Reencontro Proibido com a Ex do Meu Padrasto

Lucas, de 24 anos, fode com tesão a ex-madrasta Isabela, de 38, no deque da casa de praia.

11 min read September 25, 2026New

O vento quente da praia batia leve nas folhas das palmeiras quando Lucas desceu sozinho até o deque. Tinha vinte e quatro anos, morava sozinho num apartamento pequeno em São Paulo desde que largou a faculdade e começou a trabalhar com design, e só topou vir àquela festa de família porque o padrasto insistiu. A casa de praia cheirava a sal, madeira envernizada e o resto de churrasco que ainda ardia na churrasqueira apagada. Lá dentro, todo mundo já roncava depois de horas de cerveja e conversa alta. Ele precisava de ar.

Foi então que a viu.

Isabela estava encostada no parapeito, de costas para o mar escuro, o vestido leve de linho branco subindo um pouco com a brisa. Trinta e oito anos, cabelo castanho solto caindo nos ombros, pele bronzeada de quem passava o verão inteiro perto da água. Ex-madrasta. Cinco anos casada com o padrasto dele. Cinco anos em que Lucas, adolescente ainda, fingia não reparar no jeito que o corpo dela se movia pela cozinha, no cheiro de perfume caro misturado a café da manhã, na risada baixa que fazia o pau dele endurecer dentro da cueca. Agora ela estava ali de novo, solteira há quase dois anos, e o estômago dele deu um nó quente só de lembrar que a família ainda a tratava como “a ex”, aquela mulher proibida, perigosa, que não devia estar tão perto.

— Não conseguia dormir também? — a voz dela saiu rouca, sem surpresa.

Lucas engoliu em seco. A camisa aberta no peito, jeans largos, ele se aproximou devagar, os pés descalços no deck de madeira.

— Achei que você tinha ido embora mais cedo.

— Mudei de ideia. — Isabela virou o rosto. Os olhos escuros roçaram o corpo dele de cima a baixo, sem pressa. — Meu Deus, Lucas… você cresceu pra caralho.

O comentário caiu pesado entre eles. Ele sentiu o sangue descer direto pro pau. Ninguém podia descobrir. Se alguém acordasse, se o padrasto soubesse que a ex-mulher estava ali, sozinha com o enteado adulto, olhando daquele jeito… a família inteira explodia. E justamente por isso o tesão latejava mais forte.

Isabela deu um passo. O perfume dela — baunilha e algo cítrico — invadiu o espaço dele.

— Sabe o que eu mais sinto falta? — murmurou, a boca quase colada no ombro dele. — De ser desejada de verdade. Não aquele beijo morto de casal cansado. Desejo sujo. Olhar de homem que quer comer tudo.

O quadril dela roçou “sem querer” na coxa de Lucas. O pênis dele já estava semi-duro, apertado no jeans, e o atrito mandou um choque elétrico pela espinha. Ele não recuou.

— Isabela…

— Fala. — Ela roçou de novo, agora de propósito, o peito macio pressionando o braço dele. — Eu vi. Todos aqueles anos. Você me olhava quando achava que eu não via. Eu via, sim.

Lucas respirou fundo. O calor subiu pelo pescoço.

— Eu fantasiava com você. Todas as noites. Batia punheta pensando na sua buceta, no seu peito, no jeito que você se curvava pra pegar as coisas na geladeira. Eu queria te foder até você esquecer o nome do meu padrasto.

O silêncio que veio depois foi denso, carregado de sal e o farfalhar distante das ondas. Isabela soltou um riso baixo, quase um gemido.

— Meu garoto safado…

Ela puxou a nuca dele e beijou. A boca dela era quente, úmida, faminta. A língua invadiu a dele sem delicadeza, dentes roçando lábio, saliva misturando. Lucas agarrou a cintura dela com as duas mãos, puxou o corpo inteiro contra o seu, e o pau duro agora esfregava na barriga dela pelo tecido. O proibido queimava. Ex-madrasta. Risco de destruir tudo. E os dois estavam molhados de tesão só com isso.

Quando se separaram, ofegantes, Isabela já tinha a mão na cueca dele por baixo da calça.

— Vamos foder. Aqui. Agora. Ninguém pode saber, e eu quero sentir você gozar dentro de mim enquanto o resto da casa dorme. Você quer?

— Quero. Porra, eu quero tanto.

Eles se beijaram de novo, mais sujos, mais urgentes. Lucas abriu o zíper, tirou o pau grosso e latejante. Isabela desceu de joelhos no deck, o vestido subindo até a coxa, e engoliu a cabeça inchada de uma vez. A boca quente, apertada, desceu fundo até a garganta, engasgando de propósito, babando nos ovos. Ela chupava com vontade, olhando pra cima, os olhos marejados de esforço e prazer.

— Meu garoto safado… — murmurou entre lambidas longas na glande. — Que pau grosso pra uma putinha como eu. Engole tudo, isso.

Lucas enterrou os dedos no cabelo dela e fodeu a boca devagar, sentindo a garganta abrir. O barulho molhado de saliva e o gemido abafado dela faziam o pau latejar mais. Ele puxou ela de pé, virou o corpo e empurrou contra o sofá externo de vime. Isabela ficou de quatro, o vestido erguido até a cintura, a calcinha branca já encharcada puxada de lado. A buceta rosada brilhava de porra natural, inchada, pronta.

Ele encaixou a cabeça do pau na entrada molhada e meteu de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Isabela gritou baixo no travesseiro do sofá, a buceta se fechando em volta dele como um punho quente.

— Isso, caralho… mete com força. Me fode como você fantasiava.

Lucas agarrou o cabelo castanho num rabo de cavalo firme e puxou a cabeça dela para trás enquanto enfiava o pau grosso naquilo tudo molhado. Cada estocada fazia o sofá ranger. Ele deu um tapa estalado na bunda carnuda, depois outro, vendo a marca vermelha aparecer. Isabela gemia pedindo mais, rebolando pra trás, engolindo cada centímetro.

— Mais forte, Lucas. Me usa. Eu sou a puta da sua ex-madrasta agora.

Ele tirou o pau só o suficiente pra virar ela de frente, deitou Isabela no sofá, levantou uma perna dela apoiando no ombro e meteu de novo no ângulo mais fundo. A buceta engolia tudo. Os olhos se encontraram. Tesão proibido puro. O pau dele entrava e saía brilhando de porra dela, o barulho obsceno ecoando baixo no deque escuro. Ele beijou a boca dela pra abafar os gemidos, mordeu o lábio inferior, chupou a língua enquanto fodia sem piedade.

— Vai gozar na minha buceta — ela ofegou, unha cravando nas costas dele. — Quero sentir quente. Me enche.

Lucas acelerou. O peito dela balançava a cada impact, os peitos saindo um pouco do decote. Ele chupou um mamilo duro enquanto metia fundo, fundo, até sentir as paredes dela tremerem e se contraírem violentas. Isabela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando um pouco e apertando o pau dele num pulso rítmico que o arrancou junto. Ele gozou forte, jatos quentes batendo no fundo dela, enchendo a cavidade molhada enquanto gemia no pescoço dela, o quadril se contraindo em espasmos longos.

Ficaram ali, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro dela, a porra começando a vazar devagar pela coxa. O vento trazia o cheiro de sexo misturado a mar. Lá dentro da casa, alguém se mexeu num quarto — um barulho de porta, um tosse seca. Os dois congelaram, o coração batendo no mesmo ritmo acelerado.

Isabela passou a mão no peito suado de Lucas, os olhos ainda escuros de tesão.

— Ainda não acabou — sussurrou contra a boca dele. — Tem o resto da noite. E eu ainda não chupei você limpo.

Lucas sentiu o pau mexer de novo dentro dela, já reagindo. O risco pairava no ar quente como uma faca.

O barulho de porta lá dentro fez o coração de Lucas martelar contra as costelas. Ele ainda estava enterrado fundo na buceta quente de Isabela, a porra dele escorrendo devagar pela fenda inchada dela e molhando o sofá de vime. O vento salgado passou entre os corpos suados, e ele sentiu o pau latejar de novo, já inchando outra vez dentro daquele aperto molhado. Isabela ergueu o rosto, os olhos escuros brilhando no escuro do deque, e sorriu daquele jeito sujo que ele fantasiava desde os dezoito.

— Continua quieto — sussurrou ela, a boca roçando o lábio inferior dele. — Se alguém vier, a gente para. Mas eu ainda não terminei com você, garoto.

Ela empurrou o peito dele com as duas mãos, fazendo-o sair dela com um som molhado e obsceno. A porra branca escorreu num fio grosso pela coxa bronzeada, e Isabela deslizou de joelhos no deck de madeira outra vez, o vestido de linho amassado subindo até a cintura. As mãos firmes dela envolveram a base do pau ainda semi-duro, brilhante de porra misturada, e ela passou a língua inteira da raiz até a glande, lambendo devagar, barulhento, chupando a mistura dos dois como se fosse o melhor gosto do mundo.

— Olha só o que você fez na sua ex-madrasta… — murmurou entre lambidas longas. — Encheu minha buceta até vazar. Agora eu vou chupar você limpo e deixar esse pau grosso duro de novo pra me foder outra vez.

Lucas enterrou os dedos no cabelo castanho dela e puxou, forçando a cabeça dele a engolir mais fundo. A boca quente de Isabela desceu até a garganta, engasgando de propósito, a saliva escorrendo pelos ovos pesados. Ele mordeu o lábio pra não gemer alto demais. O risco de alguém abrir a porta da casa e ver a ex-mulher do padrasto ajoelhada no deque, chupando o pau grosso do enteado de vinte e quatro anos, mandava choques elétricos direto pras bolas. Ele fodeu a boca dela com estocadas curtas e profundas, sentindo a garganta apertar, os olhos dela marejados de esforço e tesão puro.

— Isso, putinha… engole tudo — rosnou baixo. — Você sempre soube que eu te queria. Todas aquelas manhãs te olhando de cueca, o pau duro pensando em te abrir no meio da cozinha enquanto ele tomava café na sala.

Isabela tirou a boca só o suficiente pra cuspir na glande inchada e rir baixo, a voz rouca de quem acabara de engasgar no pau.

— E eu deixava você olhar, safado. Rebolava de propósito. Agora me fode de verdade. Quero sentir esse pau grosso me arrombando de novo enquanto a casa inteira dorme.

Ela se levantou, virou de costas e se inclinou no parapeito do deque, o vestido erguido, a bunda carnuda exposta, a calcinha branca ainda puxada de lado. A buceta rosada brilhava, escorrendo a porra dele numa trilha pegajosa que descia pela coxa interna. Lucas se posicionou atrás, encaixou a cabeça grossa na entrada molhada e meteu de uma vez só, até as bolas baterem forte. Isabela soltou um gemido abafado contra o próprio braço, a buceta se fechando em volta dele como um punho quente e pulsante.

Ele agarrou os quadris dela com as duas mãos e começou a foder sem piedade, estocadas longas e profundas que faziam a bunda bater molhada contra a virilha. O sofá de vime rangeu de novo, o deck estalou sob os pés descalços. Cada vez que ele enfiava fundo, a porra antiga saía empurrada, escorrendo mais, e o cheiro de sexo misturado a mar e madeira enchia o ar quente. Isabela rebolava pra trás, engolindo cada centímetro, pedindo mais baixo pra não acordar ninguém.

— Mais forte, Lucas… me usa como a puta que eu sou pra você. A ex do seu padrasto engolindo esse pau grosso no deque da casa de praia. Se ele soubesse…

— Ele não vai saber — ele ofegou, puxando o cabelo dela pra trás num rabo firme, forçando o corpo a arquear. — Você é minha agora. Essa buceta molhada é minha. Eu vou gozar de novo dentro e deixar você cheia pra caralho.

Ele deu um tapa estalado na bunda direita, depois na esquerda, vendo a pele bronzeada ficar vermelha. Isabela gemia entre os dentes, a buceta contraindo a cada tapa, esguichando um pouco a cada estocada fundo. Lucas inclinou o corpo sobre o dela, uma mão descendo pra esfregar o clitóris inchado enquanto fodia. Os dedos dele giravam rápido, molhados, e ela começou a tremer, as pernas fraquejando.

— Vou gozar de novo… porra, Lucas, não para…

Ele acelerou, o pau entrando e saindo brilhando, o barulho obsceno de pele molhada ecoando baixo entre as palmeiras. Isabela gozou primeiro outra vez, o corpo inteiro se contraindo, a buceta apertando em pulsos violentos que quase o arrancaram junto. Ela mordeu o próprio braço pra abafar o grito, o líquido escorrendo quente pelas coxas. Lucas não parou. Tirou o pau latejante, virou ela de frente, sentou no sofá de vime e puxou Isabela pra cima dele.

Ela se posicionou de costas pra ele, encaixou a buceta escorrendo na cabeça grossa e desceu devagar, engolindo tudo até o fundo. Lucas agarrou os peitos dela por cima do vestido, apertou os mamilos duros, e ela começou a cavalgar com força, a bunda batendo na virilha dele a cada subida e descida. O pau sumia inteiro dentro dela, a porra antiga fazia tudo mais escorregadio, mais sujo. Ele mordeu o ombro dela, chupou o pescoço, deixando marca.

— Olha pra casa — ele sussurrou no ouvido dela, a mão descendo de novo pro clitóris. — Todo mundo dormindo. E você cavalgando o pau do enteado como uma vadia faminta. Me conta o que você quer.

— Quero que você me encha de novo — ela ofegou, rebolando em círculos, a buceta se contraindo. — Quero sair daqui com a buceta vazando sua porra. Quero lembrar disso toda vez que olhar pro seu padrasto. Me fode mais fundo, garoto. Me arrebenta.

Lucas segurou os quadris dela e começou a meter pra cima com força, estocadas curtas e brutais que faziam os peitos balançarem soltos. Isabela jogou a cabeça pra trás, o cabelo castanho colado no pescoço suado, e ele chupou a orelha dela, a língua quente. O tesão proibido latejava nos dois: o risco, o cheiro de sexo no ar, o barulho distante de alguém tossindo de novo dentro da casa. Eles congelaram por um segundo, o pau dele enterrado até o fundo, pulsando, e depois continuaram mais devagar, mais sujos, mais urgentes.

Ela desceu as mãos pra abrir a própria buceta, deixando ele ver o pau sumindo dentro, e gemendo baixinho.

— Tão grosso… está me abrindo toda. Eu nunca gozei tanto. Continua. Me usa até o fim.

Lucas sentiu as bolas subirem. Ele puxou Isabela pra trás, deitou o corpo dela contra o peito dele no sofá, e fodeu de baixo pra cima com tudo que tinha, uma mão no pescoço dela, a outra esfregando o clitóris inchado. Isabela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando quente em volta do pau dele, apertando em ondas longas. Ele não aguentou. Enterrou fundo, os quadris se contraindo em espasmos violentos, e gozou jatos quentes e grossos direto no fundo dela, enchendo a cavidade molhada outra vez, gemendo baixo no pescoço dela enquanto a porra subia e vazava pelas laterais.

Ficaram assim, ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela, os corpos colados de suor e sexo. Isabela respirou fundo, a mão dele ainda no peito dela, os dedos dela roçando o braço suado. O vento quente da praia passou de novo, trazendo o farfalhar das palmeiras e o cheiro de mar misturado à porra que escorria devagar pela coxa. Lá dentro, a casa voltou ao silêncio. O pau dele ainda latejava, semi-duro, e ela se contraiu de propósito em volta dele, um sorriso cansado e sujo nos lábios.

— Meu Deus… — sussurrou ela, a voz rouca. — Ainda está latejando.

Lucas beijou o ombro dela, os olhos semicerrados, o coração batendo devagar agora, o corpo pesado de prazer. A porra continuava vazando entre eles, quente, suja, perfeita. O deque cheirava a sexo proibido, e nenhum dos dois se mexeu.

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