A Noite em que Seduzi a Vizinha Recém-Divorciada

Lucas, de 26 anos, fodeu a amiga gostosa da madrasta, a vizinha recém-divorciada Roxanne, de 42, enquanto os pais viajavam.

13 min read September 19, 2026New

Lucas, um jovem de 26 anos que ainda morava com o pai e a madrasta Simone no condomínio de alto padrão nos arredores da cidade, estava encostado no batente da janela da sala quando viu a nova vizinha chegar. O sol queimava forte aquela tarde, e o ar quente fazia tudo parecer lento e pegajoso. Roxanne, de 42 anos, recém-divorciada, descia de um SUV preto com o rosto marcado por cansaço e uma fome que qualquer homem experiente reconheceria de longe. Ela vestia uma blusa fina de alças que mal continha os seios pesados e maduros, e uma calça de moletom justa que abraçava sua bunda enorme, redonda, empinada, daquelas que balançavam a cada passo como se pedissem para ser agarradas com força. O suor já brilhava no colo dela, descendo pelo vale profundo entre as tetas, e Lucas sentiu o pau mexer dentro da bermuda só de imaginar o gosto salgado daquela pele.

Ele a conhecia havia anos. Roxanne era a melhor amiga da madrasta Simone, quase uma irmã para ela. Vinha à casa deles para jantares, festas na piscina, confidências regadas a vinho. Lucas sempre fingia ser o enteado educado, mas por dentro era um vulcão. Quantas vezes ele havia se trancado no quarto depois de uma visita dela, puxando o pau latejante para fora e batendo uma punheta violenta imaginando aquela mulher de 42 anos de quatro, gemendo enquanto ele metia fundo na buceta madura e apertada? Ele fantasiava chupar aqueles mamilos escuros, morder a carne macia da bunda, enfiar a língua no cuzinho enrugado enquanto ela pedia mais.

Agora ela era a nova vizinha. O casamento fracassado tinha deixado marcas: olheiras leves, mas também um brilho nos olhos de quem estava livre e desesperada por uma boa foda depois de anos comendo mal. Lucas apertou a mão no parapeito da janela. A tensão veio imediata, quente, proibida. Se alguém descobrisse que ele queria comer a amiga gostosa da madrasta, seria o fim. A amizade entre Simone e Roxanne iria por água abaixo. O casamento do pai com a madrasta racharia. O condomínio inteiro viraria uma fofoca só. Era taboo puro. Era exatamente por isso que seu pau endurecia tanto.

Ele passou os dias seguintes evitando olhar demais, mas falhando miseravelmente. Toda vez que via Roxanne no jardim, regando as plantas com um shortinho curto que deixava metade da bunda de fora, ou suada depois de uma corrida, com a regata colada marcando os bicos duros, Lucas tinha que ir para o banheiro e gozar pensando nela. “Caralho, eu quero desrespeitar tudo. Quero foder a Roxanne até ela esquecer o nome do ex. Mas não posso. Não devo. Porra, como eu quero.”

As semanas correram e o desejo só engrossava. Simone comentava casualmente como a amiga estava se recuperando bem do divórcio, como precisava de companhia. Lucas apenas acenava, o pau meio duro só de ouvir o nome dela. Então veio a viagem. O pai e Simone foram passar dez dias numa pousada romântica no litoral, deixando a casa grande vazia. “Cuida de tudo, Lucas. E se a Roxanne precisar de algo, ajuda ela, tá? Ela é como da família”, disse Simone antes de sair. Ele quase riu do ironia. Família. Se ela soubesse.

A noite era quente pra caralho. Nem o ventilador de teto dava conta. O ar estava úmido, pesado, fazendo o suor escorrer pelo peito definido de Lucas enquanto ele andava pela sala só de bermuda de nylon fina, sem cueca, o pau balançando pesado entre as pernas. Ele estava excitado desde o fim da tarde, pensando na vizinha. Imaginava ela na casa ao lado, suada, talvez se tocando na cama pensando no mesmo pau jovem que ele tinha. O relógio marcava quase onze horas quando ouviram as batidas na porta.

Lucas abriu e o ar quente da rua entrou junto com o cheiro dela. Roxanne estava parada ali, suada, o cabelo castanho preso num coque frouxo com fios grudados no pescoço. Vestia um vestidinho leve de algodão que colava no corpo como uma segunda pele. Os seios grandes subiam e desciam com a respiração acelerada, os mamilos escuros e grossos marcando o tecido molhado de suor. O vestido mal cobria as coxas grossas, e gotas de suor desciam pelas pernas bem torneadas. Ela parecia uma mulher no limite.

“Lucas… me desculpa aparecer assim, mas meu ar-condicionado quebrou de vez. Está um inferno na minha casa. Não consigo nem respirar direito. Sua madrasta sempre falou que você entende dessas coisas. Será que você pode dar uma olhada? Juro que te recompenso depois.”

A voz dela estava rouca, baixa, carregada de algo além de calor. Lucas sentiu o pau inchar imediatamente, o tecido da bermuda esticando. “Entra, Roxanne. Tá foda mesmo esse calor. Vou pegar uma cerveja gelada pra você primeiro.”

Ela entrou, o corpo roçando nele de leve na passagem. O cheiro de pele quente, perfume doce misturado com suor feminino invadiu tudo. Lucas fechou a porta e foi até a geladeira. Serviu duas long necks. Quando se virou, ela estava encostada na bancada da cozinha, o vestido subido um pouco, mostrando a curva inferior da bunda. Tomou um gole longo e gemeu de alívio quando o líquido frio desceu. Uma gota escapou, correu pelo queixo, pescoço, e sumiu entre os seios. Lucas acompanhou com os olhos, o pau já completamente duro.

O papo começou inocente. Ela reclamou do ex-marido, de como o sexo tinha virado uma obrigação sem graça nos últimos anos do casamento. “Eu sou uma mulher de 42 anos, Lucas. Ainda tenho muito tesão, muita vontade. Ele mal me comia uma vez por mês, e quando comia era rápido, sem gosto. Eu preciso de pau de verdade. Pau jovem, grosso, que bata fundo, que me faça gozar até tremer.”

As palavras bateram direto no estômago dele. Lucas bebeu um gole grande, sentindo o coração martelar. Sentou no banco alto da cozinha, as pernas abertas, o volume da bermuda impossível de esconder. Roxanne percebeu. Seus olhos desceram devagar, ficaram ali, e um sorrisinho safado apareceu nos lábios carnudos.

“Você tá bem quietinho… Tá tudo certo aí embaixo?”, perguntou ela, a voz mais baixa, mais suja.

Lucas respirou fundo. A linha estava ali, fina, perigosa. Ele decidiu pisar nela.

“Pra ser sincero, Roxanne, eu sempre quis você. Desde a primeira vez que te vi aqui em casa como amiga da madrasta. Eu me trancava no quarto e batia punheta pensando nessa sua bunda gostosa, nessas tetas grandes, nessa buceta que eu imagino molhada e quente. Sempre fantasiando comer a amiga da Simone. E agora você aqui, suada, dizendo que tá louca por um pau jovem… Eu fico louco. Sei que é errado pra caralho. Se a Simone descobrir, se meu pai souber que eu fodi a melhor amiga dela enquanto eles viajam, acaba tudo. A amizade, o casamento, a família. Mas porra… isso só me deixa mais duro.”

Roxanne lambeu os lábios lentamente. Deu um passo à frente, depois outro. O corpo maduro dela irradiava calor. Os seios quase encostavam no peito dele agora.

“Eu também pensei em você, sabia? Quando te via na piscina, aquele corpo de 26 anos, todo definido, o volume naquela sunga… Eu voltava pra casa e me dedava pensando no enteado da minha melhor amiga me comendo. Pensava em chupar esse pau até você gozar na minha garganta, em abrir as pernas e deixar você me foder sem camisinha, me encher de porra quente. É proibido. É sujo. É exatamente por isso que minha buceta tá piscando agora.”

O flerte tinha virado algo bruto, pesado, deliciosamente sujo. Lucas sentia o pau babando pré-gozo dentro da bermuda. Roxanne se aproximou mais, colocou a mão na coxa dele, subiu devagar. Os dedos roçaram o saco, depois subiram e seguraram o pau inteiro por cima do tecido fino. Apertou. Sentiu a grossura, o calor, a pulsação forte.

“Nossa, Lucas… que pauzão. Tá latejando, duro pra mim. Olha o tamanho disso… vai me rasgar todinha.”

Ela massageou devagar, olhando nos olhos dele, a respiração quente no rosto do rapaz. O polegar circulou a cabeça inchada, espalhando o líquido que molhava a bermuda.

“Me fode essa noite, Lucas. Desrespeita todas as regras. Esquece que sou amiga da sua madrasta. Esquece que isso pode destruir tudo. Eu quero que você me use. Quero esse caralho jovem batendo no fundo da minha buceta, quero sentar nele até minhas pernas tremerem. Desrespeita tudo, porra. Me come como a puta que eu sou pra você essa noite.”

A mão dela apertava e soltava, ritmada, enquanto o corpo dela se pressionava contra o dele. Os seios macios esmagavam contra o peito suado de Lucas. O pau dele latejava forte na palma dela, pronto para explodir. Os dois sabiam que não tinha mais volta. A cozinha parecia pequena demais para o tesão que enchia o ar. Qualquer coisa podia acontecer agora — e ia acontecer. A única pergunta era quanto tempo mais conseguiriam resistir antes de rasgar aquela bermuda e começar a pecar de verdade.

Lucas não aguentou mais. Agarrou Roxanne pela nuca e devorou sua boca num beijo bruto, molhado, cheio de anos de tesão escondido. As línguas se esfregavam com fome enquanto as mãos dele subiam por baixo do vestidinho de algodão, apertando aquela bunda pesada e macia, sentindo a carne transbordar entre os dedos. Roxanne gemeu dentro da boca dele, apertando o pau latejante por cima da bermuda fina, sentindo o calor pulsar contra a palma.

— Caralho, Lucas... eu tô encharcada só de te ouvir falar isso — sussurrou ela, a voz rouca, os olhos castanhos cheios de luxúria. — Sou a melhor amiga da sua madrasta há quinze anos. Se a Simone sonhar que o enteado dela de 26 anos tá prestes a me arrombar, ela me mata. Mas eu quero. Quero pra caralho.

Ele puxou o vestido dela por cima da cabeça num movimento só. Os seios grandes, pesados, de uma mulher de 42 anos que pariu e ainda mantinha curvas assassinas, saltaram livres, mamilos escuros e duros como pedras. Lucas agarrou um punhado de cabelo do coque frouxo e inclinou a cabeça dela para trás, chupando o pescoço suado enquanto a outra mão descia entre as coxas grossas. Dois dedos entraram fácil na buceta quente, molhada, que apertava em volta dele com ganância.

— Tá pingando, Roxanne. Essa buceta de amiga da madrasta tá piscando pra mim — rosnou ele, metendo os dedos mais fundo, fazendo um barulho molhado ecoar na cozinha silenciosa.

Ela abriu mais as pernas, rebolando na bancada, os peitos balançando pesados. — Então para de me provocar e me leva pra sala. Quero sentir esse pauzão me destruindo onde sua madrasta assiste novela todo dia.

Lucas tirou os dedos, lambeu o mel dela com um gemido baixo e a puxou pela mão. Os dois atravessaram a casa quase correndo, pelados, suados, o pau dele balançando duro e babando pré-gozo. Chegaram na sala ampla, iluminada só pela luz amarelada do abajur de canto. Ele a virou de costas e empurrou o corpo maduro dela contra o encosto do sofá grande de couro. Roxanne empinou a bunda enorme, abrindo as pernas, a buceta inchada brilhando entre as coxas.

— Me fode de quatro, Lucas. Me come como a vadia da sua madrasta que eu sou hoje.

Ele cuspiu na mão, passou no pau grosso e posicionou a cabeça inchada na entrada melada. Com um golpe forte de quadril, enterrou metade do caralho de uma vez. Roxanne gritou, as unhas cravando no sofá.

— Ai, caralho! Que grosso... vai devagar no começo, porra...

Mas Lucas não foi devagar. Segurou aqueles quadris largos e meteu até o fundo, sentindo as bolas baterem no clitóris inchado. O som de carne contra carne encheu a sala — ploc, ploc, ploc — enquanto ele acelerava, fodendo com força bruta. Os seios dela balançavam pra baixo, batendo um no outro a cada estocada.

— Toma essa pica, vadia da minha madrasta! — grunhiu ele, dando um tapa forte na bunda que fez a carne tremer. — Essa é a buceta que a Simone confia cegamente, né? E olha só... toda arrombada pelo enteado dela.

Roxanne empurrou a bunda pra trás, rebolando, os olhos revirando de prazer. O suor escorria pelas costas, descia pelo vale da espinha até sumir entre as nádegas.

— Mais fundo, Lucas! Me fode mais fundo, caralho! Eu sou a puta da sua madrasta hoje... me usa! Me rasga toda! — ela implorava, a voz falhando a cada metida que batia no colo do útero.

Ele segurou o cabelo dela como rédea, arqueando as costas dela enquanto metia sem piedade. O sofá rangia, o couro molhado de suor dos dois. Lucas sentia a buceta dela apertar, latejar, ordenhando o pau grosso. Pensava no risco — se a Simone ligasse agora, se o pai resolvesse voltar mais cedo... mas isso só fazia ele meter mais forte. O taboo era combustível puro.

Depois de longos minutos martelando ela de quatro, ele puxou o pau brilhando de mel e a virou. Roxanne estava com o rosto vermelho, boca aberta, olhos vidrados de tesão.

— Pro meu quarto. Agora — ordenou ele.

Pegou a mulher pelos quadris e praticamente a carregou pelo corredor. Os seios dela quicavam contra o peito dele enquanto andavam. No quarto dele, Lucas se sentou no sofá de dois lugares que ficava de frente pra cama, o pau apontando pro teto, veias pulsando. Roxanne subiu em cima sem esperar, virada pra ele, as coxas grossas abrindo ao redor do quadril jovem. Segurou o caralho pela base e desceu devagar, engolindo tudo até as bolas. Os dois gemeram alto quando ela sentou completamente.

— Porra... tá batendo tão fundo assim... — suspirou ela, começando a cavalgar.

Lucas agarrou aqueles peitos enormes com as duas mãos, juntando-os, e enfiou o rosto entre eles. Chupou um mamilo grosso, depois o outro, mordendo de leve enquanto ela subia e descia com força. O barulho molhado da buceta engolindo o pau enchia o quarto. Roxanne rebolava no colo dele, os quadris fazendo círculos safados, o clitóris esfregando na base do pau a cada descida.

— Olha pra mim enquanto goza, Roxanne. Quero ver a amiga da minha madrasta gozando no meu caralho — exigiu ele, chupando os mamilos com mais força, as mãos apertando a carne macia das tetas até deixar marcas vermelhas.

Ela acelerou, o suor pingando do queixo nos peitos dele. Os gemidos viraram gritos agudos.

— Tô gozando... ai, Lucas... tô gozando no pau do enteado da Simone! Porraaa!

O corpo dela tremeu inteiro. A buceta apertou como um punho quente, esguichando mel quente que escorreu pelas bolas dele. Roxanne gritou sem controle, unhas cravadas nos ombros largos do rapaz, o corpo convulsionando enquanto o orgasmo a rasgava por dentro. Lucas continuou chupando os peitos, lambendo o suor salgado do vale entre eles, segurando a bunda dela pra ajudar nos movimentos desesperados.

Quando o tremor diminuiu, ele a tirou de cima, o pau ainda duro como pedra, brilhando. Colocou Roxanne de joelhos no chão do quarto, entre as pernas dele. Segurou o cabelo castanho com força, enrolando no punho, e enfiou o pau na boca quente dela até bater no fundo da garganta.

— Agora engole tudo, vadia. Olha nos meus olhos enquanto eu gozo.

Roxanne obedeceu, os olhos marejados fixos nos dele, as bochechas fundas enquanto chupava com fome. Lucas fodeu a boca dela com estocadas curtas e profundas, segurando a cabeça no lugar. O prazer subiu pela espinha como fogo.

— Toma... toma minha porra, Roxanne!

O primeiro jato foi grosso, quente, direto na língua. Ele segurou firme, não deixando ela escapar, enquanto gozava jato após jato. Roxanne engolia, os olhos fixos nos dele, lágrimas de esforço escorrendo mas o olhar cheio de luxúria pura. Alguns fios brancos escaparam do canto da boca, mas ela sugou até a última gota, garganta trabalhando visivelmente.

Quando ele puxou o pau, ofegante, Roxanne limpou o canto da boca com o polegar, lambeu devagar e sorriu com cara de quem tinha acabado de descobrir o melhor vício da vida. Subiu no colo dele, deu um beijo molhado, demorado, misturando saliva, porra e suor.

— Toda vez que seus pais viajarem, eu vou aparecer aqui, Lucas. Vou bater nessa porta dos fundos e levar outra surra de pica desse caralhão. Você vai me arrombar em cada canto dessa casa que a Simone acha que é sagrada. Isso aqui virou meu vício proibido agora.

Ela se levantou, ainda nua, o corpo marcado por chupões e marcas de dedos. Pegou a calcinha que tinha ficado na cozinha mais cedo, segurou na mão como troféu e caminhou rebolando até a porta dos fundos, o sorriso safado estampado no rosto maduro e satisfeito. Abriu a porta, o ar quente da noite entrando.

Foi nesse exato momento que o celular de Lucas vibrou forte em cima da mesinha da sala. O nome na tela acendeu como um alerta vermelho: “Madrasta Simone”. Ao mesmo tempo, faróis varreram a janela lateral da casa — um carro parando na garagem. A voz de Simone ecoou alta no viva-voz quando a ligação caiu:

— Lucas? Estamos voltando agora. A pousada teve um problema com inundação, voltamos mais cedo. Chegamos em cinco minutos. A Roxanne tá aí? Ela me mandou mensagem mais cedo dizendo que o ar dela quebrou...

A porta dos fundos ainda estava aberta. Roxanne congelou nua no batente, calcinha na mão, olhos arregalados. Lucas sentiu o sangue gelar enquanto o pau, ainda semi-duro, dava um último pulo de pavor e tesão misturados. Os faróis se aproximavam. A chave girou na fechadura da porta da frente.

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