Troca no Museu Após o Fechamento
Uma estudante de 22 anos e o padrasto Roman se entregam ao desejo proibido no museu vazio depois do fechamento.
O museu já estava vazio há mais de uma hora. As luzes gerais tinham sido apagadas e só restavam os spots suaves sobre as vitrines da nova ala. Eu, Chloe, 22 anos, estudante de história da arte, fiquei sozinha com meu padrasto Roman — 48 anos, curador autoritário, o homem que minha mãe amava de verdade e que, desde o dia em que entrou na nossa casa, eu desejava em silêncio.
Ele me pediu ajuda para organizar uma exposição secreta de arte erótica antiga. Ninguém mais no prédio. Só nós dois e aquelas peças que mostravam corpos enroscados, bocas abertas, paus enterrados até o fundo. A tensão pairava pesada. Nós dois sabíamos. Desde que ele virou meu padrasto, o desejo proibido crescia. Agora não havia ninguém para impedir.
— Vem cá, Chloe. Preciso que cataloges esta.
Roman falava baixo, a voz rouca ecoando no salão. Eu me aproximei da mesa de trabalho. Ele descrevia cada peça com detalhes sujos, o braço roçando de propósito no meu.
— Aqui o homem segura a mulher pelos cabelos e enfia tudo de uma vez. Vê como ela arqueia as costas? É puro tesão.
Meu corpo esquentou. A calcinha já estava molhada. Eu retribui o flerte sem conseguir me segurar.
— Eu sempre fantasiava com você me comendo escondido da minha mãe — confessei, a voz trêmula. — No sofá da sala, no banheiro, em qualquer lugar. Queria o seu pau grosso me arrebentando enquanto ela dormia no quarto ao lado.
Roman engoliu em seco. Vi o volume crescer na calça social dele, marcando forte. O pau ficava duro na minha frente e isso me deixou louca. Inclinei o corpo de propósito, o decote baixo da blusa abrindo, os seios quase saltando. Ele soltou um gemido baixo, agarrou minha nuca e me puxou para um beijo faminto. Línguas se chocando, dentes, saliva. Os dois gemendo no meio do beijo.
— Isso é tão errado, porra — ele rosnou contra minha boca. — Mas eu preciso te foder agora. Aqui. Neste museu.
— Então fode — respondi, já com a mão na virilha dele, apertando o volume quente. — Me come logo, padrasto.
Caí de joelhos no chão frio de mármore. Abri o cinto, baixei o zíper e liberei o pau grosso e veioso de Roman. Era maior do que eu imaginava nas minhas punhetas noturnas. Engoli a cabeça inchada, chupando com vontade, a língua rodando a glande enquanto descia até engasgar no fundo da garganta. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter na minha boca, devagar no começo, depois mais fundo.
— Que safada... querendo o cacete do marido da sua mãe. Engole tudo, putinha. Isso, Chloe. Chupa o pau do papai com essa boquinha gostosa.
Eu gemia em volta do pau dele, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejados de tesão. Minha mão descia entre as próprias pernas, esfregando o clitóris por cima da calcinha encharcada. Roman puxou meu cabelo e me tirou da boca com um estalo molhado.
— Sobe na mesa. De quatro. Agora.
Empurrei catálogos e luvas para o lado. Subi na mesa de exposição de madeira maciça, a saia subida até a cintura, a calcinha puxada para o lado. Roman posicionou a cabeça grossa na minha entrada escorrendo e enfiou de uma vez só, fundo, me abrindo toda. Gritei. O museu engoliu o som. Ele meteu forte e fundo, as mãos agarrando minha cintura com força, as bolas batendo na minha bunda a cada estocada.
— Tão apertada... tão molhada pro pau do padrasto. Sua mãe nunca pode saber. Nunca.
— Mais forte — implorei, empurrando a bunda contra ele. — Me fode como se eu fosse sua puta particular.
Ele me virou de frente, tirou a blusa e o sutiã num movimento só e chupou meus peitos com fome, a língua girando nos mamilos duros enquanto continuava enfiando o pau fundo na minha buceta. Cada metida batia no ponto certo. Eu gozei gritando o nome dele — “Roman, caralho, Roman!” — a buceta apertando o pau dele em espasmos violentos. Ele não tirou. Enterrou até o fundo e gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo minha barriga, os dois completamente entregues ao prazer proibido, suados, ofegantes, colados um no outro em cima daquela mesa antiga.
Depois, ele me ajudou a me arrumar com uma delicadeza que contrastava com a foda bruta. Beijou minha testa, depois minha boca, devagar.
— Isso vai ser nosso segredo sujo — murmurou. — Vamos repetir sempre que sua mãe viajar. Sempre.
Saímos de mãos dadas pela saída dos funcionários. Meu corpo ainda latejava, o sêmen dele escorrendo devagar pela coxa dentro da calcinha, um sorriso bobo no rosto.
Eu não contei a ele o que realmente sabia: minha mãe tinha encontrado minhas calcinhas molhadas com o cheiro dele semanas atrás e, em vez de confrontar, me mandou uma mensagem dizendo que se eu quisesse o marido dela daquele jeito, era melhor aprender a ser discreta — porque ela já tinha marcado a próxima viagem de negócios para daqui a dez dias, e esperava que eu “cuidasse bem” de Roman na ausência dela.
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