Dared to Claim Her Husband's Best Friend
A esposa safada se deixa desafiar e fode gostoso com o melhor amigo do marido na frente dele.
A sala de estar da casa de Leilani e Victor cheirava a vinho tinto barato, pipoca queimada e aquele perfume barato que Rafael sempre usava, um cheiro amadeirado que se misturava com o suor quente dos corpos depois de horas rindo alto. Era quase uma da manhã. As luzes baixas faziam as sombras dançarem nas paredes, e a mesa de centro estava uma bagunça de cartas, copos sujos e uma garrafa de cachaça quase no fundo. Leilani, de vinte e oito anos, estava sentada no sofá de couro com as pernas cruzadas, o short jeans colado na bunda gorda e a blusa fina marcando os peitos fartos sem sutiã. Os cabelos pretos soltos caíam pelos ombros, e ela ria da última piada de Rafael, aquele riso rouco que fazia os peitos tremerem.
Victor, o marido, estava na poltrona do lado, camisa aberta no peito cabeludo, sorrindo daquele jeito mole que só saía depois da terceira dose. Rafael, o melhor amigo dele desde a faculdade, ocupava o outro sofá, alto pra caralho, ombros largos esticando a camiseta preta, coxas musculosas abertas de um jeito descuidado. O cara era charmoso pra porra, sorriso fácil, olhos escuros que não desgrudavam de Leilani quando achava que ninguém via. Mas ela via. E molhava a calcinha cada vez que ele fazia isso.
— Verdade ou desafio, porra — disse Victor, virando o copo. A voz dele saiu mais grossa, carregada de álcool e de algo mais sujo. — Chega de brincadeirinha frouxa. Hoje a gente joga de verdade.
Leilani sentiu um frio gostoso na barriga. Olhou pro marido, depois pro Rafael. O amigo ergueu uma sobrancelha, o canto da boca puxando num sorrisinho.
— Pode vir, Victor. Eu topinho qualquer merda — falou Rafael, a voz grave vibrando no peito largo.
Victor riu baixo, mas o olhar dele ficou sério de repente, cravado na mulher. Ele girou a garrafa vazia no chão, e o bico parou apontando pra Leilani.
— Você, minha putinha linda. Verdade ou desafio?
O coração dela disparou. As coxas se apertaram sozinhas. Ela passou a língua nos lábios, sentindo o gosto do vinho.
— Desafio — respondeu, a voz já meio rouca. — Manda ver.
Victor se inclinou pra frente, cotovelos nos joelhos, e a confissão saiu como se estivesse arrancando algo de dentro do peito. O silêncio na sala ficou pesado, só o barulho do ar-condicionado e a respiração dos três.
— Eu quero ver você sendo fodida pelo Rafael. Na minha frente. Quero ver esse cu e essa buceta engolindo o pau grosso dele enquanto eu assisto. Sempre quis. Sempre fiquei duro imaginando ele te abrindo, te fazendo gemer daquele jeito sujo que você geme pra mim. Desafio você a... porra, a admitir que também quer. E a começar agora.
Leilani ficou parada, o ar sumindo dos pulmões. O rosto esquentou, mas não de vergonha — de tesão puro, daquele que escorre pela calcinha e deixa a buceta latejando. Ela olhou pra Rafael. O amigo estava imóvel, a mão esquerda apertando a própria coxa, o volume na calça jeans já marcando grosso e longo. Os olhos dele queimavam nela, escuros, famintos, mas esperando. Sem pressa. Consentimento claro no jeito que ele ergueu o queixo, como se dissesse “só se você quiser, safada”.
Ela quis. Porra, ela quis pra caralho. A porra da fantasia suja que às vezes vinha na hora de gozar, o marido gemendo no ouvido dela falando de outro pau, e agora estava ali, real, cheirando a homem e álcool.
— Eu quero — sussurrou Leilani, a voz falhando de tesão. Olhou de novo pro Rafael, depois pro marido. — Eu quero sentar nesse pau, Victor. Quero que ele me foda enquanto você vê. Tô molhada só de pensar.
Rafael soltou um gemido baixo, grosso, e passou a mão pelo pau por cima da calça, apertando. Victor sorriu, um sorriso torto, aliviado e excitado pra porra, o próprio volume já dureza total na bermuda.
— Porra, Leilani... — murmurou o marido. — Então vamos. Meu desafio pra você agora: beija ele. Beija o Rafael de verdade. Língua, dente, mão na porra toda. Quero ver você chupando a boca dele como se fosse a porra do pau.
A tensão na sala virou algo físico, quente, quase dá pra morder. Leilani se levantou do sofá. As pernas tremiam um pouco, o short subindo na bunda enquanto ela caminhava os poucos passos até Rafael. Ele abriu as pernas pra ela ficar entre elas, as mãos grandes subindo devagar pelas coxas dela, apertando a carne macia. Ela se inclinou, os peitos pesados balançando na blusa fina, os mamilos já duros roçando o tecido. O cheiro dele — suor limpo, perfume, cachaça — invadiu o nariz dela.
A boca dele encontrou a dela num beijo quente pra caralho. Não teve jeitinho. Línguas se enroscando na hora, molhadas, famintas. Rafael chupou o lábio inferior dela, mordeu de leve, e Leilani gemeu dentro da boca dele, a mão direita descendo pelo peito largo, sentindo o músculo duro por baixo da camiseta. A outra mão foi direto pro cabelo curto dele, puxando. O beijo virou amasso safado em segundos. As mãos grandes de Rafael subiram por baixo do short, apertando as nádegas dela por cima da calcinha já encharcada, os dedos afundando na carne. Ela sentiu o pau dele, duro pra porra, grosso, latejando contra a barriga dela quando ele a puxou pra ficar no colo, montada de frente.
— Porra... — ela ofegou contra a boca dele, rebolando de leve, a buceta molhada esfregando no volume da calça. Sentiu cada centímetro daquela porra dura, quente mesmo por cima do jeans. A calcinha colada, o clitóris latejando. — Caralho, Rafael, que pau grosso...
Victor estava de pé agora, ao lado deles, a mão dentro da bermuda masturbando o próprio pau devagar, os olhos vidrados na cena. A voz dele saiu rouca, suja, incentivando.
— Isso, esposa. Chupa a língua dele. Sente esse pau. Eu sempre sonhei com isso, porra. Sempre imaginei você se esfregando nele, gemendo igual puta. Continua. Mão nele. Aperta esse pau que vai te foder.
Leilani obedeceu, a mão descendo entre os corpos, abrindo o botão da calça de Rafael com pressa. O zíper desceu e o pau dele saltou pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra pré-gozo. Ela envolveu com a mão, mal conseguindo fechar os dedos, e puxou a pele pra baixo, sentindo o calor, o peso. Rafael gemeu grosso na boca dela, as mãos agora por baixo da blusa, apertando os peitos pesados, beliscando os mamilos duros até ela arquejar.
O beijo ficou mais sujo ainda. Línguas se chocando, saliva escorrendo no queixo dela. Ela rebolava no colo dele, a bunda rebolando, o short puxado pro lado pela mão grossa de Rafael que já enfiava dois dedos por baixo da calcinha, abrindo os lábios molhados da buceta, esfregando o clitóris inchado. O barulho molhado dos dedos dele entrando e saindo encheu a sala. Leilani gemia sem parar, a boca colada na dele, a mão bombando o pau grosso, sentindo ele latejar contra a palma.
— Porra, Victor, olha ela — rosnou Rafael, a voz quebrada de tesão, os dedos fodendo a buceta dela devagar, fundo. — Tá escorrendo na minha mão. Que buceta gulosa.
— Eu sei — respondeu o marido, masturbando mais rápido, o pau vermelho, a cabeça brilhando. — Sempre soube que ela ia ficar assim. Leilani, minha puta... confesso, eu gozo só de imaginar ele te comendo. Quero ver ele te abrindo. Quero ouvir você pedindo.
Leilani estava fora de si. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertando os dedos de Rafael, o pau dele latejando na mão dela, o cheiro de sexo já dominando a sala. Ela se afastou um pouco do beijo, saliva ligando as bocas, os olhos vidrados, a boca inchada. Olhou pro marido, depois pro amigo, a voz saindo alta, explícita, sem vergonha nenhuma.
— Me leva pro quarto. Vocês dois. Agora. Quero o pau do Rafael me fodendo enquanto você assiste, Victor. Quero ele me comendo gostoso, fundo, me fazendo gozar na frente de você. Porra, tô pedindo. Me levem pra cama e me usem.
Rafael tirou os dedos da buceta dela, brilhando de porra dela, e levou à boca, chupando o gosto dela com um gemido. Victor soltou o próprio pau e se aproximou, a mão no cabelo da mulher, puxando a cabeça dela pra trás num beijo rápido e sujo, sentindo o gosto de Rafael na boca da esposa.
— Quarto. Agora — mandou Victor, a voz grossa de comando e tesão.
Leilani se levantou do colo de Rafael de pernas bambas, o short descendo um pouco, a calcinha encharcada colada na buceta inchada. Rafael se levantou atrás dela, o pau ainda pra fora, grosso e pingando, a mão grande na cintura dela, guiando. Victor na frente, abrindo o caminho pelo corredor escuro. Os três caminhando em direção ao quarto, a respiração pesada, o cheiro de buceta molhada e pau duro no ar, a porta do quarto ainda fechada à frente, a cama grande esperando, a noite só começando e o corpo de Leilani já latejando de vontade de ser aberta, fodida, reclamada na frente do marido que tanto pediu por aquilo.
A porta do quarto bateu contra a parede quando Victor a empurrou com o ombro. A cama king size ocupava o centro, lençóis bagunçados de manhã ainda, abajures baixos jogando luz amarelada nas paredes. Leilani entrou primeiro, as pernas bambas, o short já descendo pelos quadris gordos. Rafael veio atrás, o pau grosso ainda pra fora, balançando pesado a cada passo, a camiseta preta grudada no peito suado. Victor fechou a porta e se encostou nela, a mão já de volta dentro da bermuda, puxando o próprio pau pra fora e masturbando devagar, os olhos escuros fixos na mulher.
— Tira tudo — mandou Victor, a voz rouca. — Quero ver essa puta nua pra ele.
Leilani puxou a blusa fina por cima da cabeça. Os peitos fartos saltaram livres, mamilos escuros e duros, pesados, balançando. O short e a calcinha encharcada desceram juntos, escorrendo pelas coxas grossas até o chão. Ela ficou nua, a buceta inchada, os lábios molhados brilhando à luz. Rafael tirou a camiseta e a calça num movimento só, ficando pelado, o corpo alto e largo, o pau latejando vertical, veias grossas, a cabeça vermelha pingando pré-gozo. O cheiro de sexo já enchia o quarto — buceta molhada, suor, porra.
Ela se ajoelhou na beira da cama sem precisar de ordem. As mãos grandes de Rafael enroscaram no cabelo preto dela e puxaram a cabeça pra frente. Leilani abriu a boca e engoliu a cabeça grossa de uma vez, a língua achatada por baixo, chupando com vontade. O gosto salgado invadiu a boca. Ela desceu mais, as bochechas côncavas, engolindo metade daquele pau grosso até a garganta reclamar. Saliva escorreu pelo queixo, pingando nos peitos. Ela chupava com fome, a cabeça vai e vem, a mão esquerda apertando o saco pesado, a direita bombando a base que não cabia.
Victor gemía baixinho do lado, o punho subindo e descendo no pau dele, mais fino que o do amigo, mas duro pra porra. — Isso, esposa. Chupa esse pau. Olha o tamanho da porra que vai te foder. Suga fundo. Quero ouvir o barulho.
Leilani gemeu em volta do pau, o som vibrando. Olhou de lado pro marido enquanto a boca trabalha, os olhos marejados de esforço, saliva ligando os lábios à cabeça grossa cada vez que ela puxava pra trás. Rafael empurrava devagar a garganta dela, não forçando, só entregando. — Porra, Leilani... sua boca é quente pra caralho — rosnou ele. — Chupa mais. Usa a língua nessa veia.
Ela obedeceu, lambendo a parte de baixo inteira, chupando só a cabeça com força, depois engolindo de novo até o nariz quase tocar a base. A buceta dela pingava no chão entre os joelhos. Victor se aproximou, a mão livre no cabelo dela também, controlando o ritmo junto com Rafael. — Mais fundo. Engasga nele. Mostra pra mim como você chupa pau de amante.
Quando a saliva já escorria até os peitos e o pau de Rafael latejava prestes a gozar cedo demais, ele puxou o cabelo dela pra trás. O pau saiu da boca com um estalo molhado, um fio de saliva e porra ligando a língua dela à cabeça brilhante.
— De quatro. Agora — mandou Rafael.
Leilani subiu na cama de quatro, a bunda gorda erguida, as costas arqueadas, a buceta aberta e brilhando entre as coxas. Rafael se posicionou atrás, as mãos enormes abrindo as nádegas, o polegar esfregando o cu apertado só por provocação. Ele encaixou a cabeça grossa na entrada molhada e enterrou de uma estocada só, fundo, até as bolas baterem nela. Leilani gritou, o som alto, a buceta se abrindo violentamente em volta daquele pau grosso.
— Caralho! — ela gemeu, a cabeça enterrada no travesseiro. — Que pau grosso, porra!
Rafael não deu tempo. Segurou a cintura dela com força e começou a foder de verdade, estocadas brutais, rápidas, o som molhado de pele batendo em pele enchendo o quarto. A cama balançava. Cada investida fazia os peitos dela balançarem pra frente, a bunda tremendo. Ele puxava quase todo pra fora e enfiava de novo até o fundo, batendo no colo do útero.
— Amante... — Leilani gritou alto, a voz quebrada. — Me fode, amante! Usa essa buceta, porra! Mais forte!
Victor estava de joelhos na cama do lado, masturbando o pau com força, os olhos vidrados na cena do amigo destruindo a esposa. — Isso. Chama ele de amante. Deixa ele te arrebentar. Olha como ela engole esse pau, Rafael. Sempre soube que ela ia gemer assim pra você.
Rafael segurou o cabelo preto dela numa mecha e puxou a cabeça pra trás, fodendo ainda mais fundo, as estocadas secas e brutais. Leilani gozou ali mesmo, a buceta contraindo violentamente, esguichando um pouco nas coxas dele, o corpo inteiro tremendo. — Porra, tô gozando no pau do amante! Victor, olha!
Ele não parou. Continuou martelando enquanto ela gozava, estendendo o orgasmo até ela gritar de novo, a voz rouca. Quando as pernas dela quase cederam, Rafael saiu de dentro de uma vez, o pau brilhando de porra dela, e se deitou de costas na cama.
— Sobe. Cavalga.
Leilani se virou com pressa, montou nele de frente, os joelhos dos dois lados das coxas largas. Segurou o pau grosso com as duas mãos, encaixou na buceta ainda latejando e desceu de uma vez, engolindo tudo. Um gemido longo saiu da garganta dos dois. Ela plantou as mãos no peito suado dele e começou a quicar com força, a bunda batendo nas coxas dele, os peitos fartos pulando pra cima e pra baixo, mamilos duros. Cada descida ela rebolava, esfregando o clitóris na base, subindo quase até a cabeça sair e descendo com tudo de novo.
— Olha esses peitos — rosnou Rafael, as mãos subindo pra apertar e beliscar os mamilos enquanto ela cavalgava. — Quica mais forte, puta. Me usa.
Leilani acelerou, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida, o pau grosso distendendo ela por completo. Suor escorria entre os peitos. Ela olhou pro marido, que masturbava mais rápido agora, a mão molhada de pré-gozo. — Victor... tô fodendo o pau do seu amigo... ele tá tão fundo... olha eu quicando pra ele.
— Continua — ordenou Victor, a voz quebrada. — Goza de novo nele. Quero ver.
Ela gozou outra vez montada, o corpo travando, a buceta espremendo o pau de Rafael em espasmos fortes, gemendo alto sem parar, os peitos tremendo. Rafael segurou a cintura dela e empurrou pra cima algumas vezes, prolongando, até ela ficar mole por cima dele, ofegante.
Ainda com o pau dentro, Rafael rolou os dois de lado. Leilani ficou deitada de lado de frente pro marido, uma perna embaixo, a outra erguida. Victor se aproximou na hora, as mãos agarrando a perna de cima dela e puxando pra abrir ainda mais, segurando firme, mantendo a buceta exposta e aberta pro amigo. Rafael enfiou de lado com força, o ângulo fundo, as estocadas longas e intensas, o pau sumindo e aparecendo brilhante entre os lábios inchados dela.
— Segura assim — pediu Rafael, fodendo sem piedade. — Abre ela pra mim.
Victor segurava as duas pernas agora, puxando-as abertas, o rosto perto, vendo de perto o pau grosso do melhor amigo entrar e sair da buceta da esposa. Leilani gemia sem parar, uma mão no próprio clitóris esfregando rápido, a outra no braço do marido. — Mais fundo, amante... me fode de lado... Victor, segura... porra, tô gozando de novo!
Ela gozou a terceira vez, o corpo se contorcendo entre os dois homens, a buceta pulsando violentamente em volta do pau de Rafael. Ele continuou, as estocadas ficando irregulares, mais profundas, o saco batendo nela. Victor masturbava o pau quase na cara dela, gemendo sujo.
— Dentro — rosnou Victor. — Goza dentro dela. Marca essa buceta. Quero ver escorrendo.
Rafael empurrou até o fundo uma última vez e gozou com um gemido grosso, jatos quentes e grossos enchendo a buceta de Leilani, pulsando, marcando território. Ela sentiu cada porrada de porra, a temperatura, o volume, e gozou mais uma vez fraca só de sentir o amante gozando nela na frente do marido. Rafael ficou enterrado fundo, o pau latejando, soltando os últimos jatos enquanto Leilani contraía em volta dele, espremendo tudo pra dentro.
O quarto cheirava a sexo puro, suor e porra. Rafael saiu devagar, o pau ainda semi-duro, e a porra branca e grossa começou a escorrer imediatamente da buceta aberta de Leilani, descendo pela coxa interna enquanto Victor ainda segurava as pernas abertas, olhando tudo, o próprio pau latejando sem ter gozado ainda. Leilani ofegava de lado, o corpo mole, a buceta latejando e vazando, os olhos vidrados entre os dois homens. O peito dela subia e descia rápido. Rafael passou a mão pela bunda dela, espalhando a própria porra que escorria, e Victor soltou um gemido baixo, ainda duro pra caralho, a noite longe de acabar e o olhar dos três já prometendo a próxima rodada.
Rafael saiu devagar da buceta latejante de Leilani, o pau ainda semi-duro brilhando de porra misturada, e o creme grosso escorreu imediatamente pela fenda inchada, descendo em fios pegajosos pela coxa interna enquanto Victor segurava as pernas dela abertas com força. O cheiro de sexo puro — porra quente, buceta arrombada, suor — impregnava o quarto. Leilani ofegava de lado, o corpo mole e tremente, a buceta pulsando e vazando, os peitos pesados subindo e descendo rápidos. Victor ainda duro pra caralho, o pau vermelho latejando na mão, se aproximou mais, o rosto quase colado na buceta destruída da esposa.
— Olha essa bagunça — rosnou Victor, a voz rouca de tesão reprimido. Ele soltou uma das pernas dela só pra enfiar dois dedos na buceta cheia, empurrando a porra do amigo de volta pra dentro, remexendo fundo, ouvindo o barulho molhado. — Tá toda marcada pelo pau do Rafael. Porra, Leilani, você engoliu tudinho.
Ela gemeu alto, a buceta contraindo nos dedos do marido, espremendo mais porra pra fora. O clitóris ainda inchado latejava. Interiormente ela pensava na putaria que tinha acabado de rolar: o pau grosso do amante abrindo ela na frente do marido, os gozos violentos, a sensação quente jorrando fundo. Queria mais. Queria o pau do Victor agora, sujo da porra do outro.
— Mete, marido — pediu ela, a voz quebrada, safada. — Fode essa buceta cheia. Sente a porra dele escorrendo no seu pau. Usa tua puta.
Victor não hesitou. Ele se encaixou entre as coxas dela, a cabeça do pau deslizando na entrada escorregadia, e enterrou de uma estocada só. O pau dele sumiu na buceta já arrombada e cremosa, o atrito molhado e quente fazendo os dois gemerem juntos. Rafael, ainda deitado ao lado, observava com o pau semi-duro na mão, acariciando devagar, o sorriso sujo no rosto.
— Isso, Victor — falou Rafael, a voz grave. — Mete fundo nessa puta. Sente como eu deixei ela frouxa e molhada pra você.
Victor fodeu com força, estocadas profundas e rápidas, a porra do amigo fazendo barulho a cada investida, espirrando um pouco pra fora a cada puxada. A cama balançava de novo. Leilani gritava, uma mão no próprio peito apertando o mamilo, a outra no braço do marido. Ela rebolava de encontro, a bunda batendo, a buceta ainda sensível engolindo tudo.
— Caralho, tá escorrendo tanto — gemeu Victor, fodendo sem piedade, o saco batendo nela. — Sua buceta tá uma porcaria deliciosa, cheia da porra do meu amigo. Goza de novo pra mim, puta. Quero sentir você apertar.
Leilani esfregou o clitóris com força enquanto o marido martelava. O orgasmo veio rápido, violento, o corpo travando, a buceta esguichando um pouco em volta do pau dele, misturando fluidos. Ela gritou o nome dos dois, a mente branca de tesão. Victor não parou. Continuou arrombando até as estocadas ficarem irregulares, o pau latejando.
— Dentro também — ela pediu, olhando nos olhos dele. — Goza junto com a porra dele. Enche mais.
Victor empurrou até o fundo e gozou com um gemido gutural, jatos quentes se misturando ao creme que já estava lá, pulsando, enchendo ainda mais a buceta já estufada. Ele ficou enterrado, latejando, enquanto Leilani contraía e espremia tudo pra dentro. Rafael riu baixo, o pau duro de novo só de ver.
Quando Victor saiu, a porra dos dois homens escorreu numa porcaria branca e grossa, descendo pelo cu dela, manchando o lençol. Leilani ficou deitada, pernas abertas, o corpo todo suado e marcado, a buceta aberta e vazando. Mas o tesão ainda queimava. Ela se virou pra Rafael, puxou o pau dele pra boca e chupou sujo, limpando o gosto dela e da porra dele com a língua, engolindo o que restava, a garganta trabalhando. Depois fez o mesmo com o pau do marido, chupando a mistura, os olhos vidrados de puta satisfeita.
Os três respiravam pesado. Leilani se arrastou até Victor, montou no colo dele mesmo com a buceta escorrendo, e beijou a boca do marido com paixão feroz, língua suja, dente, saliva e gosto de porra. O beijo era molhado, intenso, ela gemendo dentro da boca dele enquanto rebolava de leve no pau mole que já começava a endurecer de novo.
— Obrigada, marido — sussurrou ela contra os lábios dele, a voz rouca e safada, a mão descendo pra apertar o pau sujo. — Obrigada por realizar essa porra de fantasia. Por me deixar ser a puta do seu amigo na sua frente. Por me ver engolir esse pau grosso e gozar igual vadia. Eu adorei cada estocada, cada jato dentro de mim. Sua esposa safada te agradece fodendo gostoso.
Victor retribuiu o beijo com a mesma fome, a mão na bunda dela espalhando a porra que escorria, enfiando um dedo no cu só pra sentir ela tremer. — Porra, Leilani... você foi perfeita. Minha hotwife deliciosa.
Rafael se aproximou, ainda pelado, o corpo largo brilhando de suor. Victor estendeu a mão livre e os dois homens apertaram as mãos com força, um aperto cúmplice, sujo, os olhares se cruzando por cima do corpo nu da mulher. Não tinha ciúme, só tesão compartilhado, o sorriso torto de quem sabia exatamente o que tinha acabado de rolar.
— Valeu, brother — disse Victor, a voz ainda pesada. — Você fodeu ela pra caralho. Deixou a buceta dela exatamente como eu queria ver.
— Qualquer hora, porra — respondeu Rafael, apertando mais forte antes de soltar. — Essa puta engole pau que é uma beleza. Dá pra voltar e arrebentar de novo.
Leilani riu alto, aquele riso rouco que fazia os peitos tremerem, e puxou os dois pra cama. Os três se amontoaram no meio dos lençóis sujos, corpos colados, suor e porra misturados. Ela no meio, uma perna em cada homem, as mãos vagando pelos paus que ainda latejavam. Eles riam, o som baixo e sujo, o cansaço misturado com o fogo que ainda queimava baixo.
— Próxima vez você volta e come ela de novo na minha frente — falou Victor, a mão apertando o peito da esposa, beliscando o mamilo. — Quero ver você destruindo essa buceta outra vez. Talvez no cu também. Quero ela pedindo o pau do amante enquanto eu mastobo.
Leilani rebolou entre os corpos, a buceta escorrendo mais, o clitóris roçando a coxa de um e o pau do outro. — Isso, porra. Próxima vez o Rafael me fode mais forte. Me deixa de quatro de novo e me arrebenta enquanto você segura minha cabeça, Victor. Eu quero gozar esguichando no pau dele de novo. Planeja logo, caralho. Quero a data marcada pra essa puta ser comida na sua frente outra vez.
Rafael riu, a mão grande descendo entre as pernas dela, dois dedos entrando na buceta cremosa só pra brincar, remexendo a porra. — Pode deixar. Eu volto e enfio até o talo de novo. Essa hotwife vai gemer meu nome pra você ouvir. Vamos foder ela juntas vezes, deixar ela vazando por dias.
Eles riam mais, os corpos se esfregando, Leilani beijando o pescoço do marido e depois a boca do amigo, o gosto sujo passando de um pro outro. As mãos exploravam, apertavam bunda, peitos, paus. O quarto ainda cheirava a sexo pesado, a cama uma bagunça de fluidos. Leilani pensava já na próxima: o pau grosso voltando, abrindo ela, o marido assistindo e gozando junto. O corpo dela latejava de novo só de imaginar.
Victor puxou ela pra um beijo final mais sujo ainda, mordendo o lábio, enquanto Rafael enfiava os dedos mais fundo, fazendo barulho molhado. Os três abraçados daquele jeito, rindo baixo, o planejamento saindo em gemidos e palavrões: a próxima visita, a próxima foda, a buceta dela sendo usada de novo na frente do marido.
Leilani rebolou mais forte nos dedos, a buceta contraindo, e sussurrou suja pro ar quente do quarto enquanto a porra dos dois ainda escorria pelo seu cu e pela fenda arrombada: “Na próxima eu quero o pau do Rafael me fodendo o cu enquanto o Victor enfia na buceta ao mesmo tempo, os dois me enchendo de porra até eu virar uma puta escorrendo pelos dois buracos na frente de vocês dois.”
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