Ela Implorou por Mais no Estúdio Enquanto Eu Observava

Aos 32 anos, o fotógrafo viu sua esposa Clara, de 29, implorar para ser fodida pelo modelo Marcos, de 35, no estúdio enquanto ele assistia como

9 min read September 11, 2026New

Eu tinha trinta e dois anos e vivia de luz, sombra e gente bonita na frente da lente. Minha esposa Clara, vinte e nove, sempre ajudava no estúdio quando o trabalho pedia uma mão a mais: ajustar o softbox, segurar o reflector, trocar o cartão. Naquela tarde o modelo era Marcos, trinta e cinco, profissional de corpo inteiro, peito largo, coxas grossas e um volume na sunga preta que nenhum pano disfarçava. Eu só queria as fotos de campanha. Clara queria outra coisa desde o primeiro clique.

Ela começou com elogios baixos enquanto eu enquadrava. “Nossa, Marcos, esse ângulo deixa você monstruoso.” Ele sorria de lado, sem vergonha, e respondia no mesmo tom: “Você que fica linda assim, Clara, me dando ideia de pose.” Os olhares atravessavam o estúdio. Eu sentia o peito apertar e o pau mexer ao mesmo tempo. Cada vez que ela se aproximava para ajeitar o ombro dele, a mão demorava um segundo a mais na pele quente. Quando pedi que ele tirasse a camisa, Clara soltou um “puta que pariu” baixo, quase pra si, mas eu ouvi. Marcos olhou pra mim e depois pra ela, e os dois esperaram. Eu engoli seco e acenei. A excitação humilhante já me dominava.

— Podem… se quiserem ir além — murmurei, a voz falhando. — Eu fico aqui.

Clara veio até mim, beijou minha boca com pressa e sussurrou no ouvido: “Obrigada, amor. Só assiste. Não mexe.” Depois se virou pro modelo como se eu tivesse evaporado.

Ela pediu pra ele tocá-la ali mesmo, no meio do fundo infinito branco. Marcos passou a mão pela cintura dela, apertou a bunda por cima da saia jeans e puxou o corpo dela contra o dele. Clara gemeu, tirou a blusa devagar, os seios firmes saltando do sutiã preto. Confessou enquanto se despia: “Desde o primeiro clique eu fiquei molhada pensando nesse pau. Queria sentar nele na sua frente.” Marcos riu baixo, agarrou os cabelos dela e beijou com fome, língua funda, saliva misturando. Eu estava sentado na cadeira de diretor, pernas abertas, coração batendo no pescoço. Ela esfregou a palma no volume duro da calça dele, desenhou o contorno grosso com os dedos e pediu, olhando pra mim por cima do ombro:

— Não interfere, corno. Só assiste o marido corno que você é. Deixa ele me comer.

O som da calça descendo foi obsceno. Marcos soltou o pau grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando. Clara ajoelhou um segundo só pra lamber a gota, depois se levantou e se virou de quatro sobre o backdrop de papel. Marcos ajeitou a cintura dela, abriu as nádegas e enfiou de uma vez. O gemido dela ecoou no estúdio vazio.

— Me fode mais forte que meu marido nunca consegue! — gritou, a voz rouca, a bunda batendo contra a virilha dele. Cada estocada fazia os peitos balançarem e o papel amassar debaixo dos joelhos. Eu via o pau sumindo inteiro, a pele molhada, o jeito que ela abria a boca e babava no chão. Marcos segurava o cabelo dela como rédea e mandava:

— Fala pra ele, vadia. Fala o quanto eu te encho melhor.

— É maior… é mais grosso… meu marido nunca chega aí no fundo — ela engasgou entre as porradas. — Ai, porra, mete tudo!

Ele a puxou de lado, levantou uma perna dela até o ombro e começou a socar em diagonal, fundo, batendo no ponto que fazia Clara tremer. A mão livre apertava o seio, torcia o mamilo. Eu via tudo: o pau entrando e saindo brilhante de porra dela, o cu contraído, o rosto vermelho de tesão e vergonha.

— Olha pro corno — ordenou Marcos. — Diz pra ele que o meu pau é superior.

Clara virou o rosto pra mim, olhos vidrados, e falou com a voz quebrada de prazer:

— O pau dele é superior, amor. Ele me fode como você nunca fodeu. Eu sou a vadia gulosa dele agora. Olha eu sendo arrombada na sua frente.

Eu mal respirava. Minha mão apertava o próprio pau por cima da calça, mas eu não tirava. Queria sentir a humilhação inteira. Marcos a soltou, deitou de costas no papel e puxou Clara pra cima. Ela montou de frente pra mim, enfiou o pau sozinha, desceu até o fundo e começou a cavalgar com vontade. Os peitos balançavam pesados, o cabelo grudava no suor do pescoço, a buceta engolia aquele pau grosso com barulho molhado.

— Me dá mais… me dá mais, porra — ela implorava, rebolando em círculos, subindo e descendo rápido. — Quero gozar no pau dele na frente do corno do meu marido. Quero ele gozando dentro enquanto você assiste.

Marcos segurava a cintura dela e empurrava pra cima, encontrando cada descida. A mão dele batia na bunda, deixando marca vermelha. Clara gemia sem parar, xingando, pedindo mais fundo, mais forte. Eu via o sorriso vitorioso no rosto dele toda vez que ela soltava um grito mais alto. O cheiro de sexo preenchia o estúdio — suor, buceta, porra prévia.

Ela chegou primeiro. O corpo inteiro tremeu, as unhas cravaram no peito dele, e ela gritou o nome de Marcos num gemido longo, a buceta contraindo em volta do pau. Marcos segurou firme e gozou dentro, gemendo grave, enchendo-a de porra quente enquanto olhava pra mim o tempo todo. Quando ela desceu, um fio grosso e branco escorreu pela coxa interna, pingando no papel.

Clara ainda tremia. Se aproximou de mim cambaleando, as pernas abertas, o sêmen escorrendo pelas coxas, o cheiro forte. Ajoelhou entre minhas pernas, olhou pra cima com o sorriso sujo de quem acabara de ser usada na minha frente e abriu a boca.

Ela abriu a boca bem na minha frente, a língua estendida, o sêmen de Marcos ainda escorrendo pelo queixo e pingando no chão do estúdio. O cheiro forte subiu até mim — sexo puro, porra alheia, suor dela misturado com o dele. Clara olhou nos meus olhos e falou baixo, a voz rouca de tanto gemer:

— Limpa, corno. Chupa essa porra dele da minha boca.

Eu me inclinei sem pensar. A língua dela encontrou a minha e eu provei o gosto salgado e grosso do gozo do modelo. Ela empurrou a língua fundo, me fazendo engolir, enquanto as mãos abriam meu zíper com pressa. Meu pau pulou pra fora, duro pra caralho, molhado de pré-gozo. Clara riu no beijo e sussurrou contra meus lábios:

— Olha como o pauzinho do meu marido fica quando vê a mulher sendo arrombada. Mais fraco ainda que eu lembrava.

Marcos se levantou atrás dela, o pau ainda meio duro, brilhante de porra e do mel dela. Ele se aproximou, agarrou o cabelo de Clara e puxou a cabeça dela pra trás.

— De novo, vadia. Quero ver você chupar o corno com a boceta ainda pingando a minha porra.

Ela obedeceu na hora. Ajoelhada entre as minhas pernas, engoliu meu pau até o fundo de uma vez só, a garganta apertando, o nariz batendo na base. Eu gemi alto, as mãos tremendo na cadeira. Cada vez que ela subia, eu via o fio branco escorrendo da buceta dela pro papel. Marcos ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas e enfiou o polegar no cu dela, girando devagar enquanto ela me chupava com fome.

— Ai, porra… — ela soltou meu pau só pra gemer — Mete o dedo mais fundo, Marcos. Quero sentir os dois ao mesmo tempo.

Ele cuspiu no cu dela e enfiou dois dedos de uma vez. Clara arquejou e voltou a me chupar com mais força, babando, a saliva escorrendo até as bolas. Eu via tudo: o rosto dela vermelho, os olhos marejados de tesão, o peito balançando a cada movimento da cabeça. Marcos tirou os dedos, alinhou o pau grosso de novo e enfiou de uma cajadada só no cu dela.

O grito dela vibrou em volta do meu pau. Ela engasgou, mas não parou de chupar. Marcos fodia o cu dela com estocadas longas e pesadas, a bunda dela batendo na virilha dele com um som molhado e obsceno. Cada porrada empurrava a boca dela mais fundo em mim. Eu segurava a beirada da cadeira, o peito apertado de humilhação e tesão.

— Fala pra ele, puta — mandou Marcos, segurando o cabelo dela como rédea. — Diz que esse cu agora é meu.

Clara tirou a boca do meu pau só o suficiente pra falar, a voz quebrada:

— Esse cu é teu, Marcos. Meu marido nunca meteu aqui direito. Olha ele aí, o corno, gemendo enquanto você me arromba o cu na frente dele. Eu adoro ser a puta do estúdio.

Ela voltou a me engolir. Marcos acelerou, as mãos grandes apertando a cintura dela, as unhas cravando. O pau dele sumia inteiro no cu apertado, saindo brilhante de saliva e da porra que ainda escorria da buceta. Clara tremia toda, os seios balançando pesados, o mamilo roçando na minha calça. Eu metia a mão nos cabelos dela e empurrava a cabeça, mas ela era quem mandava no ritmo — gulosa, suja, me humilhando com cada lambida.

Marcos puxou o pau do cu dela com um plop molhado e a virou de frente pra mim de novo. Ela montou no colo dele, de costas pra ele, de frente pra mim, e enfiou o pau grosso na buceta de uma vez. Desceu até o fundo, gemeu alto e começou a cavalgar devagar, rebolando em círculos pra eu ver tudo. O pau dele entrava e saía coberto de porra branca e do gozo dela. Marcos mordeu o ombro dela e apertou os peitos com força.

— Me dá mais… me fode mais fundo, caralho — ela implorava, olhando fixo pra mim. — Quero gozar de novo na frente do meu marido corno. Quero ele vendo essa buceta se abrindo toda pro teu pau.

Ele segurou a cintura dela e começou a meter pra cima com força. O estúdio inteiro ecoava com o barulho de pele batendo em pele, gemidos roucos, o papel amassando embaixo deles. Clara abria as pernas mais, mostrando pra mim o ponto exato onde o pau grosso sumia. Eu batia punheta devagar, olhando, engolindo seco, o gosto da porra dele ainda na língua.

— Mais rápido… ai, porra, assim — ela gritava. — Enche essa vadia de novo. Quero escorrer na frente dele outra vez.

Marcos mordeu o pescoço dela e meteu tudo até as bolas. Clara gritou o nome dele, o corpo inteiro travando, a buceta contraindo visível em volta daquele pau. Ela gozou molhada, jatos finos escorrendo pelas bolas dele enquanto ela rebolava sem parar. Marcos segurou firme e gozou de novo dentro, gemendo grave, enchendo-a mais uma vez. Quando ela levantou um pouco, um jato grosso de porra branca escorreu direto pro papel, pingando entre as minhas pernas.

Ela desceu cambaleando, as pernas bambas, o sêmen escorrendo em fios longos pela coxa. Ajoelhou de novo na minha frente, abriu a boca e deixou um pouco da porra dele cair na língua. Depois se inclinou e me beijou fundo, passando tudo pra mim. Eu engoli. Ela riu baixo contra a minha boca.

— Agora goza, corno. Goza na minha cara enquanto a porra dele escorre da minha buceta.

Eu bati punheta rápido, olhando o rosto sujo dela, o peito marcado de unha, a buceta aberta e pingando. Em segundos gozei forte, jatos quentes caindo no queixo, nos lábios, nos seios dela. Clara abriu a boca e pegou o que pôde, depois lambeu os lábios devagar, misturando os dois gozos.

Marcos se afastou, pegou a camisa no chão e se vestiu sem pressa, o sorriso de quem sabia exatamente o que tinha feito. Clara ficou ajoelhada mais um pouco, respirando pesado, o corpo todo suado e marcado. Eu fiquei sentado, o pau mole na mão, o coração ainda disparado.

Ela se levantou devagar, limpou o excesso com a própria blusa e se vestiu em silêncio. Marcos saiu primeiro, a porta do estúdio batendo leve atrás dele. Clara veio até mim, beijou minha testa suada e ficou parada olhando o papel manchado no chão.

Nenhum dos dois falou mais nada.

O estúdio ficou quieto. Só o som distante do trânsito lá fora e o cheiro forte de sexo pairando no ar parado.

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