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A Última Amarra Antes do Amanhecer

A advogada de 32 anos Yvonne se entrega como puta submissa amarrada pro marido dominador Darius na última noite de férias.

11 min read September 26, 2026New

A luz dourada do entardecer filtrava pelas cortinas abertas da suíte presidencial, refletindo no mar agitado logo abaixo da varanda. Yvonne, advogada de 32 anos conhecida nos tribunais por sua frieza e precisão implacável, sentia o corpo inteiro pulsar de expectativa. Ela e Darius, seu marido de 35 anos, um dominador experiente que comandava salas de reunião com a mesma autoridade com que a dominava na intimidade, tinham acabado de voltar do jantar. As taças de vinho tinto haviam soltado a língua dos dois. Durante a refeição, ele murmurara promessas sujas entre um bocado e outro: “Vou te amarrar tão apertado que você vai sentir as cordas mesmo depois de gozar três vezes.” Yvonne respondera com os olhos baixos, apertando as coxas por baixo da mesa.

Agora, sozinhos no quarto amplo com cheiro de jasmim e sal, a tensão sexual pesava no ar como uma corda esticada. Yvonne parou no centro do tapete macio, o vestido preto justo ainda cobrindo o corpo. Sentia o plug anal de aço frio bem fundo no cu, pressionando cada vez que ela respirava, e a coleira de couro discreta ao redor do pescoço, escondida pela gola alta. O metal e o couro roçavam sua pele sensível, lembrando-a o tempo todo de quem ela era naquela noite.

— Darius… — a voz dela saiu rouca, quase um gemido. — Essa é a nossa última noite de férias. Quero me entregar completamente. Sem limites. Quero ser sua puta submissa amarrada até o amanhecer. Quero que você me use, me degrade, me foda até eu não conseguir pensar em mais nada além do seu pau e das suas cordas.

Ele se aproximou devagar, alto e imponente, o olhar escuro fixo nela como se já a estivesse despindo com os olhos. Um sorriso lento e cruel curvou seus lábios.

— É mesmo, vadia? Já veio preparada, não foi? — A mão grande dele deslizou pelo decote do vestido até encontrar a coleira. Puxou levemente a argola de metal, forçando o queixo dela para cima. — Mostre.

Yvonne sentiu a buceta contrair. O plug no cu parecia ainda maior agora. Ela assentiu, os mamilos rígidos roçando o tecido fino do vestido.

— Sim, Senhor. O plug está bem fundo no meu cu desde o jantar. E a coleira… eu não tirei o dia todo. Quero ser seu buraco de uso esta noite.

A confissão pairou entre eles, pesada, molhada de tesão. Darius respirou fundo, visivelmente excitado, o pau já marcando volume na calça social.

— Então tire o vestido. Devagar. Quero ver cada centímetro da minha puta.

Com as mãos trêmulas de excitação, Yvonne obedeceu. O zíper desceu com um som baixo e obsceno. O tecido escorregou pelos ombros, revelando os seios firmes, a cintura fina, os quadris largos. O vestido caiu aos seus pés. A coleira de couro preto com a argola de prata brilhava contra a pele clara. Entre as nádegas redondas, a base vermelha do plug anal reluzia, obscenamente enfiada até o limite. A buceta dela já brilhava, os lábios inchados e molhados escorrendo tesão pelas coxas.

— De quatro. No chão. Agora — ordenou Darius, a voz baixa e grave, carregada de autoridade.

Yvonne caiu de joelhos imediatamente, depois apoiou as mãos no tapete, empinando a bunda. O plug se moveu dentro dela, arrancando um gemido alto. Darius circulou-a como um predador, pegando as cordas vermelhas de shibari que já estavam preparadas sobre a cômoda. O primeiro laço envolveu os pulsos dela, cruzando-os nas costas com precisão cruel. Ele apertou, testando a circulação, depois fez o mesmo nos tornozelos, unindo-os firmemente. Os nós eram perfeitos, implacáveis. Cada puxada fazia a corda morder a pele, deixando marcas vermelhas instantâneas.

— Mais apertado… por favor… — implorou Yvonne, a voz embargada. Ela esfregava as coxas uma na outra, desesperada, o clitóris latejando sem ser tocado. — Me amarra como a puta que eu sou, Darius. Quero sentir que não posso escapar. Quero ser só carne pra você usar.

Ele riu baixinho, sombrio, e puxou mais uma volta de corda, conectando pulsos e tornozelos num hogtie parcial. O corpo dela arqueou, os seios esmagados contra o tapete, a bunda empinada ainda mais, o plug exposto. O tesão dela pingava no chão. Darius perdeu a paciência. Ajoelhou-se atrás dela e, sem aviso, enfiou dois dedos grossos na buceta encharcada com força bruta.

— Caralho, como você tá molhada, sua vadia safada — rosnou ele, metendo os dedos fundo, curvando-os para acertar o ponto que a fazia ver estrelas. — Já tá se esfregando como uma cadela no cio enquanto eu te amarro. Olha o chão… tá sujando tudo de porra.

Yvonne gritou de prazer, o corpo sacudindo contra as cordas. O hogtie completo veio em seguida: ele terminou de unir tudo, deixando-a completamente imobilizada, curvada como um presente obsceno. O pau dele já estava livre, grosso, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e enfiou o caralho direto na garganta.

— Engole. Tudo — ordenou, fodendo a boca dela com brutalidade. Entrava e saía, batendo no fundo da garganta, fazendo-a babar e engasgar. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos seios. Yvonne engolia em seco, os olhos lacrimejando, mas o olhar era puro desejo. Cada estocada fazia o plug no cu se mover, dobrando o prazer. Ela gozou pela primeira vez só com o pau na boca, o corpo tremendo violentamente dentro das cordas, um grito abafado vibrando em volta do caralho dele.

Darius puxou para fora, babado e brilhante, e desamarrou parcialmente as cordas dos tornozelos, apenas o suficiente para movê-la. Levantou-a como se ela não pesasse nada e jogou-a de bruços na enorme cama king size. As mãos continuavam presas nas costas, o rosto pressionado contra os lençóis de cetim. Ele abriu as pernas dela com os joelhos e meteu o pau grosso na buceta encharcada num golpe só, até o fundo.

— Isso, toma essa rola, puta amarrada — grunhiu, estocando fundo e rápido. O som molhado de carne contra carne enchia o quarto. — Você é só um buraco de uso. Meu buraco. Olha como sua buceta mama meu pau.

Ele alternava tapas fortes na bunda, deixando a pele vermelha, ardendo. Cada tapa fazia Yvonne apertar em volta dele. Depois puxou o plug anal com um plop obsceno e, sem dar tempo, enfiou o pau no cu dela, esticando o anel apertado. Yvonne gritou de prazer dolorido, gozando pela segunda vez, o corpo convulsionando, as cordas rangendo contra a pele.

— Mais forte! Me fode o cu, Darius! Sou sua vadia, seu buraco de porra! — implorava ela entre gemidos, a voz rouca de tanto engasgar.

Ele alternava: buceta, cu, buceta, cu. Tapas. Mão tapegagging a boca dela, sufocando os gritos enquanto metia. O dirty talk não parava:

— Goza de novo, sua puta submissa. Goza enquanto eu uso todos os seus buracos. Amanhã você volta a ser advogada, mas hoje você é só carne amarrada pra eu encher de porra.

Yvonne gozou mais duas vezes, violentamente, a buceta e o cu contraindo em espasmos, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto. Darius finalmente gozou com um rugido, jorrando fundo dentro do cu dela, enchendo-a até transbordar.

Ofegantes, ele saiu de dentro dela devagar. Com cuidado quase reverente, começou a desamarrar as cordas vermelhas. Os nós se desfaziam um a um. Ele massageou os pulsos e tornozelos marcados, beijando as linhas vermelhas profundas que as cordas haviam deixado na pele dela. Pegou uma toalha quente e úmida, limpando o rosto babado, as lágrimas e o resto de porra que escorria do queixo dela.

Yvonne tremia, o corpo sensível, o cu e a buceta latejando, ainda vazando sêmen. Os olhos dela, porém, não estavam satisfeitos. Ainda havia fome ali. Darius percebeu. Passou os dedos pelas marcas vermelhas nos ombros dela, apertando levemente, e murmurou contra o ouvido:

— Respira. Isso foi só o começo da nossa última noite. O amanhecer ainda está longe… e eu ainda tenho muito mais corda.

Ele deixou a frase suspensa no ar, a mão descendo novamente pela coluna dela, traçando o caminho para onde as próximas amarras seriam ainda mais cruéis. O mar continuava batendo lá fora, mas dentro do quarto o fogo ainda queimava, prometendo que a submissão dela estava apenas começando.

Darius não perdeu tempo. A mão que deslizava pela coluna de Yvonne agarrou um punhado de cabelo castanho e puxou com força bruta, obrigando-a a ficar de joelhos no centro da cama king size. O sêmen que ele havia jorrado no cu dela escorria devagar pela parte interna das coxas, misturando-se ao tesão fresco que já voltava a encharcar sua buceta inchada. Aos 32 anos, a advogada que aterrorizava promotores nos tribunais de São Paulo sentia o cérebro derreter em puro fogo submisso. “Quero mais. Quero ser destruída”, pensou ela, o plug anal ainda dilatando seu cu latejante.

Ele pegou o rolo grosso de corda vermelha de shibari e começou a trabalhar com precisão cruel. Primeiro passou duas voltas apertadas ao redor dos seios firmes dela, espremendo-os até ficarem roxos e bulbosos, os mamilos esticados como cerejas maduras. Yvonne gemeu alto quando a corda mordeu a pele sensível, cada respiração agora uma luta deliciosa. Darius conectou o harness ao pescoço pela coleira, forçando a cabeça dela a ficar ligeiramente inclinada para trás. Depois desceu mais corda pelo ventre, passando um nó grosso e áspero exatamente sobre o clitóris pulsante. Puxou forte. O nó afundou entre os lábios melados, separando-os e pressionando o botão inchado sem piedade.

— Tá sentindo, vadia? Essa corda vai masturbar sua buceta safada cada vez que você se mexer. E você vai se mexer bastante.

Yvonne tentou responder, mas só saiu um gemido rouco. O plug de aço no cu parecia maior, empurrado pela pressão da corda. Darius terminou o trabalho nos braços, torcendo-os num reverse prayer tão apertado que os ombros dela protestaram. Pulsos e antebraços colados, cotovelos quase se tocando. As marcas vermelhas surgiam instantâneas, lindas linhas de posse. Em seguida ele abriu as coxas dela ao máximo, amarrou cada tornozelo às coxas num frog tie implacável, deixando-a completamente exposta, buceta e cu virados para cima como um banquete obsceno. O corpo inteiro dela agora era um pacote de carne amarrada, suor brilhando na pele clara, os seios roxos subindo e descendo rápido.

Darius se levantou, tirou a camisa social e deixou o pau grosso pular livre, veias pulsando, cabeça roxa e molhada de pré-gozo. Ele pegou o plug pelo base vermelha e puxou devagar, ouvindo o plop molhado quando o aço saiu do cu dilatado. Sem aviso, enfiou três dedos grossos no buraco ainda aberto, girando, abrindo.

— Olha esse cu piscando, puta de 32 anos. Advogada durona de dia, mas de noite é só um par de buracos pra eu usar. Pede.

— Por favor, Senhor… fode meu cu com força. Me usa como um pedaço de carne amarrada. Eu sou sua puta submissa, seu buraco de porra — implorou Yvonne, a voz falhando enquanto o nó da corda no clitóris a fazia tremer.

Ele cuspiu direto no cu aberto, posicionou o pau e meteu até o saco num golpe só. O grito dela ecoou no quarto. A corda do harness apertou os seios ainda mais com o impacto, o nó no clitóris esfregando cruelmente. Darius segurou a argola da coleira como rédea e começou a bombear forte, estocadas profundas e rápidas que faziam o corpo amarrado dela sacolejar na cama. Cada entrada fazia os seios roxos balançarem, mamilos duros pedindo dor.

— Isso, aperta esse cu na minha rola, vadia. Sente como você mama meu pau mesmo amarrada que nem porca. Goza. Goza com o cu cheio e a buceta sendo mastigada pela corda.

Yvonne sentiu o orgasmo subir como uma onda violenta. O corpo convulsionou dentro das cordas, os músculos apertando o pau dele num espasmo forte. Ela gozou gritando, squirt jorrando da buceta intocada, molhando as coxas, a cama, as cordas. O líquido quente escorreu enquanto Darius não parava, metendo mais fundo, estapeando os seios roxos com a palma aberta. O som molhado de carne batendo enchia o ar junto com o cheiro forte de sexo, suor e porra velha.

Ele saiu do cu dela de repente, o anel dilatado piscando vermelho. Virou-a de lado com facilidade, como se ela fosse um objeto, e enfiou o pau babado direto na garganta. O frog tie deixava as pernas dela abertas, o nó no clitóris agora pressionado contra o lençol. Darius fodeu a cara dela sem misericórdia, segurando a cabeça amarrada com as duas mãos, batendo o saco no queixo babado.

— Engole tudo, puta. Engasga na rola do seu dono. Lágrimas escorrendo, baba pingando nos peitos roxos… caralho, você é perfeita assim. Só um brinquedo de corda e porra.

Yvonne sentia o pau grosso invadir sua garganta, cortando o ar, fazendo-a engasgar e cuspir saliva grossa. O nariz dela batia contra a virilha dele a cada estocada. O orgasmo seguinte veio só da humilhação e da corda esfregando o clitóris. O corpo dela tremeu inteiro, outro jorro de squirt saindo da buceta enquanto ela sufocava no pau. Darius puxou para fora apenas para dar tapas pesados no rosto dela com a rola babada, depois enfiou de novo, mais fundo.

Ele trocou de buraco mais uma vez. Desamarrou apenas os tornozelos o suficiente para virá-la de bruços, rosto esmagado nos lençóis molhados, bunda empinada pelo harness. A corda entre as pernas agora estava encharcada de tesão e squirt. Darius meteu na buceta primeiro, fundo, batendo no colo do útero. Depois puxou e enfiou no cu novamente, alternando sem parar, usando os dois buracos como quisesse.

— Alterna, vadia. Buceta, cu, buceta, cu. Sente a diferença? Seu cu é mais apertado, mas sua buceta mama como uma puta desesperada. Conta quantas vezes você já gozou, sua advogada barata.

— Quatro… não, cinco… porra, eu não sei mais, Senhor! Me fode mais forte! Me quebra! — gritava Yvonne entre soluços de prazer, a mente completamente apagada. Só existia corda queimando a pele, pau rasgando seus buracos e a voz dele degradando cada pedaço dela.

Darius acelerou, puxando as cordas do harness como alças, usando o corpo amarrado dela como um masturbador vivo. O suor escorria pelos músculos dele, pingando nas costas marcadas de Yvonne. Ele sentiu o gozo subir, as bolas contraindo. Saiu do cu dela no último segundo, virou a cabeça dela com brutalidade pela coleira e enfiou o pau até o fundo da garganta.

Jorrou. Espesso, quente, muito. Yvonne engoliu desesperada, mas era demais. Porra escorreu pelos cantos da boca, descendo pelo queixo e pingando nos seios roxos e amarrados. Darius segurou o pau dentro, esvaziando até a última gota, e só então puxou para fora, esfregando a rola melada no rosto dela.

— Engole o que sobrou e fica aí vazando pelos dois buracos até o amanhecer, sua puta submissa de corda. Amanhã você volta pro tribunal com o cu arrombado e cheirando a porra seca como a vadia barata que realmente é.

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