Eles Compartilharam Ela a Noite Toda
Petra, uma bartender de 28 anos, chamou o marceneiro Barrett de 32 e o personal trainer Dante de 30 pra casa e os dois a comeram a noite inteira sem
Petra tinha vinte e oito anos e ainda cheirava a gin tônica e limão quando fechou a porta do bar atrás de si. O turno tinha sido longo, mas a vontade que crescia entre as pernas desde a hora em que Barrett e Dante sentaram no balcão não tinha nada a ver com cansaço. Os dois a acompanharam até o prédio sem precisar de convite formal; ela só virou no meio-fio, olhou de um para o outro e disse, a voz rouca de tanto gritar pedidos:
— Vocês vêm. Agora.
Barrett, trinta e dois, marceneiro de mãos grandes e cheiro de madeira e suor limpo, riu baixo. Dante, trinta, personal trainer de ombros largos e peito duro sob a camiseta justa, só assentiu, o olhar já descendo pelo decote dela. No elevador apertado, o silêncio era grosso. Petra sentia o calor dos dois corpos e a buceta latejando contra a calcinha.
Dentro do apartamento, ela não acendeu todas as luzes. Só o abajur do sofá. Tirou o avental, ficou de saia curta preta e blusa que marcava os peitos, e foi direto à geladeira por três cervejas. Quando voltou, Barrett e Dante já estavam sentados, coxas abertas, como se o sofá fosse deles. Petra se enfiou no meio, as pernas quentes encostando nas dos dois.
— Vocês ficam me olhando toda noite como se quisessem me comer ali mesmo no balcão — murmurou, bebendo um gole. — Então falam.
Barrett passou a mão pela coxa dela, devagar, subindo a saia milímetro por milímetro.
— A gente fala, sim. Dante e eu já conversamos. Mais de uma vez. Sobre como seria foder você junto. Dividir essa gostosa.
Dante riu, o polegar traçando o contorno do joelho dela.
— A gente imagina você gemendo com os dois paus. Imagina te ver engasgando, molhada, pedindo.
Petra sentiu o calor subir pelo pescoço. A confissão saiu sem filtro, porque a fantasia já roía ela há meses:
— Eu sempre quis isso. Ser compartilhada por vocês dois. Os dois me comendo a noite inteira. Sem dó. Sem turno. Eu no meio, sendo usada. Sempre pensei nisso quando vocês pediam mais uma dose e eu fingia que só estava trabalhando.
O ar mudou. Barrett puxou o queixo dela e beijou a boca com língua grossa, salgada de cerveja. Dante não esperou; virou o rosto dela assim que Barrett soltou e chupou o lábio inferior, mordendo de leve. Petra gemeu no meio do beijo, as mãos já nos colos dos dois, sentindo os paus duros sob o jeans. As mãos deles subiram por baixo da saia ao mesmo tempo — dedos de Barrett apertando a carne da bunda, dedos de Dante enfiando sob a calcinha e encontrando ela encharcada.
— Porra, Petra — rosnou Dante. — Você tá pingando.
— Usa eu — pediu ela, a voz quebrada de tesão. — Usa a noite toda. Os dois. Me fode até eu não aguentar mais. Eu quero.
Ela se levantou, puxou a blusa pela cabeça, tirou o sutiã e a saia num movimento só. Ficou nua, peitos pesados, buceta depilada brilhando. Ajoelhou-se entre as pernas abertas deles e abriu os zíperes com pressa. Os paus saltaram pesados: o de Barrett grosso, veias saltadas; o de Dante longo e grosso na cabeça. Petra lambeu a glande de Barrett primeiro, olhando nos olhos dele enquanto a língua dava voltas lentas, depois passou para Dante, chupando só a cabeça com barulho molhado, cuspindo saliva e repartindo entre os dois. As mãos subiam e desciam nos eixos enquanto a boca ia de um para o outro, engolindo o máximo que cabia, babando no queixo, gemendo com o pau na garganta.
— Olha pra gente enquanto chupa — mandou Barrett, a mão na nuca dela. — Mostra que quer os dois.
Ela obedeceu, olhos vidrados, chupando os dois ao mesmo tempo o quanto dava, línguas e lábios esmagados contra as cabeças, saliva escorrendo pelos paus e pelos ovos. Os caras gemiam sujo, xingando baixinho, perdendo o controle. Barrett puxou o cabelo dela com força; Dante segurou o queixo.
— Chega. Levanta. Agora a gente te come de verdade.
Eles a carregaram quase até o sofá largo. Barrett deitou de costas, pau em pé, e puxou Petra para montar. Ela desceu devagar na buceta, gritando quando ele encheu tudo de uma vez. Dante se posicionou atrás, cuspiu no cu dela, empurrou dois dedos e depois a cabeça do pau. Petra arqueou as costas, unha cravada no peito de Barrett, enquanto Dante entrava centímetro por centímetro no cu apertado.
— Ai, porra — ela uivou. — Os dois. Os dois dentro. Me arrebenta.
Quando Dante enterrou até o fundo, os dois paus se moviam juntos: um socando a buceta, outro o cu, o ritmo brutal e sincronizado. Petra gritava de prazer puro, o corpo sacudindo entre eles, peitos balançando, saliva escorrendo do canto da boca. Cada estocada a fazia gozar de novo, a buceta e o cu se contraindo nos paus, o clitóris esfregando na base de Barrett. Eles trocavam de buraco sem aviso — Dante saía do cu e enfiava na buceta ainda molhada do outro, Barrett virava e entrava no cu dilatado — e Petra só pedia mais, a voz rouca:
— Isso, meus machos. Fode mais fundo. Me usa. Não para.
Viraram ela de quatro no tapete. Barrett ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dela enquanto Dante metia fundo na buceta por trás, mãos agarrando a cintura, batendo a pelve com força. O barulho de pele contra pele enchia a sala. Petra engolia o pau de Barrett até a base, lágrimas nos cantos dos olhos de tanto esforço, gemendo abafado a cada soco de Dante. Depois trocavam: Dante na boca, Barrett no cu, depois de novo na buceta, e assim por horas, suor escorrendo pelas costas dela, chupões roxos surgindo no pescoço, nas coxas, nos peitos. Petra gozava em cascata — um orgasmo atrás do outro, o corpo tremendo, a buceta esguichando no pau que a fodia, o cu se agarrando como se não quisesse soltar.
— Dentro — ela pediu, a voz quebrada. — Goza dentro de mim. Me enche. Me marca.
Barrett puxou o cabelo dela, meteu fundo na buceta e gozou com um grunhido longo, jatos quentes preenchendo ela até vazar pelas laterais. Dante saiu, virou Petra de costas no chão e gozou na cara e na boca aberta dela, porra escorrendo no queixo, nos peitos, enquanto ela lambia o que conseguia, pedindo mais, chamando os dois de meus machos com a voz pastosa de porra.
Eles não pararam ali. Barrett ainda semi-duro voltou a chupar os peitos dela; Dante enfiou dois dedos na buceta cheia e massageou o ponto que a fazia tremer de novo. Petra, suada, marcada de chupões, com porra escorrendo da buceta e ressecando no rosto, riu baixinho, exausta e saciada só pela metade. Deitou entre os dois corpos quentes no sofá agora destroçado, beijou a boca de Barrett com calma, saboreando o gosto dela mesma e dele, depois virou e beijou Dante devagar, a língua preguiçosa.
— Eu ainda não terminei com vocês — sussurrou, a mão descendo de novo para os paus que já começavam a endurecer outra vez. — A noite mal começou. Quero que me virem do avesso até o sol nascer. Quero que…
Ela não completou a frase. Os dedos dela apertaram os eixos, e o olhar dos dois já estava selvagem de novo, prontos para a próxima rodada que ainda ia vir.
Petra apertou os eixos deles com força, sentindo o sangue voltar a encher aqueles paus ainda grudados de porra e saliva. Barrett resmungou baixo, a mão grande subindo pela barriga suada dela até apertar um peito. Dante já estava duro de novo, a glande roçando a coxa interna dela enquanto ele mordia o ombro de Petra e puxava a bunda para trás.
— Sobe em mim de novo — mandou Barrett, a voz rouca. — Quero ver esse cu engolindo o pau do Dante enquanto eu te fodo por baixo.
Ela obedeceu sem hesitar. Montou de costas para Barrett, enfiando o pau grosso dele na buceta de uma vez só, o gozo antigo dele ainda escorrendo e facilitando a entrada. O gemido saiu alto, animal. Dante se ajoelhou na frente, ergueu as pernas dela e enfiou a cabeça do pau no cu dilatado. Petra gritou quando os dois paus preencheram tudo outra vez, o ritmo começando lento e logo virando uma martelada sincronizada. Cada estocada de Barrett fazia o pau de Dante bater fundo no fundo do cu; cada soco de Dante empurrava ela mais contra o peito peludo do marceneiro.
— Porra, que aperto — rosnou Dante, cuspidando na junção onde os dois paus se esfregavam dentro dela. — Essa puta aguenta os dois o tempo todo.
Petra rebolava entre eles, unha cravada nas coxas de Barrett, peitos balançando, saliva escorrendo pelo queixo. O clitóris latejava esfregando na base do pau que a fodia por baixo. Ela gozou rápido, o corpo inteiro travando, buceta e cu se contraindo em ondas violentas que arrancaram grunhidos dos dois homens. Mas eles não pararam. Continuaram metendo através do orgasmo dela, esticando o prazer até virar dor gostosa.
Viraram ela de quatro no chão frio da sala. Barrett se ajoelhou na frente e abriu a boca dela com os polegares, enfiando o pau até a garganta num só movimento. Dante agarrou a cintura e meteu no cu com força, a pelve batendo na bunda dela num barulho molhado e obsceno. Petra engasgava, lágrimas escorrendo, mas empurrava o quadril para trás pedindo mais. Quando Dante saiu do cu e entrou na buceta cheia de porra, ela gritou abafada no pau de Barrett. Eles trocavam de buraco sem parar — boca, cu, buceta, de novo — sujando o tapete, o sofá, as próprias pernas.
— Chupa limpo — mandou Barrett, puxando o cabelo dela para trás. — Engole essa porra misturada.
Ela chupou os dois paus sujos um depois do outro, a língua limpando veias e glande, gemendo de tesão sujo. Dante a puxou pelo cabelo até a cozinha. Em cima da mesa de madeira, Barrett deitou de costas de novo e Petra montou de frente, enfiando o pau na buceta. Dante subiu atrás, abriu as nádegas e enterrou no cu. A mesa rangeu. Petra uivava, peitos caindo na cara de Barrett, que chupava os mamilos com fome enquanto os dois a fodia sem piedade. Suor escorria pelas costas dela, pingava no peito do marceneiro. O cheiro de sexo, cerveja e madeira enchia o apartamento.
Eles a levaram para o chuveiro sem desligar a água quente. Lá dentro, espremidos, Dante a ergueu pelas coxas e enfiou o pau na buceta enquanto Barrett entrava no cu por trás, os três colados sob o jato. Petra gemia alto contra o azulejo, as pernas tremendo, gozando outra vez com os dois paus se movendo dentro dela ao mesmo tempo. A água lavava a porra antiga e logo era substituída por saliva e pré-gozo novo. Barrett mordeu o pescoço dela até marcar; Dante chupou a língua dela com fome.
De volta à sala, já de madrugada, a luz do abajur tremeluzia. Petra ajoelhou e chupou os dois paus lado a lado, babando, os olhos vidrados pedindo. Barrett gozou primeiro na boca dela, jatos quentes que ela engoliu pela metade e deixou escorrer no peito. Dante meteu na buceta de quatro e gozou fundo, enchendo ela de novo até vazar pelas coxas. Mas a noite ainda não acabara.
Eles a viraram de novo. Barrett deitou e ela montou no pau dele de costas, o cu engolindo tudo. Dante se ajoelhou na frente e enfiou na boca dela enquanto ela rebolava. O ritmo ficou brutal outra vez. Petra gozava em cascata, o corpo sacudindo, a voz sumindo de tanto gritar. Quando Dante saiu da boca e empurrou o pau no cu junto com o de Barrett — os dois paus esticando o mesmo buraco — ela quase desmaiou de prazer. Gritou “me arrebenta, caralho” até a garganta doer. Os dois homens gemiam sujo, xingando, metendo sem dó até Barrett gozar de novo dentro do cu e Dante puxar para fora e jorrar no rosto e nos peitos dela.
O sol já clareava a fresta da cortina quando a última rodada começou. Petra deitada de lado no sofá destroçado, Barrett entrando na buceta por trás, Dante na boca. Foderam devagar agora, profundos, pesados, o cansaço misturado ao tesão infinito. Ela gozou quieta, o corpo inteiro tremendo, lágrimas de alívio escorrendo. Barrett encheu a buceta mais uma vez com um grunhido longo. Dante gozou na língua dela e ela engoliu tudo, limpando os dois com a boca até não sobrar nada.
Eles desabaram juntos, suados, fedendo a sexo, o sofá irreconhecível. Petra no meio, peitos marcados de chupões, buceta e cu latejando e vazando, a cara suja de porra ressecada. Barrett passou a mão pesada no cabelo dela. Dante beijou o ombro dela e já fechava os olhos, exausto.
Petra sorriu para o teto, o corpo destroçado e saciado de verdade pela primeira vez. A noite tinha acabado. Só ela sabia que na segunda-feira Dante começaria a trabalhar na mesma academia onde o ex-marido dela era sócio — e que o encontro de hoje não tinha sido coincidência nenhuma.
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