Duplo Encontro que Acabou com Ela Gemendo no Armário

Casada de 28 anos, Selena se entrega pro pauzão do Darius no armário enquanto o marido assiste tudo humilhado.

10 min read September 23, 2026New

Selena completava vinte e oito anos naquele mês e há cinco carregava a aliança no dedo como se ainda acreditasse na rotina. Felix, trinta e dois, o marido quieto de camisa social bem passada, a acompanhava até o restaurante escolhido por Darius. O amigo do casal, Darius, trinta anos, chegava com Fiona, a namorada de vinte e seis que usava um vestido curto demais para disfarçar o corpo atlético. Os quatro se acomodaram numa mesa de canto; o ar-condicionado soprava frio, mas o calor que subia pelas coxas de Selena não tinha nada a ver com temperatura.

Darius não disfarçava. Olhou Selena de cima a baixo enquanto pedia a primeira rodada de drinks, sem álcool demais, só o suficiente para soltar a língua. Elogiou o decote do vestido preto dela, o jeito que a cintura estreita se abria nos quadris largos, a curva dos seios apertados no tecido. Felix riu sem graça, mas Darius continuou, voz baixa e confiante:

— Cara, você tem uma mulher pra caralho e não usa direito. Olha esse corpo. Se fosse meu, ela não saía da cama.

Selena sentiu a calcinha molhar na hora. Cruzou as pernas, apertou as coxas e devolveu o olhar com um sorrisinho no canto da boca. Fiona riu, sem se ofender, como se já conhecesse o gosto do namorado por provocar. Selena respondeu com uma risada safada, a voz embargada de excitação:

— Ele tenta, Darius. Mas às vezes a gente cansa de tentar a mesma coisa.

Felix ficou vermelho até a orelha. Debaixo da mesa, o pau já latejava contra a calça. Selena sentia o olhar do marido, mas preferia o de Darius — grosso, direto, como se já estivesse imaginando ela de quatro.

O jantar avançou. Pratos quentes, conversa solta. Darius estendeu a mão sob a toalha e pousou os dedos quentes na coxa de Selena. Ela não tirou. Pelo contrário: abriu um pouco mais as pernas, deixando o tecido do vestido subir. Os dedos dele subiram, roçando a parte interna, quase alcançando a calcinha úmida. Selena mordeu o lábio inferior e olhou direto para Felix, cúmplice e desafiadora.

— Eu sempre fantasiei com um pau maior e mais grosso que o do meu marido — soltou alto o bastante para os quatro ouvirem. A voz saiu rouca. — Algo que me preencha de verdade. Que me faça gemer sem fingir.

Felix engoliu seco. O rosto dele ardia de humilhação, mas a ereção marcava a calça sem pudor. Darius sorriu de lado, apertando a coxa dela com força possessiva.

— Então para de fantasiar, gostosa. Hoje você vai sentir.

Fiona se levantou, beijou Darius no canto da boca e disse que ia embora cedo, que tinha compromisso. Deixou o campo aberto sem drama. Selena, já com a respiração acelerada, encarou Felix e declarou na frente de todos:

— A gente vai levar o Darius pra casa. Eu quero ser fodida por ele essa noite. E você vai assistir. Tudo. Sem reclamar.

Felix balançou a cabeça, vermelho, excitado demais para recusar. O carro até o apartamento foi silêncio denso, só o cheiro de desejo de Selena impregnando o banco de trás. Darius ia no carona, mão ainda na coxa dela, esfregando o polegar perto da calcinha.

No quarto, a porta mal fechou e Darius já empurrava Selena de quatro na cama. Levantou o vestido, puxou a calcinha pro lado e enfiou o pau grosso de uma vez. Selena gritou, o som abafado no colchão. Ele era grande — grosso, veias latejando, muito maior que Felix — e arrombou o fundo dela com estocadas secas, fundo, sem piedade.

— Isso, pauzão! Me fode, macho de verdade! — gemia ela, rebolando pra trás, a bunda batendo na virilha dele. — Porra, como é grosso… preenche tudo…

Felix ficou de pé ao lado da cama, obrigado a olhar de perto. Darius puxava o cabelo de Selena, forçando o arco das costas, e falava sujo enquanto metia:

— Olha seu maridinho aí, vendo a putinha da esposa gozando no pau de verdade. Esse cuzinho aberto pra mim. Felix, seu pau mole não chega nem na metade. Ela tá molhada pra caralho por causa disso.

Selena gemia alto, confirmando:

— É verdade! O seu é pequenininho, amor. O do Darius é pau de macho. Me arromba, Darius, me usa…

Ele a tirou da cama de um jeito só, carregando-a no colo até o armário grande embutido. Empurrou as portas, enfiou Selena de frente para a parede interna, levantou uma perna dela dobrando o joelho e cravou o pau de novo, em pé, fundo até as bolas. A mão grande tapou a boca dela, abafando os gritos enquanto as estocadas faziam o corpo dela bater contra a madeira.

— Goza de novo, vadia. Goza no meu pau enquanto ele escuta — rosnava Darius no ouvido dela. — Fala pra ele.

Selena, com a boca coberta, ainda conseguiu gemer as palavras entre os dedos:

— O pau do Darius é muito maior… nunca mais quero sentir o seu, Felix… só esse pauzão… me fode, me enche…

Ela gozou uma, duas, três vezes, o corpo tremeu violentamente dentro do armário escuro e quente. As pernas falharam; Darius a segurou pela cintura, metendo sem parar, o pau escorregando no mel que escorria pelas coxas. Felix, a menos de um metro, via tudo: a bunda dela abrindo, o pau grosso sumindo e voltando brilhante de porra dela, o suor escorrendo entre os seios.

Selena gritou o nome de Darius quando o orgasmo final a pegou — violento, tremedeira nas panturrilhas, a buceta contraindo em espasmos longos. Darius gemeu fundo e gozou dentro, sem camisinha, jatos quentes enchendo o fundo dela, escorrendo logo em seguida pelas dobras. Ele segurou o gozo nela por segundos, empurrando mais fundo, sujo e possessivo.

Quando soltou, Selena saiu do armário suada, o vestido amarrotado na cintura, a calcinha ainda puxada pro lado, o sêmen grosso escorrendo pela parte interna da coxa. O cabelo colado na testa. Ela foi até Felix, agarrou o rosto dele com as duas mãos e beijou a boca do marido com língua profunda, passando o gosto salgado e metálico do próprio gozo misturado ao porra de Darius. Felix engoliu, humilhado e duro pra caralho.

Selena se afastou só o suficiente para sorrir, a voz ainda rouca:

— Ainda não acabou, amor. O Darius ainda tá duro de novo. E eu quero mais.

Selena puxou Darius pela mão ainda suja do gozo deles e empurrou o corpo dele de volta para dentro do armário. O cheiro quente de sexo impregnava a madeira. Felix ficou do lado de fora, a menos de um braço de distância, o pau latejando dolorido dentro da calça social sem que ninguém se desse ao trabalho de tocar. Selena já estava de costas para a parede interna outra vez, o vestido amassado na cintura, a calcinha ainda puxada para o lado, a buceta inchada e escorrendo o creme grosso que Darius tinha deixado nela.

— Mete de novo — pediu ela, a voz rouca, quase um rosnado. — Quero sentir esse pauzão arrombando de novo enquanto ele assiste. Olha pra ele, Darius. Mostra pro meu maridinho o que é foder de verdade.

Darius sorriu, suado, o pau ainda meio duro se endurecendo rápido nas mãos dela. Ele ergueu uma das pernas de Selena, enfiou o joelho dela no ombro dele e cravou de uma vez só. O gemido dela saiu alto, abafado só pela porta entreaberta do armário. O pau grosso deslizou fácil no mel quente que ainda pingava, enchendo tudo, esticando as paredes dela até doer gostoso. Selena rebolou na hora, as unhas cravadas nos ombros largos dele.

— Porra… como entra fundo — gemia ela, olhando direto para Felix do lado de fora. — Tá vendo, amor? Tá vendo como ele some inteiro dentro de mim? Seu pau pequenininho nunca chegou nem perto disso. Nunca me preencheu assim.

Felix engoliu seco, o rosto queimando de vergonha e excitação. A mão dele tremeu, mas ele não se tocou. Só ficou ali, obrigado a ver de perto o pau veiudo de Darius sumindo e voltando brilhante, a buceta da esposa engolindo tudo com barulho molhado e obsceno. Darius segurou o queixo de Selena, forçou ela a continuar olhando pro marido enquanto metia com estocadas curtas e profundas.

— Fala pra ele o que você sente — ordenou Darius, a voz baixa e suja no ouvido dela. — Fala que você é puta de pau grande agora.

— Eu sou — soltou Selena, a respiração falhando a cada investida. — Eu sou a putinha do Darius. O pau dele é de macho de verdade, Felix. Grosso, quente, latejando no fundo… ah, caralho… ele tá me arrombando de novo e eu tô gozando só de sentir. Seu pau mole não serve mais. Nunca mais quero sentir esse pauzinho fraco.

Darius riu, puxou o cabelo dela pra trás e acelerou. As bolas dele batiam molhadas na bunda dela, o som ecoava no armário fechado. Selena começou a tremer de novo, as pernas falhando, o orgasmo subindo rápido demais. Ele enfiou dois dedos na boca dela, fez ela chupar sujo enquanto metia sem piedade.

— Goza nesse pau — rosnou ele. — Goza pra ele ver a cara de vadia que você faz. Felix, olha sua mulher se contorcendo no meu pau. Olha como a buceta dela contrai. Ela nunca gozou assim com você, né?

Selena gozou gritando o nome de Darius, o corpo inteiro em espasmo. O mel jorrou quente ao redor do pau grosso, escorrendo pelas coxas, pingando no chão do armário. Darius não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, esticando o prazer até ela quase chorar de sensação. Quando as pernas dela cederam de vez, ele a virou de costas, empurrou o peito dela contra a parede de madeira e enfiou de novo por trás, mais fundo ainda.

— Agarra a bunda — mandou ele. — Abre esse cuzinho pra mim ver enquanto eu fodo essa buceta usada.

Selena obedeceu, as mãos puxando as próprias nádegas, expondo tudo pro marido ver. Darius cuspiu na entrada apertada do cu dela e esfregou o polegar ali, pressionando sem entrar ainda, só brincando enquanto o pau continuava destroçando a buceta. Felix gemia baixinho, humilhado, o pau vazando pré-gozo na cueca sem alívio.

— Olha isso, Felix — disse Selena, a voz embargada de tesão. — Ele tá com o dedo no meu cu e o pau inteiro na minha buceta. Você nunca fez isso. Você nunca me usou como ele tá usando. Eu quero que ele goze de novo dentro. Quero ficar cheia do porra dele pra você chupar depois.

Darius puxou o cabelo dela com força, fez o arco das costas e meteu com tudo. As estocadas ficaram brutais, o corpo dela batendo na madeira, o suor escorrendo entre os seios apertados no vestido. Ele enfiou o polegar no cu dela de uma vez, sentindo o anel apertar, e ela gritou de prazer puro.

— Isso! Fode os dois buracos — pediu Selena, rebolando louca. — Me usa toda, Darius. Me deixa destruída pro meu maridinho ver. Felix, olha como eu goo… olha como eu sou puta pra ele…

O segundo orgasmo veio violento. Selena quase desabou, a buceta esguichando, o cu contraindo no dedo dele. Darius segurou a cintura dela com as duas mãos, cravou até as bolas e gozou fundo outra vez, jatos quentes e espessos enchendo o útero dela, misturando com o creme que já estava lá. Ele empurrou mais fundo, gemendo baixo, sujo, possessivo, milimetrando cada pulsação dentro dela.

Quando finalmente parou de jorrar, ficou parado alguns segundos, o pau ainda latejando, escorregando devagar. Selena ficou tremendo contra a parede, as pernas bambas, o sêmen grosso escorrendo em filetes espessos pelas coxas internas, pingando no chão. Darius saiu devagar, o pau ainda semi-duro e brilhante, e empurrou Selena de leve pra fora do armário.

Ela caiu de joelhos na frente de Felix, o rosto suado, o cabelo colado, o vestido destruído. Pegou o pau do marido ainda engaiolado na calça, apertou por cima do tecido e olhou pra cima com um sorriso exausto e safado.

— Chupa — murmurou ela, puxando Felix pelo cabelo até a boca dele encontrar a buceta inchada e cheia. — Chupa o gozo do Darius pra fora de mim. Limpa sua putinha.

Felix obedeceu, a língua tremendo, lambendo o creme quente que escorria. O gosto salgado e amargo invadiu a boca dele enquanto Selena gemia baixinho, ainda sensível, ainda se contraindo. Darius ficou de pé ao lado, acariciando o cabelo dela, olhando o marido ajoelhado.

Selena puxou Felix pra cima depois de um momento, beijou a boca dele suja de porra alheia e sussurrou contra os lábios:

— Ainda tá duro, né? Olha o que você viu. Olha o que eu fiz. E eu vou querer de novo. Toda vez que eu quiser.

Ela se afastou só o suficiente, o corpo ainda quente, o sêmen escorrendo devagar pela parte interna da coxa enquanto o peito subia e descia acelerado. Darius passou o braço pela cintura dela, puxando-a contra o peito suado dele. Os três ficaram ali no silêncio denso do quarto, o cheiro forte de sexo impregnando tudo, o ar ainda pesado de gemidos e humilhação. Selena sorriu de olhos meio fechados, o corpo mole no afterglow, a buceta latejando gostoso, cheia, usada, satisfeita — e o olhar dela no marido dizia que aquilo tinha só acabado de começar.

Rate this story

Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged doggy-style creampie standing-sex dirty-talk humiliation

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.