Descobrindo o Prazer Dele no Festival
No festival, o tímido Lucas se masturba gostoso pra Rafael assistir e goza jorrando tudo.
O Festival de Verão já fervia quando Lucas chegou ao acampamento, as costas coladas de suor na camiseta fina e a barraca enrolada no ombro. Tinha vinte e dois anos, cabelo bagunçado caindo na testa, e aquela timidez de quem ainda se virava sozinho no quarto escuro pensando em coisas que nunca tinha tocado de verdade. Virgem. A palavra pesava nele como uma mochila extra. Vieram sozinho de ônibus, animado e com medo ao mesmo tempo, querendo sumir no meio da multidão barulhenta, das barracas coloridas, do cheiro de cerveja quente e carne grelhando. Escolheu um cantinho mais afastado, longe das fogueiras principais, onde o mato começava a engolir o terreno. Armou a barraca com dedos desajeitados, estacas tortas, o zíper emperrando. Quando terminou, olhou em volta e viu que não estava tão isolado assim: bem ao lado, a uns poucos metros, já estava plantada outra barraca escura, maior, com uma toalha molhada pendurada do lado de fora e um par de shorts jogado no chão de terra.
O dono apareceu pouco depois. Rafael. Vinte e oito anos, alto, peito largo coberto de pelos escuros que desciam até a barriga marcada, braços fortes de quem carregava peso. Cabelo curto, barba por fazer, sorriso fácil quando passou os olhos por Lucas. “E aí. Vizinho novo?” A voz era grave, arrastada, e Lucas sentiu o rosto esquentar na hora. Só conseguiu balbuciar um “oi… Lucas” e apontar pra própria barraca como se isso explicasse alguma coisa. Rafael riu baixo, sem deboche, só divertido. “Rafael. Se precisar de alguma coisa, é só gritar. Ou não gritar. Eu escuto de qualquer jeito.” O olhar dele demorou um segundo a mais no corpo magro do menino, na clavícula suada, no jeito que Lucas se mexia inquieto de um pé pro outro. Depois sumiu pra dentro da própria barraca, deixando Lucas com o coração batendo na garganta.
A noite caiu quente e úmida. O festival roncava ao longe — batidas graves, gritos, cheiro de maconha flutuando. Lucas ficou sentado na boca da barraca, pernas cruzadas, tentando comer um lanche que não descia. Foi aí que ouviu a água. Rafael tinha saído de shorts e nada mais, carregando um baldinho e uma toalha. Sem cerimônia, parou no claro da lanterna que ele mesmo tinha cravado no chão, de costas para a barraca de Lucas, e puxou o short pra baixo. A bunda firme, as coxas grossas, a curva das costas. Lucas engasgou com o próprio ar. Devia desviar o olhar. Devia fechar o zíper. Em vez disso ficou parado, a boca entreaberta, o pau já começando a latejar dentro da cueca.
Rafael molhou o corpo devagar, esfregando o sabonete no peito, nas axilas, descendo a mão pela barriga até a virilha. Quando se virou de lado, Lucas viu o pau pesado, ainda mole, balançando com o movimento, o saco cheio, a ponta rosada. Rafael passou a mão por ele uma vez, duas, como quem só limpa, mas o gesto era lento demais, proposital. Aí ele ergueu a cabeça e olhou direto pra barraca de Lucas. Os olhos escuros brilharam. Não havia dúvida: ele sabia. Sabia que estava sendo observado. Em vez de se cobrir ou gritar, Rafael sorriu de canto, mordeu o lábio inferior e continuou o banho, agora de frente, esfregando o peito com mais força, a água escorrendo pelos pelos, o pau começando a engordar sob o toque casual.
Lucas sentiu o rosto pegar fogo. A mão tremeu no joelho. Queria sumir e ao mesmo tempo não conseguia piscar. Rafael se enxugou com a toalha sem pressa, esfregando as bolas, o pau meio duro agora, e falou alto o bastante pra atravessar a distância: “Tá quente pra caralho, né? Se quiser usar a água também, é só pedir. Ou ficar aí olhando. Também serve.” A voz era rouca, safada, sem pressão — um convite aberto. Lucas engoliu em seco. “Eu… desculpa. Eu não queria…” A frase saiu fraca. Rafael deu de ombros, ainda nu, a toalha jogada no ombro. “Não precisa se desculpar. Eu gosto de ser olhado. Especialmente por um gato tímido que armou a barraca bem do meu lado.” Ele deu um passo na direção, parando a poucos metros. “Primeira vez no festival?”
Lucas acenou com a cabeça, a voz falhando. “Sim. Vim sozinho.” Rafael inclinou a cabeça, estudando o menino de cima a baixo — as pernas finas, o short que já marcava um volume vergonhoso, os olhos arregalados. “Soinho é bom. Dá pra fazer o que der na telha.” Passou a mão no próprio peito, descendo devagar até a base do pau, apertando de leve. “Tava me olhando gostoso. Achei fofo. E excitante.” Lucas sentiu a porra da ereção latejar com força. Nunca tinha falado disso com ninguém, nunca tinha sido pego. “Você… é bonito”, conseguiu dizer, a voz quase um sussurro. Rafael sorriu de verdade dessa vez, largando o pau e se aproximando mais um passo. “Você também. Esse jeito quieto… dá vontade de bagunçar.”
Ficaram se encarando no escuro quase total, só a lanterna fraca iluminando o corpo ainda molhado de Rafael. O barulho do festival parecia distante. Lucas sentia o cheiro de sabonete barato e suor masculino. Rafael se agachou na frente da barraca dele, ainda pelado, os joelhos na terra, o pau semi-duro pendendo entre as coxas. “Posso sentar um pouco? Ou você prefere que eu volte pra minha e deixe você… resolver isso aí.” O olhar dele desceu pro short de Lucas, onde a ponta da pica já manchava o tecido. Lucas engasgou. “Pode… pode ficar.” A resposta saiu rouca. Rafael se sentou de pernas abertas, sem pudor, e deu um tapa leve na própria coxa. “Então conta. O que tava pensando enquanto eu tomava banho?”
Lucas hesitou, as mãos apertando o tecido da barraca. O coração martelava. Virgem pra caralho, nunca tinha falado putaria com outro cara, nunca tinha admitido o desejo em voz alta. Mas o olhar de Rafael era quente, paciente, sem julgamento. “Eu… achei seu corpo incrível. Queria… tocar. Ou pelo menos ver mais.” Rafael gemeu baixo, um som aprovador. “Pode ver quanto quiser. Eu gosto de me exibir pra quem presta atenção.” Passou a mão de novo no pau, agora mais grosso, a glande aparecendo. “E você? Deixa eu ver se a curiosidade é só nos olhos.” Lucas sentiu o rosto queimar, mas o desejo falou mais alto. A mão trêmula desceu e apertou o volume no short. Rafael lambeu os lábios. “Isso. Sem pressa. A gente tem a noite inteira. E o festival não vai acabar tão cedo.”
O ar entre eles ficou denso, cheio de promessa. Lucas sentia o pau latejar, a pré-porra já molhando a cueca, a cabeça cheia de imagens — a mão de Rafael no próprio corpo, o convite implícito, a possibilidade de ir mais longe. Rafael se recostou nas mãos, o peito peludo à mostra, o pau agora quase totalmente duro apontando pro alto. “Amanhã de manhã eu tomo banho de novo. Se quiser assistir de perto… a porta da minha barraca fica aberta.” Piscou, safado. “Ou a gente pode conversar mais agora. Você decide o ritmo, gato. Eu só tô aqui curtindo o show.” Lucas respirou fundo, a timidez ainda presente mas rachando nas bordas. O festival roncava ao longe, as luzes piscando entre as árvores, e pela primeira vez ele não se sentia sozinho naquilo. Rafael estava ali, nu, oferecendo o olhar, o corpo, o flerte sujo e claro. A tensão latejava entre os dois como um fio puxado. Lucas sabia que a noite ainda tinha muito chão — e que o que vinha depois daquele olhar mútuo ia deixar ele molhado e confuso e morrendo de tesão até o amanhecer.
A noite engrossava em volta das barracas quando Rafael se levantou, ainda nu, o pau pesado e semi-duro balançando entre as pernas. O sorriso safado abriu devagar nos lábios dele enquanto olhava Lucas de cima, a lanterna fraca desenhando sombras no peito peludo.
— Vem pra dentro da minha. Só pra conversar um pouco. Tá frio pra caralho aqui fora e eu quero te ouvir melhor.
Lucas engoliu seco, o coração martelando no peito magro. A timidez ainda apertava a garganta, mas o volume dolorido no short mandava mais alto. Acenou com a cabeça, as pernas tremendo quando se ergueu. Rafael não esperou; virou de costas e sumiu pelo zíper da barraca escura, o assento firme se movendo com cada passo. Lucas seguiu, o ar quente e abafado batendo no rosto assim que entrou. Cheiro de homem, de toalha molhada e de terra. Rafael já estava deitado de lado no colchão inflável, pernas abertas sem pudor nenhum, a mão preguiçosa descansando na coxa interna perto do saco cheio.
— Fecha o zíper. Ninguém precisa ver o show de graça — murmurou, a voz grave e baixa.
Lucas puxou o zíper, o barulho ecoando no silêncio abafado. O festival ainda roncava longe, mas ali dentro o mundo tinha encolhido só pros dois. Ficou ajoelhado na entrada, sem saber onde pôr as mãos, o short molhado na ponta da pica. Rafael patou no espaço ao lado.
— Tira essa merda. Quero te ver direito. Sem pressa.
Os dedos de Lucas tremeram no elástico. Puxou o short e a cueca juntos, a pica virgem saltando pra fora, dura pra caralho, a glande vermelha e brilhante de pré-porra. O cheiro dele mesmo subiu, fresco e quente. Rafael lambeu o lábio inferior e envolveu o próprio pau grosso na mão, apertando a base.
— Porra, gato… olha o tamanho dessa tarraxa. Tá latejando só de me olhar, né? Vem cá. Deita. A gente se mexe junto.
Lucas deitou de frente pra ele, o colchão rangendo. Os corpos ficaram a um braço de distância, o calor irradiando. Rafael começou a masturbar devagar, a mão subindo e descendo o pau grosso, os pelos da virilha escuros brilhando de suor. Os olhos escuros não saíam de Lucas.
— Faz igual. Me olha e se toca. Sem vergonha.
A mão trêmula de Lucas desceu e pegou a própria pica. O primeiro toque arrancou um gemido baixo da garganta dele. A pele quente, a veia latejando contra os dedos. Rafael sorriu, safado, e acelerou um pouco o ritmo.
— Isso. Agora mais devagar. Você goza rápido se esfregar que nem louco. Olha.
Ele tirou a mão do pau e pegou a de Lucas, guiando. Os dedos calejados envolveram os dedos trêmulos do menino e puxaram o movimento pra baixo, bem na base, apertando.
— Devagar. Sente o pau inchando. Sobe só até a cabeça, passa o polegar na fenda… assim. Sente a porra escorrendo?
Lucas ofegou, a bunda contraindo. A mão de Rafael era quente, firme, ensinando o ritmo. A pica latejava forte, pré-porra escorrendo pelos nós dos dedos. Quando Rafael soltou, Lucas continuou sozinho, imitando o movimento lento, o polegar passando na glande molhada. O tesão subia pela barriga, o saco pesado latejando.
— Agora as bolas — ordenou Rafael, a voz rouca. Ele abriu mais as pernas e pegou o próprio saco com a mão livre, apertando de leve, rolando as bolas na palma enquanto a outra mão subia e descia no pau. — Aperta. Não com força de doer. Só pra sentir o peso. Faz o tesão subir mais devagar. Experimenta.
Lucas obedeceu. A mão esquerda desceu e agarrou as bolas, o saco liso e quente. Apertou com cuidado, os dedos afundando na pele macia. Um choque elétrico subiu pela espinha. Gemeu alto, a cabeça caindo pra trás, o cabelo bagunçado grudado na testa suada. A pica latejou forte na outra mão, mais pré-porra brotando.
— Porra… isso… — sussurrou, a voz falhando.
Rafael masturbava mais firme agora, o pau grosso brilhando de óleo natural, a glande inchada. Os olhos não saíam de Lucas, bebendo cada tremor, cada gemido.
— Continua. Mais devagar ainda. Aperta as bolas quando subir a mão. Solta quando descer. Sente o corpo inteiro.
Lucas se entregou. A mão direita subia e descia num ritmo torturante, lento, o polegar espalhando a gosma na cabeça. A esquerda apertava o saco a cada subida, soltava na descida. O tesão vinha em ondas quentes, a barriga contraindo, as coxas tremendo. O ar dentro da barraca ficou denso de gemidos e cheiro de porra. Rafael ofegava junto, o peito peludo subindo e descendo, o pau latejando na mão grossa.
Mas o desejo engoliu Lucas de uma vez. A timidez rachou. Ele soltou um gemido mais alto, os olhos vidrados no corpo de Rafael, no pau grosso que se movia, no saco que balançava.
— Rafa… para. Só… só assiste. Me deixa… me deixa me tocar sozinho. Quero gozar te vendo me olhar. Por favor.
Rafael parou no ato, a mão congelada no próprio pau. O sorriso safado voltou, mais escuro, mais quente. Ele se recostou nas mãos, o pau duro apontando pro teto da barraca, latejando sozinho no ar.
— Faz então, gato. Me mostra como tu goza. Eu fico aqui só olhando. Sem tocar. Só curtindo o show.
Lucas respirou fundo, o peito magro tremendo. Agora as duas mãos eram só dele. A direita apertou a pica com mais vontade, o ritmo ainda lento como Rafael tinha ensinado, mas mais safado, mais sujo. A esquerda rolava as bolas, apertava, puxava de leve. Os quadris começaram a se mexer sozinhos, empurrando a pica pra dentro da mão. Os olhos ficaram pregados em Rafael — no peito largo, no pau grosso abandonado, na boca entreaberta que sorria.
— Porra… tá tão duro… — murmurou Lucas, a voz rouca de tesão. — Nunca… nunca me toquei assim com alguém olhando. Quero jorrar tudo. Quero que você veja.
Rafael lambeu os lábios, os olhos escuros brilhando.
— Então jorra. Me mostra essa tarraxa gozando. Continua apertando as bolas. Sente o tesão subindo.
Lucas obedeceu. A mão na pica acelerou um pouco, ainda controlada, o polegar esfregando a fenda a cada volta. A outra mão apertava o saco com mais força, rolando as bolas quentes. O prazer vinha em pontadas profundas, a pré-porra escorrendo farta pela glande, pingando no colchão. O corpo inteiro tremia. As coxas se abriram mais, a bunda se erguendo do colchão a cada estocada na mão. Gemidos baixos e sujos saíam sem parar.
— Ah… porra… tá bom demais… — a voz dele saía entrecortada. — Eu… eu quero gozar jorrando. Quero que escorra tudo enquanto você assiste.
Rafael não tocava em si. As mãos ficavam plantadas atrás do corpo, o pau latejando sozinho, uma gota de pré-porra escorrendo pela glande. O olhar era faminto, paciente, safado pra caralho.
— Continua. Mais devagar agora. Aperta mais as bolas. Deixa o tesão te comer inteiro.
Lucas gemeu alto, a cabeça jogada pra trás. A mão na pica desacelerou de novo, torturando, subindo só até a cabeça, esfregando a glande sensível com a palma molhada. A esquerda puxava o saco pra cima, apertava, soltava. O orgasmo se construía lento, pesado, como uma onda que subia pelas pernas. O suor escorria pelo peito magro, pela barriga. O cheiro de sexo enchia a barraca.
Ele abriu os olhos de novo e encarou Rafael. O sorriso safado do outro, o pau abandonado e duro, o peito peludo ofegante. O tesão dominou por completo. Lucas se entregou. As mãos trabalharam juntas, o ritmo sujo e perfeito que tinha aprendido naquela noite. A pica latejava forte, as bolas se contraindo na mão. O corpo inteiro preparava o gozo.
— Rafa… eu… eu vou… mas não agora. Ainda não. Quero mais. Quero te mostrar tudo — sussurrou, a voz quebrada de prazer.
Rafael só sorriu mais largo, os olhos fixos na pica virgem que se masturbava sem vergonha nenhuma.
— Então continua, gato. A noite é toda nossa. Eu fico aqui olhando até tu jorrar o que tiver. E depois a gente vê o que sobra.
Lucas ofegava fundo, as mãos ainda se movendo no ritmo ensinado, o tesão latejando forte, o corpo rendido ao prazer solo sob o olhar quente e safado de Rafael. O festival roncava longe, mas ali dentro só existia o cheiro de pau, o som molhado das mãos e a promessa suja do que ainda vinha.
Lucas ofegava fundo, as mãos ainda se movendo no ritmo ensinado, o tesão latejando forte, o corpo rendido ao prazer solo sob o olhar quente e safado de Rafael. O festival roncava longe, mas ali dentro só existia o cheiro de pau, o som molhado das mãos e a promessa suja do que ainda vinha.
Ele parou de repente, o peito subindo e descendo rápido, a pica latejando na mão cheia de pré-porra. Os olhos vidrados encontraram os de Rafael.
— Quero... quero deitar direito. De pernas abertas. Pra tu ver tudo. Me assiste gozar de verdade.
Rafael sorriu largão, a voz rouca de tesão contido.
— Faz o que quiser, gato. Eu fico bem na frente. Só olhando e me tocando. Mostra pra mim como essa tarraxa jorra.
Lucas se ajeitou no colchão inflável. A lanterna cravada no canto da barraca jogava uma luz amarelada e quente sobre o corpo magro dele, desenhando sombras nas clavículas suadas, no peito liso, na barriga tremente. Ele deitou de costas, abriu as pernas bem largas, joelhos dobrados, a bunda erguida um pouco, o cu apertado e rosado à mostra entre as nádegas. A pica virgem apontava pro teto, o prepúcio puxado pra trás revelando a glande vermelha e brilhante, pingando gosma. O saco pesado descansava contra o colchão.
Rafael se sentou bem na frente, de pernas cruzadas, o pau grosso e duro na mão. A distância era curta — quase dava pra sentir o cheiro um do outro. Ele começou a se masturbar devagar, a mão grossa subindo e descendo o pau grosso, os olhos escuros pregados em Lucas como se fosse o melhor show do festival.
— Porra, olha essa posição... pernas abertas pra caralho. Tá pedindo pra eu ver tudo. Mete a mão aí, gato. Se punheta gostoso pra mim.
Lucas lambeu a palma da mão direita, misturou com a pré-porra que já escorria farta e desceu a mão na pica. Começou a se punhetar com força, o polegar espalhando a gosma pelo prepúcio brilhante, lambuzando aquela pele fina e sensível até ela brilhar sob a luz da lanterna. O movimento era sujo, molhado, o som chlic-chlic ecoando abafado. A outra mão desceu entre as pernas, os dedos tremendo quando tocaram o cu.
Ele gemeu alto, a voz rachada.
— Rafa... tô metendo o dedo. Quero sentir tudo enquanto tu assiste.
Rafael apertou o próprio pau com mais vontade, a glande inchada latejando.
— Mete dois. Vai fundo. Esfrega essa próstata até gozar jorrando. Eu quero ver essa porra sair quente.
Lucas cuspiu nos dedos, molhou o cu e empurrou o indicador devagar. O anel apertou, quente, virgem pra caralho. Um gemido longo saiu da garganta dele quando o dedo sumiu até o nó. A mão na pica acelerou, punhetando com força, o prepúcio deslizando pra cima e pra baixo lambuzado de lubrificante natural e saliva, brilhando gosmento. Ele enfiou o segundo dedo, os dois juntos, e começou a foder o próprio cu, curvando as pontas, procurando aquele ponto inchado lá dentro.
Quando achou a próstata, o corpo inteiro deu um tranco. Lucas arqueou as costas, as pernas tremendo abertas, a pica latejando violenta na mão.
— Ah, porra! Aí... tá esfregando... Rafa, tá bom pra caralho...
Os dedos entravam e saíam molhados, o cu fazendo barulho sujo a cada estocada, o polegar da mão da frente esfregando a fenda do pau sem parar. Pré-porra escorria pelos nós dos dedos, pingava no peito magro. O suor escorria pela testa, grudava o cabelo bagunçado. O cheiro de cu e pau e homem enchia a barraca quente.
Rafael masturbava mais rápido agora, o pau grosso brilhando de óleo, o saco balançando. Os olhos não piscavam.
— Mais fundo. Esfrega forte. Geme alto. Quero ouvir tu se destruindo só de eu olhar.
Lucas obedeceu. Os dois dedos foderam o cu com força, curvados, massageando a próstata em círculos sujos enquanto a outra mão punhetava a pica como se quisesse arrancar a porra dela. O prepúcio deslizava brilhante, lambuzado, a glande inchada e vermelha sumindo e aparecendo. Os quadris subiam sozinhos, empurrando a pica pra dentro da mão e o cu contra os dedos. Gemidos altos e roucos saíam sem controle, misturados com o barulho molhado da punheta e dos dedos entrando.
— Tô... tô quase... a próstata latejando... o pau vai jorrar... Rafa, olha... olha eu gozar...
O orgasmo veio como um soco. Lucas meteu os dedos fundo, esfregou a próstata com força e punhetou a pica em estocadas rápidas e sujas. O corpo travou, as pernas abertas tremendo violentas, a bunda contraindo nos dedos. A pica latejou uma, duas, três vezes e jorrou. Porra quente e grossa saiu em jatos fortes, batendo no peito magro, escorrendo pela barriga, pingando nas costelas. Mais jatos, o saco contraindo, o cu apertando os dedos com força enquanto ele gozava gritando o nome de Rafael, a voz quebrada de prazer.
— Porraaa... jorrando tudo... quente... no peito... Rafa...
Os jatos não paravam. A porra cobriu o peito, a barriga, escorreu até o umbigo, algumas gotas alcançando o queixo. Lucas continuou punhetando, ordenhando cada gota, os dedos ainda enterrados no cu, esfregando a próstata sensível até o corpo tremer inteiro de aftershock.
Rafael gozou junto só de olhar. A mão grossa apertou o pau grosso, a glande explodiu. Porra jorrou em jatos longos, caindo no colchão entre as pernas dele, alguns respingos alcançando a coxa de Lucas. Ele gemeu baixo e gutural, os olhos vidrados no corpo coberto de porra do menino, o peito peludo ofegante.
— Caralho... tu gozou jorrando tudo... no peito... na barriga... eu gozei só de ver...
Lucas ficou deitado de pernas abertas, ofegando fundo, a pica ainda latejando na mão, os dedos saindo devagar do cu com um som molhado. A porra escorria quente pela pele, o cheiro forte enchendo o ar abafado. O olhar dele encontrou o de Rafael, vidrado, satisfeito e ainda faminto.
— Nunca... nunca gozei assim... com alguém olhando... com dedo no cu... Rafa...
Rafael se inclinou um pouco pra frente, o pau ainda semi-duro e brilhante de porra na mão, o sorriso safado voltando mais escuro.
— E ainda não acabou, gato. Olha essa bagunça que tu fez. A noite é longa. O festival lá fora tá só começando a esquentar de verdade. Eu ainda quero ver mais. Ou... talvez tocar. Tu decide. Mas eu não vou embora. Fico aqui te olhando até tu decidir o próximo round.
Lucas respirou fundo, o corpo mole e coberto de porra, as pernas ainda abertas sob a luz da lanterna. O tesão não tinha morrido de vez — latejava baixo, curioso, com vontade de mais. O olhar de Rafael queimava nele, paciente e sujo, prometendo que o que vinha depois daquele gozo violentamente jorrado ia deixar ele ainda mais confuso e molhado e morrendo de tesão. O zíper da barraca continuava fechado. O mundo lá fora não existia. Só os dois, o cheiro de porra fresca e a promessa quente do que ainda podia acontecer antes do amanhecer.
Lucas ficou deitado de pernas abertas, o peito magro subindo e descendo num ritmo descompassado, a pica ainda latejando frouxa na mão enlameada de porra. O corpo inteiro tremia em aftershocks suaves, o cu piscando vazio onde os dedos tinham saído. A gozada dele cobria a barriga, o peito, escorria quente pelas costelas até o colchão. Rafael ainda segurava o próprio pau semi-duro, brilhante de porra fresca, os olhos escuros fixos nele como se quisesse gravar cada detalhe.
Foi aí que o riso veio. Primeiro um soluço curto, depois uma gargalhada baixa, rouca, que sacudiu o peito suado de Lucas. Ele ria de puro prazer descoberto, a timidez rachada de vez, o rosto vermelho e feliz pra caralho. Nunca tinha gozado assim. Nunca tinha jorrado tudo enquanto alguém assistia, nunca tinha metido o dedo no próprio cu e gritado o nome de outro homem. O prazer ainda latejava nas bolas, nas coxas, na cabeça. Ele passou a mão limpa pelo cabelo bagunçado e riu de novo, ofegante.
— Porra, Rafa… eu… eu nunca… — a voz saía embargada entre risadas. — Jorrei tudo. No peito. Na barriga. Tu viu? Tu viu como saiu quente?
Rafael se inclinou pra frente, o sorriso safado largão, a barba por fazer suja de suor. Pegou um pano velho que estava jogado no canto da barraca — uma toalha molhada, ainda com cheiro de sabonete barato — e jogou em cima de Lucas.
— Vi tudo, gato. Cada jato. Cada gemido. Tu ficou gostoso pra caralho gozando. Essa tarraxa jorrando, o cu apertando os dedos, o corpo inteiro travando… caralho. Foi o show mais puto que eu já vi nesse festival.
Lucas agarrou o pano com a mão trêmula. Começou a limpar devagar, primeiro o peito, esfregando a porra grossa que já começava a secar grudenta na pele. O tecido áspero arranhava de leve os mamilos sensíveis, mandando outro choque de prazer pela barriga. Ele limpou a barriga, o umbigo cheio de gosma, desceu até a base da pica ainda molhada, enxugando as bolas com cuidado. O cheiro forte de sêmen misturado com suor e cu enchia o ar abafado. Cada movimento fazia a pica latejar de novo, mole mas curiosa, como se ainda quisesse mais.
Rafael não parava de olhar. Passou a mão no próprio peito peludo, sujo de porra dele mesmo, e limpou devagar com a palma.
— Olha pra ti. Coberto de porra, rindo que nem doido, limpando essa bagunça gostosa. Tu descobriu o gosto, né? De se punhetar pra outro homem assistir. De gozar jorrando sabendo que eu tô de pau duro só de ver.
Lucas acenou, ainda rindo baixo enquanto enxugava a última gota que escorria pela coxa interna. O pano ficou encharcado, pesado. Ele jogou de lado e se sentou meio mole no colchão, as pernas ainda abertas, a pica brilhando limpa sob a lanterna. O corpo inteiro formigava. Por dentro a cabeça rodava: aquilo tinha sido melhor que qualquer punheta solitária no quarto escuro. Melhor que qualquer fantasia. O olhar de Rafael, o jeito que ele elogiava, a ordem de continuar, o “me mostra”… viciava. Já queria de novo. Já imaginava amanhã.
— Viciado, Rafa. Eu tô viciado nisso. Em tu me olhando. Em me tocar devagar do jeito que tu ensinou, apertando as bolas, metendo o dedo… e gozar te vendo. Porra, nunca pensei que fosse tão bom.
Rafael riu grave, se aproximando mais. Passou o polegar pela boca de Lucas, limpando uma gota de porra que tinha respingado no queixo. O toque foi rápido, safado, e Lucas lambeu o dedo sem pensar, o gosto salgado estourando na língua.
— Então a gente combina. Amanhã. O festival continua o dia inteiro. Eu tomo banho de novo de manhã, bem na frente da minha barraca. Tu assiste de perto se quiser. Ou a gente entra aqui de novo e tu se punheta pra mim até jorrar outra vez. Ou duas. Ou três. Tu decide o ritmo, gato. Mas eu quero ver. Quero ver essa tarraxa gozando de novo.
Lucas sentiu o pau mexer só de ouvir. A timidez ainda sussurrava no fundo, mas o tesão falava mais alto agora. Ele se inclinou, o peito limpo ainda quente, e beijou a boca de Rafael — um beijo sujo, molhado, de língua, cheiro de porra e homem. Rafael mordeu o lábio inferior dele e puxou de leve.
— Combinado. Amanhã. Eu… eu quero. Quero me masturbar pra ti de novo. Quero que tu assista tudo. Quero gozar jorrando enquanto tu fala putaria.
Eles ficaram assim um tempo, corpos colados no colchão quente, o pau de Rafael semi-duro encostando na coxa de Lucas, o cheiro de sexo ainda denso. Lucas limpou o resto da porra das mãos no pano, os dedos já firmes de novo. Por dentro ele repetia: amanhã. Festival. Barraca. Olhar. Mão. Gozo. A sensação de ser observado tinha virado vício na hora. Ele já imaginava de manhã, o sol batendo, o short de Rafael caindo, a própria mão descendo…
Rafael se deitou de lado, puxando Lucas pra perto, a mão grande descendo pelas costas magras até a bunda, apertando de leve.
— Descansa um pouco. A noite ainda é longa. Depois a gente vê se sobra tesão pra outro round. Ou se tu prefere só deitar aqui coberto de porra e dormir com o pau latejando.
Lucas riu de novo, ofegante, o corpo mole e satisfeito, o peito batendo contra o peito peludo de Rafael. O festival roncava longe, batidas graves, gritos, cheiro de fogueira. Ali dentro só existia o calor dos dois, o pano sujo jogado de lado, a promessa de amanhã. Ele fechou os olhos por um segundo, sorrindo contra o pescoço de Rafael, viciado pra caralho naquilo.
Foi então que o barulho veio. Passos pesados do lado de fora, vozes altas, embriagadas. Alguém trombou na barraca deles, o tecido estremecendo. Uma voz grossa gritou bem perto do zíper:
— Ô, porra! Tem gente fodendo aqui? Abre essa porra, a gente trouxe cerveja e maconha! Festival, caralho!
O zíper da barraca tremeu. Uma mão desconhecida puxou de fora. Lucas abriu os olhos de uma vez, o coração disparando de novo, a pica ainda mole contra a coxa de Rafael, os dois nus, cheirando a porra fresca, o pano sujo bem ali no meio.
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