A Hall Pass Dela Naquela Noite
Duas amigas safadas usam o hall pass do marido pra comerem buceta molhada no sofá até gozarem juntas.
O vinho tinto ainda manchava as taças no balcão da cozinha quando Imani trancou a porta do apartamento e se virou para Hana. O jantar tinha sido longo, risadas altas, dois pratos de massa que ninguém terminou de verdade porque a conversa sempre desviava pro mesmo lugar — pro marido de Imani, Damon, e praquela porra de hall pass que ele soltou no jantar de aniversário de casamento, cinco anos juntos e ele do nada: “Se quiser experimentar com outra mulher, pode. Só me conta depois.” Imani riu na hora, nervoso, mas o peito dela apertou de um jeito que não era brincadeira. E Hana, sentada do outro lado da mesa naquela noite, só erqueu a sobrancelha e mordeu o lábio inferior, safada pra caralho como sempre.
Agora estavam sozinhas. Damon saíra pra um plantão extra de madrugada, deixando o sofá cinza, as luzes baixas e o cheiro de vinho barato no ar. Imani, vinte e oito anos, casada, cabelo cacheado preso num coque frouxo que já soltava mechas na nuca, desceu o zíper da jaqueta jeans e ficou só na camiseta fina, sem sutiã por baixo — os mamilos já duros de frio ou de outra coisa. Hana, um ano mais nova, solteira, pernas longas cruzadas no sofá, vestido curto preto subindo demais na coxa quando se acomodou.
— Tu tá quieta demais — Hana murmurou, girando a taça entre os dedos. O olhar dela desceu sem vergonha nenhuma pelo corpo da amiga. — Desde que ele falou aquilo tu fica assim. Meio molhada por dentro só de lembrar, né?
Imani soltou uma risada curta, sentando ao lado dela, perto demais. A coxa dela tocou a de Hana. O calor passou imediato.
— Cala a boca. Eu tô… pensando.
— Pensando em quê? Em mim lambendo tua buceta enquanto teu marido trabalha? — Hana não disfarçou. Nunca disfarçou. Sempre flertaram, sempre brincaram de empurrar o limite, beijinho no cantinho da boca no fim das baladas, mão na cintura que demorava um segundo a mais pra soltar. Nunca avançaram. Até agora.
Imani engoliu seco. O vinho queimava gostoso na garganta. Ela apoiou o cotovelo no encosto e se virou de frente, de olho no decote rasgado do vestido da amiga, nos peitos cheios apertados no tecido.
— Ele foi explícito, Hana. “Pode comer outra mulher. Pode gozar. Pode deixar ela te foder com a língua o quanto quiser.” Eu fiquei… puta. Molhada ali mesmo na mesa. E tu tava olhando pra mim como se já soubesse.
Hana sorriu devagar, aquele sorriso de quem devora. A mão dela desceu e pousou na coxa de Imani, por cima do jeans, os dedos apertando a carne macia. Não era acidental. Era direto, quente, o polegar desenhando círculos lentos que subiam centímetro por centímetro.
— Eu sempre soube. Tu tem um corpo de putinha casada escondida, Imani. Essa bunda larga, esses peitos pesados… eu fico olhando teus mamilos atravessando a camiseta e penso em morder. Em chupar até tu gemer meu nome.
Imani respirou fundo. O calor subiu entre as pernas dela tão rápido que ela precisou abrir um pouco os joelhos. A mão de Hana subiu mais, agora na parte interna da coxa, apertando firme.
— Eu sempre fantasiei com tu — Imani admitiu, a voz rouca, baixa. Olhos nos olhos. — Sempre. Nas baladas, quando tu dançava colada em mim, eu sentia teu cu roçando na minha coxa e eu molhava a calcinha. Quando a gente dividia a cama depois de beber, eu ficava acordada sentindo teu cheiro e querendo enfiar a mão por baixo da tua calça. O hall pass… ele só me deu permissão pra parar de fingir. Só de pensar em te comer hoje à noite eu já tava pingando no banheiro antes do jantar.
Hana lambeu o lábio inferior, devagar. A mão dela escorregou mais pra cima, o dedo médio roçando de leve a costura do jeans bem no meio, onde Imani já estava quente e úmida.
— Mostra. Me fala o quanto.
— Tô encharcada — Imani sussurrou, avançando o rosto. O hálito de vinho misturado. — A calcinha tá colada na boceta. Eu quero que tu sinta.
Elas se olharam um segundo inteiro, famintas, sem brincadeira nenhuma. Consentimento claro, desejo mútuo pulsando no ar quente entre os corpos. Hana foi a primeira a fechar a distância. A boca dela bateu na de Imani com fome, lábios macios se abrindo, língua entrando fundo sem pedir licença. Imani gemeu dentro do beijo, as mãos subindo pro cabelo da amiga, puxando, puxando mais pra perto. O beijo era molhado, barulhento, dentes roçando lábio inferior, salivas se misturando. Hana mordeu o lábio de Imani e puxou devagar, soltando com um estalo úmido.
— Porra… — Imani ofegou, a voz já embargada. — Continua.
As mãos de Hana já estavam por baixo da camiseta dela. Dedos quentes subindo a barriga macia, alcançando os peitos pesados, apertando os mamilos duros entre polegar e indicador, torcendo com força o bastante pra fazer Imani arquejar e empurrar o peito pra frente. Imani revidou na mesma hora: a mão dela desceu direto pro decote do vestido de Hana, puxando o tecido pra baixo, liberando um peito inteiro, chupando o mamilo escuro com a boca aberta, língua girando, dentes roçando de leve. Hana jogou a cabeça pra trás no sofá e gemeu alto, a mão ainda esmagando o peito de Imani por baixo da camiseta.
— Isso… chupa forte — Hana ordenou, a voz falhando. — Eu quero tua boca na minha boceta também. Quero te ver de quatro no sofá lambendo tudo.
Imani soltou o peito dela só o bastante pra falar, a boca vermelha e brilhante de saliva:
— Eu vou te comer inteira. Vou enfiar a língua no teu buraco até tu gozar na minha cara. O Damon deu o passe e eu vou usar cada segundo.
Elas se beijaram de novo, mais sujas agora, línguas se enrolando, mãos explorando sem freio. A mão de Hana desceu, abriu o botão do jeans de Imani com um puxão seco, o zíper descendo. Os dedos escorregaram por baixo da calcinha de algodão já encharcada, encontrando os lábios inchados, o clitóris latejando. Hana passou dois dedos no meio da fenda molhada, subindo e descendo, espalhando o mel grosso, e enfiou o médio devagar dentro da buceta apertada de Imani.
Imani gritou baixinho contra a boca dela, rebolando no dedo, a buceta se contraindo com força.
— Caralho, Hana… mais fundo.
— Tá pingando no meu dedo — Hana riu baixo, suja, enfiando o anelar junto, fodendo ela com dois dedos num ritmo lento e fundo, a palma batendo no clitóris a cada estocada. — Sempre soube que tua boceta casada era gulosa. Sempre soube que tu ia abrir as pernas pra mim no primeiro “pode”.
Imani puxou o vestido de Hana pra cima da cintura. Sem calcinha. A buceta dela estava lisinha, inchada, brilhando de tesão, o clitóris gordinho à mostra. Imani não pediu; enfiou a mão entre as coxas da amiga e abriu os lábios com os dedos, passando a ponta do indicador em círculos apertados no clitóris enquanto Hana continuava a foder ela com os dedos.
As duas gemiam no mesmo ritmo, beijando e mordendo pescoço, ombro, boca de novo. O sofá rangia. O cheiro de buceta molhada e vinho enchia a sala. Imani empurrou Hana de costas no encosto, ajoelhou no sofá entre as pernas abertas dela e desceu a boca — mas parou a um centímetro, o hálito quente batendo na boceta latejante de Hana.
— Me fala que tu quer — Imani pediu, a voz rouca de tesão, os dedos ainda dentro da própria calcinha agora, se tocando enquanto olhava.
— Eu quero tua língua na minha boceta agora — Hana respondeu sem hesitar, abrindo mais as pernas, segurando a própria coxa. — Come minha buceta, Imani. Me faz gozar com essa boca safada. Eu te dou permissão, eu quero, eu tô pedindo.
Imani sorriu contra a pele dela e passou a língua inteira de baixo pra cima, devagar, lambendo tudo, o gosto salgado e doce explodindo na boca. Hana gritou, a mão enfiada no cabelo cacheado de Imani, empurrando a cara dela pra mais fundo. A língua de Imani chupou o clitóris, sugando forte, depois desceu e enfiou dentro do buraco molhado, fodendo com a língua, o nariz esfregando o clitóris. Hana rebolava na cara dela, gemendo alto, suja, pedindo mais.
Mas Imani parou de novo, subindo o corpo, a boca brilhando de gozo alheio, e se sentou no colo de Hana de frente, jeans aberto, calcinha puxada pro lado. Esfregou a buceta molhada na de Hana, clitóris contra clitóris, os lábios se beijando lá embaixo enquanto as bocas se beijavam em cima. O atrito era escorregadio, quente, barulhento. As duas gemiam uma na boca da outra, mãos apertando bunda, peito, cabelo.
— Continua assim — Hana ofegou, segurando a bunda de Imani com as duas mãos e mandando o ritmo, esfregando mais forte. — Eu quero gozar esfregando minha boceta na tua. Quero sentir tu gozar primeiro e molhar minhas coxas.
Imani rebolava desesperada, a camiseta já erguida acima dos peitos, os mamilos roçando nos de Hana. O prazer subia rápido demais, o clitóris latejando a cada esfregada. Ela enfiou a mão entre os corpos e abriu mais os lábios das duas, deixando o atrito ainda mais direto, pele com pele, mel com mel.
— Eu sempre quis isso — Imani confessou contra a boca dela, a voz quebrando. — Sempre quis te foder no sofá da minha casa. Sempre quis sentir tua boceta gozando na minha.
Hana mordeu o ombro dela com força o bastante pra deixar marca e enfiou dois dedos de novo na buceta de Imani por trás, fodendo ela fundo enquanto as bocetas continuavam se esfregando na frente. O som era obsceno — molhado, rítmico, as coxas batendo.
Elas estavam perdidas nisso, beijos desesperados, gemidos soltos, corpos colados e suados, quando a mão de Hana apertou a nuca de Imani e puxou o rosto dela pra trás só o bastante pra olhar nos olhos.
— Ainda não goza — Hana sussurrou, os dedos parando dentro dela, o polegar pressionando o clitóris sem mover. — Eu quero te levar pro quarto. Quero te amarrar com o cinto do Damon e te lamber até tu chorar. Quero que tu me come com a boca e com os dedos até a gente não aguentar mais. O passe é pra noite inteira. E eu ainda não terminei de te usar.
Imani estava tremendo, a buceta contraindo nos dedos parados de Hana, o tesão latejando tão forte que doía. Ela assentiu, ofegante, a boca buscando a de Hana de novo num beijo lento e sujo, as línguas se enrolando preguiçosas agora, propositais.
— Então me leva — Imani pediu contra os lábios dela. — Me fode direito. Me faz gozar na tua cara e depois eu faço o mesmo contigo. A noite mal começou.
Hana sorriu aquele sorriso safado, tirou os dedos de dentro dela devagar, lambeu cada um com a língua devagar pra Imani ver, e puxou a amiga pelo cabelo num beijo final, fundo, antes de se levantar do sofá puxando Imani junto. As roupas pela metade, as bocetas latejando, o vinho esquecido, o hall pass queimando entre as duas como um convite aberto pro que ainda vinha.
Hana mal tinha puxado Imani pelo pulso quando a casada parou no meio do caminho, empurrou a amiga de volta pro sofá cinza e montou em cima dela com fome crua. O jeans de Imani ainda aberto, a calcinha torta pro lado, a camiseta erguida. Hana riu baixo, suja, mas Imani não deu tempo pra piada.
— Agora eu mando — Imani rosnou contra a boca dela, arrancando o vestido preto de Hana por cima da cabeça num puxão único. Os peitos pesados da amiga saltaram livres, mamilos escuros e duros. Imani mordeu o inferior dela e depois desceu direto, chupando um mamilo com força, dentes roçando, língua apertando, enquanto a mão livre já enfiava dois dedos grossos na buceta encharcada de Hana sem aviso. Hana arquejou alto, as pernas abrindo sozinhas no sofá.
— Porra, Imani… assim, fundo — Hana gemeu, a voz falhando, empurrando o peito pra dentro da boca da amiga. Os dedos de Imani entravam e saíam molhados, o polegar esmagando o clitóris inchado a cada estocada. O som era obsceno, molhado, a buceta de Hana sugando os dedos com vontade. Imani chupava o mamilo direito como se quisesse leite, puxando com a boca, lambendo em círculos rápidos, depois trocando pro esquerdo e mordendo de leve só pra ouvir Hana gritar.
— Tá tão apertada… pingando nos meus dedos — Imani falou com a boca cheia de peito, a voz rouca. Por dentro ela pensava em Damon, no passe, em como ia contar depois cada detalhe sujo, mas agora só existia aquela buceta quente se contraindo nos seus dedos. Ela curvou os dedos, achando o ponto esponjoso, e fodeu mais rápido, a palma batendo molhada no clitóris. Hana rebolava, unha cravando nas costas de Imani, gemendo sem freio.
— Mais… chupa mais forte, caralho — Hana pediu, a mão enfiada no cabelo cacheado da amiga, puxando a cabeça dela contra o peito. Imani obedeceu, chupando até o mamilo ficar vermelho e brilhante de saliva, os dedos entrando até o fundo, abrindo a buceta de Hana. O cheiro de tesão enchia a sala junto com o vinho velho. Hana estava prestes a gozar ali mesmo, o corpo tremendo, mas Imani tirou os dedos de repente, lambeu o mel grosso na frente dela e se afastou só o bastante.
Hana não aguentou. Virou o jogo na hora, empurrou Imani de costas no sofá, arrancou a camiseta dela de uma vez e abriu o jeans até as coxas. A calcinha encharcada foi pro lado. Hana ajoelhou entre as pernas abertas da amiga, olhou pra buceta molhada, lábios inchados, clitóris latejando, e desceu a boca com fome.
— Agora é minha vez de te comer — Hana murmurou contra a pele quente antes de passar a língua inteira de baixo pra cima, devagar, lambendo tudo, o gosto doce e salgado explodindo. Imani gritou, as mãos agarrando o cabelo de Hana, empurrando a cara dela pra mais fundo. A língua de Hana girou no clitóris em círculos apertados, rápidos, chupando com força, depois desceu e enfiou dentro do buraco, fodendo com a língua enquanto o nariz esfregava o clitóris gordinho.
— Isso… lingua no meu clitóris, porra — Imani ofegava, rebolando na cara da amiga, a buceta se abrindo e fechando. Hana segurava as coxas dela abertas, os dedos cravados na carne macia da bunda, comendo com barulho molhado, lambendo, chupando, enfiando a língua fundo e saindo pra girar de novo no clitóris. Imani sentia o orgasmo subindo rápido demais, as pernas tremendo, o peito subindo e descendo suado. Hana meteu dois dedos junto com a língua, curvou, achou o ponto, e chupou o clitóris sem parar.
Imani gozou gritando, a buceta contraindo forte nos dedos e na língua de Hana, o mel escorrendo pelo queixo da amiga. O corpo inteiro tremeu no sofá, gemidos altos, suados, as mãos puxando Hana pra não soltar. Hana continuou lambendo devagar, limpando tudo, até Imani puxá-la pra cima num beijo sujo, saboreando o próprio gosto na boca dela.
— Agora esfrega essa buceta na minha — Imani pediu ofegante, ainda tremendo. Hana sorriu safada, deitou de lado no sofá e puxou Imani pra posição de tesourinha. Pernas entrelaçadas, coxas abertas, bucetas molhadas se encontrando direto. Clitóris contra clitóris, lábios escorregadios se beijando lá embaixo. Elas começaram a se esfregar devagar no começo, o atrito quente e barulhento, mel com mel pingando no tecido do sofá.
— Mais forte — Hana gemeu, segurando a bunda de Imani e mandando o ritmo, esfregando com vontade. O som era obsceno, molhado, as bucetas se batendo, se escorregando. Imani rebolava desesperada, os peitos balançando, mamilos roçando nos de Hana quando se inclinavam. Elas se beijavam fundo, línguas enroladas, gemendo uma na boca da outra. Hana deu um tapa leve na bunda de Imani, a mão estalando na carne macia, e Imani retribuiu na hora, tapinha na bunda redonda da amiga, apertando depois, abrindo mais pra esfregar ainda melhor.
— Porra, tua buceta tá tão quente… tô gozando de novo — Imani confessou contra os lábios dela, o prazer subindo outra vez, o clitóris latejando a cada esfregada. Suor escorria entre os peitos, o cabelo cacheado colado na nuca. Hana metia o quadril com força, a buceta dela abrindo e fechando contra a de Imani, o atrito direto no clitóris das duas. Outro tapa leve na bunda, outro gemido alto. Elas se beijavam com dentes, mordendo lábio, lambendo, suadas, o sofá rangendo sob os corpos.
Hana enfiou a mão entre elas só pra abrir mais os lábios, deixar o atrito cravar direto no ponto certo, e voltou a segurar a bunda de Imani, mandando o ritmo frenético agora. As duas gemiam alto, sem vergonha, nomes escapando, “Imani… assim”, “Hana, não para”. O orgasmo veio junto, intenso, o corpo de Imani travando primeiro, a buceta pulsando e molhando as coxas de Hana, e Hana veio logo atrás, gritando contra a boca da amiga, as duas se esfregando sem parar enquanto gozavam, tremendo, suadas, o mel escorrendo misturado.
Elas continuaram se beijando devagar depois, ainda esfregando preguiçoso, o corpo colado, o peito subindo e descendo rápido. Hana lambeu o suor do pescoço de Imani e mordeu de leve.
— Ainda não acabou — Hana sussurrou, a voz rouca, a mão descendo de novo entre as pernas da amiga, dois dedos entrando fácil na buceta ainda latejando. — O Damon deu a noite inteira. Eu quero te amarrar com o cinto dele no quarto e te foder com a boca até tu não aguentar mais. Quero que tu me come de quatro no colchão de vocês. Me fala que tu quer.
Imani rebolou nos dedos dela, ainda sensível, o tesão acendendo de novo sob a pele suada. O passe queimava entre as duas, o sofá manchado, o ar cheirando a sexo e vinho.
— Eu quero — Imani respondeu, puxando Hana pra mais um beijo fundo e sujo. — Me leva. Me usa até o fim.
Hana puxou Imani pelo corredor até o quarto do casal, as duas ainda ofegantes, roupas pela metade, bucetas latejando e pingando pelas coxas. A porta bateu com o ombro dela. A cama de casal estava desfeita, o cheiro de Damon ainda no travesseiro, mas agora só importava o cinto de couro preto pendurado na cadeira. Hana o pegou sem cerimônia, empurrou Imani de costas no colchão e amarrou os pulsos dela na cabeceira com um nó firme, o couro apertando a pele macia o bastante pra marcar sem doer de verdade.
— Assim — Hana murmurou, subindo no colo da amiga nua, esfregando a buceta molhada na barriga dela só pra sujar. — Agora tu não foge. Eu vou te lamber até tu chorar meu nome e molhar o lençol do teu marido.
Imani puxou as amarras, testando, os peitos subindo e descendo rápidos, mamilos duros apontando pro teto. O peito dela ardia de tesão puro. Queria isso há tanto tempo que doía.
— Come logo, porra — Imani rosnou, abrindo as pernas o máximo que o jeans ainda nas coxas permitia. Hana arrancou o resto da roupa dela num puxão, jogou longe e desceu a boca direto na buceta inchada. A língua larga passou devagar de baixo pra cima, recolhendo o mel grosso que escorria, depois chupou o clitóris com força, sugando como se quisesse arrancar o orgasmo na hora. Imani gritou, o quadril subindo, os pulsos tensionando o cinto. Hana enfiou três dedos de uma vez, curvou, achou o ponto esponjoso e fodeu fundo enquanto a boca não parava no clitóris — lambidas rápidas, chupadas molhadas, dentes roçando de leve só pra fazer a casada tremer.
— Porra, Hana… assim, mais fundo… eu vou gozar na tua cara — Imani ofegava, rebolando desesperada contra a boca da amiga. O som era obsceno, molhado, a língua de Hana entrando e saindo do buraco apertado, o nariz esfregando o clitóris gordinho. Hana gemeu contra a carne quente, o vibração mandando choques direto na buceta de Imani. Os dedos entravam até o fundo, a palma batendo, o polegar abrindo os lábios pra chupar melhor. Imani gozou gritando, o corpo inteiro arqueando, a buceta contraindo forte nos dedos e na língua, o mel jorrando pelo queixo de Hana, escorrendo pelo pescoço. Hana não parou. Continuou lambendo devagar, limpando tudo, enfiando a língua fundo de novo pra sentir as contrações, até Imani soluçar de tanto prazer.
Só então Hana subiu, lambeu os lábios brilhantes na frente dela e se virou, montando de costas na cara de Imani, a bunda redonda abaixando até a buceta molhada tapar a boca da amiga.
— Agora tu me come — Hana ordenou, a voz rouca, se esfregando na língua dela. — Língua no meu cu também. Quero tudo.
Imani obedeceu com fome, a boca aberta, a língua enfiando direto no buraco quente e apertado de Hana, fodendo fundo, o nariz enterrado no clitóris. Hana rebolava na cara dela, gemendo alto, uma mão apertando o peito próprio, a outra atrás segurando o cabelo cacheado de Imani pra não deixar escapar. O gosto salgado e doce explodia, a buceta de Hana pingando direto na boca da amiga. Imani chupava, lambia, enfiava a língua no cu apertado e voltava pro buraco principal, os dedos livres — mesmo amarrados — se contorcendo pra alcançar e abrir mais os lábios de Hana. Hana gozou assim, gritando o nome dela, a buceta pulsando e molhando o rosto inteiro de Imani, as coxas tremendo em volta da cabeça.
Elas trocaram de novo. Hana desamarrou os pulsos só o bastante pra virar Imani de quatro no colchão, o rabo empinado, a buceta vermelha e brilhante de tanto gozo. Enfiou a cara de novo, chupando por trás, língua no cu, dois dedos na buceta, depois três, fudendo rápido enquanto a outra mão ia embaixo pra esfregar o clitóris. Imani empurrava pra trás, pedindo mais, a boca aberta no travesseiro, gemendo sujo.
— Me fode com a língua… isso, chupa meu cu também — Imani pedia, a voz embargada. Hana deu um tapa na bunda dela, a mão estalando na carne macia, depois outro, e enfiou a língua fundo no cu enquanto os dedos não paravam. Imani gozou de novo, o corpo travando, o mel escorrendo pelas coxas e pelos dedos de Hana. Ainda tremendo, ela se virou, empurrou Hana de costas e montou na cara dela de novo, se esfregando com força, o clitóris batendo na língua, os peitos balançando.
Depois foi tesourinha no meio da cama. Pernas entrelaçadas, bucetas coladas, clitóris contra clitóris se esfregando num ritmo frenético, molhado, barulhento. As duas se beijavam fundo, mãos apertando bunda e peito, tapinhas leves, unhas cravando. O suor escorria entre os corpos, o cheiro de sexo puro enchendo o quarto. Hana segurava a cintura de Imani e mandava o ritmo, esfregando mais forte, mais fundo, até as duas gozarem juntas outra vez, gritando uma na boca da outra, os corpos se contraindo, o mel misturado pingando no lençol.
Só pararam quando as pernas não aguentavam mais. Hana desamarrou de vez os pulsos de Imani, beijou as marcas vermelhas no pulso com carinho sujo e as duas desceram cambaleando de volta pra sala, nuas, suadas, o cabelo bagunçado, as bucetas ainda latejando. Caíram no sofá cinza de novo, o mesmo onde tudo começou, os corpos colados, o peito subindo e descendo rápido enquanto recuperavam o fôlego. O vinho ainda estava ali, esquecido. O ar cheirava a buceta gozada e sexo fresco.
Imani se virou, segurou o rosto de Hana com as duas mãos e a beijou devagar, com carinho de verdade dessa vez — lábios macios, língua preguiçosa, sem a pressa de antes. Quando separou, a testa encostada na dela, sussurrou rouco:
— Eu sempre quis isso. Desde a primeira vez que te vi dançando colada em mim. Sempre quis teu gosto na minha boca, tua buceta na minha. O hall pass só tirou a desculpa.
Hana sorriu satisfeita, os olhos brilhando de tesão ainda vivo e de algo mais quente. Passou a mão na bunda de Imani, apertando de leve, e confessou sem rodeio:
— Vou contar tudinho pro Damon. Cada chupada, cada gozo, o quanto tua buceta apertou nos meus dedos, o jeito que tu gritou meu nome amarrada no cinto dele. Ele vai ficar puto de tesão. E eu quero repetir em breve. Quero de novo no sofá, na cama, no banheiro… quero te foder até a gente não aguentar mais.
As duas ficaram abraçadas nuas no sofá, pernas entrelaçadas, peitos colados, rindo baixinho enquanto planejavam a próxima. Imani falava em comprar um strap pra enfiar fundo em Hana na próxima vez que Damon saísse. Hana ria e dizia que queria Imani de quatro no tapete da sala, lambendo até o sol nascer. Os dedos preguiçosos ainda acariciavam coxas e peitos, o corpo inteiro mole e satisfeito, o sofá manchado de mel seco e suor.
Enquanto riam e planejavam o próximo uso do hall pass, Hana beijou o ombro de Imani e sorriu contra a pele quente — mas guardou pra si o que Imani ainda não sabia: Damon tinha mandado mensagem uma hora atrás dizendo que o plantão cancelou e ele estava a caminho de casa, e Hana tinha respondido só com uma foto da buceta de Imani pingando no sofá, sem contar nada pra amiga.
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