Argila Quente Entre Amigas Secretas
Duas amigas de 24 anos se rendem ao tesão secreto e passam o fim de semana se comendo sem parar na varanda da praia.
O calor da praia batia sem piedade na varanda de madeira. Lara esticou as pernas no espreguiçador, a pele já brilhando de suor, e puxou a blusinha por cima da cabeça num movimento preguiçoso. Os seios pesados saltaram livres, os bicos escuros endurecidos pelo vento quente que vinha do mar. Sofia, deitada no espreguiçador ao lado, riu baixo, a garganta rouca de quem bebeu cerveja demais no almoço.
— Porra, Lara, você não tem vergonha nenhuma — murmurou, mas os olhos dela demoraram nos peitos da amiga, descendo devagar pela barriga suada até o shortinho de lycra que mal cobria a buceta.
— Vergonha no cu, Sofia. Tá um forno. Tira essa porra também. Ninguém vai ver a gente aqui.
Sofia obedeceu. A camiseta saiu, depois o sutiã, e os seios dela — menores, firmes, com aréolas rosadas — ficaram expostos ao sol. O short deslizou pelas coxas e ela ficou só de calcinha branca fina, o tecido já umedecido no meio. As duas se conheciam desde o primeiro semestre da faculdade, dividiam apartamento barato, noites de bar, confissões bêbadas. Mas nunca tinham ficado assim, quase peladas, o cheiro de protetor e suor misturado no ar quente da varanda que dava direto pro mar.
Lara virou de lado, apoiando o queixo na mão. Olhou Sofia de cima a baixo sem disfarçar.
— Você tá mais gostosa do que da última vez que a gente foi pra praia. A bunda tá maior.
— Cala a boca — Sofia respondeu, mas o sorriso era safado. — Você que fica se exibindo o tempo todo. Aquele short preto que você usa na academia... porra, Lara, dá pra ver o formato da buceta inteira.
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado. O barulho das ondas entrava ritmado, mas nenhuma das duas prestava atenção. Lara sentiu o calor subir entre as pernas, a calcinha grudando na xota já úmida. Ela sabia há meses. Sabia desde aquela noite em que Sofia chegou embriagada do bar, tirou a blusa no meio da sala e caiu no sofá com os peitos de fora, rindo. Lara tinha ficado com o cu na mão, a boca seca, imaginando chupar aqueles bicos até Sofia gemer.
— Eu penso nisso às vezes — Lara falou baixo, a voz mais rouca. — Em você. Nua. Abrindo as pernas pra mim.
Sofia engoliu em seco. Os olhos dela escureceram. A mão deslizou devagar pela própria barriga, parando logo acima do elástico da calcinha.
— Caraalho... você também?
— Desde sempre, porra. Desde a porra da faculdade. Você nunca notou como eu olhava pra sua boca quando você falava merda no bar?
Sofia se levantou do espreguiçador. Foi até a mesinha onde o frasco de óleo bronzeador esperava, quente do sol. Pegou o vidro, despejou um fio grosso na palma e se ajoelhou ao lado de Lara.
— Vira de barriga pra baixo. Vou passar em você. Pele queima fácil aqui.
Lara obedeceu, o coração batendo forte contra a madeira do espreguiçador. Sofia ajoelhou entre as pernas dela, as mãos escorregadias começando pelas costas. Os polegares desceram pela coluna, apertando a carne, deslizando para os lados até apertar as laterais dos seios esmagados contra o tecido. O óleo brilhava na pele morena de Lara. As mãos de Sofia desceram mais, pegando as nádegas com força, abrindo-as um pouco, o polegar roçando a linha da calcinha enfiada no rabo.
— Porra, Sofia... — Lara gemeu, a voz abafada no braço.
— Quieta. Tô só protegendo a pele — mentiu Sofia, a respiração já ofegante. As mãos voltaram a subir, depois desceram de novo, desta vez por dentro das coxas. Os dedos oleosos escorregaram para dentro, roçando o tecido molhado da calcinha. Lara abriu as pernas sem pensar, o cu se contraindo, a buceta latejando.
Sofia empurrou a calcinha de lado. O dedo médio deslizou direto no meio da fenda molhada, sentindo o calor, o liquido grosso escorrendo. Encontrou o clitóris inchado e deu duas voltas lentas, deliberadas.
— Ah, caralho... Sofia, assim...
— Você tá encharcada, Lara. Tá pingando na minha mão.
Lara virou o rosto, o olhar vidrado de tesão.
— Sempre quis te comer, porra. Sempre. Queria enfiar a língua nessa sua buceta até você gozar na minha cara. Queria chupar teus peitos enquanto eu esfregava a xota na sua coxa.
Sofia não aguentou. Puxou Lara pela nuca, virou o corpo dela e cravou a boca na dela. O beijo foi faminto, línguas se enroscando imediatamente, dentes batendo, saliva misturada com o gosto de cerveja e suor. As mãos de Sofia apertaram os seios de Lara com força, os polegares esmagando os bicos duros, torcendo. Lara gemeu dentro da boca dela, as mãos descendo direto para a bunda de Sofia, apertando as nádegas firmes, puxando-a para cima, enfiando a coxa entre as pernas da amiga.
Sofia montou em cima, a calcinha molhada esfregando na barriga de Lara. O óleo fazia a pele deslizar, os peitos se esmagando um contra o outro. O beijo continuava sujo, profundo, línguas lambendo, chupando, gemidos baixos escapando entre as bocas. Lara enfiou a mão por dentro da calcinha de Sofia e encontrou a xota quente, inchada, o clitóris latejando sob o dedo.
— Porra, você também tá encharcada — sussurrou contra a boca dela, dois dedos entrando de uma vez, devagar, sentindo as paredes quentes apertarem.
Sofia arquejou, a cabeça jogada para trás, o sol batendo no pescoço suado.
— Mais fundo... assim, Lara... caralho, seus dedos...
Lara fodeu ela com os dedos ali mesmo, no espreguiçador, o polegar esfregando o clitóris enquanto os outros dois entravam e saíam, molhados, o barulho obsceno se misturando ao som das ondas. Sofia rebolava em cima da mão, os seios balançando, a boca aberta. Lara ergueu a cabeça e chupou um bico, puxando com os dentes, lambendo em volta enquanto continuava metendo os dedos.
— Eu vou te chupar até você tremer — murmurou Lara, a voz rouca contra o peito dela. — Quero sentir você gozar na minha língua. Quero que você me coma depois, quero sua boca na minha buceta a noite inteira.
Sofia desceu o corpo, beijando o peito de Lara, a barriga, descendo mais. Puxou a calcinha dela para o lado com os dentes e lambeu de baixo pra cima, devagar, a língua larga passando pela entrada molhada até o clitóris. Lara abriu as pernas o máximo que conseguiu, as mãos na cabeça de Sofia, empurrando.
— Isso, porra... chupa direito...
Sofia chupou o clitóris com força, os lábios selando em volta, a língua vibrando. Dois dedos entraram de novo, curvados, procurando o ponto que fazia Lara arquear as costas. O óleo, o suor, o gosto salgado da buceta da amiga — tudo misturado. Sofia gemia enquanto chupava, o som molhado, sujo, ecoando na varanda aberta.
Lara puxou Sofia de volta para cima, beijou a boca lambuzada dela, chupando a própria porra da língua da amiga. As duas se esfregavam agora, calcinhas de lado, xotas molhadas se encontrando, rebolando uma contra a outra, clitóris batendo, o atrito quente e escorregadio. As mãos apertavam bundas, unhas cravavam na carne, gemidos baixos e urgentes.
— Fim de semana inteiro — sussurrou Sofia contra a boca de Lara, a voz embargada de tesão. — Eu quero te foder em todo canto dessa casa. Na varanda, na cozinha, no chuveiro. Quero sua língua no meu cu. Quero sentar na sua cara até não aguentar mais.
Lara mordeu o lábio inferior dela, os dedos voltando para a buceta de Sofia, entrando fundo, abrindo os dedos dentro dela.
— Então para de falar e me come direito. Eu tô pedindo desde a porra da faculdade.
Sofia sorriu safada, os olhos semicerrados, e deslizou o corpo para baixo de novo, a língua pronta, a fome só começando. O sol continuava alto, o óleo brilhava na pele, e a varanda cheirava a sexo e mar. Nenhuma das duas ia parar tão cedo.
Lara não deixou Sofia descer de novo. Antes que a língua da amiga tocasse outra vez, ela empurrou o corpo de Sofia com força, rolando as duas do espreguiçador direto pro sofá de varanda. A madeira rangeu. Sofia caiu de costas no estofado quente, peitos balançando, a calcinha branca já enfiada no meio da bunda e encharcada. Lara ajoelhou entre as coxas dela, puxou a calcinha pra baixo num puxão seco e jogou o tecido molhado pro lado.
— Abre essas pernas agora — mandou Lara, a voz grossa de tesão. — Quero essa boceta aberta pra mim.
Sofia obedeceu, joelhos abrindo, a buceta inchada e brilhando de porra exposta ao sol da varanda. O cheiro dela subiu forte, salgado, quente. Lara não esperou. Enterrou o rosto ali de uma vez, língua dura enfiada fundo na entrada molhada, chupando o gosto grosso que escorria. Sofia gritou baixo, mãos voando pra cabeça da amiga, puxando o cabelo.
— Porra, Lara… assim, caralho…
Lara lambeu devagar primeiro, de baixo pra cima, sentindo cada dobra, a língua larga passando pela fenda inteira até o clitóris inchado. Depois chupou o botão com força, lábios selando em volta, sugando como se quisesse arrancar o orgasmo dali. Dois dedos entraram de uma vez, grossos, curvados, metendo fundo enquanto a boca trabalhava o clitóris sem parar. O barulho era obsceno — chupadas molhadas, dedos entrando e saindo com estalos, Sofia gemendo alto, a voz rouca se misturando ao som das ondas.
Lara sentia o gosto dela na língua, o calor das paredes apertando os dedos, o clitóris latejando contra a boca. Pensava em todas as noites que tinha fantasiado exatamente isso: Sofia aberta, suada, gemendo o nome dela. Empurrava os dedos mais fundo, procurando aquele ponto macio que fazia a amiga tremer. Sofia rebolava contra a cara dela, molhando o queixo, a barriga, os seios de Lara.
— Mais forte… chupa mais forte, porra — Sofia pediu, a voz quebrada. — Tô quase…
Lara chupou com raiva, dentes roçando de leve, língua vibrando rápido no clitóris enquanto os dois dedos fodiam sem piedade. Sofia arqueou as costas, unhas cravando no ombro de Lara, a buceta contraindo forte. Mas Lara parou no último segundo, puxou a boca e os dedos embora. Sofia gemeu de frustração, a xota piscando no ar.
— Não ainda — Lara riu safada, a boca lambuzada. — Vira de quatro. Quero teu cu.
Sofia obedeceu rápido, virando no sofá, joelhos abertos, peitos pendurados, a bunda empinada pro sol. Lara ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no cu rosado da amiga. A língua entrou em seguida, larga e quente, lambendo o círculo apertado, chupando, enfiando a ponta dentro. Sofia uivou, a cara enterrada no estofado.
— Caralho, Lara… lambe esse cu…
Lara lambeu com fome, a língua saindo da buceta molhada e subindo pro cu, depois voltando, misturando os sabores. Dois dedos voltaram pra boceta de Sofia, metendo fundo enquanto a boca trabalhava o cu. Depois trocou: a língua na buceta, os dedos entrando no cu. Sofia gritava agora, o corpo inteiro tremendo, a bunda rebolando pra trás, pedindo mais.
— Fode meu cu com os dedos… isso, porra… mais fundo…
Lara enfiou dois dedos no cu apertado, devagar no começo, sentindo a resistência ceder, depois meteu com força. A outra mão foi pra buceta, polegar no clitóris, esfregando em círculos rápidos. Sofia gozou gritando, o corpo se contraindo todo, a boceta esguichando no sofá, o cu apertando os dedos de Lara como se quisesse engolir. O gemido dela saiu alto, rouco, o nome de Lara misturado com putarias, as pernas tremendo tanto que quase caiu.
Lara não parou. Continuou chupando e dedando até Sofia se debater, ofegante, a porra escorrendo pela coxa. Só então tirou a boca, limpou o queixo com o dorso da mão e se deitou de costas no sofá, puxando Sofia pra cima.
— Senta na minha cara agora — ordenou. — Quero teu cu e tua buceta me afogando. E chupa a minha enquanto isso.
Sofia subiu tremendo, virou de costas pra Lara e sentou o rosto dela de uma vez, a buceta e o cu ainda latejando caindo direto na boca da amiga. Lara abriu a boca, língua para fora, e Sofia rebolou pesado, esfregando tudo, molhando o nariz, a boca, a testa. O gosto dela encheu Lara de novo. Enquanto isso, Sofia se debruçou pra frente, puxou o short e a calcinha de Lara pra baixo e enterrou a cara na boceta da amiga.
O 69 ficou selvagem na hora. Sofia chupava a buceta de Lara com a mesma fome, língua fundo, dois dedos entrando, chupando o clitóris inchado enquanto rebolava o próprio cu na cara dela. Lara gemia abafada contra a xota de Sofia, as mãos apertando a bunda dela, puxando mais pra baixo, enfiando a língua no cu e na boceta alternado. As duas se comiam sem ritmo, sujas, barulhentas, o sofá rangendo, a varanda cheirando a sexo puro.
Lara sentia a língua de Sofia entrando nela, os dedos curvados batendo no ponto certo, a boca chupando o clitóris com força. Em troca, ela chupava Sofia sem parar, lambendo tudo que escorria, sentindo a amiga tremer de novo em cima dela. O suor escorria entre os peitos, o óleo bronzeador misturava com a porra, as coxas batiam. Sofia rebolava mais rápido, o cu abrindo e fechando na boca de Lara, a buceta latejando.
— Vou gozar de novo… caralho, Lara, chupa… — Sofia gemia contra a xota da amiga, a voz abafada.
Lara empurrou a língua mais fundo no cu dela e chupou o clitóris com força. Ao mesmo tempo Sofia meteu três dedos na buceta de Lara e chupou o botão dela como se quisesse engolir. As duas gozaram juntas, intensas, molhadas. Sofia esguichou na cara de Lara, o corpo se contraindo, o gemido saindo alto enquanto ela ainda chupava. Lara veio logo atrás, a buceta apertando os dedos da amiga, o gozo escorrendo pela boca de Sofia, as pernas tremendo, o grito abafado contra a carne quente.
Elas ficaram assim por um tempo, ofegantes, lambendo devagar o que sobrava, o sol batendo nos corpos suados. Sofia ainda rebolava fraco na cara de Lara, a boceta sensível, o cu latejando. Lara lambeu mais uma vez, devagar, sentindo o gosto misturado. Depois Sofia desceu um pouco, virou e se deitou em cima dela, peitos contra peitos, bocas se encontrando sujas, lambendo a porra uma da outra.
— Porra… — Sofia sussurrou, a voz rouca. — Isso foi… caralho.
Lara mordeu o lábio dela, a mão descendo de novo entre as pernas da amiga, dois dedos entrando de leve na buceta ainda latejando.
— Ainda não acabou — murmurou. — Eu quero mais. Quero te foder de novo. Quero sua língua no meu cu agora. E depois a gente vai pra dentro, eu quero te comer na cama, no chuveiro, em todo canto.
Sofia sorriu cansada e safada ao mesmo tempo, os dedos dela já encontrando a boceta de Lara de novo, brincando com o clitóris inchado.
— Fim de semana inteiro, lembra? Eu ainda quero sentar nessa sua cara até você não aguentar mais respirar. E quero que você me foda com os dedos até eu gozar escorrendo pela sua mão de novo.
Lara beijou ela fundo, a língua ainda com gosto da buceta da amiga, o corpo já esquentando outra vez. O sol continuava alto. O sofá estava encharcado. Nenhuma das duas pensava em parar. O cheiro de sexo e mar enchia a varanda, e o tesão só crescia, pronto pra próxima rodada.
Elas não pararam. O sol ainda castigava a varanda quando Lara rolou Sofia de novo, a boca já descendo direto entre as coxas abertas da amiga. A língua entrou fundo na buceta ainda latejante, chupando o resto do gozo grosso que escorria, misturando saliva com porra. Sofia arquejou, as unhas cravando nas costas de Lara, a voz rouca saindo em gemidos baixos.
— Porra… ainda tá sensível… mas não para… caralho, lambe tudo…
Lara chupava devagar agora, saboreando, a língua larga passando pela fenda inchada até o clitóris inchado e vermelho. Dois dedos entraram de leve, curvados, massageando por dentro enquanto a boca trabalhava o botão com sucções lentas e sujas. O cheiro de sexo puro subia quente, misturado ao óleo bronzeador e ao suor que escorria entre os peitos delas. Sofia rebolava fraco contra a cara da amiga, a bunda apertando, o cu ainda aberto e molhado da rodada anterior.
Lara subiu o corpo, beijou a boca de Sofia suja da própria porra, e enfiou a coxa entre as pernas dela. As xotas se esfregaram de novo, clitóris batendo um no outro, o atrito escorregadio e quente. Elas gemiam uma na boca da outra, mãos apertando seios, torcendo bicos duros, unhas riscando a pele morena.
— Quero teu cu agora — murmurou Sofia, a voz embargada. — Abre pra mim.
Lara obedeceu, virou de quatro no sofá encharcado, a bunda empinada pro vento quente do mar. Sofia ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no cu rosado. A língua entrou em seguida, quente e insistente, lambendo o círculo apertado, enfiando a ponta, chupando. Lara gemeu alto, a cara enterrada no estofado, a buceta pingando na madeira.
— Isso… lambe esse cu, Sofia… porra, assim…
Sofia meteu a língua fundo, depois dois dedos na buceta de Lara, fodendo devagar enquanto chupava o cu. O barulho era obsceno — chupadas molhadas, dedos entrando e saindo com estalos, o gemido rouco de Lara se misturando às ondas. Sofia trocou: a língua na xota, os dedos no cu, abrindo, metendo até a gente. Lara gozou tremento, a boceta contraindo, o gozo escorrendo pela mão da amiga, o cu apertando os dedos como se quisesse engolir.
Elas trocaram de novo. Sofia deitou de costas, Lara sentou na cara dela de frente, a buceta e o cu caindo direto na boca faminta. Sofia chupava tudo, língua fundo, mão esfregando o clitóris da amiga enquanto Lara se rebolava pesado, molhando o queixo, o nariz, a testa. Ao mesmo tempo Lara se debruçou, puxou as pernas de Sofia e enterrou a cara na xota dela, o 69 sujo e selvagem recomeçando. Línguas fundo, dedos metendo, gemidos abafados contra a carne quente. O suor escorria em fios, o óleo misturava com a porra, as coxas batiam.
Lara gozou primeiro nessa posição, a buceta esguichando na boca de Sofia, o corpo se contraindo todo. Sofia veio logo atrás, o cu e a xota latejando na língua da amiga, o grito abafado contra a carne. Elas ficaram lambendo devagar o que sobrava, ofegantes, o sol já mais baixo tingindo a pele de dourado.
Ainda não bastava. Lara puxou Sofia pro chão da varanda, as duas de joelhos, peitos se esmagando. Beijaram fundo, sujas, a porra e a saliva misturadas. As mãos desceram juntas, dedos entrando nas bucetas uma da outra ao mesmo tempo, metendo fundo, o polegar no clitóris. Elas se fodiam assim, face a face, gemendo uma na boca da outra, rebolando nas mãos.
— Mais… caralho, Lara, fode mais fundo… — Sofia pediu, a voz quebrada.
Lara meteu três dedos, abriu, curvou, enquanto Sofia fazia o mesmo. O barulho molhado enchia a varanda. Elas gozaram juntas de novo, intensas, o corpo inteiro tremendo, a porra escorrendo pelos dedos, pelas coxas, pingando no chão de madeira. O orgasmo veio longo, as pernas fraquejando, os seios balançando, a boca aberta em gemidos roucos.
Depois disso o corpo cedeu. Elas cairam lado a lado no sofá encharcado, peitos subindo e descendo rápidos, a pele brilhando de suor e porra misturados com óleo. O sol já baixava, o ar ainda quente, o cheiro de sexo puro impregnado em tudo. Lara virou o rosto, olhou Sofia de perto — a boca inchada, o queixo sujo, os olhos semicerrados de exaustão gostosa.
Sofia estendeu a mão, tocou o rosto de Lara com os dedos ainda molhados, e puxou ela pra um beijo lento. Sem pressa agora. Lábios se encostando devagar, línguas se tocando de leve, chupando o gosto que ainda restava. O beijo era molhado, preguiçoso, cheio de saliva e do sabor salgado uma da outra. Lara gemeu baixo dentro da boca dela, a mão subindo pro peito de Sofia, acariciando o bico macio com o polegar, sem apertar forte, só sentindo.
— Porra… — Lara sussurrou contra os lábios dela. — A gente se comeu o fim de semana inteiro quase. Eu tô escorrendo até agora.
Sofia riu baixo, o som rouco e safado, a mão dela descendo pela barriga suada de Lara até a buceta ainda úmida, dois dedos entrando de leve só pra sentir o calor. Deu uma carícia lenta, molhada, o polegar roçando o clitóris inchado e sensível. Lara arquejou de leve, mas não pediu mais. Só abriu as pernas um pouco, deixando.
— Tô toda marcada por você — murmurou Sofia, beijando o canto da boca dela, depois o queixo, lambendo uma gota de suor. — Olha isso… suor, porra, óleo… a gente tá um nojo gostoso.
Lara riu também, puxou Sofia mais perto, peitos colados, a pele quente e grudenta. As mãos delas se encontraram entre as pernas, dedos se entrelaçando na xota molhada uma da outra, só acariciando devagar, sentindo o latejar residual. Beijos molhados no pescoço, na clavícula, nos seios. Sofia chupou um bico de Lara sem pressa, a língua quente, depois voltou pra boca. Lara fez o mesmo, lambendo o peito suado da amiga, o gosto salgado misturado com o cheiro de sexo.
Elas ficaram assim um bom tempo, trocando carinhos lentos, dedos brincando nas bucetas sensíveis, beijos profundos e sujos. O corpo ainda tremia de vez em quando, um espasmo gostoso. Lara pensava em como tinha sido bom, em todas as vezes que tinha fantasiado isso nos últimos anos, e agora estava ali, a amiga de faculdade lambuzada de porra dela, a língua ainda com gosto da buceta de Sofia. O peito apertava de algo quente, não só tesão.
Sofia se afastou um pouco, olhou nos olhos de Lara, o sorriso safado aparecendo mesmo cansado.
— Isso não foi só uma vez, né? — falou baixo, a voz rouca. — Eu não consigo… caralho, Lara, eu quero de novo. Sempre que der. Em casa, quando a gente voltar. No sofá da sala. No chuveiro de manhã. Eu quero te chupar antes de dormir. Quero que você me foda com os dedos enquanto a gente assiste merda na TV.
Lara sentiu o peito apertar mais. Beijou ela devagar de novo, a língua entrando mansa, chupando o lábio inferior.
— Porra, Sofia… eu também. Desde sempre, mas agora… agora eu não consigo imaginar parar. A gente se come quando der vontade. Escondido de todo mundo se precisar. Amantes secretas, porra. Só a gente sabe. Só a gente se fode assim.
Sofia riu alto dessa vez, o som safado ecoando na varanda, e mordeu o ombro de Lara de leve.
— Amantes secretas. Gostei. Toda vez que a gente olhar uma pra outra no bar com as amigas, eu vou lembrar da tua língua no meu cu. Toda vez que tu tirar a blusa em casa, eu vou querer sentar na tua cara na hora.
Lara riu também, a mão apertando a bunda de Sofia, o dedo roçando o cu ainda sensível.
— E eu vou deixar. Sempre. Pode vir quando quiser. Eu tô sempre molhada pra você agora.
Elas se beijaram mais uma vez, longo, molhado, as línguas se enroscando preguiçosas. Depois Sofia se levantou devagar, as pernas ainda trêmulas, puxou Lara pela mão. Os corpos brilhavam no sol que se punha — suor, porra seca e fresca, óleo, marcas de unhas e bocas. As calcinhas abandonadas no chão, o sofá encharcado, o cheiro impregnado.
Lara se levantou, puxou Sofia pra perto, beijou o pescoço dela uma última vez ali fora.
— Vamos pra dentro. Quero deitar contigo. Só deitar… e depois a gente vê se aguenta mais uma.
Sofia apertou a mão dela, os dedos ainda pegajosos, e riu safada baixinho.
— Aguenta. Sempre. Agora a gente é oficial. Secretas pra caralho.
Elas entraram de mãos dadas, os corpos colados de lado, os pés descalços no chão de madeira. A porta da varanda se fechou atrás delas com um clique suave. Dentro da casa o ar era mais fresco, a luz mais baixa. Elas foram até o quarto sem soltar as mãos, se jogaram na cama de casal ainda peladas, peitos contra peitos, pernas enroscadas. Lara puxou o lençol por cima, só o bastante pra cobrir um pouco. Sofia enfiou o rosto no pescoço dela, beijou devagar a pele suada, a mão descansando na coxa molhada de Lara.
Nenhuma falou mais nada. A respiração foi acalmando, o peito subindo e descendo no mesmo ritmo. O barulho distante das ondas entrava pela janela aberta. Os corpos ainda quentes, brilhando no escuro que chegava, se ajeitaram um contra o outro. Os dedos se entrelaçaram frouxos entre as pernas. Os olhos fecharam.
Silêncio.
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