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Desejo na Lavanderia: Dois Desconhecidos Que Dividiram a Noite Toda

Uma divorciada de 34 anos e um marceneiro de 29 anos se pegam gostoso na lavanderia 24h, fodendo anal a noite inteira.

11 min read September 26, 2026New

Eu entrei na lavanderia 24h do prédio quase três da manhã, carregando duas sacolas de roupa suja que já tava me envergonhando de tanto adiar. Trinta e quatro anos, recém-divorciada, designer gráfica que passava o dia inteiro em frente ao computador e a noite inteira sem conseguir dormir direito. O silêncio do corredor era só quebrado pelo zumbido baixo das máquinas. Foi quando eu vi ele.

Alto, moreno, ombros largos de quem carrega madeira o dia todo. Vinte e nove anos, marceneiro, o cabelo escuro um pouco bagunçado, a camiseta cinza colada no peito musculoso e no abdômen marcado. Damon. Ele me olhou por cima da máquina onde tava empurrando suas calças jeans e camisas de trabalho. O olhar demorou. Não foi só curiosidade. Foi aquela faísca quente que sobe pela barriga e aperta as coxas. Eu senti o meu próprio corpo responder na hora, o peito apertando a blusa fina que eu tinha vestido só pra descer rápido.

— Não consegue dormir também? — a voz dele saiu rouca, baixa, com um sorriso de canto que já era cúmplice.

— Nunca consigo nessas noites. Solidão de madrugada tem gosto estranho — respondi, ajeitando o cabelo e sentindo o calor subir pro rosto. Joguei as roupas na máquina ao lado da dele. O cheiro de sabão e metal quente misturava com o cheiro masculino dele, madeira e suor leve.

Ficamos ali, esperando o ciclo começar. Ele se encostou na parede, braços cruzados, e eu reparava nas veias dos antebraços, nas mãos grandes cheias de calos de quem trabalha pesado. O olhar dele descia pro meu decote, pras minhas pernas de fora do short jeans curto, e voltava pro meu rosto com um meio sorriso.

— Solidão a gente resolve se quiser — ele murmurou. — Você tem cara de quem tá precisando de mais do que roupa limpa.

Eu ri, mas o riso saiu rouco. A tensão sexual já tava grosso no ar. Meus peitos formigavam, o mamilo duro roçando o sutiã. Eu cruzei as pernas e senti a calcinha já úmida só de imaginar aquelas mãos em mim.

A conversa escorregou fácil pro flerte sem filtro. Ele chegou mais perto quando a máquina dele começou a girar, o barulho abafando um pouco a voz.

— Esse corpo seu… — a voz rouca dele baixou ainda mais — essas curvas, essa bunda marcada no short… tô imaginando como deve ser apertar isso. Você tá linda pra caralho pra estar sozinha numa lavanderia de madrugada.

Eu engoli seco, o coração batendo forte. Olhei pra ele direto, sem vergonha.

— Tô molhada só de imaginar você me pegando bem aqui. Me empurrando contra a máquina, me abrindo… fiquei assim desde que te vi.

Os olhos dele escureceram. Vi o volume crescer na calça jeans, o pau marcando grosso e comprido. Ele passou a língua nos lábios e deu um passo, o peito quase roçando o meu.

— Porra, Monica… fala assim que eu enlouqueço.

Não resistimos. Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou com fome, língua quente invadindo, dentes puxando meu lábio inferior. Eu gemi dentro da boca dele, as mãos subindo pela camiseta, sentindo o abdômen duro, os peitorais. Ele me puxou pela cintura, esfregando o pau duro contra a minha barriga. O beijo ficou molhado, urgente. Quando separamos pra respirar, eu confessei no ouvido dele, a voz tremendo de tesão:

— Quero sentir você me fodendo no cu. Quero seu pau grosso abrindo minha bunda bem aqui. Faz isso comigo.

Ele gemeu baixo, um som gutural.

— Porra, safada. Vou te foder o cu a noite inteira se você deixar. Quero te ver gozando com o rabo cheio.

A máquina de lavar ao nosso lado vibrava forte no ciclo de centrifugação. Ele me virou de frente pra ela, puxou meu short e a calcinha pra baixo num movimento só. O ar frio bateu na minha bunda exposta. Eu me curvei, apoiando as mãos na superfície metálica que tremia. Damon se ajoelhou atrás de mim. As mãos grandes abriram minhas nádegas. Senti a língua quente e molhada traçar a linha do meu cu, lambendo devagar, depois empurrando a ponta pra dentro. Eu gemi alto, o som ecoando na lavanderia vazia.

— Mais… lambe mais fundo, porra — pedi, rebolando contra a cara dele.

Ele lambeu e chupou, a língua entrando e saindo, abrindo o meu cu enquanto o polegar massava a borda. A vibração da máquina subia pelas minhas mãos e ia direto pro clitóris inchado. Eu tava pingando, a buceta latejando de desejo. Quando ele meteu dois dedos pra abrir mais, girando e esticando, eu já tava pedindo o pau.

Ele se levantou, abriu o zíper, e o pau grosso e veiado saltou pra fora. Encostou a cabeça quente no meu cu lubrificado de saliva. Entrou devagar no começo, centímetro por centímetro, o ardor gostoso me fazendo ofegar. Eu empurrei pra trás, engolindo ele.

— Isso… enfia tudo — gemi.

Quando tava fundo, ele segurou minha cintura e começou a foder com força. Estocadas profundas, o pau rasgando meu cu, as bolas batendo na minha buceta. A máquina vibrava junto, aumentando tudo. Depois me puxou pra bancada de dobrar roupa, me colocou de quatro em cima dela. Continuou fodendo meu rabo com força, uma mão no meu cabelo puxando a cabeça pra trás, a outra descendo pra esfregar meu clitóris com dois dedos molhados. Alternava: pau fundo no cu, dedos circulando o clitóris inchado, pau de novo. Eu gritava, o corpo todo tremendo.

— Goza pra mim, safada. Goza com o cu engolindo meu pau.

Gozar veio forte, uma onda que me fez gritar o nome dele, o cu contraindo em volta do pau grosso, a buceta esguichando um pouco nas minhas próprias coxas. Ele não parou. Me virou, me puxou pro chão frio da lavanderia. Sentei em cavalgada invertida, de costas pra ele, as mãos no chão entre as pernas dele. Encaixei o pau de novo no meu cu e desci até o fundo, rebolando circular, sentindo ele todo enterrado, batendo no ponto fundo que me fazia enxergar estrelas.

— Que safada do caralho — ele gemia, as mãos apertando meus peitos por baixo da blusa, beliscando os mamilos duros. — Olha como você rebola no meu pau. Essa bunda foi feita pra ser fodida assim. Mais rápido.

Eu cavalgava com tudo, o pau entrando e saindo molhado, o som obsceno de pele batendo em pele. Ele me puxava pelos peitos, me chamava de puta gostosa, de divorciada safada que precisava de pau no cu. Senti ele engrossar ainda mais. Quando ele gozou, encheu meu cu de porra quente, jatos grossos pulsando fundo, e eu gozei de novo no mesmo instante, o segundo orgasmo me deixando mole, gritando, o cu engolindo cada gota enquanto eu rebolava até o último espasmo.

Ficamos no chão um tempo, ofegantes, o pau dele ainda semi-duro dentro de mim, vazando porra quente pela borda do meu cu. Eu ri primeiro, aquele riso de quem acabou de fazer a coisa mais louca da vida e adorou.

— Porra, Damon… isso foi…

— Incrível — ele completou, beijando minha nuca. — Você é viciada, hein?

Nos limpamos com umas toalhas de papel da pia, rindo enquanto a porra escorria pela minha coxa e eu tentava ficar decente de novo. Trocamos números direto no celular, os dedos ainda trêmulos. Ele me ajudou a tirar as roupas da máquina e a dobrar, as mãos grandes passando devagar nas minhas calcinhas e sutiãs, um sorriso safado no rosto.

— Essas daqui… quero ver você de novo nelas. Ou sem elas.

Dobramos tudo em silêncio carregado. O ciclo da máquina dele ainda faltava uns minutos. Eu sentia o cu latejando gostoso, cheio da marca dele, e o olhar que ele me lançava dizia que a noite mal tinha começado. Ele chegou por trás enquanto eu dobrava uma camisa, a boca quente no meu pescoço, a mão deslizando de novo pela minha bunda ainda sensível.

— Meu número tá aí. Mas eu não quero ir embora agora — sussurrou. — Tem mais máquina pra usar. E eu ainda quero te foder de outros jeitos antes do sol nascer.

Eu virei o rosto, beijei ele de novo, lento e molhado, o gosto de sexo ainda na boca. O pau dele já tava endurecendo outra vez contra a minha nádega. A lavanderia continuava vazia, as luzes fluorescentes piscando fraco, e a solidão da madrugada agora tinha nome, cheiro e gosto de porra fresca no meu cu. Eu apertei a mão dele na minha bunda e sussurrei de volta:

— Então fica. A gente tem a noite toda pra acabar com essas roupas… e comigo.

O beijo ficou mais fundo, língua contra língua, e o pau dele já latejava duro de novo contra a minha bunda ainda escorrendo a porra quente da gozada anterior. Eu rebolei devagar, sentindo o volume crescer, e ele mordeu meu pescoço com um gemido rouco.

— Porra, Monica, você ainda tá pingando. Vem cá.

Ele me puxou de volta pra bancada de dobrar roupa, me virou de frente e me ergueu como se eu não pesasse nada. As pernas se abriram sozinhas em volta da cintura dele. Damon enfiou dois dedos no meu cu molhado de saliva e porra, abriu, esticou, e eu gemi alto quando a cabeça grossa do pau dele empurrava de novo.

— Enfia devagar… caralho, tá tão inchado — confessei, a voz embargada de tesão. O ardor gostoso me fez arquear as costas. Ele entrou centímetro por centímetro, o pau veiado rasgando tudo de novo, até as bolas baterem na minha buceta inchada.

Começou a foder em estocadas longas e profundas, me segurando pelas coxas. Cada investida fazia a bancada ranger. Eu sentia ele batendo fundo, abrindo o meu cu sem piedade, e a vibração de outra máquina girando ao lado subia direto pro meu clitóris. Damon puxou minha blusa pra cima, chupou um peito inteiro na boca, dentes roçando o mamilo duro enquanto o pau martelava meu rabo.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo o cu — ordenou, a voz baixa e suja. — Quero ver essa cara de puta divorciada gozando no meu pau.

Eu olhei. Os olhos dele escuros, o suor escorrendo pelo peito marcado de marceneiro. Rebolei contra ele, engolindo cada centímetro. Ele aumentou a velocidade, estocadas curtas e violentas, a mão descendo pra esfregar meu clitóris com o polegar grosso. O orgasmo veio rápido, uma contração forte que fez meu cu apertar o pau dele com força. Eu gritei o nome dele, a buceta esguichando um pouco nas suas calças jeans abertas.

Ele não parou. Me tirou da bancada, me pôs de quatro no chão frio de novo, bem no meio das máquinas. Ajoelhou atrás, abriu minhas nádegas com as duas mãos calejadas e cuspiu direto no meu cu. A língua voltou, lambendo a porra que ainda escorria, chupando a borda inchada, empurrando fundo. Eu rebolava na cara dele, pedindo mais.

— Lambe esse cu sujo, Damon… porra, mais fundo.

Ele meteu a língua e os dedos juntos, abrindo, preparando. Quando se levantou de novo, o pau já tava pingando pré-porra. Enfiou de uma vez só, fundo até o saco, e começou a foder com tudo. Mão no meu cabelo, puxando a cabeça pra trás, a outra espalmando a bunda, deixando marca vermelha. O som obsceno de pele batendo em pele ecoava na lavanderia vazia. Eu empurrava pra trás, pedindo mais forte, mais fundo.

— Isso, safada. Engole esse pau no rabo. Você nasceu pra ser fodida assim de madrugada.

Eu gozei de novo, o corpo todo tremendo, o cu contraindo em ondas. Ele tirou o pau, me virou de costas no chão e se ajoelhou sobre meu peito. A cabeça grossa roçou meus lábios.

— Chupa. Limpa esse pau que tava no seu cu.

Abri a boca e engoli. O gosto de porra e de mim mesma me fez gemer em volta do pau. Chupei fundo, saliva escorrendo pelo queixo, enquanto ele fodia minha boca devagar. Quando tirou, estava ainda mais duro. Me puxou pra cima, me colocou sentada na máquina que ainda vibrava no ciclo final. As pernas abertas, eu me curvei pra frente. Damon enfiou de novo no cu, agora de pé atrás de mim, e fodeu ao ritmo da centrifugação. Cada vibração batia no meu clitóris. Eu gozei gritando, esguichando nas minhas coxas e na metal gelado.

A noite inteira foi assim. Trocamos de máquina em máquina. Ele me fodeu de lado no chão, uma perna erguida, o pau entrando e saindo molhado do meu cu enquanto os dedos martelavam minha buceta. Me colocou de pé contra a parede, me erguendo quase no ar, estocadas profundas que faziam meu cu latejar. Eu cavalguei de frente, olhando nos olhos dele, rebolando circular, sentindo ele bater no ponto que me fazia ver estrelas. Chupei as bolas dele enquanto masturbava o pau grosso coberto da minha saliva e da porra anterior. Ele me chamava de puta gostosa, de divorciada viciada em pau no cu, e eu pedia mais, sempre mais.

Quando o céu lá fora já clareava fraco pelas janelas altas, Damon me carregou de volta pra bancada. Me deitou de costas, pernas abertas no peito dele. O pau entrou devagar dessa vez, fundo, e ele fodeu lento, olhando pra mim.

— Última dessa noite — murmurou. — Quero encher esse cu de novo e te ver gozar comigo dentro.

Ele esfregava meu clitóris com o polegar enquanto estocava. Eu sentia cada veia, cada pulsar. O orgasmo subiu lento e esmagador. Quando chegou, meu cu se fechou em volta dele com força e eu gritei, o corpo inteiro convulsando. Damon gozou no mesmo segundo, jatos quentes e grossos bombando fundo no meu rabo, enchendo, vazando pelas bordas enquanto ele gemia meu nome. Ficamos assim, ofegantes, o pau ainda pulsando dentro de mim, a porra escorrendo quente pela minha bunda e pela bancada.

Ele beijou minha testa, depois minha boca, lento. Tirou o pau devagar, e eu senti o vazio gostoso, o cu latejando aberto e cheio. Nos limpamos de novo com toalhas de papel, rindo baixinho, os corpos suados e satisfeitos. Dobramos o resto das roupas em silêncio carregado de cheiro de sexo. Ele me acompanhou até a porta da lavanderia quando o sol já entrava fraco.

— Me liga — disse, beijando meu pescoço uma última vez. — Ou eu desço de novo amanhã de madrugada.

Eu sorri, apertei o celular no bolso onde o número dele estava salvo, e subi as escadas com as sacolas, o cu ainda escorrendo porra quente pela calcinha. O que Damon não sabia era que eu já tinha memorizado o horário exato em que ele descia pra lavar roupa todas as semanas — e que a partir daquela noite eu ia estar sempre lá, de short curto e sem calcinha, pronta pra ele me foder o cu de novo até o sol nascer.

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