A Última Visita que Acabou em Gozo
Afonso, marceneiro negro casado de 32 anos, fode a viúva portuguesa Danielle, 38, na última visita e goza no cu dela.
Afonso, o marceneiro negro casado de 32 anos, passava a lixa fina na borda da prateleira de madeira embutida na parede do quarto. O suor escorria pelo seu pescoço grosso, molhando a camiseta justa que colava nos músculos dos ombros e dos braços definidos por anos de trabalho manual. Era a última visita à casa de Danielle, a viúva portuguesa de 38 anos que tocava um pequeno comércio de doces e vinhos importados no bairro. O serviço estava quase pronto, mas o ar parecia pesado, carregado de algo que ia muito além de serragem e verniz.
Danielle estava encostada no batente da porta, vestindo apenas um robe curto de cetim vermelho que mal cobria a metade das coxas grossas e brancas. O tecido fino deixava os contornos dos seios pesados bem visíveis, os bicos rosados marcando o material. Ela não dizia nada no começo, só observava. Seus olhos azuis desciam pelo corpo dele sem disfarce, fixando-se nos antebraços fortes, na cintura estreita e no volume que a calça jeans velha não conseguia esconder completamente. Afonso sentiu o olhar como um toque quente. Ele limpou o suor da testa com o dorso da mão e tentou focar no trabalho, mas o pau já começava a inchar devagar dentro da cueca.
“Você sempre termina tão bem, Afonso… tudo fica tão firme depois que passa por suas mãos”, disse ela com a voz baixa, quase ronronada. Um sorriso safado repuxava os lábios carnudos. “Eu fico aqui olhando e pensando como deve ser ter um homem como você. Negro, forte, com essa pele escura brilhando de suor. Sempre fantasiei com isso, sabia? Um preto grandão me pegando sem dó. Me comendo até eu não aguentar mais.”
As palavras caíram como gasolina. Afonso parou a lixa, o coração batendo forte. Ele era casado, tinha uma esposa esperando em casa, mas a viúva branca estava ali, praticamente nua, confessando abertamente que queria rola preta. A tensão sexual encheu o quarto inteiro. Ele sentiu o caralho latejar, empurrando o tecido da calça. “Dona Danielle… a senhora não devia falar essas coisas. Eu sou um homem casado, isso aqui é só o último reparo”, murmurou, mas a voz saiu rouca, sem convicção.
Ela riu baixinho, avançando dois passos. O robe se abriu um pouco mais, revelando a curva interna das coxas claras e o começo da buceta depilada. “Último reparo… que pena. Eu passei meses sonhando com você voltando toda semana. Olhando pra essa bunda preta dura enquanto você martela. Meu marido nunca me fodeu como eu imagino que você fode, Afonso. Quero sentir essa rola grossa esticando uma branquinha safada como eu. Só hoje. Só nessa última visita.”
O robe deslizou dos ombros dela como se tivesse vontade própria. Caiu aos pés de Danielle, deixando-a completamente nua. Os seios grandes e pesados balançaram livres, mamilos rosados duros de tesão. A barriga levemente arredondada de mulher madura descia até a boceta inchada, os lábios externos brilhando de mel que já escorria pelas coxas. A bunda era redonda, empinada, perfeita para tapas. Afonso engoliu em seco, o pau agora completamente duro, formando uma barra grossa na calça.
“Caralho, Danielle…” Ele tentou resistir por um segundo, pensando na aliança no dedo, na esposa que confiava nele. Mas ela não deu espaço. Chegou perto, colou o corpo branco e quente contra o peito suado dele e passou a mão espalmada pelos gomos rígidos da barriga negra. Desceu devagar até segurar o volume latejante por cima do jeans, apertando com vontade.
“Eu sei que você quer. Tá duro pra mim, né? Essa rola preta toda inchada por causa de uma viúva branquinha. Me beija, Afonso. Me fode hoje. Ninguém vai saber. Só essa última visita quente… e depois cada um pra sua vida. Mas agora eu quero você inteiro dentro de mim.”
O toque dela foi demais. Afonso segurou a nuca de Danielle com a mão grande e negra, puxou o rosto dela e enfiou a língua na boca da viúva. O beijo foi molhado, sujo, cheio de gemidos abafados. As línguas se enroscavam enquanto ela massageava o pau dele com força, sentindo o tamanho impressionante. Ele apertou uma das tetas macias, beliscando o bico rosado, arrancando um gemido alto dela.
Num movimento brusco e consensual, Afonso virou Danielle de frente para a cama, colocou-a de quatro e ajoelhou atrás. Abriu as nádegas brancas com as duas mãos e mergulhou o rosto na buceta molhada. Chupou com fome, língua grossa lambendo o clitóris inchado, sugando os lábios carnudos, enfiando a ponta na entradinha apertada que pingava mel claro. Danielle gritava de prazer, empinando a bunda contra a cara dele.
“Ai, caralho… isso, chupa minha buceta branquinha! Lambe tudo, negro safado! Eu sou sua puta hoje… ai, que língua gostosa!”
Ele comia ela com barulho, baba escorrendo pelo queixo, dois dedos grossos metendo fundo enquanto sugava o grelo. O corpo dela tremia. Quando Danielle já estava quase gozando, Afonso se levantou, abriu o zíper, tirou a rola preta grossa e pesada — veias saltadas, cabeça brilhante — e ficou de pé atrás dela. Encostou-a contra a parede ao lado da cama, levantou uma das pernas brancas e meteu tudo de uma vez na buceta encharcada.
“ Toma essa rola preta, sua puta branquinha safada que ama caralho de preto!” rosnou ele, socando fundo, as bolas batendo contra a bunda clara. Cada estocada fazia os seios dela balançarem contra a parede. Danielle gemia alto, unhas arranhando o reboco, pedindo mais forte, mais fundo.
Eles caíram na cama. Agora ela subiu em cima, sentou na pica negra até o talo e começou a cavalgar com vontade. Rebolava gostoso, girando os quadris, fazendo a rola girar dentro da buceta apertada. Os gemidos eram constantes, molhados. Afonso dava tapas fortes na bunda branca, deixando marcas vermelhas.
“Rebola nessa rola, vadia! Mostra como branquinha safada gosta de sentar em preto!”
Danielle quicava, tetas pulando, suor misturando com o dele. Depois ela virou de costas, ficou de quatro novamente e pediu no cu. Afonso cuspiu na rola, pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado e foi entrando devagar, depois com mais força. Quando estava todo enterrado no cu dela, começou a meter com vontade, mão esquerda dando tapas estalados na bunda que ficava cada vez mais vermelha.
“Que cu gostoso da porra… apertado pra caralho! Vai, grita, puta! Diz que ama rola preta no seu cu!”
“Eu amo! Me fode o cu, Afonso! Mais forte! Me arromba!” ela berrava, dedando a própria buceta enquanto levava as estocadas fundas.
O orgasmo veio violento para os dois ao mesmo tempo. Afonso rugiu, segurou os quadris brancos com força e jorrou porra quente, grossa, enchendo o cu da viúva até transbordar. Danielle gozou gritando, corpo convulsionando, buceta esguichando no lençol enquanto o cu piscava em volta da rola preta que ainda cuspia sêmen.
Ele saiu devagar, o cu dela aberto, escorrendo fios grossos de porra branca que desciam pelas coxas claras. Afonso respirava pesado, ainda duro, olhando o estrago que tinha feito. Danielle ficou deitada de bruços, bunda empinada, sorrindo com cara de quem tinha levado a foda da vida. Ele começou a se vestir, calçando a calça com dificuldade porque o pau ainda latejava.
Ela se levantou devagar, porra escorrendo pelo cu e pelas pernas, e o acompanhou até a porta. Deu um beijo molhado, longo, enfiando a língua novamente. “Essa foi a melhor última visita da minha vida, marceneiro. Você me fodeu exatamente como eu sonhei.”
Afonso sorriu, mas enquanto descia as escadas ainda sentia o gosto da buceta dela na boca e o aperto quente do cu dela em volta da rola. O celular vibrou no bolso — era a esposa perguntando que horas ele chegaria. Ele respondeu que estava saindo agora, mas ao entrar na van ainda olhou para a casa. Danielle estava na janela do quarto, robe aberto, dois dedos enfiados na buceta enquanto o via partir, lambendo os lábios como se já soubesse que uma prateleira nunca seria o suficiente.
Ele engatou a marcha, o caralho ainda meio duro dentro da calça, o cheiro dela impregnado na pele. Essa última visita tinha acabado em gozo, sim… mas o fogo que ficou no peito dele dizia que talvez não fosse a última coisa que ele metesse nela. O pensamento o acompanhou o caminho inteiro para casa, latejando como uma promessa suja.
Afonso mal tinha dobrado a esquina quando pisou fundo no freio da van, o motor roncando alto como o sangue pulsando nas veias do seu pau. O cheiro de buceta e cu de Danielle ainda impregnava sua camiseta, sua barba, suas mãos grandes e negras. A rola latejava tanto dentro da calça jeans que parecia que ia rasgar o tecido. “Porra, não dá. Aquela viúva portuguesa de 38 anos me deixou com a cabeça quente demais. A esposa pode esperar mais meia hora. Eu vou voltar lá e arrombar aquele cu branco até ela esquecer o próprio nome”, pensou ele, o coração batendo feito martelo enquanto fazia o retorno proibido.
Estacionou cantando pneu na frente da casa. Danielle ainda estava na janela do quarto, robe aberto como uma puta em vitrine, dois dedos enfiados até o punho na buceta inchada, a outra mão apertando um peito pesado de mamilo rosado duro. Quando viu a van voltar, sorriu com cara de fome, lambeu os próprios dedos melados e desapareceu. A porta da casa se abriu antes mesmo dele chegar no portão.
Ela estava completamente nua, corpo maduro brilhando de suor, porra seca escorrendo pelas coxas grossas e brancas. Aos 38 anos, viúva e dona de um comércio de doces e vinhos, Danielle parecia uma cadela no cio. “Voltou, seu preto casado safado? Não aguentou nem cinco minutos sem querer mais dessa branquinha, né? Olha o estado do meu cu… ainda tá piscando, escorrendo sua primeira carga.”
Afonso não respondeu com palavras. Entrou, bateu a porta com o pé e agarrou a nuca dela com força, enfiando a língua grossa na boca da viúva num beijo sujo, molhado, cheio de baba. A mão livre desceu direto pro cu, dois dedos grossos invadindo o anel ainda melado de porra sem pedir licença. Danielle gemeu alto na boca dele, rebolando contra os dedos, abrindo as pernas ali mesmo no corredor.
“Me fode de novo, Afonso. Eu sou sua puta branca hoje. Mete essa rola preta grossa no meu cu até eu não conseguir sentar amanhã. Quero sentir cada veia dessa coisa me rasgando por dentro.”
Ele a empurrou contra a parede, abriu o zíper com violência e tirou o caralho negro latejante. A cabeça roxa brilhava, veias saltadas, ainda sujo da buceta e do cu dela da primeira rodada. Sem cerimônia, agarrou os cabelos loiros da viúva e empurrou a rola até o fundo da garganta. Danielle engasgou, olhos azuis lacrimejando, mas segurou as coxas dele e engoliu tudo, babando grosso, garganta apertando em volta da grossura preta.
“Isso, chupa, sua vadia portuguesa. Limpa o gosto do teu próprio cu da minha rola. Engole até as bolas, branquinha filha da puta.” Afonso metia na boca dela com estocadas curtas e brutas, vendo a baba escorrer pelos seios pesados dela, pingando no chão. O interior dele queimava de tesão proibido — casado, 32 anos, marceneiro respeitado, mas ali estava ele, usando a boca de uma viúva branca como se fosse um buraco de foda.
Depois de foder a garganta dela até ela ficar roxa, ele a virou de costas, levantou uma perna grossa e enfiou a rola direto no cu sem aviso. O anel cedeu com um estalo molhado, engolindo toda a grossura de uma vez. Danielle gritou de prazer, unhas arranhando a parede. “Ai caralhooo! Tá mais fundo agora! Me arromba, negro! Usa esse cu de branca como se fosse tua!”
Afonso segurou os quadris largos dela e começou a socar com força bruta. Cada estocada fazia a bunda branca tremer, marcas vermelhas dos tapas anteriores ficando mais fortes. O contraste de pele — preto profundo contra branco rosado — deixava ele ainda mais louco. “Olha como teu cu de 38 anos engole rola preta, sua puta racista reprimida. Aposto que teu marido português nunca te fodeu assim. Esse cu foi feito pra preto, porra.”
Ele a carregou assim, rola enterrada no cu, até o quarto. Jogou Danielle na cama de quatro, cuspiu no buraco já aberto e meteu de novo, mais violento. O barulho era obsceno: ploc-ploc-ploc molhado, bolas pesadas batendo na buceta encharcada dela. Danielle dedava o grelo inchado, gozando pela segunda vez, esguichando no lençol enquanto o cu piscava e ordenhava a rola preta.
“Mais forte, Afonso! Me humilha! Diz que eu sou só um buraco pra tua porra preta!”
“Tu é isso mesmo, sua viúva branquinha safada. Uma vadia de cu aberto que vive sonhando com caralho de preto. Toma, toma tudo, porra!” Ele deu um tapa estalado na cara da bunda dela, depois outro, e outro, deixando a pele vermelha e quente. Segurou os cabelos dela como rédea e cavalgou o cu com tudo, suor pingando do peito negro musculoso nas costas brancas da viúva.
Mudou de posição. Deitou de costas na cama e mandou ela sentar de costas pra ele, no cu. Danielle obedeceu, rebolando gostoso, descendo até sentir as bolas dele contra a buceta. A visão era perfeita: a rola preta grossa desaparecendo no cu branco redondo, abrindo ela toda. Ela quicava com força, tetas pesadas pulando, gemendo feito uma cadela.
“Rebola nesse pauzão, Danielle. Mostra como uma portuguesa de 38 anos vira puta de marceneiro negro casado. Quero ver esse cu engolir tudo.” Afonso metia de baixo pra cima, segurando a cintura dela, dedo médio invadindo a buceta ao mesmo tempo. Ela gozou de novo, corpo convulsionando, leite escorrendo pelos dedos dele.
O tesão dele estava no limite. Tirou a rola do cu, brilhando de porra e sucos, e enfiou direto na boca dela. “Chupa, ass to mouth, sua nojenta. Prova o gosto do teu cu arrombado na minha rola preta.” Danielle mamou com fome, olhos fixos nele, garganta relaxada engolindo tudo, baba escorrendo até as bolas.
Depois de limpar a rola, ele a colocou de bruços, montou por cima, abriu as nádegas com as duas mãos e enfiou tudo no cu novamente. Agora era só brutalidade. Metia fundo, rápido, pesado, o colchão rangendo. Danielle berrava de prazer, rosto enterrado no travesseiro, bunda empinada recebendo cada centímetro.
“Vou gozar, sua puta! Vou encher esse cu de porra grossa de novo! Toma tudo, branquinha vadia do caralho!”
Afonso rugiu como um animal quando o orgasmo explodiu. Segurou os quadris dela com força bruta e jorrou, jatos quentes e grossos invadindo fundo no intestino da viúva. Eram porra demais, transbordando em volta da rola preta ainda metida, escorrendo em fios grossos brancos pelas coxas claras dela. Danielle gozou pela última vez, corpo tremendo inteiro, buceta esguichando forte no lençol enquanto o cu apertava e ordenhava cada gota.
Ele ficou ali dentro mais uns segundos, pulsando, esvaziando até a última porra. Quando saiu, o cu dela ficou aberto, um buraco vermelho e destruído, jorrando sêmen preto e branco como uma torneira. Afonso se levantou, pau ainda meio duro pingando, vestiu a calça suada e olhou pra ela de cima.
“Agora sim acabou, sua puta. Fica aí com o cu escorrendo minha porra preta que eu vou pra casa foder minha mulher pensando nesse teu rabo arrombado de branquinha viciada.”
Ele desceu as escadas sem olhar pra trás, o cheiro de cu e porra ainda fresco na pele, o celular vibrando de novo com chamada da esposa. A última visita tinha acabado exatamente como ele queria: com o cu da viúva portuguesa cheio até transbordar de gozo quente de preto.
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