Cruzando o Mar com o Desejo do Estranho
Yara, 32 anos, casada, vira putinha do marido Marco, 35, sendo arrombada pelo pau do estranho Sergio, 38, no cruzeiro.
O navio cortava as ondas escuras do Atlântico com um balanço suave que parecia acompanhar o ritmo acelerado do coração de Yara. Aos 32 anos, casada com Marco havia doze, ela nunca havia imaginado que aquela viagem de cruzeiro se transformaria na realização de uma fantasia que antes existia apenas em sussurros noturnos. Marco, seu marido de 35 anos, executivo de uma construtora em São Paulo, sempre confessara, com os olhos brilhando de tesão, que sonhava em vê-la virar putinha de outro homem. “Quero te ver sendo arrombada por um pau estranho enquanto eu assisto”, ele repetia no escuro do quarto, e Yara, molhada só de ouvir, acabava gozando nos dedos dele.
No salão de jantar iluminado por lustres de cristal, eles foram acomodados em uma mesa redonda. Foi quando Sergio apareceu. O brasileiro de 38 anos, que morava em Lisboa há quase uma década trabalhando como consultor financeiro, era alto, de ombros largos, peito largo e braços que esticavam o tecido da camisa social. Pele bronzeada, barba bem aparada e um olhar de quem já tinha comido muitas mulheres na vida. Quando ele apertou a mão de Yara, o polegar dele roçou de leve a palma dela, e ela sentiu um choque direto na buceta.
— Muito prazer, Yara. Você ilumina essa mesa toda — disse Sergio, a voz grave e calma, mantendo o contato visual um segundo além do necessário.
Marco sorriu, cúmplice, e puxou a cadeira para o homem se sentar.
— Senta com a gente, Sergio. Minha esposa adora conversar com gente interessante.
Durante o jantar, a química foi instantânea e perigosa. Yara ria das histórias de Sergio sobre viagens pela Europa, mas era o jeito como ele olhava para o decote dela que a deixava sem ar. O vestido preto justo marcava seus seios médios e empinados, a cintura fina e a bunda redonda que Marco tanto adorava. A cada vez que Sergio falava, seus olhos desciam até o vale entre os seios dela. Marco percebia tudo e incentivava, apertando a coxa da esposa por baixo da mesa.
— Ele tá te comendo com os olhos, amor — sussurrou Marco no ouvido dela enquanto Sergio pedia outra garrafa de vinho. — Tá molhada já, né?
Yara mordeu o lábio inferior e assentiu discretamente. Em sua mente, uma voz gritava: “Meu Deus, o que esse homem faria comigo? Marco realmente quer isso? Porque eu… eu quero. Quero pra caralho.”
Os flertes ficaram menos sutis. Sergio elogiou o perfume dela, depois o formato dos seus lábios. Marco riu baixo e falou:
— Sabe, Sergio, minha mulher fica ainda mais linda quando tá sendo desejada. E você parece saber desejar muito bem.
Sergio ergueu uma sobrancelha, surpreso com a franqueza, mas o canto da boca se curvou num sorriso predatório.
— Se vocês soubessem o quanto eu tô me controlando pra não imaginar Yara gemendo meu nome…
Yara sentiu o clitóris pulsar. A calcinha de renda já estava encharcada.
Depois do jantar, Sergio não perdeu tempo.
— Que tal uns drinques no bar do deque panorâmico? A noite tá linda, tem música ao vivo e o mar tá calmo. Quero continuar essa conversa.
Eles subiram. O vento morno batia no rosto de Yara, levantando o cabelo castanho longo. No bar iluminado por luzes baixas, pediram caipirinhas de limão. A conversa, que antes era leve, mergulhou rápido no proibido. Marco, depois do segundo copo, colocou as cartas na mesa com a voz rouca de excitação.
— Vou ser bem sincero, Sergio. Eu tenho uma tara antiga. Adoro a ideia de ver a Yara sendo possuída por outro cara. Quero ver ela virando putinha, gemendo alto, levando pau fundo enquanto eu assisto. E você… você parece o tipo perfeito pra realizar isso.
Yara sentiu o rosto queimar, mas a buceta contraiu de tesão. Ela olhou para Sergio e, sem pensar duas vezes, colocou a mão sobre o antebraço musculoso dele, apertando a carne dura.
— Ele não tá brincando — murmurou ela, a voz baixa e carregada. — Eu tô encharcada só de imaginar seu pau dentro de mim. Você me deixou assim o jantar inteiro.
A mão grande de Sergio desapareceu debaixo da toalha da mesa e subiu pela coxa macia de Yara até chegar na borda da calcinha. O dedo médio roçou o tecido molhado, pressionando o clitóris inchado por cima da renda. Yara abriu as pernas um pouco mais, permitindo. O toque era firme, experiente. Ele sentiu o quanto ela estava melada e sorriu.
— Caralho, Yara… sua bucetinha tá pedindo pra ser comida. Tá latejando.
Marco respirava pesado, o pau duro marcando a calça.
— Vamos pra nossa cabine. Agora. Os três. Sem jogo, sem enrolação. Quero ver minha mulher sendo arrombada por você, Sergio. Com meu consentimento total. Ela é minha, mas hoje ela vai ser sua putinha também.
Os olhos dos três se encontraram. Desejo puro, sem uma gota de álcool ou dúvida. Eles se levantaram e caminharam rápido pelos corredores do navio, mãos se tocando, respirações ofegantes. Assim que a porta da cabine luxuosa se fechou, o ar pareceu explodir.
Yara tirou o vestido num movimento só. Os seios saltaram livres, mamilos escuros e duros. A calcinha estava tão molhada que o tecido brilhava. Sergio tirou a camisa, revelando o tórax definido, depois a calça. O pau dele pulou para fora: grosso, comprido, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Era maior que o de Marco. Yara sentiu a boca salivar.
— De quatro. Agora — ordenou Sergio, a voz grave.
Yara obedeceu imediatamente, subindo na cama king size de quatro, empinando a bunda redonda. Marco sentou na poltrona ao lado, já com o pau pra fora, se masturbando devagar. Sergio se colocou na frente dela, segurando o pau pela base.
— Chupa, putinha do marido. Mostra pra ele como você quer meu pau.
Yara abriu a boca com vontade e engoliu metade do comprimento grosso. O gosto forte e masculino encheu sua língua. Ela chupou com fome, babando, fazendo barulho molhado de garganta, os olhos lacrimejando enquanto tentava engolir mais. Sergio segurava o cabelo dela e metia devagar na boca quente.
— Isso… assim mesmo. Que boca gulosa. Seu marido tá vendo tudo, Yara. Tá vendo como você vira puta rapidinho.
Depois de minutos de boquete intenso, Sergio saiu da frente dela, contornou a cama e se deitou de lado atrás de Yara, na posição de conchinha. Levantou uma das pernas dela bem alto e encostou a cabeça grossa na entrada encharcada. Com um gemido longo, ele empurrou e entrou inteiro. Yara gritou de prazer.
— Aaaah, caralho! Como é grosso… me enche toda!
Ele começou a meter fundo, ritmado, a mão segurando o seio dela e beliscando o mamilo. Cada estocada fazia um barulho molhado ecoar no quarto. Yara virava o rosto e gemia alto:
— Me fode, Sergio! Mais forte! Sou a putinha do Marco… me usa!
Marco, da poltrona, respirava pesado:
— Isso, amor. Toma esse pau. Goza pra ele. Quero ver você gozando no pau do estranho.
Sergio acelerou, metendo com força bruta, o saco batendo na bunda dela.
— Putinha do marido… sua buceta tá me apertando pra caralho. Você nasceu pra levar pau assim, né? Diz pra seu marido.
— Sim! Eu nasci pra isso… ai, vou gozar… não para!
Sergio mudou de posição de novo. Puxou Yara para a beira da cama, colocou-a de frente para Marco e levantou uma das pernas dela bem alto, quase em pé. O pau dele deslizou de novo para dentro da buceta inchada e vermelha. As estocadas agora eram brutais, profundas, o corpo dele batendo contra o dela com força. Yara olhava direto nos olhos do marido enquanto era comida.
— Olha pra ele, Yara. Mostra como você goza pra outro homem — rosnou Sergio.
O ângulo batia direto no ponto G. Yara sentiu o orgasmo subir como uma onda violenta. Seu corpo inteiro tremeu, a buceta contraiu forte em torno do pau grosso, e ela gozou gritando, esguichando um pouco nos lençóis, os gemidos roucos enchendo a cabine.
— Aaaahhh! Tô gozando! Porra, tô gozando no teu pau, Sergio!
Sentindo as contrações fortes, Sergio não aguentou. Segurou a coxa dela com força e meteu até o fundo, gozando dentro. Jatos quentes e grossos pintaram as paredes internas da buceta de Yara, enchendo-a até transbordar. Ele grunhiu alto, o corpo rígido de prazer.
Quando finalmente saiu de dentro dela, a porra branca escorreu pela coxa de Yara, pingando no chão. Ela estava ofegante, pernas trêmulas, olhos vidrados. Sergio a puxou para um beijo profundo, língua invadindo a boca dela enquanto Marco se aproximava por trás e abraçava a esposa, sentindo o corpo quente e suado.
— Obrigado pela noite incrível — murmurou Sergio contra os lábios dela, ainda passando a mão na bunda melada de porra. — Vocês são um casal foda.
Ele se vestiu devagar, mas antes de sair da cabine, olhou para os dois com um sorriso safado. Yara, ainda nua, suja e com a buceta latejando, sentiu o desejo voltar forte. Marco beijava seu pescoço, o pau dele duro novamente contra a bunda dela.
Sergio parou na porta, virando-se uma última vez.
— Amanhã tem mais mar pela frente… e eu ainda não terminei com vocês. Se quiserem, a putinha do marido ainda tem muito pra levar.
A porta se fechou. Yara olhou para Marco com os olhos ainda cheios de fogo e a buceta escorrendo porra alheia. O cruzeiro mal havia começado, e os dois sabiam que aquela noite era apenas o primeiro ato de algo muito maior. O desejo do estranho ainda queimava dentro dela — e Marco não via a hora de ver mais.
A porta mal tinha se fechado quando Yara sentiu as pernas fraquejarem de verdade. Aos 32 anos, casada com Marco havia doze, ela nunca havia experimentado um tesão tão cru, tão animal. A porra grossa de Sergio ainda escorria quente pela parte interna de suas coxas, um fio lento e pegajoso que descia até o tornozelo, marcando a pele bronzeada. Marco a envolveu por trás, os braços fortes do executivo de 35 anos apertando sua cintura, o pau dele latejando contra sua bunda ainda vermelha dos tapas.
— Porra, Yara… você virou uma putinha de verdade na frente dos meus olhos — sussurrou ele no ouvido dela, a voz rouca de excitação. — Vi sua buceta piscando em volta daquele pau estranho, vi você esguichar enquanto ele te arrombava. Eu quero mais. Quero ver ele te destruir de novo, amanhã, sem piedade.
Yara virou o rosto, os olhos castanhos ainda enevoados de prazer, e o beijou com fome, a língua invadindo a boca do marido enquanto sentia o sêmen de Sergio vazar mais. Em sua cabeça, os pensamentos eram um turbilhão: “Eu sou casada, tenho uma vida certinha em São Paulo, mas aqui nesse navio eu virei a vadia que o Marco sempre sonhou. E eu quero repetir. Quero aquele pau grosso me rasgando de novo, me fazendo esquecer meu próprio nome.” Eles caíram na cama juntos, Marco entrando nela devagar, sentindo a mistura quente e escorregadia deixada pelo outro homem. Foderam devagar, olhando nos olhos um do outro, mas era o nome de Sergio que escapava dos lábios dela a cada estocada. Gozaram juntos, colados, suados, prometendo que o dia seguinte seria ainda mais intenso.
O sol do meio-dia batia forte no deque panorâmico quando eles encontraram Sergio novamente. O consultor financeiro de 38 anos estava encostado na amurada, o corpo largo e bronzeado ainda mais evidente na camisa aberta que deixava à mostra os peitorais definidos. Yara vestia apenas um biquíni vermelho mínimo, o tecido fino mal cobrindo os mamilos escuros que já estavam duros só de vê-lo. A calcinha estava encharcada antes mesmo de ele abrir a boca.
— Bom dia, putinha do marido — disse Sergio com aquele sorriso predatório, a voz grave cortando o barulho das ondas. Ele puxou Yara pela cintura e a beijou ali mesmo, na frente de dezenas de passageiros, a língua dominando a dela enquanto a mão grande descia e apertava sua bunda por baixo do tecido. Marco observava, o pau marcando a bermuda, um sorriso cúmplice nos lábios.
— Ontem foi só o aquecimento, Sergio — falou Marco, a voz baixa para que só eles ouvissem. — Hoje eu quero ver você escalando tudo. Quero que você trate minha mulher como uma puta de aluguel. Quero que ela grite, que ela goze até chorar, que você arrombe essa buceta casada até ela não conseguir andar direito pelo navio.
Yara sentiu o clitóris pulsar forte só de ouvir. Ela apertou o antebraço musculoso de Sergio e murmurou, olhando nos olhos dele: — Eu ainda tô sentindo sua porra escorrendo de mim desde ontem. Me fode de novo. Me usa mais. Quero ser sua vadia particular nesse cruzeiro inteiro. Meu marido tá dando carta branca.
Eles mal terminaram os drinques. Os três desceram pelos corredores do navio com pressa, mãos se tocando, respirações curtas. Assim que a porta da cabine luxuosa bateu, o vestido de Yara foi arrancado num puxão só. Seus seios médios e empinados saltaram livres, mamilos duros como pedras. Sergio tirou a roupa devagar, revelando mais uma vez aquele pau grosso, veioso, a cabeça inchada brilhando. Era maior que o de Marco e ela já sabia exatamente como ele esticava suas paredes internas.
— De quatro, bem no meio da cama — ordenou Sergio, a voz grave carregada de domínio. — Quero que seu marido veja bem de perto como você vira puta rapidinho.
Yara obedeceu no mesmo instante, empinando a bunda redonda e separando os joelhos. Marco puxou a poltrona para mais perto, já com o pau pra fora, punhetando devagar. Sergio se ajoelhou atrás dela, deu dois tapas fortes que ecoaram no quarto, deixando as marcas rosadas na pele macia. Depois, sem aviso, enfiou a cara entre as nádegas dela, língua lambendo da buceta encharcada até o cuzinho franzido. Yara gemeu alto, empurrando a bunda contra o rosto dele.
— Caralho… que língua gostosa… me chupa toda, Sergio… — arfou ela. O prazer era tão intenso que suas pernas tremiam. Ele enfiou dois dedos grossos na buceta dela, bombeando rápido enquanto chupava o clitóris inchado com força. Yara gozou pela primeira vez em menos de dois minutos, um orgasmo rápido e molhado que fez seu mel escorrer pelo queixo dele. “Meu Deus, como ele sabe exatamente onde me tocar. Aos 32 anos eu nunca gozei tão fácil na boca de ninguém”, pensou ela, o rosto enterrado no travesseiro.
Sergio não deu descanso. Levantou, segurou o pau pela base e esfregou a cabeça grossa na entrada melada. Com um gemido rouco, empurrou tudo de uma vez. Yara gritou, os dedos agarrando os lençóis. — Aaaahhh, porra! Como é grosso… tá me abrindo inteira de novo!
Ele começou a meter com ritmo brutal, as mãos segurando os quadris dela com força, puxando-a contra si a cada estocada. O barulho molhado de buceta sendo arrombada enchia a cabine, misturado ao som distante das ondas batendo no casco do navio. Cada vez que o saco pesado dele batia contra o clitóris dela, Yara soltava um gemido agudo. Marco se aproximou, segurou o cabelo da esposa e fez ela virar o rosto para ele.
— Olha pra mim enquanto ele te fode, amor. Mostra pro seu marido como você vira putinha de verdade — exigiu Marco.
— Eu sou a putinha de vocês… ai, caralho… ele tá batendo tão fundo… tô sentindo ele no meu ventre! — respondeu Yara entre gemidos, os olhos marejados de tesão.
Sergio acelerou, dando tapas ritmados na bunda dela. — Essa buceta casada tá me apertando pra caralho. Você adora pau de estranho, né? Diz alto pra seu marido ouvir.
— Adoro! Eu adoro ser arrombada por você! Marco, olha como ele me usa… eu nasci pra levar essa pica grossa!
Sergio a puxou pelos cabelos, arqueando suas costas, e mudou o ângulo para bater direto no ponto G. Yara gozou pela segunda vez, o corpo inteiro sacudindo, a buceta contraindo tão forte que quase expulsou o pau dele. Um esguicho quente molhou as coxas de Sergio e escorreu até os lençóis. Ele riu baixo, safado.
— Isso, esguicha pra mim, vadia. Sua bucetinha tá virando uma fonte.
Ele a virou de lado, levantou uma das pernas dela bem alto e voltou a meter, agora mais lento mas profundo, girando o quadril para que ela sentisse cada centímetro. A mão livre dele beliscava o mamilo, depois descia para esfregar o clitóris inchado. Yara estava fora de si, gemendo sem parar, o suor escorrendo entre os seios. “Ele me possui como se eu fosse dele de verdade. E Marco ama ver isso. Eu me sinto tão suja, tão desejada, tão viva”, pensava ela enquanto outro orgasmo menor a atravessava.
Para escalar ainda mais, Sergio deitou de costas e mandou Yara subir em cima dele. Ela obedeceu, virando de frente para o marido. Sentou devagar no pau enorme, sentindo cada veia esticando suas paredes internas até o limite. Quando estava toda empalada, começou a cavalgar com vontade, os seios pulando, a bunda batendo contra as coxas dele. Marco se levantou, ficou na frente dela e enfiou o pau na boca da esposa enquanto ela continuava cavalgando Sergio.
— Chupa o pau do seu marido enquanto toma o meu, putinha — rosnou Sergio, segurando a cintura dela e metendo de baixo para cima com força.
Yara babava no pau de Marco, engasgando, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto. Os três corpos se moviam em sincronia, o ar pesado com cheiro de sexo, suor e porra. Ela gozou pela terceira vez assim, a buceta apertando o pau de Sergio como um punho quente e molhado.
Por fim, Sergio a jogou de costas na cama, colocou as pernas dela sobre os próprios ombros e a dobrou quase ao meio. O pau entrava tão fundo que Yara sentia ele bater no fundo do útero. As estocadas eram brutais agora, rápidas, precisas. O quarto ecoava com o som de carne contra carne e os gemidos roucos dela.
— Vou te encher de porra de novo, Yara. Vou deixar essa buceta transbordando pro seu marido ver — grunhiu Sergio, o suor pingando do peito dele nos seios dela.
— Goza dentro! Me enche toda! Sou sua putinha do mar! — gritou ela, olhando nos olhos de Marco.
O orgasmo os pegou juntos. Sergio enterrou o pau até o talo e explodiu, jatos grossos e quentes pintando as paredes internas da buceta de Yara. Ela convulsionou ao mesmo tempo, o corpo inteiro tremendo violentamente, outro esguicho misturado à porra dele jorrando para fora com cada contração. Os gemidos roucos dos dois se misturaram enquanto Marco assistia, punhetando até gozar no ventre da esposa.
Yara ficou ali, pernas abertas, o corpo mole e suado, a buceta aberta, vermelha e cheia de porra branca que escorria sem parar pelo lençol. O coração batia descontrolado, a mente flutuando num afterglow quente e denso, o desejo ainda queimando forte dentro dela enquanto o navio continuava cortando as ondas.
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