Reencontro Explosivo no Festival: Nossa Primeira Vez
Reencontro Explosivo no Festival: Nossa Primeira Vez Tagline: Aos 24 anos, o mecânico Lucas reencontra a bartender Sonia, de 22, no
Lucas, mecânico de vinte e quatro anos com as mãos calejadas de tanto mexer em motor e o cheiro leve de óleo ainda grudado na pele mesmo depois do banho, empurrava o corpo pela multidão do Festival de Inverno em São Paulo quando viu ela. Sonia. Vinte e dois anos, agora bartender experiente, cabelo solto caindo nos ombros, shortinho jeans colado na bunda redonda e blusinha curta que deixava a barriga à mostra. A última vez que se viram foi no posto onde ele consertava carros e ela servia café; os dois se olhavam demais, demoravam demais nas conversas, mas nunca tocaram um no outro. Virgens. Os dois. Sempre.
O reencontro foi um soco no peito. Ela estava atrás de um balcão improvisado servindo drinks gelados, rindo alto com um cliente, quando o olhar dela cravou no dele. O sorriso morreu e virou outra coisa: fome pura. Sonia largou o shaker, contornou o balcão e veio direto, o peito subindo e descendo rápido.
— Porra, Lucas… você tá aqui de verdade? — a voz dela saiu rouca, quase um gemido.
Ele engoliu seco, sentindo o pau já latejar dentro da calça.
— Tô. E você virou a rainha do bar, hein? Continua gostosa pra caralho. Sempre foi.
Eles ficaram ali, no meio da multidão, música alta de sertanejo eletrônico batendo no peito, fogueiras crepitando ao redor, o cheiro de carne assada e cerveja no ar. Nenhuma desculpa. Nenhuma frescura.
— Eu nunca parei de pensar nessa porra — confessou Sonia, chegando perto o bastante pra ele sentir o calor do corpo dela. — Nunca fodi com ninguém. Continuo virgem. E você?
— Também. Nunca enfiei em ninguém. Mas porra, Sonia, eu queria tanto enfiar em você desde aquela época.
Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando na luz das luzes coloridas.
— Então para de conversa fiada e me beija logo, caralho.
Não beijou ainda. Puxou ela pela mão pra pista improvisada no meio do gramado. O batidão do sertanejo eletrônico fazia o chão tremer. Lucas colou o corpo no dela por trás, a porra do pau duro enfiado na fenda da bunda dela pelo shortinho. Sonia empurrou a bunda pra trás, rebolando lento, sentindo o volume grosso esfregar. Ele abaixou a cabeça e mordeu o lóbulo da orelha dela.
— Quero te foder hoje — sussurrou ela, a voz baixa e molhada. — Quero dar pra você essa noite. Perder essa porra de virgindade com o seu pau grosso. Agora. Aqui.
Lucas gemeu baixinho contra o pescoço dela, as mãos descendo e apertando as coxas firmes. Virou o rosto dela e meteu a língua na boca de Sonia sem pedir licença. O beijo foi quente, molhado, saliva misturando, dentes batendo, a língua dela chupando a dele com fome de quem nunca tinha beijado daquele jeito. As mãos grandes dele entraram por baixo do shortinho, agarrando a bunda nua dela — ela não usava calcinha — e apertando as nádegas carnudas, os dedos afundando na carne macia. Sonia gemeu dentro da boca dele, o som vibrando no peito dos dois.
— Isso… aperta mais — pediu ela, ofegante. — Quero perder agora, Lucas. Aqui no festival. Me fode atrás de qualquer coisa, mas me fode.
Ele puxou ela pra longe da multidão, esquivando de corpos suados e barracas iluminadas, até uma barraca de madeira isolada no fundo, longe das luzes principais, onde só o barulho abafado da música e o cheiro de madeira queimada chegavam. Empurrou Sonia contra a parede de tábuas, a mão ainda na bunda dela.
— Tira esse shortinho — ordenou, a voz grossa de tesão.
Sonia obedeceu na hora, puxando o jeans pra baixo das coxas e se curvando de quatro, as mãos apoiadas na madeira áspera, a bunda empinada, a buceta virgem já brilhando de molhada entre as pernas. Lucas ajoelhou atrás dela, o cheiro doce e quente batendo nele. Separou as nádegas com as duas mãos e enfiou a língua direto na fenda molhada, chupando os lábios inchados, lambendo de cima a baixo, enfiando a ponta da língua no furinho apertado que nunca tinha sido aberto. Sonia gritou baixinho, a voz tremendo.
— Porra… Lucas… come essa buceta… assim…
Ele chupou o clitóris duro, sugando forte enquanto dois dedos abriam os lábios pra língua entrar mais fundo. O gosto dela era viciante, salgado e doce. Sonia rebolava no rosto dele, gemendo alto demais pro volume da música, as coxas tremendo. Quando ele sentiu ela gozando na língua — o corpo inteiro se contorcendo, o líquido escorrendo pelo queixo dele — Lucas se levantou, abriu a calça e tirou o pau grosso e veiudo, a cabeça já pingando pré-gozo. Encostou a glande na entrada virgem, esfregando pra cima e pra baixo, molhando tudo.
— Vai doer um pouco — avisou, a voz rouca.
— Foda-se. Mete. Quero sentir você rasgando.
Ele empurrou devagar. A cabeça abriu os lábios apertados, entrou com esforço, o calor apertando igual um punho. Sonia mordeu o braço pra não gritar, o corpo todo tenso, a dor misturando com o prazer absurdo de finalmente ter algo grosso lá dentro. Lucas afundou centímetro por centímetro, sentindo a membrana ceder, o pau inteiro sumindo na buceta quente e virgem dela até as bolas baterem nela. Parou fundo, respirando pesado, dando tempo.
— Caralho… você é tão apertada… — ele gemeu.
Sonia rebolou devagar, pedindo mais.
— Move. Me fode. Quero sentir tudo.
Ele começou a meter, primeiro curto e fundo, depois mais forte, a madeira rangendo com cada estocada. A buceta dela fazia barulho molhado, chupando o pau a cada saída. Lucas agarrou o cabelo dela, puxando a cabeça pra trás enquanto metia mais fundo, a bunda dela batendo na virilha dele com estalos molhados. Sonia gemia sem parar, a dor virando fogo puro, o clitóris latejando cada vez que ele enfiava até o fundo.
Ele tirou o pau de uma vez, virou ela de frente, ergueu uma perna dela e enfiou de novo em pé, o pau entrando mais fundo nessa posição. Face a face. Olhos nos olhos. O peito dela colado no dele, o suor escorrendo entre os corpos. Lucas metia com força, a mão embaixo da coxa dela segurando, a outra apertando a bunda. Sonia olhava pra ele sem piscar, a boca aberta, gemendo a cada estocada.
— Goza dentro… por favor… enche essa buceta… quero sentir seu porra escorrendo… — pediu ela, a voz quebrada de prazer.
Lucas acelerou, as bolas batendo, o pau latejando. A buceta dela apertou de novo num segundo orgasmo, esguichando quente nele. Isso foi o fim. Ele enterrou fundo e gozou com um grunhido gutural, jatos grossos e quentes enchendo o fundo dela pela primeira vez, o sêmen pulando direto no útero virgem. Os dois tremeram juntos, o corpo de Sonia se contraindo ao redor do pau dele, mamando cada gota.
Ficaram colados assim por um tempo, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro dela. Lucas beijou a boca dela devagar, o gosto de sexo puro. Quando tirou, o gozo branco escorreu imediatamente pelas coxas internas de Sonia, grosso e quente. Ela passou dois dedos na própria buceta, coletou um pouco do sêmen e sorriu, os olhos brilhando de safadeza e algo mais.
— Agora eu sou oficialmente sua — murmurou, mostrando os dedos molhados pra ele antes de lamber. — Essa buceta é sua. Só sua.
Lucas riu baixo, ainda sem fôlego, abraçando ela contra a parede de madeira, o cheiro dos dois misturado com o cheiro do festival.
— A noite mal começou, Sonia. Minha tenda fica ali pra baixo. A gente vai pra lá agora e eu quero te foder de novo até você não aguentar mais ficar de pé.
Ela apertou o pau semi-duro dele com a mão, já sentindo ele endurecer de novo.
— Então leva logo. Quero mais. Quero sentir você gozando dentro de novo. E de novo.
Os dois se ajeitaram como puderam — shortinho dela encharcado de gozo, calça dele ainda aberta — e caminharam entre as barracas escuras, os corpos colados, as mãos já explorando de novo por baixo da roupa. O festival continuava barulhento ao redor, mas na cabeça deles só existia a promessa da tenda e tudo que ainda ia acontecer ali dentro.
Lucas puxou Sonia pela mão entre as barracas escuras, o pau ainda semi-duro balançando pra fora da calça aberta, pingando restos de porra misturados com o mel dela. A tenda dele era uma lona simples no fundo do acampamento, longe das fogueiras e do barulho principal. Ele abriu o zíper com pressa, empurrou ela pra dentro e fechou tudo atrás. O cheiro de grama molhada e suor quente encheu o espaço apertado. Sonia nem esperou: ajoelhou na hora, puxou o pau grosso pra fora de vez e enfiou na boca até a garganta. O gosto salgado do gozo dele ainda fresquinho, misturado com o dela, fez ela gemer em volta da carne.
— Chupa essa porra suja — ele rosnou, enfiando os dedos no cabelo dela e empurrando a cabeça pra baixo. — Engole o que sobrou da sua buceta. Isso, Sonia, engole fundo.
Ela engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejados de tesão enquanto a glande batia no fundo da garganta. Lucas metia a boca dela sem piedade, as bolas batendo no queixo, o pau inchando de novo até ficar de ferro. Sonia chupava com fome de virgem que acabou de descobrir o gosto, a língua rodando na cabeça, a mão apertando o saco pesado. Ele puxou o cabelo dela com força, tirou o pau babado e esfregou a cara dela nele.
— Abre essa boca de puta. Quero te ver babando no meu pau.
Ela obedeceu, a língua de fora, recebendo a porra molhada no rosto enquanto ele batia a carne nela. Lucas ajoelhou na frente dela, virou Sonia de quatro no colchão fino e abriu a bunda com as duas mãos. A buceta ainda escorria gozo branco pelas coxas, o furinho do cu piscando. Ele cuspiu bem no meio e enfiou a língua no cu dela, chupando e lambendo o anel apertado enquanto dois dedos enfiavam na buceta molhada, revirando o sêmen pra dentro e pra fora.
— Porra, Lucas… lamba esse cu… quero você enfiando aí também — ela gemia, rebolando no rosto dele, a cara enterrada no colchão. — Me fode nos dois buracos. Usa essa virgem do jeito que quiser.
Ele se levantou, ajoelhou atrás e enfiou o pau de uma vez na buceta já arrombada, metendo fundo até as bolas baterem. O barulho molhado enchia a tenda, o colchão rangendo. Lucas agarrou o cabelo dela com uma mão e com a outra deu tapas fortes na bunda, marcando a pele. Cada estocada fazia o gozo antigo escorrer mais, pingando no chão de lona. Sonia gritava abafado, a buceta contraindo e chupando o pau como se quisesse sugar até a alma dele.
— Mais forte, caralho. Arrebenta essa buceta. Quero sentir você me usando.
Ele tirou o pau de súbito, lambeu o polegar e enfiou no cu dela devagar, abrindo o anel virgem enquanto a glande esfregava na entrada da buceta. Sonia tremeu inteira, gemendo alto quando o dedo sumiu até o fundo. Lucas foi empurrando o pau de novo na buceta e o dedo no cu ao mesmo tempo, metendo os dois buracos, sentindo a parede fina separando. O calor apertado dela o deixava louco. Ele tirou o dedo, cuspiu de novo e encostou a cabeça do pau no cu.
— Vou enfiar no seu cu agora. Relaxa e engole essa porra.
— Mete. Arromba esse cu. Quero sentir rasgando.
Lucas empurrou devagar. A cabeça abriu o anel com esforço, entrando centímetro por centímetro enquanto Sonia mordia o colchão e gemia de dor misturada com tesão puro. O cu dela era um torniquete quente, apertando a glande até doer gostoso. Ele afundou até as bolas, parou fundo e começou a meter curto e fundo, abrindo o buraco virgem. Cada estocada fazia o cu dela engolir e cuspir o pau grosso, o barulho molhado de saliva e pré-gozo. Sonia rebolava pra trás, pedindo mais, a mão dela esfregando o clitóris molhado.
— Isso… fode meu cu… mais fundo… enche de porra também.
Ele agarrou as nádegas, abriu bem e meteu com força, o pau sumindo inteiro a cada vez. A tenda balançava. Lucas puxou ela pra cima, enfiou a mão na boca dela pra ela chupar os dedos enquanto fodía o cu de quatro. Sonia gozou de novo só com o pau no cu, o corpo todo se contorcendo, a buceta esguichando no colchão. Isso fez o cu dela apertar num pulso louco. Lucas gritou, enterrou fundo e gozou jatos quentes direto no intestino dela, enchendo o cu virgem até vazar pelas laterais.
Ele tirou o pau pingando e enfiou de volta na buceta pra limpar, metendo o gozo do cu pra dentro da buceta já cheia. Sonia riu safada, ofegante, e se virou de barriga pra cima, abrindo as pernas bem abertas. Lucas ajoelhou entre elas, enfiou o pau de novo e meteu sem parar, a porra saindo misturada a cada saída. Ele agarrou os peitos dela por baixo da blusinha, apertou os mamilos duros e chupou um com força enquanto metia.
— Olha pra essa buceta arrombada engolindo meu pau. Você nasceu pra levar porra, Sonia. Olha o tanto que tá saindo.
Ela ergueu a cabeça, olhou pra baixo e meteu os dedos nos próprios lábios, abrindo pra ele ver o pau entrando e saindo sujo. Lucas tirou, ajoelhou na cara dela e enfiou o pau na boca de novo, forçando até ela engasgar no gosto de cu e buceta e porra. Ela chupava tudo, limpando a caralha com a língua, os olhos vidrados de putaria.
— Engole. Engole a porra do meu pau sujo.
Ele tirou, se deitou e puxou ela pra cima, montando. Sonia encaixou a buceta no pau e desceu até o fundo, rebolando em círculos, a bunda batendo nas coxas dele. Lucas segurou a cintura dela e meteu pra cima, estocando fundo enquanto ela rebolava. O peito dela balançava, o cabelo grudado de suor. Ele enfiou o polegar no cu dela de novo, abrindo enquanto ela cavalgava.
— Senta mais fundo, porra. Quero ver essa bunda engolindo tudo. Goza no meu pau agora.
Sonia acelerou, a buceta fazendo barulho molhado de porra batida, e gozou gritando, o corpo se contraindo, esguichando quente nas bolas dele. Lucas virou ela de lado sem tirar o pau, ergueu a perna dela e meteu de colher, a mão no clitóris esfregando rápido. Ele mordeu o ombro dela e gozou de novo, o terceiro jato quente enchendo o fundo dela, o excesso vazando pela entrada e molhando as coxas dos dois.
Ainda duro, ele tirou, virou Sonia de quatro outra vez e enfiou no cu de uma vez, agora mais fácil, o buraco dilatado e escorregadio de porra. Meteu rápido e fundo, as mãos abrindo a bunda pra ver o pau sumindo. Sonia empurrava pra trás, gemendo baixo e sujo.
— Usa meu cu. Enche de novo. Quero acordar com porra escorrendo dos dois buracos.
Lucas meteu até gozar mais uma vez, o jato final saindo fraco mas quente, pingando quando ele tirou. Ele se sentou, puxou a cabeça dela pro colo e enfiou o pau mole e sujo na boca dela pra ela limpar. Sonia chupou devagar, limpando cada gota, a língua entrando na fenda da glande, engolindo o gosto de tudo.
Ele puxou o cabelo dela, tirou o pau da boca e esfregou a cabeça no rosto dela, manchando a bochecha com o resto.
— Abre essa boca e mostra a língua.
Sonia abriu, a língua de fora, a cara suja de saliva e porra. Lucas cuspiu na língua dela e enfiou o pau de volta, metendo fundo na garganta uma última vez enquanto ela engolia tudo. Ele tirou, empurrou ela de costas e se ajoelhou em cima do peito dela, batendo o pau semi-duro entre os peitos enquanto ela apertava com as mãos. O pau deslizava sujo, a cabeça batendo no queixo dela. Ele gozou seco, só um filete, e esfregou o resto na cara dela.
Sonia riu baixo, passou a mão na buceta e no cu, coletou o gozo que ainda vazava e esfregou nos peitos e na boca.
— Olha o estado dessa puta. Cheia de porra, arrombada nos dois buracos, pronta pra levar mais se você quiser.
Lucas agarrou o cabelo dela, puxou a cara pra perto do pau e enfiou a glande entre os lábios dela uma última vez.
— Engole essa última gota e fica de quatro de novo. Quero ver essa buceta e esse cu abertos e pingando enquanto eu te fodo a cara com o pau mole.
Ela obedeceu na hora, de quatro, a bunda empinada, os dois buracos abertos e escorrendo porra branca grossa pelas coxas enquanto ele enfiava o pau mole na boca dela e metia devagar, sujo e usado, até o último resto escorrer pela garganta dela.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Popular Collections
Browse Categories