãos nela na cintura, o cu piscando bem na minha cara a cada estocada. Ela gozou rápido na buceta, escorrendo nas minhas bolas, pedindo pro cu agora.
Passei a glande no furinho, empurrei devagar. O anel apertou, ardeu pra ela; ela xingou baixinho, pediu pra ir devagar, depois pediu pra eu não parar. Fui entrando centímetro por centímetro até o pau sumir inteiro no cu virgem. Fiquei parado sentindo ela pulsar em volta, o cu quente e estreito me engolindo. Comecei a meter devagar, depois mais fundo, até ela aguentar tudo e começar a rebolar sozinha.
—Agora com força… fode meu cu… arromba…
Puxei ela pra cima, montei na cavalgada invertida: ela de costas pra mim, sentada no pau, as pernas abertas. Ela mesma abria as nádegas com as duas mãos, mostrando o cu esticado em volta do meu pau grosso, e mandava eu gozar dentro do rabo.
—Goza no meu cu, Sullivan… enche… quero pingando amanhã quando for assinar os papéis…
Embrulhei os braços nela, meti pra cima com força, o pau sumindo e aparecendo no cu arrombado. Ela gozou de novo, o corpo inteiro em espasmo, o cu contraindo tão forte que me arrancou o gozo. Gozei fundo, jatos quentes enchendo o rabo dela, grosso, enquanto ela se mexia devagar pra tirar até a última gota. Caímos de lado suados. Ela ficou de bruços no colchão, o cu aberto, arrombado, pingando porra branca que escorria pela buceta e molhava o lençol. Me puxou pra um beijo molhado, salgado, lento.
—Amanhã eu volto pra assinar os papéis do divórcio —sussurrou contra a minha boca.— E pra levar outra surra no rabo antes do café da manhã. Combinado?
Beijei a testa dela, limpei o suor do pescoço com o lençol. Ela se vestiu devagar, o shortinho manchado por dentro, me deu mais um beijo na porta e sumiu no corredor silencioso do prédio. Fiquei sozinho na cama fedendo a sexo, o gosto dela ainda na língua, a porra secando no meu pau. O relógio marcava quase cinco. Do lado de lá da parede ouvi a porta dela fechar e, depois, um soluço abafado que não era de prazer. Pensei na Yvonne, no Theo, nos papéis, no fato de eu ter acabado de foder o cu da vizinha casada três horas depois dela descobrir a traição. O tesão ainda latejava, mas algo pesado se instalou no peito: será que eu fui só o primeiro erro dela na lista do divórcio? Será que amanhã de manhã ela vai olhar pra mim no elevador e se arrepender de ter me dado o rabo virgem como se fosse remédio? Apaguei a luz e fiquei de olho aberto no escuro, com a dúvida latejando mais alto que o resto.
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