Tentação no Telhado: O Vizinho que Finalmente Tomou Meu Cu
Reid, o personal trainer de 29 anos, finalmente comeu o cu da divorciada Imani, de 34, no telhado do prédio.
Imani tinha trinta e quatro anos, divorciada havia quase dois, e morava sozinha no apartamento do quinto andar daquele prédio antigo no bairro. Todas as manhãs ela via Reid saindo para correr: vinte e nove anos, personal trainer, ombros largos, peito marcado sob a camiseta suada, coxas grossas que faziam o short tremer. Eles trocavam olhares há meses. Olhares quentes, demorados, do tipo que faziam o cu dela contrair só de imaginar.
Naquela noite de verão o calor estava insuportável. O ar-condicionado pifara e Imani não aguentava mais. Vestiu só um vestidinho fino sem sutiã, subiu a escada de serviço até o telhado e abriu a porta de ferro. O ar lá em cima era um pouco menos quente, a cidade piscava embaixo, e ele estava lá.
Reid sem camisa, encostado no parapeito, pele brilhando de suor, short de moletom baixo demais na cintura. Quando virou o rosto e a viu, sorriu daquele jeito safado que ela já conhecia de longe.
— Finalmente resolveu subir, Imani?
Ela se aproximou, o vento quente mexendo no tecido fino contra os peitos.
— Não dava pra ficar lá embaixo. Tava sufocando.
— Aqui em cima também tá quente — ele respondeu, olhos descendo até a linha dos mamilos marcados. — Mas de outro jeito.
Imani parou perto o suficiente pra sentir o cheiro dele: sabonete barato, suor limpo, tesão. Cruzou os braços embaixo dos peitos, empurrando-os pra cima de propósito.
— Você sobe aqui toda noite?
— Quase. Pra pensar. E pra imaginar o que faria se a vizinha do quinto um dia aparecesse.
Ela riu baixo, a voz já rouca.
— E o que você imaginava, Reid?
Ele se virou de frente pra ela, o short marcando o volume grosso na frente.
— Imagino você de quatro nesse chão quente. Imagino meu pau esfregando na sua bunda. Imagino te ouvir pedindo pra eu meter fundo.
O peito de Imani subiu e desceu mais rápido. Ela não desviou o olhar.
— Eu também penso em você. Desde que me separei. Toda vez que te vejo na academia do prédio, ou saindo pra correr… eu gozo com o dedo pensando na sua boca no meu peito. Na sua mão na minha bunda.
Reid deu um passo à frente. O calor entre os dois era pior que o do telhado.
— Continua.
— Eu nunca dei o cu — confessou ela, a voz firme mas o rosto quente. — Nunca. Meu ex não gostava, e eu nunca pedi. Mas toda vez que te vejo, eu fico molhada pensando nisso. Em você abrindo meu cuzinho. Em sentir aquele pau grosso entrando devagar… e depois metendo forte.
Reid soltou um gemido baixo, quase um grunhido. A mão dele foi direto pra frente do short, apertando o pau duro.
— Porra, Imani. Eu sonho com o seu cu. Sonho em lamber ele até você tremer. Sonho em enfiar a cabeça desse pau nele e te ouvir gemer que tá doendo gostoso. Quero arrombar esse cuzinho virgem e gozar fundo.
Eles se fecharam a distância de um suspiro. A boca de Reid desceu na dela com fome. Beijo molhado, língua grossa, dentes puxando o lábio inferior dela. Imani agarrou o peito suado dele, unhas arranhando o peitoral, enquanto a outra mão descia e apertava o volume do short. O pau latejava quente na palma dela.
Reid puxou o vestido pra cima, descobriu os peitos pesados, chupou um mamilo com força. Ela gemeu alto, a mão dele já entre as pernas, sentindo a calcinha encharcada.
— Porra, tá pingando — murmurou ele contra o peito dela. — Sua buceta tá implorando e o cu ainda nem conheceu pau.
Imani puxou o short dele pra baixo. O pau saltou grosso, veias saltadas, cabeça inchada e molhada de pré-gozo. Ela envolveu com as duas mãos, masturbou devagar, espalhando o líquido.
— Me fode no cu essa noite, Reid. Agora. Quero sentir você me abrindo. Quero acordar amanhã sentindo o cu latejando.
Ele a beijou de novo, mais bruto.
— Vai se arrepender de ter pedido isso, gostosa. Porque depois que eu comer esse cu, vou querer todo dia.
No chão quente do telhado, Reid ajirou Imani de quatro. O vestido subiu até a cintura, a calcinha foi rasgada de lado. Ele abriu as nádegas dela com as duas mãos e lambeu o cuzinho rosado de uma vez só. Língua larga, quente, molhada, chupando o anel apertado enquanto dois dedos entravam na buceta escorrendo. Imani enterrou o rosto no braço, gemendo alto demais pro telhado vazio.
— Isso… chupa meu cu, porra… enfia a língua…
Reid cuspiu direto no buraco, espalhou com o polegar, chupou de novo, enfiando a ponta da língua o máximo que dava. Os dois dedos fodiam a buceta dela em ritmo rápido, o polegar da outra mão massagando o clitóris inchado. Ela rebolava pra trás, desesperada.
Quando ele tirou a boca, o cu dela brilhava de saliva. Reid cuspiu na própria mão, passou no pau grosso várias vezes, deixando escorrendo. Posicionou a cabeça no cuzinho.
— Respira fundo. Vou entrar devagar… mas não vou parar.
Imani arqueou as costas.
— Mete. Quero sentir arrombando.
A cabeça entrou com resistência gostosa. O anel se abriu aos poucos, queimando, esticando. Reid segurava o quadril dela com força, empurrando centímetro por centímetro. Quando a cabeça passou toda, os dois gemeram juntos.
— Caralho, que cu apertado… tá me engolindo, Imani…
— Mais… põe mais…
Ele enterrou até a metade, parou, deixou ela se acostumar, depois voltou a empurrar até as bolas baterem na buceta molhada. Imani soltou um grito rouco, o corpo inteiro tremendo. Reid começou a meter. Devagar no começo, sentindo cada contração do cu apertando o pau, depois mais rápido, mais fundo. O som molhado de saliva e pele ecoava no telhado.
— Fala o que tá sentindo — ordenou ele, metendo forte.
— Tô sentindo seu pau grosso arrombando meu cu… dói gostoso… mete mais forte, porra…
Ele a puxou pela cintura e a virou. Imani montou de costas pra ele, cavalgada anal reversa, as mãos no chão entre as pernas dele. Desceu o cu no pau de uma vez, gemendo alto, e começou a rebolar desesperada. Reid segurava as nádegas abertas, olhando o próprio pau sumindo e saindo do cuzinho vermelho e brilhante.
— Olha como esse cu tá engolindo… rebola mais, puta… me usa…
Imani rebolava com raiva de tesão, o clitóris latejando sem ser tocado. Reid enfiou a mão na frente e esfregou o botão inchado enquanto ela cavalgava. O orgasmo veio rápido nela: o cu se contraiu violentamente no pau dele, a buceta esguichou no chão, ela gritou o nome dele.
Ainda tremendo, foi virada de novo. Reid a deitou de costas, ergueu as pernas dela e colocou sobre os ombros. Missionário anal. O pau entrou de uma vez, fundo, e ele meteu com força, a pele batendo, as bolas estalando contra a bunda. Imani olhava o rosto dele, suado, concentrado, safado.
— Goza dentro do meu cu… enche… quero sentir escorrendo…
— Vou gozar fundo nesse cuzinho… toma, porra…
Reid meteu mais três, quatro vezes brutais e gozou. Jatos quentes bombeando dentro do cu dela, enchendo, vazando pelas laterais enquanto ele ainda empurrava. Imani gozou de novo só de sentir o calor lá dentro, o corpo inteiro em espasmo, unhas cravadas nas costas dele.
Quando o pau saiu devagar, o cuzinho ficou aberto, arrombado, pulsando, leitoso. Imani ainda tremia de prazer, as pernas fracas. Reid se deitou ao lado, puxou ela pro peito suado, os dois olhando a cidade piscando lá embaixo. O vento quente secava o suor e o gozo escorrendo entre as coxas dela.
Ele beijou a têmpora dela, a voz rouca de quem ainda não tinha saciado.
— Isso foi só o começo, Imani. Esse cu agora é meu pra treinar. Todas as noites que você quiser eu subo aqui… ou desço no seu apartamento… e meto fundo de novo. Vou deixar ele viciado no meu pau.
Ela sorriu contra o peito dele, ainda sentindo o cu latejar e o esperma escorrer.
— Então treina bem. Porque amanhã de noite eu já quero de novo… e quero mais forte.
Reid apertou a bunda dela, o dedo deslizando de leve no cuzinho ainda aberto e sensível.
— Combinado. Mas da próxima eu quero te ver gozando com um plug no cu o dia inteiro, pensando em mim. E quando a gente se encontrar… eu tiro e meto na hora.
Imani mordeu o peito dele, o tesão já recomeçando a latejar baixo na barriga.
— Então traz o plug amanhã. E traz lubrificante de verdade. Porque eu quero que você me foda até eu não conseguir sentar direito.
Ele riu baixo, safado, a mão ainda brincando com o cu molhado dela enquanto a cidade brilhava embaixo deles, e a noite de verão ainda estava só começando.
Reid ainda brincava com o cuzinho de Imani, o dedo grosso entrando e saindo devagar no buraco aberto e leitosos. O esperma escorria quente pelas coxas dela, misturado com saliva e suor, e o cheiro grosso de sexo pairava no ar quente do telhado. Imani mordeu o peito dele de novo, mais forte, e rebolou o quadril, empurrando o dedo pra dentro.
— Ainda tá duro — murmurou ela, a mão descendo e agarrando o pau de Reid, que já latejava de novo, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de gozo residual. — Porra, você não cansa?
— Com esse cu? Nunca. — Ele tirou o dedo, cuspiu nele e enfiou dois de uma vez. Imani gemeu alto, o anel se abrindo fácil agora, inchado e sensível. — Sente como tá folgado pra mim? Tá perfeito. Mas eu quero mais. Levanta.
Ela obedeceu, as pernas ainda trêmulas. Reid a puxou pro peito dele, beijou a boca com fome, língua grossa chupando a dela enquanto a mão apertava uma nádega e o polegar voltava a invadir o cu. Imani enfiou a mão entre os corpos e masturbou o pau dele com força, espalhando o gozo que ainda pingava.
— Mete de novo — pediu ela, a voz rouca. — Agora. Sem frescura. Quero sentir arrombando de verdade.
Reid a virou de frente pro parapeito. Imani agarrou o cimento quente, arqueou as costas e abriu as pernas. Ele cuspiu direto no cuzinho, passou a cabeça do pau pra lá e pra cá, ensaboando o buraco com saliva e porra, e enfiou de uma vez. Até o fundo. Imani gritou, o corpo inteiro tremendo, o cu queimando gostoso enquanto o pau grosso a abria sem piedade.
— Isso, toma tudo — grunhiu Reid, segurando a cintura dela com as duas mãos e metendo fundo, as bolas batendo na buceta molhada. — Olha esse cu engolindo. Tá molenga agora, gostosa. Tá viciado.
Ele fodia com força, ritmo brutal, a pele estalando. Imani rebolava pra trás, pedindo mais, o clitóris latejando sem ser tocado. Reid enfiou a mão na frente, dois dedos na buceta e o polegar no botão inchado, esfregando enquanto o pau destroçava o cu.
— Goza no meu pau de novo — ordenou ele. — Quero sentir esse cuzinho apertando.
Imani gozou gritando, o corpo em espasmo, o cu se contraindo em ondas violentas em volta do pau dele. Reid não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, mais fundo, mais forte, até ela quase cair. Então a puxou pra trás, ajoelhou-se e enfiou a língua no cuzinho arrombado. Chupou o gozo que escorria, língua larga lambendo por dentro, sugando o anel dilatado enquanto Imani gemia de joelhos no chão quente, a bunda erguida.
— Porra, Reid… sua língua no meu cu… continua…
Ele chupou até o buraco brilhar de novo, limpo e aberto. Depois se levantou, o pau latejando, e a fez de quatro outra vez. Enfiou só a cabeça, saiu, enfiou de novo, provocando. Imani implorou.
— Para de brincar e me fode!
Reid riu safado e enterrou tudo. Começou a treinar o cu dela de verdade: metidas longas e profundas, depois curtas e rápidas, abrindo, esticando, fazendo o anel se acostumar ao volume. Imani sentia cada veia, cada centímetro, o calor queimando por dentro. Quando ele gozou de novo, foi fundo, jatos quentes enchendo o cu já cheio, vazando pelas laterais enquanto ele ainda empurrava.
Eles caíram no chão suados, ofegantes. Reid puxou Imani pro colo, o pau ainda semi-duro roçando a bunda dela. O esperma escorria sem parar, sujando as coxas e o short dele.
— Amanhã você vai usar o plug o dia inteiro — disse ele, a voz baixa contra o ouvido dela. — Eu desço no seu apartamento de manhã cedo, antes de ir treinar. Coloco ele em você. E você passa o dia inteiro com o cu aberto, pensando no meu pau.
Imani sorriu, ainda sentindo o latejar gostoso.
— Quero. E quero que seja grosso.
Na manhã seguinte, o sol ainda nascia quando Reid bateu na porta do apartamento dela. Imani abriu de camisola fina, sem calcinha. Ele entrou, beijou ela com força e a virou contra a parede da sala. Tirou um plug preto, grosso, com base larga, e um tubo de lubrificante.
— Abre essas pernas.
Imani se curvou, mãos na parede. Reid passou lubrificante generoso no cuzinho ainda inchado da noite anterior, enfiou dois dedos, abriu, e empurrou o plug devagar. O silicone grosso entrou, esticando, até a base se encaixar firme entre as nádegas.
— Anda com isso o dia todo — mandou ele, dando um tapa na bunda dela. — Sente o peso. Sente o cu te lembrando de mim. À noite eu tiro e meto.
Imani passou o dia assim. No trabalho em home office, o plug latejava a cada movimento. Quando se sentava, ele pressionava fundo. Quando andava até a cozinha, rebolava sozinho lá dentro. Ela gozou duas vezes só de apertar as coxas, imaginando Reid. À noite, quando ele bateu de novo, ela já estava encharcada.
Reid a puxou pro sofá, ajoelhou na frente dela e puxou o plug com um ploc molhado. O cuzinho ficou aberto, redondo, brilhante de lube. Ele cuspiu dentro e enfiou a língua fundo, chupando, lambendo as paredes internas enquanto Imani puxava o cabelo dele e rebolava na cara.
— Chupa esse cu, porra… prepara ele…
Reid se levantou, tirou a roupa, o pau grosso e duro apontando. Passou lubrificante nele e na bunda dela. Deitou Imani de lado no sofá, ergueu uma perna e enfiou de lado. O ângulo era profundo, o pau entrando até as bolas. Ele meteu devagar no começo, sentindo o plug ter feito o trabalho, o cu mais maleável, depois acelerou.
— Esse cu tá meu agora — falava ele, metendo forte. — Tá treinado pra me engolir. Fala.
— Tá seu… arromba… mete mais fundo…
Ele a virou de quatro no sofá, agarrou o cabelo dela e fodeu sem piedade. O som molhado ecoava na sala. Imani gozou com o cu se contraindo, a buceta esguichando no tecido. Reid tirou o pau, enfiou três dedos no cu aberto, abriu em tesoura, mostrou pra ela no espelho da parede.
— Olha como ficou. Aberto. Vermelho. Pronto pra mais.
Imani olhou, o rosto quente de tesão, e empurrou o quadril pra trás.
— Então mete de novo. Quero gozar com você dentro.
Reid a carregou pro quarto, jogou na cama e a montou em cowgirl anal. Imani desceu o cu no pau de uma vez, gemeu alto e começou a cavalgá-lo com raiva. As nádegas batiam, o peito dela balançava, e Reid esfregava o clitóris dela com o polegar. Eles gozaram juntos: ele jorrando fundo, ela se contorcendo em cima, o cu milhando o pau em espasmos.
Ainda não pararam. Reid a deitou de barriga pra baixo, abriu as nádegas e meteu de novo, peso do corpo em cima dela, metidas longas e pesadas. Imani sentia o esperma anterior sendo empurrado pra fora a cada investida, escorrendo quente. Ele falava putaria no ouvido dela o tempo todo — como o cu dela era feito pro pau dele, como ia foder todas as noites, como ela ia acordar latejando e pedindo mais.
Quando finalmente gozou pela última vez aquela noite, Reid encheu o cu dela de novo até vazar. Ficaram abraçados na cama bagunçada, o plug descansando na mesa de cabeceira, o lubrificante derramado, o cheiro de sexo grosso impregnando o quarto. Imani sentia o cu latejar profundo, aberto, cheio, viciado. Reid beijou o pescoço dela e murmurou:
— Amanhã a gente sobe no telhado de novo. E eu quero te ver de quatro com o cu pra cidade inteira, pedindo pra eu arrombar mais.
Imani sorriu, exausta e satisfeita, o corpo inteiro mole de prazer.
E assim o vizinho do personal trainer fez do cu da divorciada seu brinquedo favorito pra sempre.
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