Ela Sussurrou "Por Favor" Enquanto Eu Via Tudo
Marcos, de 32 anos, assistiu excitado enquanto sua esposa Vanessa, de 29, gemia pedindo pro amigo Dante meter nela.
Aquela noite começou inocente, pelo menos na superfície. Eu, Marcos, tinha 32 anos e carregava dentro de mim uma tara secreta que me consumia havia anos: a humilhação de ver minha esposa sendo fodida por outro homem. Vanessa, minha mulher de 29 anos, era uma gostosa de parar o trânsito. Morena, pele bronzeada, cabelo castanho caindo em ondas pelos ombros, seios médios e firmes que balançavam quando ela andava, cintura fina e uma bunda redonda, empinada, feita para ser agarrada com força. Ela sabia o poder que tinha e adorava usar. Convidamos o Dante para jantar em casa. Ele era meu amigo de longa data, um homem de 34 anos, alto, com quase 1,90m, ombros largos, braços grossos de quem malhava pesado e uma presença que enchia qualquer ambiente. O corpo dele era puro músculo definido, peito largo, e eu sabia que a Vanessa já tinha comentado, em tom de brincadeira, como ele era bonito.
A mesa estava posta com vinho tinto, carne assada e salada. Vanessa tinha escolhido um vestido preto curto, justo no corpo, com um decote que deixava boa parte dos seios à mostra. Assim que o Dante chegou, ela o recebeu com um abraço demorado demais, o corpo colando no dele de forma que os peitos dela apertaram contra o peito musculoso do nosso convidado. Eu senti um aperto no estômago, mas meu pau já começou a dar sinal de vida dentro da calça.
Durante o jantar, a tensão subiu rápido. Vanessa ria de todas as piadas do Dante, jogando a cabeça para trás, tocando o braço dele a cada oportunidade. Os dedos dela deslizavam pela pele bronzeada do antebraço dele, apertando levemente o bíceps, enquanto ela mordia o canto do lábio. “Nossa, Dante, você é tão forte… O Marcos não malha nem metade disso”, ela disse, olhando diretamente para mim com um sorriso safado. Eu engoli em seco. O ciúme queimava no peito como fogo, mas a excitação era maior. Meu pau endureceu completamente, formando uma barraca visível que eu tentava disfarçar cruzando as pernas. “Porra, ela está flertando abertamente na minha frente. Ela quer ele. E eu… eu estou adorando ver isso”, pensei, o coração batendo forte.
Ela se inclinava para servir vinho, deixando que o decote se abrisse mais, praticamente mostrando os mamilos rosados. Dante notou. Claro que notou. Os olhos dele desciam para os peitos dela o tempo todo, e ele sorria com aquele ar de quem sabe exatamente o que está acontecendo. Vanessa cruzou as pernas devagar, o vestido subindo pelas coxas grossas, e roçou o pé descalço na perna dele por baixo da mesa. Eu via tudo. Cada toque, cada olhar. Meu pau latejava, babando pré-gozo na cueca. A humilhação me deixava tonto de tesão.
Terminamos o jantar e passamos para a sala. Tomamos mais algumas taças de vinho, mas ninguém estava bêbado. Estávamos lúcidos, conscientes, excitados pra caralho. O ar parecia pesado, carregado de desejo. Vanessa sentou no sofá ao lado do Dante, bem mais perto do que o necessário. Eu fiquei na poltrona em frente. Ela inclinou o corpo para ele, sussurrando bem perto do ouvido dele, mas olhando fixamente para mim: “Eu quero você, Dante. Quero sentir esse seu pau grosso me abrindo toda.”
Meu coração quase saiu pela boca. A voz dela estava rouca, cheia de tesão. Dante olhou para mim, surpreso, mas com um sorriso predatório. Eu tremia inteiro. Com a voz falhando de excitação, confessei: “Eu quero ver tudo. Quero assistir vocês dois transando.”
Vanessa sorriu, maliciosa, e se virou para mim completamente. “Então tá. Só vou deixar o Dante me foder se você concordar de verdade, Marcos. Você vai sentar aí, assistir cada segundo e admitir que está excitado com isso. Só assim eu vou dar minha buceta pra ele.”
“Sim… eu concordo. Eu quero ver”, respondi, quase gemendo.
Foi como se uma represa tivesse se rompido. Dante puxou Vanessa pelo pescoço e colou a boca na dela. O beijo foi bruto, molhado, línguas se enroscando com fome. Ela gemeu alto, um gemido gutural que fez meu pau pulsar. As mãos grandes dele subiram pelas coxas dela, apertando a carne macia, subindo até agarrar a bunda por baixo do vestido. Vanessa se esfregava nele, roçando a virilha na coxa musculosa do amigo. Com um movimento rápido, ela tirou a blusa pela cabeça, jogando-a no chão. Seus peitos saltaram livres, mamilos duros, inchados. Ela os segurou, apertando-os na direção do Dante.
“Olha pra eles, corno. São pra ele agora”, ela disse, olhando pra mim enquanto empurrava meu peito, me forçando a sentar de novo na poltrona bem próxima do sofá. “Não sai daí. Quero que você veja cada detalhe.”
Dante lambeu os seios dela, chupando um mamilo com força enquanto ela arqueava as costas e gemia. O som era obsceno, molhado. Eu respirava pesado, o pau doendo de tão duro, sem coragem de tocar ainda. Vanessa desceu do sofá, ficou de quatro no estofado macio, a bunda empinada, o vestido enrolado na cintura. Dante abriu a calça e tirou o pau. Era grosso, longo, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando. Maior que o meu, sem dúvida.
Ela olhou para mim, olhos cheios de luxúria, e engoliu aquele pau com vontade. De quatro, inclinada, ela balançava a cabeça, babando grosso enquanto descia fundo. O som de engasgo, de saliva escorrendo, enchia a sala. “Gluck… gluck… gluck.” Ela não tirava os olhos de mim, mesmo com a boca cheia. Lágrimas de esforço escorriam pelo rosto, mas ela sorria ao redor do pau, como se dissesse “olha o que eu faço pra ele e nunca fiz pra você com tanto gosto”.
Dante agarrou o cabelo dela e começou a foder sua boca. “Isso, vadia. Chupa o pau do amigo do seu marido.” Depois ele a virou, colocou ela de quatro novamente no sofá e posicionou-se atrás. Com um golpe só, meteu tudo. Vanessa gritou de prazer, o corpo inteiro tremendo. Ele começou a estocar forte, fundo, as bolas batendo na buceta molhada dela com barulho alto. O sofá rangia. Ele segurava a cintura dela com força, os dedos afundando na carne.
“Puta do caralho! Olha como essa vadia do marido corno engole meu pau. Sua buceta é muito melhor que a do seu marido, né, sua safada?”
Vanessa virou o rosto para mim, olhos semicerrados de tesão, boca aberta gemendo. “Olha como ele me come melhor que você, Marcos! Ai, caralho… ele chega tão fundo… você nunca me fodeu assim! Mais forte, Dante! Me usa como uma puta!”
Cada estocada fazia os peitos dela balançarem pra frente e pra trás. A buceta dela estava encharcada, sucos escorrendo pelas coxas. O cheiro de sexo tomou a sala. Eu estava hipnotizado, humilhado, excitado além do limite. Meu pau vazava sem parar.
Depois de minutos metendo com força no cachorrinho, Vanessa empurrou Dante para sentar no sofá e montou nele. Ela segurou o pau grosso, esfregou a cabeça na entrada da buceta e desceu devagar, engolindo tudo. Começou a cavalgar com força, os peitos pulando lindamente na frente do rosto dele. O som molhado da buceta subindo e descendo no pau era obsceno. Ela rebolava, girava o quadril, quicava com vontade.
“Vem aqui, Marcos. Chega mais perto. Eu quero que você veja tudo”, ela ordenou, ofegante.
Eu me levantei da poltrona e me aproximei até ficar a menos de um metro. Conseguia ver perfeitamente o pau grosso do Dante desaparecendo inteiro na buceta inchada da minha esposa, saindo brilhando de tesão, as paredes rosadas dela agarrando ele com força. Ela acelerou, quicando mais rápido, os peitos batendo um no outro.
Vanessa olhou nos meus olhos, o rosto contorcido de prazer, e sussurrou rouca, quase implorando: “Por favor…”
Ela sussurrou “Por favor…” e eu soube imediatamente o que ela queria. Seus olhos semicerrados, vidrados de tesão, fixos nos meus, a boca entreaberta soltando aquele gemido rouco enquanto ela quicava devagar no pau grosso do Dante. O caralho dele estava enterrado até o talo na buceta dela, as paredes rosadas esticadas ao máximo, brilhando de tanto mel que escorria pelas bolas pesadas dele e molhava o sofá.
“Por favor, Marcos… pede pra ele. Pede pra ele me foder como você nunca conseguiu”, ela completou, a voz quase um miado sujo, o quadril ainda girando devagar, moendo o clitóris inchado contra a base do pau do nosso amigo.
Meu rosto queimava. O estômago dava voltas, o peito apertado de humilhação, mas meu pau latejava tanto dentro da calça que eu sentia o pré-gozo encharcando a cueca. Eu me aproximei mais um passo, ficando a menos de meio metro, o cheiro forte de buceta molhada e suor masculino invadindo minhas narinas. “Dante… por favor, fode minha mulher com força. Usa ela. Faz ela gozar no teu pau grande enquanto eu assisto.”
Vanessa sorriu, um sorriso vitorioso e safado, e imediatamente acelerou o ritmo. Seus peitos médios e firmes pulavam para cima e para baixo, os mamilos rosados duros como pedrinhas, suor escorrendo pelo vale entre eles. A bunda redonda e empinada batia com força contra as coxas musculosas do Dante, produzindo tapas molhados que ecoavam pela sala. “Isso, corno… olha bem. Olha como minha buceta engole ele todinho. Tá vendo as veias dele pulsando dentro de mim? Você nunca me esticou assim.”
Dante agarrou a cintura fina dela com as duas mãos grandes, os dedos afundando na carne bronzeada, e começou a subir o quadril com estocadas brutais. Cada vez que ele metia, as bolas pesadas batiam contra o períneo dela, fazendo um barulho obsceno de carne molhada. Eu via tudo em close: o pau grosso saindo quase inteiro, brilhando com a baba branca e cremosa que a buceta dela produzia, e depois desaparecendo até o fundo, abrindo-a sem piedade. As paredes internas da Vanessa apareciam um pouco a cada retirada, vermelhas e inchadas, agarrando o caralho como se não quisessem largar.
“Puta que pariu, Vanessa… tua buceta é muito melhor que eu imaginava”, grunhiu Dante, o peito largo subindo e descendo rápido, os músculos do abdômen contraídos. Ele deu um tapa forte na bunda dela, a pele bronzeada ficando vermelha na hora. “Rebola pra teu marido ver como você vira puta pra mim.”
Ela obedeceu, gemendo alto, rebolando o quadril em círculos largos enquanto subia e descia. O movimento fazia os sucos dela espirrarem um pouco a cada descida, molhando as bolas dele e pingando no sofá. Eu me ajoelhei ao lado, o rosto quase encostando na coxa dela, sentindo o calor que irradiava dos dois corpos. Meu coração parecia que ia explodir. “Eu sou um corno de merda”, pensei, “estou aqui de joelhos vendo o melhor amigo destruir a buceta da minha esposa e só consigo pensar em gozar olhando pra isso.”
Vanessa olhou pra mim de novo, o cabelo castanho grudado no rosto suado, e falou entre gemidos: “Tira o pau pra fora, Marcos. Mostra pra gente como você tá patético. Quero ver você se masturbando enquanto ele me arromba.”
Obedeci sem pensar. Abri o zíper com as mãos tremendo e puxei meu pau, que pulou pra fora já babando muito. Era menor que o dele, mais fino, e eu comecei a bater punheta devagar, envergonhado pra caralho. Dante riu, uma risada grave e debochada. “Olha só pra ele, Vanessa. O corno tá todo feliz vendo a mulher levar rola de verdade. Aperta minha pica com essa buceta, vai. Mostra pra ele o que ele nunca vai ter.”
Ela apertou, eu vi os músculos da barriga dela contraírem enquanto ela contraía a buceta em volta do pau dele. O gemido que saiu da garganta dela foi gutural, quase animal. Ela se inclinou pra frente, apoiando as mãos nos ombros largos do Dante, e começou a quicar com violência, os peitos batendo um no outro, o suor voando. O sofá inteiro rangia. Eu via o cu dela piscando a cada estocada, o cuzinho rosado se contraindo de tesão.
“Mais fundo, caralho! Me rasga! Eu sou tua vadia, Dante! Mais forte que o meu marido corno nunca conseguiu!”, ela gritava, a voz rouca e desesperada.
Eu batia punheta mais rápido agora, o pau doendo de tão duro, as bolas contraídas. A humilhação queimava no peito, mas o tesão era uma onda que me afogava. “Ela nunca gemeu assim pra mim. Nunca rebolou assim. Eu sou mesmo um inútil”, pensei, e isso só me deixou mais excitado.
Dante a tirou de cima de repente, o pau saindo com um ploc molhado. A buceta dela ficou aberta, um buraco vermelho e piscante, escorrendo fios grossos de tesão. Ele a virou de lado no sofá, levantou uma das pernas grossas dela sobre o ombro e meteu de novo, agora de lado, o ângulo ainda mais fundo. Vanessa gritou, os olhos revirando. Nessa posição eu via tudo ainda melhor: o pau dele entrando e saindo, o clitóris dela inchado e vermelho sendo roçado a cada estocada, os sucos escorrendo pela bunda e molhando o sofá inteiro.
“Olha como ela squirtou um pouco, corno. Tá vendo o chão molhado? É tua mulher gozando só com pau grande”, provocou Dante, metendo sem parar, o suor escorrendo pelo peito definido dele.
Vanessa segurou o próprio peito, apertando o mamilo com força, a boca aberta num grito silencioso. O orgasmo veio forte. O corpo dela inteiro tremeu, as coxas vibrando, a buceta contraindo visivelmente em volta do pau do Dante. “Tô gozando! Porra, tô gozando no pau dele, Marcos! Olha! Olha como eu gozo de verdade! Aaaahhh caralhooo!”
Um jato fino de squirt saiu ao redor do pau dele, molhando minha mão que ainda batia punheta. Eu quase gozei ali, mas me segurei. Queria ver o final.
Dante acelerou, os golpes ficando curtos e brutais, as bolas batendo sem parar. “Toma, vadia. Vou encher essa buceta de porra. Vou deixar teu marido corno limpando depois.”
“Sim! Goza dentro! Me engravida se quiser, porra! Eu quero sentir tudo!”, ela implorou, ainda convulsionando do próprio orgasmo.
Com um rugido grave, Dante enterrou até o fundo e gozou. Eu vi as bolas dele subindo e descendo, o pau pulsando visivelmente enquanto disparava jatos grossos de porra quente bem no fundo da buceta da minha esposa. Foram vários segundos de gozo, tanto que quando ele finalmente puxou o pau devagar, um rio branco e espesso começou a vazar da buceta aberta dela, escorrendo pelos lábios inchados, pingando no sofá e descendo pela bunda.
Vanessa ficou ali, ofegante, pernas abertas, o corpo brilhando de suor, a buceta destruída e cheia de porra alheia. Dante se recostou no sofá, o pau ainda meio duro, sujo de creme e sêmen, um sorriso satisfeito no rosto.
Eu continuava ajoelhado, punheta lenta, olhando hipnotizado para o creampie que escorria dela. Meu pau latejava, humilhado, excitado, destruído.
Vanessa virou o rosto devagar na minha direção. Havia algo diferente no olhar dela agora, uma mistura de prazer, cansaço e algo mais sombrio. Ela passou a língua nos lábios, respirou fundo e disse, a voz ainda rouca:
“Você viu tudo como queria, Marcos. Mas tem um segredo que o Dante e eu sabemos e você não fazia ideia até agora. Não é a primeira vez que ele me fode. Faz dez meses que a gente transa toda semana, às vezes até no nosso quarto quando você viaja. Essa noite foi só pra finalmente te mostrar. E pelo jeito que teu pau ainda tá duro… acho que você vai querer continuar assistindo.”
Ela sorriu, cansada e safada, enquanto a porra do Dante continuava escorrendo devagar da buceta dela, selando o segredo que eles carregavam juntos e que eu, agora, finalmente conhecia. (1141 palavras)
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