Aposta Perdida no Terraço Vazio

Ana, secretária de 28 anos, paga a aposta perdida deixando seus dois chefes a foderem no terraço vazio.

12 min read September 19, 2026New

O happy hour no escritório tinha começado como qualquer outro: risadas altas, cerveja gelada e piadas sem filtro depois de um dia longo. Ana, a secretária de 28 anos que mantinha a rotina dos executivos nos eixos, estava entre Marcos, o diretor de 42 anos, e Rafael, o gerente de 39 anos. Os dois homens sempre a cercavam com olhares que duravam segundos demais, comentários que beiravam o perigoso e uma tensão sexual que já durava meses. Naquela noite, a aposta surgiu durante o jogo de futebol no telão. Se o time deles perdesse, Ana escolheria o pagamento. O time perdeu feio. Ela, com o rosto corado mas os olhos brilhando de malícia, aceitou o desafio na hora.

“Vocês ganharam, seus filhos da puta. Eu pago. Mas vai ser do meu jeito”, disse ela, a voz baixa enquanto terminavam as últimas bebidas. “Vamos subir pro terraço vazio agora. Só nós três. Ninguém vai aparecer lá em cima a essa hora.”

Marcos ajustou o paletó, o volume na calça já denunciando o quanto a ideia o excitava. Rafael sorriu de lado, passando a mão no queixo. O elevador subiu devagar, o ar pesado entre eles. Ana sentia o coração bater forte, a calcinha já úmida só de imaginar. “Eu sempre quis isso. Os dois me olhando como se quisessem me comer viva. Hoje eles vão ter”, pensou, mordendo o lábio inferior.

Quando as portas se abriram para o terraço deserto, o vento noturno soprou forte, gelado contra a pele quente. A cidade se estendia lá embaixo, um mar de luzes piscando, mas ali em cima só havia concreto, algumas plantas secas e o silêncio quebrado pelo barulho distante de carros. Eles trouxeram uma garrafa térmica com água gelada. Sentaram num banco largo, rindo da aposta perdida enquanto bebiam goles longos.

“Porra, Ana, você não faz ideia do quanto a gente fantasiava com você”, confessou Marcos, a voz rouca. “Essa blusa justa marcando seus peitos o dia inteiro… eu ficava duro só de imaginar rasgando ela no meio da reunião.”

Rafael completou, os olhos descendo para as coxas dela cruzadas na saia lápis: “E essa bunda empinada quando você se abaixa pra pegar um papel? Eu já bati punheta pensando em te foder ali mesmo, na sala de cópias. Você é a puta mais gostosa da empresa, sabia?”

Ana sentiu o calor subir pela barriga. Em vez de recuar, ela sorriu devagar, provocante. “Vocês acham que eu não via? Eu me molhava toda na minha mesa, imaginando os dois me comendo ao mesmo tempo. Hoje eu vou pagar essa aposta direitinho. Quero todo mundo gozando até não aguentar mais.”

A risada deles ficou presa na garganta. A água gelada já não bastava para esfriar o clima. Ana se levantou, sustentando o olhar dos dois, e começou a abrir os botões da blusa branca, um por um, bem devagar. A renda preta do sutiã apareceu, os seios cheios quase transbordando. “Eu quero pagar a dívida de forma que todos gozem satisfeitos. Chega de papo. Me toquem. Me usem.”

Marcos e Rafael se aproximaram como predadores. “Você quer mesmo isso, Ana? Os dois juntos, sem limite?”, perguntou Rafael, a mão pairando perto do ombro dela.

“Quero. Com todo consentimento. Me beijem, me apertem, me fodam. Eu quero levar os dois paus ao mesmo tempo. Na boca, na buceta, no cu… onde vocês quiserem. Eu tô pingando só de falar”, declarou ela, a voz explícita e cheia de tesão.

Isso quebrou o resto de contenção. Marcos agarrou sua cintura e colou a boca no pescoço dela, chupando forte, mordendo a pele sensível enquanto suas mãos grandes abriam o sutiã e apertavam os seios, polegares girando nos mamilos duros. Rafael veio por trás, beijando a nuca, descendo as mãos pela saia, levantando o tecido e esfregando dois dedos na calcinha encharcada. “Caralho, você tá encharcada, sua vadia. Essa buceta tá pedindo rola.”

Ana gemeu alto, a cabeça caindo para trás. “Isso… apertem meus peitos com força. Chupem meus mamilos. Eu sou a puta safada de vocês dois hoje.” Seus pensamentos eram um turbilhão: “Finalmente. Depois de meses me segurando, vou deixar eles me destruírem de prazer.”

As carícias ficaram mais sujas. Dedos entraram por baixo da calcinha, penetrando a buceta molhada enquanto a língua de Marcos lambia um mamilo e Rafael mordia o outro. Ana se contorcia, abrindo as pernas, empinando a bunda contra a mão de Rafael. “Quero agora. Me coloquem de quatro. Eu vou chupar um enquanto o outro me fode.”

Eles a levaram até um canto mais protegido, estendendo uma manta grossa que haviam trazido. Ana ficou de quatro, a saia na cintura, a calcinha arrancada. Marcos abriu a calça e tirou o pau grosso, pesado, veias saltadas. Ela não esperou: abriu a boca e engoliu metade dele com fome, a língua girando na cabeça, babando enquanto descia mais, engasgando de leve mas continuando, os olhos lacrimejando de tesão.

Rafael se ajoelhou atrás, segurou os quadris dela e meteu o pau inteiro na buceta encharcada de uma vez só. O impacto fez Ana gemer alto ao redor do pau de Marcos. “Toma essa rola bem fundo, sua secretária puta! Enquanto você mama o chefe, eu tô arrombando essa buceta gostosa.”

O ritmo era brutal. O corpo de Ana balançava entre os dois, a boca cheia esticada ao máximo, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Rafael metia com força, as bolas batendo contra o clitóris inchado, as mãos dando tapas na bunda redonda. “Engole tudo, Ana. Isso, assim… porra, que garganta apertada.”

Eles trocaram. Rafael deitou na manta, o pau brilhando com os sucos dela. Ana montou nele, descendo devagar até a buceta engolir toda a extensão, gemendo rouca enquanto começava a cavalgar. Os seios pulavam a cada descida, os quadris girando em círculos safados. Ao mesmo tempo, ela se inclinava para frente e engolia o pau de Marcos até o fundo da garganta, nariz encostando na barriga dele. “Mmmph… que delícia ter dois paus me usando… me fodem mais!”

“Você é a puta mais gostosa da empresa, Ana. Olha como sua buceta mama minha rola”, grunhiu Rafael, segurando os seios dela e beliscando os mamilos.

A tensão chegou ao limite. Ana pediu, ofegante: “Quero os dois ao mesmo tempo. Buceta e boca primeiro… depois buceta e cu. Me enche nos dois buracos. Eu consinto, eu quero, me arrombem.”

Rafael continuou na buceta enquanto ela mamava Marcos. Depois, ele cuspiu no cuzinho apertado, massageou com o dedo e enfiou o pau devagar no cu. Ana gritou de prazer, o corpo tremendo. Marcos penetrou a buceta logo em seguida. Os dois ritmos se sincronizaram, estocadas profundas e duras, os paus grossos esticando os dois buracos ao mesmo tempo. “Tá sentindo, sua vadia? Dois paus te fodendo juntos. Você nasceu pra ser nossa puta de terraço”, rosnou Marcos.

“Sim! Me fodem! Mais forte! Eu sou a puta de vocês, gozem dentro de mim!”, gritava Ana, o orgasmo rasgando seu corpo, buceta e cu contraindo com força ao redor das rolas.

Eles aguentaram o máximo possível. Tiraram os paus e gozaram primeiro na cara dela: jatos grossos, quentes, acertando bochechas, língua, olhos fechados. Ana abriu a boca, gemendo: “Mais porra… me cubram toda!” Depois eles voltaram a penetrar: Marcos descarregou fundo na buceta, enchendo-a até transbordar, e Rafael explodiu dentro do cu, o sêmen quente jorrando no intestino.

Ofegantes, suados apesar do vento frio, os três ficaram em silêncio por alguns segundos. Ana, o rosto e o corpo melados de porra, sorriu com ar safado. Ajoelhou-se entre eles e lambeu os paus semi-duros com calma, a língua recolhendo cada gota restante, limpando as cabeças brilhantes. “Hmm… porra quente dos meus chefes. Deliciosa.”

Ainda de joelhos, ela olhou para cima, os olhos brilhando. “Da próxima aposta eu pretendo perder de novo de propósito. Quero repetir isso… e ir bem mais longe.”

Os três começaram a se arrumar. Ana fechava os botões da blusa devagar, sentindo as mãos de Marcos ainda apertarem seus seios por cima do tecido. Rafael puxava a calça, mas seu pau ainda latejava visivelmente. O ar continuava elétrico, os olhares famintos não tinham diminuído. Ana sentiu a buceta e o cu latejarem novamente, cheios de porra, e pensou que a noite estava apenas começando. Eles ainda não haviam descido do terraço. E nenhum dos três parecia disposto a parar por ali.

Ana sentiu o sêmen grosso escorrendo devagar pela parte interna das coxas, misturando-se ao vento frio que varria o terraço vazio. A porra de Marcos ainda latejava quente dentro da sua buceta, e a de Rafael preenchia o cu de um jeito que a fazia contrair involuntariamente a cada passo. Ela fechou os últimos botões da blusa branca, mas o tecido colava na pele suada e nos seios ainda marcados pelos dedos dos dois. Marcos, o diretor de 42 anos, não se afastou. Sua mão grande desceu novamente pela saia lápis dela, apertando a bunda com força, como se o ato de se arrumar fosse apenas uma pausa ridícula.

“Porra, Ana… você acha mesmo que a gente vai descer agora?”, murmurou ele, a voz rouca de tesão renovado. O pau dele, ainda meio duro dentro da calça aberta, roçava na coxa dela. Rafael, o gerente de 39 anos, riu baixo e se aproximou pelo outro lado, segurando o queixo dela com dois dedos e fazendo-a olhar para cima. Os olhos dos dois ainda queimavam com aquela fome que meses de olhares atravessados no escritório não tinham conseguido saciar.

Ana sentiu a buceta pulsar de novo, o cu latejando em resposta. Caralho, eu devia parar aqui. Já levei os dois ao mesmo tempo, já engoli porra, já deixei eles me arrombarem como uma puta de verdade. Mas meu corpo não quer parar. Eu quero mais. Quero ser destruída de vez. “Então me usem mais”, disse ela, a voz saindo baixa e safada. “Eu ainda não paguei a aposta direito. Quero sentir esses paus me esticando até eu não conseguir andar amanhã.”

Não precisou falar duas vezes. Marcos a virou de frente para a grade de proteção do terraço, aquela que dava vista para o mar de luzes da cidade lá embaixo. O concreto frio arranhou as palmas das mãos dela quando ele levantou sua saia até a cintura outra vez. A calcinha tinha sido jogada longe minutos antes. Rafael se posicionou na frente, abrindo a calça completamente e tirando o pau grosso, ainda brilhando com saliva e porra seca. Ana abriu a boca sem que ele pedisse, engolindo a cabeça rosada com fome, sentindo o gosto salgado da mistura dos três.

Ao mesmo tempo, Marcos cuspiu na mão, passou no pau dele e meteu direto na buceta inchada. O impacto foi tão forte que Ana engasgou no pau de Rafael, baba escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios que balançavam soltos dentro da blusa entreaberta. “Toma, sua secretária vadia de 28 anos”, grunhiu Marcos, metendo fundo, as bolas batendo contra o clitóris sensível. “Essa buceta tá toda melada da nossa porra e ainda mama meu pau como se fosse a primeira vez.”

Rafael segurou o cabelo dela com firmeza, empurrando o quadril para frente até o pau bater no fundo da garganta. “Engole tudo, Ana. Isso… porra, que boca gostosa. Você nasceu pra ser comida pelos chefes no terraço, sabia? Olha pra cidade aí embaixo enquanto a gente te fode. Milhares de luzes e ninguém sabe que a secretária mais gostosa da empresa tá levando rola nos dois buracos ao mesmo tempo.”

O ritmo ficou brutal. Marcos metia com estocadas longas e fundas, uma mão segurando o quadril dela e a outra descendo para beliscar o clitóris inchado. Cada vez que ele saía quase todo, o sêmen anterior escorria para fora, molhando as bolas dele e as coxas dela. Ana gemia alto ao redor do pau de Rafael, o som abafado virando um gorgolejo molhado toda vez que ele forçava mais fundo. Seus olhos lacrimejavam, rímel borrado, mas o prazer era tão intenso que ela empinava a bunda para trás, pedindo mais.

Eles trocaram de buraco sem aviso. Rafael puxou o pau da boca dela, saliva grossa ligando os lábios inchados à cabeça brilhante. Marcos saiu da buceta com um ploc molhado e Rafael tomou o lugar, enfiando o pau inteiro no cu dela de uma vez. Ana soltou um grito rouco que ecoou no terraço deserto. “Aaaah, caralho! Meu cu… tá ardendo mas eu quero mais! Me arromba, Rafael!”

Marcos se ajoelhou na frente, sentando no parapeito baixo e puxando a cabeça dela para baixo. Agora era o pau dele, sujo dos sucos da buceta dela, que entrava na boca de Ana. O gosto era forte, sujo, delicioso. Ela chupava com devoção, língua girando nas veias saltadas, enquanto Rafael metia no cu com força, as mãos dando tapas estalados na bunda que já estava vermelha. “Olha como essa puta contrai o cu em volta da minha rola. Você tá viciada, né, Ana? Daqui pra frente, toda vez que a gente te chamar na sala vai ser pra te comer.”

Ana sentia o orgasmo se aproximando de novo, aquele calor subindo pela barriga como uma onda. Eles estão me usando como um brinquedo. Dois paus me furando ao mesmo tempo, me enchendo de porra, me chamando de vadia da empresa… e eu amo cada segundo. “Me fodem juntos de novo!”, pediu ela, tirando o pau de Marcos da boca por um segundo, voz rouca e desesperada. “Quero os dois buracos cheios ao mesmo tempo. Agora!”

Eles a levantaram como se ela não pesasse nada. Rafael deitou na manta ainda úmida de suor e porra, puxando Ana para cima dele. Ela desceu devagar, sentindo o pau grosso abrir o cu novamente até as bolas encostarem. O ardor era delicioso. Depois Marcos se posicionou na frente, esfregando a cabeça do pau na buceta encharcada antes de meter fundo. Os dois paus se encontraram dentro dela, separados apenas por uma fina parede de carne. Ana gritou, o corpo inteiro tremendo.

Eles começaram a estocar sincronizados. Marcos segurava os seios dela, chupando os mamilos com força enquanto metia. Rafael segurava os quadris por baixo, empurrando o pau no cu com estocadas curtas e brutais. O som era obsceno: carne batendo em carne, o barulho molhado da buceta e do cu sendo arrombados, os gemidos e xingamentos dos três misturados ao vento.

“Eu sou a puta de vocês… me usem… me encham de porra de novo!”, Ana gemia, o segundo orgasmo rasgando o corpo dela com violência. A buceta apertou o pau de Marcos como um punho, o cu contraindo em espasmos ao redor de Rafael. Ela gozou tão forte que jorrou um pouco, molhando a barriga de Marcos.

Os dois homens aguentaram o máximo que puderam. Marcos foi o primeiro a gozar, enterrando-se até o fundo da buceta e disparando jatos grossos e quentes que transbordaram imediatamente, escorrendo em cascata. Rafael veio logo depois, rosnando enquanto enchia o intestino dela com mais porra, o cu de Ana tão cheio que o sêmen começou a vazar ao redor do pau ainda enterrado.

Por fim, os três desabaram na manta. Os paus saíram devagar, deixando Ana aberta, destruída, pingando porra pelos dois buracos. Ela ficou deitada de lado, ofegante, o corpo brilhando de suor, sêmen e baba. O vento gelado bateu mais forte agora, arrepiando a pele quente. Por alguns minutos, só se ouvia a respiração pesada dos três.

Rafael foi o primeiro a falar, rindo fraco enquanto fechava a calça. “Caralho… isso foi melhor que qualquer fantasia que eu tive nesses meses todos.”

Marcos concordou, passando a mão no cabelo suado. “A aposta mais cara que já perdemos. E a mais gostosa.”

Ana tentou sorrir, mas algo frio se instalou no peito dela de repente. A porra escorria devagar pelas coxas, o cu e a buceta latejavam doloridos, e o gosto forte ainda estava na língua. Ela olhou para os dois homens — seus chefes, os mesmos que ela via todos os dias na empresa, que assinavam seus relatórios, que decidiam seus aumentos. O que tinha acabado de acontecer?

Merda. O que foi que eu fiz? O prazer ainda pulsava no corpo, mas a realidade caía como um balde de água gelada. Amanhã eles voltariam ao escritório. Ela teria que levar café, marcar reuniões, fingir que não tinha sido comida como uma puta barata no terraço. E se um deles mudasse o jeito de olhar para ela? E se isso virasse cobrança silenciosa? E se alguém do prédio tivesse visto ou ouvido? O vento pareceu mais frio de repente. O sorriso safado que ela tinha segundos atrás desapareceu.

Ana se sentou devagar, sentindo uma pontada de arrependimento misturada ao cansaço bom. “É… da próxima vez a gente pensa melhor antes de apostar”, murmurou, a voz baixa, sem o fogo de antes. Os dois riram, achando que era piada. Mas dentro dela, pela primeira vez naquela noite, algo parecia errado. Muito errado. A cidade lá embaixo piscava indiferente enquanto ela puxava a saia para baixo, sentindo a porra deles escorrendo e a dúvida crescendo no peito como uma sombra.

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