Ela se Rendeu ao Melhor Amigo Dele na Cervejaria

Ana, de 28 anos, se rendeu ao pau grosso do amigo Xavier na cervejaria enquanto o marido humilhado assistia tudo.

18 min read September 16, 2026New

Ana tinha vinte e oito anos e um corpo que parava o trânsito: seios firmes, cintura marcada e um rabo redondo que o jeans justinho mal conseguia conter. Casada há cinco anos com Marcos, trinta anos, magro e quieto, ela chegou na cervejaria artesanal naquela sexta à noite pendurada no braço dele, o perfume doce contrastando com o cheiro de malte e lúpulo. Xavier, o melhor amigo do marido, tinha vinte e nove, era alto, ombros largos, braços musculosos salientes sob a camiseta preta da casa, e gerenciava o lugar com aquela voz grave que fazia as garçonetes derreterem.

— Olha só quem apareceu — Xavier sorriu, o olhar descendo devagar pelo decote de Ana, demorando nos peitos, na curva do quadril. — Marcos, seu safado, como é que você segura uma mulher dessas em casa? Esse corpo pedia um homem de verdade.

Marcos riu sem graça, o rosto já vermelho. Ana sentiu o calor subir entre as pernas. Xavier se aproximou mais, a mão pesada encostando de leve na cintura dela enquanto puxava duas cadeiras no balcão.

— Sério, Ana… esse bundão, esses peitos. Se fosse minha, eu te fodia toda noite até você não aguentar mais andar. O Marcos deve ter um pauzinho de nada, né? Olha a cara dele.

Marcos engoliu em seco. A calça já apertava. Ele não conseguia falar. Só observava, o coração martelando, a humilhação misturada com um tesão sujo que o fazia ficar duro pra caralho. Ana cruzou as pernas, apertando as coxas, a calcinha já úmida.

Xavier continuou, servindo cervejas, a voz alta o bastante pra alguns clientes ouvirem:

— Aposto que ela goza fingindo. Olha esses lábios… feitos pra chupar um pau grosso de verdade. Não esse lápis que o Marcos deve ter.

Ana riu baixo, o olhar encontrando o de Xavier. Havia fogo ali. Marcos baixou a cabeça, o pau latejando dentro da calça, odiando e adorando ao mesmo tempo.

A noite avançou. Xavier inventava desculpas pra ficar perto: um brinde, uma prova de chope especial, a mão “acidental” na coxa de Ana por baixo do balcão. Os dedos grossos apertaram a carne macia, subindo devagar. Ela não afastou. Olhou pro marido — Marcos estava ereto, a respiração curta, as mãos tremendo em volta do copo.

No corredor que levava aos banheiros, Xavier encostou Ana na parede fria. O corpo grande pressionou o dela. A boca dele roçou o ouvido dela:

— Você tá molhada, eu sei. Sente esse pau aqui.

Ele guiou a mão dela pra frente da calça. Ana prendeu a respiração. Era grosso, pesado, longo. Muito mais que o do marido. Os dedos dela apertaram por cima do tecido.

— Eu sempre quis você — ela sussurrou, a voz rouca. — Sempre. O pau do Marcos é pequeno… me deixa com tesão e sem gozar direito. Eu fico imaginando o seu. Grande. Me arrombando.

Xavier riu, um som baixo e sujo. Marcos tinha seguido, parado a poucos metros, vendo tudo. O amigo ergueu o olhar pro marido:

— Tá ouvindo, Marcos? Sua mulher quer pau de verdade. Quer o meu.

Ana se virou, olhando o marido nos olhos, as pupilas dilatadas de tesão.

— Eu quero ser dele essa noite — sussurrou alto o bastante. — Deixa ele me foder, amor. Por favor.

Marcos engasgou. O pau doía de tão duro. A vergonha queimava, mas o desejo de ver aquilo era maior. Ele balançou a cabeça, a voz saindo fraca:

— Pode… pode levar ela. Faz o que quiser. Eu… eu quero ver.

Xavier sorriu como um predador. Segurou o pulso de Ana e puxou na direção do depósito dos fundos, o estoque de barris e caixas de garrafas. Marcos os seguiu, as pernas moles.

A porta bateu. O cheiro de madeira e cerveja envelhecida. Xavier empurrou Ana contra um barril, a boca devorando a dela num beijo molhado e voraz. As mãos grandes rasgaram o botão da calça dela, puxando jeans e calcinha pra baixo num movimento só. A buceta depilada brilhou, inchada, escorrendo.

— Chupa — mandou, abrindo o cinto.

O pau saltou pra fora: grosso, veias saltadas, a cabeça rosada já pingando pré-porra. Ana caiu de joelhos no chão frio sem hesitar. Envolveu a base com as duas mãos e engoliu fundo, a garganta se abrindo, o nariz encostando no osso. Xavier gemeu alto, as mãos nos cabelos dela.

— Isso, puta. Engole tudo. Olha pro seu marido enquanto chupa meu pau.

Ana obedeceu. Os olhos marejados fixos em Marcos, sentado num caixote no canto, a mão dentro da própria calça, masturbando o pauzinho pequeno e vermelho. Ela chupava com fome, babando, a saliva escorrendo pelo queixo, a língua girando na cabeça grossa, descendo até as bolas pesadas. Xavier metia a boca dela com força, o pau latejando contra a garganta.

— Porra, essa boca é boa. Seu marido nunca te fodeu a boca direito, né? Olha ele ali, gozando só de ver a esposa engolindo pau de homem.

Ana tirou a boca só o bastante pra falar, a voz embargada:

— Nunca. Ele não aguenta. Me fode, Xavier. Me usa.

Ele a puxou pra cima, virou-a de quatro sobre um barril baixo. A bunda alta, a buceta aberta e pingando. Xavier enfiou de uma vez, o pau grosso abrindo as paredes apertadas com um estalo molhado. Ana gritou, o som ecoando no depósito.

— Aaaaah, caralho! Que pau grosso… enche toda…

Xavier agarrou os quadris e meteu com força, as bolas batendo na bclitoris dela a cada estocada. A mão desceu num tapa seco na bunda, a marca vermelha aparecendo na hora.

— Vadia casada. Merece pau de verdade. Seu marido não serve pra porra nenhuma. Olha ele ali, se tocando enquanto eu arrebento essa buceta.

Outro tapa. Outro. Ana rebolava contra ele, pedindo mais fundo. Marcos gemia baixinho, as lágrimas de vergonha misturadas com o prazer de ver a esposa sendo destruída.

Xavier a puxou pra trás, sentou num caixote alto e a colocou no colo de costas pra ele — amazona reversa. As mãos grandes abriram as coxas dela bem abertas pra Marcos ver tudo: o pau grosso sumindo e saindo da buceta inchada, a porra dela escorrendo pelas bolas dele. Ana rebolava como louca, os seios pulando pra fora da blusa, os gemidos altos e quebrados.

— Assim… assim… ai, meu Deus, ele é tão grosso… Marcos, olha como ele me fode… eu nunca gozei assim com você…

Ela gozou ali mesmo, o corpo tremendo, a buceta apertando o pau de Xavier em espasmos violentos, um jato molhado escorrendo. Xavier ergueu ela, jogou num colchão improvisado de caixas cobertas com uma lona e abriu as pernas dela em missãorio. Enfiou de novo até o fundo, o peso do corpo musculoso cobrindo Ana, a boca no pescoço dela.

— Olha nos olhos dele enquanto eu encho essa buceta — ordenou.

Ana virou o rosto. Os olhos vidrados encontraram os de Marcos. Xavier metia fundo, rápido, o pau latejando. Ana gritou de novo, outro orgasmo violento a arrancando do chão, as unhas nas costas dele. Xavier gozou com um rugido, despejando jatos quentes e espessos lá dentro, pulsando, enchendo até vazar pelas laterais enquanto ainda fodia.

Ele ficou enterrado até o último espasmo. Quando saiu, um fio grosso de porra branca escorreu imediatamente da buceta aberta de Ana, descendo pelas coxas, pingando no chão.

Ana, ainda ofegante, puxou Xavier pela nuca e o beijou com fome, a língua suja, a porra dele ainda escorrendo quente. Os lábios molhados se separaram só o bastante pra ela sussurrar contra a boca dele, alto o bastante pro marido ouvir:

— Agora eu quero isso sempre. Toda vez. Seu pau. Sua porra. Eu sou sua.

Ela se sentou, as pernas abertas, chamou Marcos com o dedo. A voz saiu doce e cruel:

— Vem cá. Chupa. Limpa a porra do seu amigo da minha buceta. Agora.

Marcos rastejou de joelhos, o rosto queimando, o pau ainda duro e abandonado. A língua saiu trêmula. O gosto salgado e amargo da porra de Xavier misturado com o gosto dela encheu a boca dele no primeiro lambida. Ana segurou a cabeça do marido contra a buceta inchada e cremosa, rebolando devagar, os olhos fixos em Xavier, que fumava um cigarro encostado na parede, o pau ainda semi-duro e brilhando, sorrindo.

— Mais fundo, amor. Engole tudinho. E não para… porque a noite ainda não acabou.Ana tinha vinte e oito anos e um corpo que parava o trânsito: seios firmes, cintura marcada e um rabo redondo que o jeans justinho mal conseguia conter. Casada há cinco anos com Marcos, trinta anos, magro e quieto, ela chegou na cervejaria artesanal naquela sexta à noite pendurada no braço dele, o perfume doce contrastando com o cheiro de malte e lúpulo. Xavier, o melhor amigo do marido, tinha vinte e nove, era alto, ombros largos, braços musculosos salientes sob a camiseta preta da casa, e gerenciava o lugar com aquela voz grave que fazia as garçonetes derreterem.

— Olha só quem apareceu — Xavier sorriu, o olhar descendo devagar pelo decote de Ana, demorando nos peitos, na curva do quadril. — Marcos, seu safado, como é que você segura uma mulher dessas em casa? Esse corpo pedia um homem de verdade.

Marcos riu sem graça, o rosto já vermelho. Ana sentiu o calor subir entre as pernas. Xavier se aproximou mais, a mão pesada encostando de leve na cintura dela enquanto puxava duas cadeiras no balcão.

— Sério, Ana… esse bundão, esses peitos. Se fosse minha, eu te fodia toda noite até você não aguentar mais andar. O Marcos deve ter um pauzinho de nada, né? Olha a cara dele.

Marcos engoliu em seco. A calça já apertava. Ele não conseguia falar. Só observava, o coração martelando, a humilhação misturada com um tesão sujo que o fazia ficar duro pra caralho. Ana cruzou as pernas, apertando as coxas, a calcinha já úmida.

Xavier continuou, servindo cervejas, a voz alta o bastante pra alguns clientes ouvirem:

— Aposto que ela goza fingindo. Olha esses lábios… feitos pra chupar um pau grosso de verdade. Não esse lápis que o Marcos deve ter.

Ana riu baixo, o olhar encontrando o de Xavier. Havia fogo ali. Marcos baixou a cabeça, o pau latejando dentro da calça, odiando e adorando ao mesmo tempo.

A noite avançou. Xavier inventava desculpas pra ficar perto: um brinde, uma prova de chope especial, a mão “acidental” na coxa de Ana por baixo do balcão. Os dedos grossos apertaram a carne macia, subindo devagar. Ela não afastou. Olhou pro marido — Marcos estava ereto, a respiração curta, as mãos tremendo em volta do copo.

No corredor que levava aos banheiros, Xavier encostou Ana na parede fria. O corpo grande pressionou o dela. A boca dele roçou o ouvido dela:

— Você tá molhada, eu sei. Sente esse pau aqui.

Ele guiou a mão dela pra frente da calça. Ana prendeu a respiração. Era grosso, pesado, longo. Muito mais que o do marido. Os dedos dela apertaram por cima do tecido.

— Eu sempre quis você — ela sussurrou, a voz rouca. — Sempre. O pau do Marcos é pequeno… me deixa com tesão e sem gozar direito. Eu fico imaginando o seu. Grande. Me arrombando.

Xavier riu, um som baixo e sujo. Marcos tinha seguido, parado a poucos metros, vendo tudo. O amigo ergueu o olhar pro marido:

— Tá ouvindo, Marcos? Sua mulher quer pau de verdade. Quer o meu.

Ana se virou, olhando o marido nos olhos, as pupilas dilatadas de tesão.

— Eu quero ser dele essa noite — sussurrou alto o bastante. — Deixa ele me foder, amor. Por favor.

Marcos engasgou. O pau doía de tão duro. A vergonha queimava, mas o desejo de ver aquilo era maior. Ele balançou a cabeça, a voz saindo fraca:

— Pode… pode levar ela. Faz o que quiser. Eu… eu quero ver.

Xavier sorriu como um predador. Segurou o pulso de Ana e puxou na direção do depósito dos fundos, o estoque de barris e caixas de garrafas. Marcos os seguiu, as pernas moles.

A porta bateu. O cheiro de madeira e cerveja envelhecida. Xavier empurrou Ana contra um barril, a boca devorando a dela num beijo molhado e voraz. As mãos grandes rasgaram o botão da calça dela, puxando jeans e calcinha pra baixo num movimento só. A buceta depilada brilhou, inchada, escorrendo.

— Chupa — mandou, abrindo o cinto.

O pau saltou pra fora: grosso, veias saltadas, a cabeça rosada já pingando pré-porra. Ana caiu de joelhos no chão frio sem hesitar. Envolveu a base com as duas mãos e engoliu fundo, a garganta se abrindo, o nariz encostando no osso. Xavier gemeu alto, as mãos nos cabelos dela.

— Isso, puta. Engole tudo. Olha pro seu marido enquanto chupa meu pau.

Ana obedeceu. Os olhos marejados fixos em Marcos, sentado num caixote no canto, a mão dentro da própria calça, masturbando o pauzinho pequeno e vermelho. Ela chupava com fome, babando, a saliva escorrendo pelo queixo, a língua girando na cabeça grossa, descendo até as bolas pesadas. Xavier metia a boca dela com força, o pau latejando contra a garganta.

— Porra, essa boca é boa. Seu marido nunca te fodeu a boca direito, né? Olha ele ali, gozando só de ver a esposa engolindo pau de homem.

Ana tirou a boca só o bastante pra falar, a voz embargada:

— Nunca. Ele não aguenta. Me fode, Xavier. Me usa.

Ele a puxou pra cima, virou-a de quatro sobre um barril baixo. A bunda alta, a buceta aberta e pingando. Xavier enfiou de uma vez, o pau grosso abrindo as paredes apertadas com um estalo molhado. Ana gritou, o som ecoando no depósito.

— Aaaaah, caralho! Que pau grosso… enche toda…

Xavier agarrou os quadris e meteu com força, as bolas batendo no clitóris dela a cada estocada. A mão desceu num tapa seco na bunda, a marca vermelha aparecendo na hora.

— Vadia casada. Merece pau de verdade. Seu marido não serve pra porra nenhuma. Olha ele ali, se tocando enquanto eu arrebento essa buceta.

Outro tapa. Outro. Ana rebolava contra ele, pedindo mais fundo. Marcos gemia baixinho, as lágrimas de vergonha misturadas com o prazer de ver a esposa sendo destruída.

Xavier a puxou pra trás, sentou num caixote alto e a colocou no colo de costas pra ele — amazona reversa. As mãos grandes abriram as coxas dela bem abertas pra Marcos ver tudo: o pau grosso sumindo e saindo da buceta inchada, a porra dela escorrendo pelas bolas dele. Ana rebolava como louca, os seios pulando pra fora da blusa, os gemidos altos e quebrados.

— Assim… assim… ai, meu Deus, ele é tão grosso… Marcos, olha como ele me fode… eu nunca gozei assim com você…

Ela gozou ali mesmo, o corpo tremendo, a buceta apertando o pau de Xavier em espasmos violentos, um jato molhado escorrendo. Xavier ergueu ela, jogou num colchão improvisado de caixas cobertas com uma lona e abriu as pernas dela em missionário. Enfiou de novo até o fundo, o peso do corpo musculoso cobrindo Ana, a boca no pescoço dela.

— Olha nos olhos dele enquanto eu encho essa buceta — ordenou.

Ana virou o rosto. Os olhos vidrados encontraram os de Marcos. Xavier metia fundo, rápido, o pau latejando. Ana gritou de novo, outro orgasmo violento a arrancando do chão, as unhas nas costas dele. Xavier gozou com um rugido, despejando jatos quentes e espessos lá dentro, pulsando, enchendo até vazar pelas laterais enquanto ainda fodia.

Ele ficou enterrado até o último espasmo. Quando saiu, um fio grosso de porra branca escorreu imediatamente da buceta aberta de Ana, descendo pelas coxas, pingando no chão.

Ana, ainda ofegante, puxou Xavier pela nuca e o beijou com fome, a língua suja, a porra dele ainda escorrendo quente. Os lábios molhados se separaram só o bastante pra ela sussurrar contra a boca dele, alto o bastante pro marido ouvir:

— Agora eu quero isso sempre. Toda vez. Seu pau. Sua porra. Eu sou sua.

Ela se sentou, as pernas abertas, chamou Marcos com o dedo. A voz saiu doce e cruel:

— Vem cá. Chupa. Limpa a porra do seu amigo da minha buceta. Agora.

Marcos rastejou de joelhos, o rosto queimando, o pau ainda duro e abandonado. A língua saiu trêmula. O gosto salgado e amargo da porra de Xavier misturado com o gosto dela encheu a boca dele na primeira lambida. Ana segurou a cabeça do marido contra a buceta inchada e cremosa, rebolando devagar, os olhos fixos em Xavier, que fumava um cigarro encostado na parede, o pau ainda semi-duro e brilhando, sorrindo.

— Mais fundo, amor. Engole tudinho. E não para… porque a noite ainda não acabou.

Marcos lambeu com a língua trêmula, engolindo a mistura cremosa que escorria quente da buceta inchada da mulher. O gosto amargo da porra de Xavier invadia a garganta dele, e cada lambida fazia o pauzinho pequeno latejar sem alívio. Ana segurava a cabeça dele com as duas mãos, rebolando a bunda contra a boca do marido, os olhos fixos no sorriso sujo de Xavier.

— Isso, engole tudo, seu corno inútil — ela gemeu, a voz rouca de tesão. — Limpa direito. Quero ficar pronta pra mais.

Xavier apagou o cigarro no chão, o pau já duro de novo, grosso e brilhando de saliva e porra. Ele se aproximou, agarrou o cabelo de Ana e puxou a cara dela pra cima.

— Abre a boca, puta. Chupa enquanto o seu marido limpa a buceta.

Ana obedeceu na hora, engolindo o pau grosso até a garganta, babando, os olhos marejados. Marcos continuava lambendo, a língua entrando fundo na buceta cremosa, sentindo o gosto do amigo misturado com o dela. A humilhação queimava no peito dele, mas o tesão sujo era maior. Ele se masturbava com a mão livre, o pauzinho vermelho e duro escorrendo pré-porra.

Xavier meteu fundo na boca de Ana, as bolas batendo no queixo dela. Depois puxou, um fio de saliva ligando os lábios dela à cabeça grossa.

— Vira de quatro de novo. Quero foder esse cuzinho apertado agora.

Ana se posicionou sobre as caixas, a bunda alta, a buceta ainda pingando. Xavier cuspiu na mão, passou no cu dela e enfiou o polegar, abrindo. Ela gemeu alto, empurrando pra trás.

— Me arromba, Xavier. O Marcos nunca meteu no meu cu. Ele tem medo. Eu quero seu pau grosso me abrindo.

Marcos ficou de joelhos na frente dela, assistindo de perto. Xavier alinhou a cabeça grossa no cu apertado de Ana e empurrou devagar, abrindo as paredes quentes com força. Ana gritou, as unhas arranhando a lona.

— Aaaaah, porra! Que grosso… tá entrando inteiro… caralho, me enche!

Xavier agarrou os quadris e enterrou até as bolas, o pau latejando dentro do cu dela. Começou a meter com estocadas profundas, as bolas batendo na buceta molhada a cada movimento. Ana rebolava como puta, pedindo mais.

— Mais forte! Arrebenta meu cu! Marcos, olha como ele me fode… seu pau nunca ia caber aqui…

Xavier riu, um som sujo, e deu um tapa seco na bunda dela, a marca vermelha aparecendo.

— Sua mulher é uma vadia de cu guloso, Marcos. Olha ela gozando só de levar pau no rabo. Você não serve nem pra limpar depois.

Ele puxou Ana pra trás, a sentou no colo de costas de novo, o pau grosso enterrado no cu. As mãos grandes abriram as coxas dela bem abertas pra Marcos ver tudo: o cu dilatado engolindo o pau, a buceta inchada e aberta escorrendo. Ana rebolava pra cima e pra baixo, os seios pulando, os gemidos quebrados.

— Assim… ai, meu Deus… ele tá me arrombando todinha… Marcos, chupa minha buceta enquanto ele fode meu cu.

Marcos obedeceu, a língua saindo trêmula, lambendo o clitóris inchado enquanto Xavier metia fundo no cu dela. O gosto dela misturado com a porra antiga enchia a boca do marido. Ana gozou com violência, o corpo tremendo, o cu apertando o pau de Xavier em espasmos, um jato molhado escorrendo na cara de Marcos.

Xavier ergueu ela, jogou de barriga pra cima nas caixas e abriu as pernas bem abertas. Enfiou de uma vez na buceta de novo, o pau coberto de porra e saliva, metendo fundo e rápido. A boca dele desceu nos peitos dela, chupando os mamilos duros, mordendo de leve.

— Olha nos olhos do seu corno enquanto eu encho você de novo — mandou.

Ana virou o rosto, os olhos vidrados fixos em Marcos. Xavier metia com força, o peso do corpo musculoso cobrindo ela, as estocadas fazendo as caixas rangerem. Ana gritou outro orgasmo, as unhas nas costas dele, a buceta apertando.

— Eu sou sua! Seu pau é o único que me fode direito! O Marcos é só um limpador de porra!

Xavier rugiu e gozou de novo, despejando jatos quentes e espessos lá dentro, pulsando, enchendo até vazar pelas laterais enquanto ainda fodia. Ele saiu devagar, um fio grosso de porra branca escorrendo imediatamente da buceta aberta de Ana, descendo pelo cu dilatado, pingando no chão.

Ana, ofegante, se ajoelhou na frente de Xavier e chupou o pau limpo, engolindo o resto da porra. Depois se virou pra Marcos, as pernas abertas, a buceta cremosa e o cu aberto.

— Vem cá, amor. Limpa tudo de novo. Engole a porra do Xavier do meu cu e da minha buceta. E enquanto chupa, se toca. Quero ver você gozar no chão como o corno que é.

Marcos rastejou, a língua entrando no cu dilatado primeiro, lambendo a porra quente que escorria. O gosto amargo invadia a boca dele. Depois desceu pra buceta, chupando fundo, engolindo tudo. A mão dele masturbava o pauzinho pequeno com desespero. Ana rebolava na cara dele, os olhos fixos em Xavier, que se vestia devagar, o pau ainda semi-duro.

— Mais fundo, seu inútil. Engole tudinho. Eu quero acordar amanhã ainda sentindo o pau dele latejando dentro de mim.

Marcos gozou no chão com um gemido fraco, o jato fraco espirrando enquanto a língua ainda limpava a esposa. Ana riu, cruel, e empurrou a cabeça dele mais fundo.

Xavier se aproximou, agarrou o cabelo de Ana e enfiou o pau de novo na boca dela, metendo até a garganta enquanto Marcos continuava lambendo embaixo.

— Amanhã você volta aqui, puta. E traz o corno de novo. Eu quero foder você na frente dele toda semana. Encher essa buceta e esse cu de porra até você não aguentar mais andar.

Ana engasgou no pau grosso, babando, mas tirou a boca só o bastante pra falar, a voz embargada de tesão e saliva:

— Sim… toda semana… seu pau grosso me arrombando enquanto meu marido limpa… eu sou sua puta casada pra sempre…

Xavier meteu fundo na garganta dela uma última vez, gozando direto, forçando ela a engolir os jatos quentes. Ana engoliu tudo, a garganta trabalhando, e quando ele saiu, um fio de porra escorreu pelo queixo dela, caindo na cara de Marcos que ainda lambia a buceta cremosa.

Ana se levantou, a porra escorrendo pelas coxas, o cu aberto e a buceta inchada. Ela olhou pro marido de joelhos no chão, o pauzinho mole e sujo de gozo, e pro Xavier que sorria como dono.

— Agora chupa meu cu limpo de novo, Marcos. Quero sair daqui com a porra do seu amigo ainda dentro, mas a boca suja de você. E amanhã a gente volta pra ele me foder até eu não conseguir sentar.

Marcos obedeceu, a língua entrando no cu dilatado dela uma última vez, engolindo o resto. Ana rebolou na cara dele, gozando de novo só com a humilhação, um jato molhado escorrendo no rosto do marido.

Xavier riu baixo, ajeitou a calça e abriu a porta do depósito.

— Vai pra casa assim, Ana. Sem calcinha. Quero que o corno sinta o cheiro da minha porra escorrendo em você o caminho inteiro. E quando chegar, faz ele lamber o banco do carro.

Ana sorriu, suja, a porra ainda pingando, e puxou Marcos pelo cabelo pra fora, o jeans ainda no chão, a buceta e o cu abertos e cremosos à mostra enquanto caminhavam pelo corredor escuro da cervejaria, o cheiro de sexo e malte misturados no ar.

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