Ex-Namorada na Piscina Depois da Meia-Noite

Ex-namorada provoca Hugo na piscina e leva no cu.

4 min read August 29, 2026New

No setup, eu sou o Hugo e conto como rolou.

Depois de um ano separado da Luana, esbarrei com ela numa festa na casa de uns amigos em comum. Quase duas da manhã. A maioria da galera já tava porcaria ou dormindo nos sofás. Eu saí pro quintal pra fumar e dar uma respirada. A piscina tava vazia, só a luz subaquática azulada batendo na água quente, fazendo aqueles reflexos preguiçosos na parede. E lá estava ela, sentada na beira, pernas balançando na água, vestido curto colado no corpo. Luana. Minha ex. A mulher com quem eu fodia de um jeito que nunca mais consegui repetir com mais ninguém.

Ela me viu e sorriu daquele jeito safado que eu conhecia de cor.

— Olha só quem apareceu. Sumiu, Hugo?

— Sumi porra nenhuma. Você que sumiu depois da gente terminar.

Cheguei perto, sentei do lado. O cheiro dela — aquele perfume barato misturado com cloro e suor — me bateu na cara e meu pau já deu um pulo traidor na sunga. A gente começou a provocar. Ela falou baixo, quase no meu ouvido:

— Sabe o que eu mais sinto falta? Da gente fodendo. Você enfiava gostoso. Lembra daquela vez no banheiro da festa do Felix? Eu gozei três vezes seguidas.

— Lembro. Você gritava meu nome com a mão na boca. Eu também sinto falta do seu cu apertando meu pau até doer.

A tensão subiu na hora. Os dois sabíamos. Quase um ano sem se tocar e o tesão tava ali, cru, pulsando. Os olhos dela brilharam na luz da piscina. Eu queria meter nela naquele segundo. Ela queria levar.

A escalada foi rápida e sem vergonha. Luana se levantou, abriu o shortinho jeans e deixou cair no chão molhado. Ficou só de biquíni preto, o tecido molhado marcando os peitos e a buceta. O corpo dela tava ainda mais gostoso — peitos firmes, cintura fina, bunda redonda que eu já tinha chupado dezenas de vezes.

— Entra. A água tá quente. Ou você tá com medo de ficar duro na minha frente de novo?

Eu tirei a camisa, entrei de sunga. A água batia na cintura. Ela veio até mim, devagar, sorrindo. As mãos se tocaram primeiro por baixo d’água — dedos nos meus braços, na minha barriga, e depois a mão dela fechou em volta do meu pau já duro, apertando por cima do tecido.

— Porra, Luana…

— Tô com saudade de levar no cu. Saudade do seu pau me abrindo devagar. Ninguém mais me fode o cu como você. Quer repetir?

Fiquei louco. O sangue desceu tudo pro pau. Decidimos ali, sem enrolação. Os dois queriam demais. Ninguém ia aparecer naquela hora. A festa tava morta lá dentro.

No clímax eu não perdi tempo. Puxei o nó do biquíni dela, tirei a parte de cima. Os peitos saltaram, mamilos duros, escuros. Chupei um, depois o outro, mordendo de leve enquanto a mão direita descia pelas costas, passava pela bunda e enfiava dois dedos no cuzinho dela debaixo d’água. Ela tava molhada, o cu se abrindo aos poucos pro meu toque. Luana gemeu no meu pescoço, rebolando nos dedos.

— Assim… abre ele pra mim, Hugo. Porra, que delícia.

Virei ela de costas, apoiei as mãos dela na borda da piscina. A bunda dela ficou pra fora da água quase toda, molhada, brilhando. Eu me agachei, abri as nádegas e lambi o cuzinho. Língua fundo, chupando, molhando, saindo e entrando. Ela tremia, gemia alto demais pro horário.

— Mete a língua… assim… caralho, chupa meu cu.

Quando ela tava pedindo mais, me levantei, puxei a sunga, alinhei o pau grosso na entrada apertada e enfiei bem devagar, em pé, na água. O cu dela engoliu a cabeça primeiro, depois o resto, centímetro por centímetro. Quente, apertado, perfeito. Eu gemia baixinho enquanto entrava até o fundo.

— Porra, que cu gostoso… ainda aperta igual.

Troquei pra posição de cachorrinho na borda. Ela de quatro, peitos apoiados no azulejo frio, eu atrás metendo fundo e forte. A cada estocada a água batia, o barulho molhado misturava com os gemidos dela. Luana rebolava pra trás, pedindo:

— Mete mais forte. Goza dentro do meu cu. Quero sentir você gozando fundo. Me fode, Hugo, me fode esse cu que é seu.

Eu metia sem dó, segurando o cabelo dela, olhando o pau sumindo e voltando no cuzinho rosado. A mão dela desceu e começou a esfregar o clitóris com força. O corpo dela tremeu inteiro. Eu senti o cu apertar em volta do meu pau numa onda, e gozei junto — jatos quentes bem no fundo do cu dela enquanto ela gozava esfregando, gemendo meu nome, a buceta pulsando na água.

Ficamos abraçados dentro da piscina depois, meu pau ainda latejando dentro do cu dela, os dois ofegantes, a água quente esfriando devagar ao redor. Eu beijei o ombro dela, ela riu baixinho contra meu peito.

— Porra… a gente ainda fode igual dois viciados.

Eu tirei devagar, o pau saindo com um barulhinho nojento e delicioso, e olhei pro céu estrelado meio embriagado de tesão. Aí veio a sacada:

— Beleza… agora a gente gozou, se abraçou, fez as pazes pelo cu… e quem caralhos vai explicar pro dono da casa o porquê tem camisinha nenhuma e a água da piscina tá com cheiro de gozo e perfume barato da minha ex às duas e meia da manhã?

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