Proibido: O Desejo Que Meu Melhor Amigo Acordou em Mim
Rafael, fotógrafo de 28 anos, finalmente chupa e leva o pau grosso do seu melhor amigo Thiago, personal trainer de 30, numa foda quente e suada no sofá.
O apartamento em Pinheiros sempre cheirava a café passado e a sal de treino. Rafael, fotógrafo de vinte e oito anos, morava com Thiago havia quase meia década. Melhores amigos desde a época em que dividiam um quarto de pensão barata e contavam centavos para pagar a luz. Agora tinham sofá de canto bom, ar-condicionado que às vezes falhava e uma rotina confortável demais para admitir o que mudava no ar.
Thiago voltava dos alunos no fim da tarde, trinta anos bem treinados, camiseta colada no peito largo e no abdômen marcado. Entrava, largava a mochila e, sem cerimônia, puxava a blusa pela cabeça. A cueca boxer preta sobrava só. Suor brilhando na nuca, nas clavículas, no caminho fino de pelos que sumia sob o elástico. Rafael fingia ajustar a lente na mesa da sala, mas o olhar escapava. O volume entre as pernas do amigo, pesado, se movendo a cada passo. Desejo proibido, aquele tipo que ele empurrava para baixo desde a primeira vez que viu Thiago sair do banho só de toalha. Queria chupar. Queria ser fodido. Queria sujar a amizade com saliva e gozo.
Naquela noite o calor de São Paulo entrava pelas janelas abertas. Ventilador girando sem pressa. Thiago chegou mais suado que o normal, treino pesado de perna, e ficou só de cueca cinza. Foi até a geladeira, pegou duas águas geladas, jogou uma para Rafael. Os dedos se roçaram. O olhar durou demais.
— Você fica me olhando toda vez que eu chego assim — disse Thiago, voz baixa, rouca de cansaço e de outra coisa. — Eu vejo, porra. Faz meses.
Rafael engoliu seco. A água gelada na mão não ajudava o calor que subia pelo peito.
— Não sei do que você tá falando.
— Sabe sim. E eu também sinto. Quero você. Quero teu olho faminto em cima de mim. Quero tua boca. Pode falar que não se eu tô enganado. Mas se for verdade… a gente resolve agora.
O silêncio pesou só um segundo. Depois Rafael deu um passo. Outro. A cueca de Thiago marcava o pau já meio duro, grosso, o contorno da cabeça grande apertando o tecido. Thiago passou a mão por cima, apertou o próprio volume e perguntou, direto, sem rodeio:
— Quer tocar?
Rafael não respondeu com palavra. A mão dele cobriu a de Thiago, depois empurrou para o lado e segurou o pau por cima da cueca. Quente. Pesado. Pulsando. Thiago soltou um gemido curto e avançou. A boca bateu na de Rafael com pressa, língua grossa, dente batendo, saliva misturada. Mãos ansiosas. Rafael passou a palma pelo peito suado, pelos mamilos duros, desceu pela barriga. Thiago puxou o elástico da cueca para baixo e o pau saltou livre: veias grossas, cabeça avermelhada, cheiro de homem e de treino. Rafael ajoelhou no chão frio da sala sem pensar duas vezes.
— Porra, olha só você — Thiago segurou o cabelo curto de Rafael. — Putinho gostoso. Chupa esse pau.
Rafael abriu a boca e engoliu. O gosto salgado do pré-gozo, a espessura forçando a mandíbula, a cabeça batendo fundo na garganta. Ele chupava com vontade, baba escorrendo pelo queixo, mão na base apertando enquanto a língua rodava. Thiago gemía rouco, empurrava os quadris, segurava a cabeça e fodia a boca com estocadas controladas.
— Isso… engole fundo. Porra, Rafael. Há meses eu imagino essa boca.
Rafael se masturbava por cima da calça, desesperado. Depois puxou a própria roupa, ficou pelado ali no meio da sala. Thiago puxou ele para cima, beijou de novo, e empurrou em direção ao sofá. Rafael ficou de quatro no assento macio, peito colado no encosto, bunda empinada. Thiago cuspiu na mão, passou os dedos molhados no cu apertado, abriu devagar, meteu dois, depois três. Rafael gemia alto, pedindo.
— Mete. Quero teu pau grosso agora.
Thiago alinhou a cabeça e empurrou. A entrada ardeu e depois abriu, o pau grosso entrando centímetro por centímetro até as bolas baterem. Rafael soltou um gemido longo, quase grito. Thiago segurou a cintura e começou a foder. Estocadas brutais, o sofá rangendo, pele batendo em pele, suor escorrendo pelas costas de Rafael. Cada investida fundo, o pau veioso rasgando e enchendo.
— Mais forte — Rafael pediu, voz quebrada. — Me fode mais forte, porra.
Thiago puxou ele para o lado, deitou atrás em conchinha apertada no sofá. A perna de Rafael levantada, o pau entrando ainda mais fundo nesse ângulo. Braço de Thiago rodeando o peito, mão apertando o peito, boca no ouvido, beijos molhados no pescoço enquanto metia com força. Rafael se virava o máximo que dava, bocas se encontrando de novo, língua, dente, gemido abafado. A mão de Thiago desceu e fechou no pau de Rafael, punhetando no mesmo ritmo das estocadas.
— Vai gozar pro meu pau — Thiago rosnou. — Goza enquanto eu te encho.
Rafael veio primeiro, jatos quentes no próprio peito e no sofá, corpo tremendo, cu apertando em volta do pau grosso. Thiago soltou um grunhido fundo e gozou dentro, porrada após porrada de porra quente enchendo o cu de Rafael, pulsando, escorrendo quando ele puxou devagar.
Ficaram ofegantes, suados, colados. O cheiro de sexo pesado na sala. Thiago beijou a nuca de Rafael, lento, e depois puxou ele de pé.
— Banho. Vem.
No chuveiro quente se limparam juntos. Mãos passando sabão nos peitos, nas costas, nos cús ainda sensíveis. Beijos lentos, risadas baixas quando a água escorria pelo rosto. Nada de erro no ar. Só a certeza crua de que aquilo tinha estourado e não ia voltar para a caixinha.
— A gente vai fazer de novo — Thiago falou, água caindo nos ombros largos. — Sempre que a gente quiser. Sem frescura.
Rafael assentiu, a mão ainda no peito do amigo, o coração batendo rápido. Mas no olhar de Thiago havia algo a mais, um brilho que não se fechava só naquela noite. Ele se aproximou do ouvido de Rafael, lábios roçando a pele molhada, e sussurrou baixo, a voz ainda rouca de gozo e de promessa:
— Amanhã eu te levo pro quarto. Quero te amarrar na cama e te foder até você não conseguir mais falar. E tem uma coisa que eu ainda não te contei sobre o que eu sinto… mas isso a gente resolve de peito aberto debaixo do lençol.
Na manhã seguinte o sol já entrava forte pelas frestas da cortina quando Thiago puxou Rafael pelo pulso até o quarto. A cama de casal desfeita cheirava a amaciante barato e a eles dois. Thiago abriu a gaveta da cômoda, tirou dois cintos de couro pretos e jogaou sobre o lençol.
— Deita. De braços abertos. Hoje você é meu até não aguentar mais.
Rafael obedeceu sem hesitar, o pau já latejando só com a ordem. Tinha trinta anos o personal, corpo de quem levantava peso todo dia, e aos vinte e oito o fotógrafo se sentia pequeno e faminto debaixo daquele olhar. Thiago passou o cinto no pulso esquerdo, apertou no ferro da cabeceira, depois o direito. O couro mordeu a pele justo o bastante para arder gostoso. Rafael puxou, testou, e o peito subiu rápido.
— Porra, olha essa cara de puto amarrado — Thiago lambeu o próprio lábio. Tirou a cueca de uma vez. O pau grosso já estava duro, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. — Vai chupar até eu mandar parar.
Ele subiu na cama, ajoelhou sobre o peito de Rafael e enfiou o pau na boca aberta. A glande pesada bateu no fundo da garganta logo de cara. Rafael engasgou, baba escorrendo pelos cantos da boca, mas engoliu mais. Thiago segurou a cabeceira e fodeu a boca com estocadas curtas e profundas, o saco batendo no queixo.
— Isso, engole tudo. Sua garganta foi feita pra meu pau. Há quanto tempo você sonha com isso, hein? Fala com a boca cheia.
Rafael só gemia abafado, língua trabalhando em volta da grossura, nariz enterrado nos pelos baixos e no cheiro forte de homem limpo de banho recente e tesão puro. Saliva escorria pelo pescoço, molhava o peito. Thiago puxou para fora só para ver o fio de baba ligando a boca ao pau, depois enfiou de novo até as bolas.
Quando a mandíbula do fotógrafo já tremia, Thiago saiu, desceu o corpo e lambeu o peito de Rafael, mordeu o mamilo esquerdo até deixar marca roxa. A mão desceu, agarrou o pau duro do amigo e punhetou seco, só com o pré-gozo que pingava.
— Quero te ver pedindo. Fala o que você quer no cu hoje.
— Teu pau. Inteiro. Me arrombando até eu gozar amarrado — a voz de Rafael saiu rouca, quebrada. — Me fode sem dó, Thiago. Porra, mete.
Thiago cuspiu grosso na própria mão, passou os dedos no cu de Rafael, já um pouco frouxo da noite anterior mas ainda apertado. Um dedo, dois, três. Abriu, torceu, procurou a próstata e esfregou até Rafael se contorcer nas amarras, quadris tentando subir.
— Assim. Mais. Caralho, não para.
Thiago tirou os dedos, alinhou a cabeça grossa e empurrou de uma vez. O cu engoliu centímetro por centímetro, ardeu, abriu, engoliu até as bolas colarem. Rafael gritou baixo, os braços puxando os cintos, veias saltando nos antebraços. Thiago ficou parado fundo, só pulsando, suando já.
— Aperta. Mostra como esse cu é meu.
Rafael apertou de propósito e ganhou a primeira estocada brutal. Depois outra. O ritmo veio forte, o colchão rangendo, a cabeceira batendo na parede. Cada investida ia até o fundo, o pau veioso rasgando e enchendo, o saco molhado batendo. Suor escorria do peito largo de Thiago e caía nas costelas de Rafael. O cheiro de sexo subiu pesado, misturado com o calor do quarto fechado.
— Mais fundo — Rafael pediu entre gemidos. — Me fode como se fosse a última vez. Quero sentir teu gozo escorrendo depois.
Thiago puxou quase todo para fora e enterrou de novo num golpe seco. Mudou o ângulo, ergueu as pernas de Rafael e dobrou até os joelhos quase tocarem o peito. O pau entrou ainda mais fundo nesse ângulo. A próstata era espancada a cada estocada. Rafael babava no próprio ombro, olhos revirando.
— Olha pra mim enquanto eu te encho — Thiago rosnou. — Olha quem tá te fodendo.
Rafael olhou. Viu o rosto suado, a boca entreaberta, o abdômen contraindo a cada embalo. A amizade de anos estava ali, destruída e reconstruída a cada metida. Thiago soltou uma das mãos da cintura e fechou no pau de Rafael, punhetando no mesmo compasso selvagem.
— Goza. Goza no meu pau agora. Quero sentir esse cu milking.
Rafael veio primeiro, jatos quentes subindo até o queixo, o corpo inteiro tremendo nas amarras, o cu apertando em câimbras gostosas em volta do pau grosso. Thiago não parou. Continuou fodendo através do orgasmo, estocadas curtas e profundas, até soltar um grunhido animal e gozar. Porra quente jorrou em jatos longos, enchendo o cu, pulsando, vazando pelas laterais enquanto ele ainda empurrava.
Ficaram assim, ofegantes, o pau ainda enterrado. Thiago beijou a boca de Rafael devagar, língua preguiçosa, gosto de saliva e gozo. Depois puxou para fora com um ploc molhado. Porra escorreu pelo saco de Rafael e manchou o lençol. Thiago desamarrou os cintos, massageou os pulsos vermelhos, deitou ao lado e puxou o lençol por cima dos dois corpos suados.
Debaixo do tecido fino o ar ainda cheirava a sexo. Thiago passou a mão pelo peito de Rafael, dedos traçando as marcas de unha e suor.
— Aquilo que eu falei ontem… o que eu sinto. Não é só foda, Rafa. Eu te amo. Desde a pensão fodida. Desde a primeira vez que você riu da minha cara quando a gente não tinha nem arroz. Quero você de verdade. Namorar. Acordar e te foder. Voltar do treino e te comer no sofá de novo. Sem esconder. Você topa?
Rafael virou o rosto, olhos ainda úmidos de gozo e de outra coisa. Beijou a boca de Thiago devagar, mão no cabelo curto molhado.
— Topo. Porra, topo há anos. Só tinha medo de estragar a gente.
Thiago sorriu contra a boca dele, o pau já esboçando nova dureza contra a coxa. Puxou Rafael para cima do peito largo, os dois colados debaixo do lençol quente.
— Então a gente não estraga. A gente fode e ama junto. Amanhã eu te levo jantar e depois te amarro de novo. Combinado?
Rafael assentiu, a respiração já mais calma, o corpo mole e satisfeito. Fechou os olhos no peito do amigo, ouvindo o coração bater forte. O apartamento em Pinheiros estava em silêncio de novo, só o ventilador girando.
Mas enquanto o sono vinha, só Rafael sabia a verdade inteira: o e-mail da produtora do Rio ainda estava aberto no notebook da sala, contrato assinado na noite passada, passagem comprada para daqui a doze dias. Ele ainda não tinha contado.
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