Sua Mulher Gozando no Trem com o Jovem Carpinteiro
Uma MILF casada goza gostoso no trem lotado enquanto é comida por trás pelo jovem carpinteiro.
O dia tinha sido uma merda completa. Camila saiu do escritório com os pés latejando dentro daquelas scarpins que ela odiava, a blusa de seda colada nas costas suadas e o sutiã apertando os seios pesados como se quisesse lembrá-la, a cada passo, de que tinha quarenta e dois anos e um casamento que já não a fazia gozar há meses. O marido mal olhava para ela. Chegava em casa, bebia uma cerveja, rolava o celular e dormia. Ela masturbava no banheiro, silenciosa, imaginando mãos mais jovens, bocas mais famintas. Agora só queria o trem, o banho quente e a cama.
O vagão lotado engoliu ela como uma boca quente. Cheiro de suor, perfume barato, metal quente. Camila se esgueirou entre os corpos até achar um canto perto da porta de ligação, segurando a barra superior com uma mão e a bolsa com a outra. O ar-condicionado falhava, claro. O calor grudava na pele.
Foi quando o trem deu a primeira sacudida forte na curva e ela perdeu o equilíbrio.
Um braço firme a segurou pela cintura.
— Vai com calma, senhora — a voz era rouca, jovem, bem perto da orelha dela. — Aqui balança pra caralho.
Camila virou o rosto e bateu de frente com ele. Vinte e quatro anos no máximo. Camisa de botão aberta no peito, mangas dobradas até o cotovelo, antebraços cordados de músculo de quem carrega madeira o dia inteiro. Calça jeans suja de serragem fina nos joelhos. Cabelo escuro cortado curto, barba por fazer de dois dias, e um olhar castanho que desceu direto para o decote aberto da blusa dela antes de subir de novo, sem nem disfarçar.
— Obrigada — ela murmurou, sentindo o calor da mão grande ainda pressionada na curva da cintura. Ele não tirou. O vagão estava tão cheio que não havia para onde. Os corpos se espremiam. O dele colado nas costas dela.
— Victor — ele disse, como se apresentasse, a boca quase tocando o cabelo dela. — Sou carpinteiro. Tava voltando de uma obra em Osasco. Você quase caiu na minha cara.
Camila soltou um riso curto, nervoso.
— Camila. E eu quase caí mesmo. Dia de merda.
O trem sacudiu de novo. Dessa vez o corpo inteiro dele se prensou contra o dela. Ela sentiu a barriga chapada, o cinto de couro, e mais abaixo — Jesus Cristo — o volume grosso da pica já semi-dura se aninhando bem na fenda da bunda dela, por cima da saia lápis. O calor era absurdo. A mão dele na cintura apertou um pouco mais, os dedos se abrindo sobre a curva macia, como se medisse quanto tecido havia entre a pele dele e a dela.
Camila devia ter se afastado. Devia ter pedido licença, empurrado, fingido que não sentia. Em vez disso, ficou parada, o coração batendo na garganta, a buceta latejando de repente como se tivesse acordado de um coma. Fazia tanto tempo que ninguém a olhava daquele jeito. Fazia tanto tempo que uma pica dura se encaixava nela assim, mesmo por cima da roupa.
Victor baixou a cabeça. O hálito quente bateu no pescoço dela.
— Sua blusa abriu um pouco no tombinho — murmurou, sem se afastar. — Tava vendo o sutiã preto. Renda, né? Fica uma puta gostosa com peito assim.
Camila engoliu seco. Os seios maduros, pesados, subiam e desciam depressa sob a seda. Os mamilos já duros esfregavam o forro do sutiã a cada balanço. Ela olhou em volta: ninguém prestava atenção de verdade. Todos no celular, cansados, alheios. O vagão rangia. O suor escorria entre os peitos dela.
— Você é casada — Victor continuou, a voz baixa, confiante. O polegar dele desenhou um círculo lento bem na lateral da cintura, logo acima do osso do quadril. — Vi a aliança. Marido sortudo. Ou cego. Porque se eu tivesse uma mulher com esse corpo… caralho, Camila. Esses peitos. Essa bunda empinada nessa saia. Tô de pau duro aqui atrás de você desde que te segurei.
Ela sentiu. Claro que sentiu. O pau dele agora estava totalmente rígido, grosso, comprido, se esfregando devagar entre as nádegas dela a cada movimento do trem. A saia subia milímetros. A calcinha fina — uma tanga preta que combinava com o sutiã — já estava úmida. Camila apertou as coxas sem querer e o atrito só piorou: o clitóris inchado latejou.
— Eu… não devia estar deixando isso — sussurrou ela, mas a voz saiu rouca, sem convicção. A mão livre desceu e, em vez de empurrar o quadril dele para longe, apenas segurou a barra da saia, como se quisesse impedir que subisse mais. Ou como se quisesse exatamente o contrário.
Victor riu baixinho no cangote dela. A mão que estava na cintura deslizou alguns centímetros para baixo, agora aberta sobre o osso do quadril, o dedo mindinho quase tocando o começo da bunda.
— Devia ou não, tá deixando. E eu tô sentindo o teu cu se mexendo contra o meu pau toda vez que o trem balança. Tá molhada, né? Admite.
Camila fechou os olhos por um segundo. A imagem do marido indiferente piscou e sumiu. No lugar dela veio a fantasia suja que ela usava no chuveiro: um homem jovem, braços de trabalho, enfiando nela sem piedade, sem delicadeza de marido de anos. Exatamente assim. Num lugar público. Arriscado. Quente.
— Tô — confessou, quase inaudível. — Faz tempo que não… que ninguém me come direito.
— Eu como — Victor prometeu, a voz um rosnado baixo. A outra mão dele subiu, por baixo do braço dela, e os dedos longos encostaram de leve na base do seio direito, por fora da blusa. Apenas o peso. Apenas a ameaça. — Olha o tamanho disso. Pesado pra caralho. Mamilos duros já, tô sentindo até aqui. Quero chupar eles no teu colo enquanto enfio o pau no teu cu no banheiro desse trem. Ou bem aqui. De quatro, se precisar. Ninguém vai ver se a gente se encaixar direito.
O trem freou numa estação. Portas abriram, gente saiu, gente entrou. O espaço apertou ainda mais. Agora o peito de Victor estava colado nas costas de Camila por inteiro, o pau latejando contra a fenda dela, a mão no seio apertando de leve, possessiva. Ela soltou um gemido abafado, o queixo baixando, as pernas bambas. A calcinha estava encharcada. O cheiro do próprio tesão misturava com o suor e a serragem que ainda vinha da roupa dele.
Camila virou o rosto só o suficiente para que a boca dele quase tocasse a dela.
— Meu marido… ele não me fode faz três meses. Só dorme. Eu acordo molhada de sonho e ele nem repara.
— Eu reparo — Victor respondeu, e então lambeu devagar a curva do pescoço dela, bem abaixo da orelha, salgado de suor. Os dentes roçaram a pele. A mão no seio apertou de verdade agora, o polegar encontrando o mamilo por cima do tecido e girando em círculos lentos, torturantes. — E eu vou fazer você gozar nesse trem, Camila. Com o meu pau enfiado até o fundo. Primeiro te toco por baixo da saia. Depois te abro. Você aguenta quietinha enquanto eu te fodo por trás, bem devagar, pra ninguém desconfiar. Quer?
O “sim” saiu dela como um suspiro quebrado. O corpo inteiro tremia. A buceta contraía no vazio, faminta. Ela empurrou a bunda de leve para trás, esfregando o volume grosso com uma fome que a envergonhava e a excitava ao mesmo tempo.
Victor sorriu contra a pele dela. A mão que estava no quadril desceu por fim, por baixo da barra da saia, os dedos quentes encontrando a parte de dentro da coxa macia, subindo devagar, devagar, até a renda úmida da calcinha.
— Porra… — ele xingou baixinho, os dedos pressionando o tecido encharcado bem em cima do clitóris. — Tá escorrendo. Minha MILF casada toda molhada no trem pro carpinteiro. Vou te foder tão gostoso…
Camila mordeu o lábio inferior até doer para não gemer alto. Os dedos dele traçavam o formato da boceta por cima da calcinha, apertando, abrindo, sentindo o inchaço. O pau continuava latejando contra a bunda dela. O trem acelerou de novo, o balanço fazendo os dedos dele esfregarem no ângulo perfeito. Ela estava a um segundo de gozar só com aquilo, as pernas tremendo, os seios pesados na mão grande dele.
Mas ele parou bem na beira.
Tirou a mão debaixo da saia, só para acariciar a curva da bunda por fora, possessivo, e sussurrar no ouvido dela, quente e sujo:
— Ainda não. Quero sentir você gozando no meu pau. Próxima curva forte eu puxo essa calcinha pro lado e enfio a cabeça. Você segura a barra e engole o grito. Combinado, Camila?
Ela só conseguiu balançar a cabeça, ofegante, a aliança brilhando no dedo enquanto os nós dos dedos ficavam brancos de tanto apertar a barra de metal. O corpo dela inteiro pedia. A buceta latejava aberta, pronta. O jovem carpinteiro atrás dela cheirava a madeira, suor e tesão, e o pau grosso ainda se esfregava devagar, prometendo o que viria assim que o vagão sacudisse de novo.
O trem avançava no túnel escuro, o calor entre eles subindo, a tensão puxando o ar como um fio prestes a arrebentar — e Camila, casada, insatisfeita, quarenta e dois anos, já sabia que não ia descer na sua estação com a calcinha no lugar.
O trem sacudiu de novo na curva fechada do túnel e o corpo de Victor se encaixou ainda mais fundo na dela. Camila sentiu o pau grosso latejar contra a fenda da bunda, o jeans áspero raspando a seda fina da saia. Ela virou o rosto o suficiente para que os olhares se encontrassem de verdade. Os olhos castanhos dele estavam escuros, famintos, sem nenhum disfarce. O flerte que começara tímido agora era descarado, sujo, um convite aberto no meio daquela multidão suada.
— Porra, Camila… — Victor sussurrou bem no ouvido dela, a barba rala raspando a pele quente. — Tu não faz ideia do que uma mulher madura como você faz com um cara da minha idade. Esse corpo… esses peitos pesados, essa bunda empinada, o jeito que tu ainda fica molhada só de sentir um pau duro. É irresistível pra caralho. Eu olho pra essas meninas de vinte e não sinto nada perto do que tô sentindo agora, te cheirando, te sentindo tremer. Tu é gostosa demais pra ficar sendo ignorada por marido nenhum.
Camila engoliu em seco. O calor subia pelo pescoço, mas não era vergonha — era fome. A ereção dele pressionava a bunda com insistência, latejando a cada balanço, e ela decidiu. Ativamente. Queria aquilo. Queria ser comida ali, no meio de todo mundo, pelo carpinteiro jovem que cheirava a madeira e suor. O marido podia continuar dormindo na cama fria; ela ia gozar no pau desse garoto.
Ela empurrou a bunda para trás de propósito, roçando-se devagar, com vontade. A saia subiu mais um pouco com o movimento e o volume grosso se encaixou perfeito entre as nádegas, só a calcinha úmida e o jeans sujo entre eles. Camila mordeu o lábio e guiou a mão livre dele — a que ainda descansava no quadril — para debaixo da saia. Os dedos longos, calejados de trabalhar madeira, deslizaram pela parte interna da coxa macia até encontrarem a renda encharcada.
— Assim — ela sussurrou, a voz rouca, ofegante. — Mete os dedos. Sente como eu tô. Eu quero.
Victor riu baixo, um som gutural contra o cangote dela. Os dedos puxaram a tanga preta para o lado sem cerimônia e tocaram a boceta inchada, escorrendo. Dois dedos grossos abriram os lábios inchados, passaram pelo clitóris latejante e desceram até o buraco molhado, empurrando devagar até a knuckle. Camila prendeu a respiração. O vagão estava lotado: ombros se esbarrando, celulares brilhando, gente falando baixo ou bocejando. Ninguém olhava de verdade, mas a adrenalina de estarem rodeados fazia o sangue latejar mais forte. Cada pessoa a mais era um risco delicioso. O cheiro do tesão dela misturava com o suor coletivo e a serragem fina que ainda grudava na camisa aberta dele.
— Caralho, tá pingando na minha mão — ele murmurou, mexendo os dedos em círculos lentos dentro dela, curvando as pontas para achar aquele ponto que fazia as pernas dela tremerem. — Minha MILF casada se esfregando no pau do carpinteiro no trem lotado. Tu gosta disso, né? Gosta do perigo. Se alguém virar a cabeça agora vê a minha mão sumida debaixo da tua saia e teu cu se mexendo pra trás.
Camila abriu mais as pernas o máximo que o espaço permitia, empurrando o quadril contra a mão dele. Os seios pesados balançavam sob a blusa de seda a cada freada, os mamilos duros raspando o sutiã de renda. Ela olhou de novo para trás, encontrando o olhar dele outra vez. O flerte agora era puro fogo: ela mordeu o lábio inferior, deixou a língua escapar um segundo, e ele respondeu lambendo o próprio lábio inferior como se já estivesse imaginando chupar a boceta dela ali mesmo.
— Acho irresistível pra porra — Victor continuou no ouvido, a voz baixa e suja enquanto os dedos fodia ela devagar, molhados até a palma. — Mulher de quarenta e dois com essa bunda, essa buceta apertada que aperta meus dedos assim… faz tempo que teu marido não te come direito, tu disse. Eu vou te abrir toda. Vou enfiar esse pau grosso até tu sentir no estômago e tu vai segurar o grito porque tem gente em volta. Olha como tu tá me guiando. Olha como tu tá pedindo.
Ela guiou de novo, apertando o pulso dele por cima da saia, forçando os dedos mais fundo. O polegar dele encontrou o clitóris e esfregou em círculos firmes enquanto os outros dois entravam e saíam, molhados, barulhentos o bastante para ela ouvir no meio do barulho do trem. A calcinha estava encharcada, colada na coxa. Camila sentia o próprio lubrificante escorrendo pela pele, misturando com o suor. O pau dele continuava pressionado na bunda, agora ainda mais duro, a cabeça grossa se esfregando na fenda por cima do tecido. Ela roçou de propósito outra vez, rebolando devagar, sentindo o comprimento inteiro se aninhar entre as nádegas.
O trem freou numa estação rápida. Portas abriram, mais gente entrou, o ar ficou ainda mais quente e apertado. Um homem de terno ficou logo ao lado, rolando o celular sem olhar. Uma mulher de fone de ouvido se espremia na frente. A adrenalina subiu como choque: qualquer um podia perceber o movimento estranho do quadril dela, a mão dele sumida sob o tecido, o jeito que o peito de Victor subia e descia rápido contra as costas dela. Camila não se importou. Queria mais.
— Tira a porra da calcinha do caminho — ela sussurrou, virando o rosto quase de frente, a boca a milímetros da dele. — Enfia a cabeça. Eu aguento quieta.
Victor xingou baixinho. A mão livre desceu, abriu o cinto e o zíper com cuidado, só o suficiente. O pau saltou pesado, quente, a glande já molhada de pré-gozo. Ele puxou a saia de Camila até a cintura pela frente, o suficiente para esconder, e encaixou a cabeça grossa bem na entrada escorrendo. Camila soltou um gemido abafado no próprio ombro, os olhos se fechando. A pressão era deliciosa, larga, exigente. Ele empurrou só a cabeça, devagar, sentindo a boceta se abrir e sugar. O calor dela o envolveu imediatamente.
— Assim… caralho, tá me engolindo — ele rosnou no ouvido, sem se mexer ainda, só deixando a cabeça latejar dentro dela enquanto o trem acelerava de novo. — Olha o tamanho. Tu quer tudo, né? Quer sentir o carpinteiro te fudendo por trás no meio dessa porra toda. Continua se esfregando. Me guia.
Camila obedeceu. Empurrou a bunda para trás com vontade, engolindo mais uns centímetros, sentindo as veias latejarem contra as paredes inchadas. A mão dela desceu por trás, agarrou a base do pau dele e guiou mais fundo, devagar, para ninguém notar o movimento brusco. O volume grosso abriu caminho, molhado, quente, até metade. Ela estava tão escorrendo que o atrito era só prazer. O clitóris latejava contra o ar, exposto quando ele puxava a calcinha. Os olhares se encontraram de novo por cima do ombro: ela com a boca entreaberta, ele sorrindo de lado, sujo, confiante.
— Mulher madura que se joga assim… — ele sussurrou, começando a meter devagar, só a metade, no ritmo do balanço do vagão. — Irresistível. Eu podia te foder toda noite e ainda acordar com fome. Teu marido é idiota. Eu quero te ver gozando no meu pau com essa cara de puta casada.
Ela rebolava contra ele agora, aberta, faminta, a aliança brilhando enquanto segurava a barra de metal com força. Cada estocada curta e lenta mandava um choque até o útero. O peito de Victor colado nas costas, a mão livre apertando um seio por cima da blusa, o polegar girando o mamilo duro. A adrenalina do público fazia tudo mais intenso: o homem do terno se mexeu e ela contraiu em volta do pau, com medo e tesão misturados. Victor sentiu e meteu mais fundo um pouco, sorrindo no pescoço dela.
— Tranquila… ninguém tá vendo. Só eu. Só o meu pau te abrindo. Continua me guiando, Camila. Enfia mais se tu aguentar.
Ela guiou. A mão calejada dele voltou para a frente, sob a saia, esfregando o clitóris enquanto o pau entrava e saía em estocadas curtas, molhadas, controladas. O barulho úmido era abafado pelo rangido dos trilhos e pelo murmúrio das conversas. Camila sentia o orgasmo se construindo já, pesado, perigoso, o tipo que ia fazer as pernas falharem se ele continuasse. Mas ele freava de propósito, saindo quase todo, deixando só a cabeça latejar na entrada, depois enfiando de novo até a metade.
— Ainda não — ele prometeu contra a orelha, a voz um fio sujo. — Quero te foder de verdade na próxima curva forte. Quero sentir tu gozando apertando meu pau inteiro enquanto o trem balança e a gente finge que não tá acontecendo nada. Tu topa?
Camila só conseguiu balançar a cabeça, ofegante, a boceta contraíndo em volta da cabeça grossa, pedindo o resto. O suor escorria entre os peitos. A saia amassada na cintura. O pau dele latejando, grosso, pronto para enterrar tudo. O vagão seguia lotado, o calor subindo, a tensão puxando cada nervo. Ela sabia que a próxima estação ou a próxima curva ia decidir se ela ia gritar ou engolir o gemido com o carpinteiro enfiado até o fundo nela — e a única certeza era que a calcinha já não importava mais.
O trem sacudiu com força na curva mais fechada do túnel e o vagão inteiro rangeu. Victor puxou Camila pelo quadril para o canto mais escuro, bem na junta das portas de ligação, onde a luz fraca mal chegava e a multidão formava uma parede viva de costas e ombros. Ninguém olhava. O ar estava espesso de suor e metal quente. Ela virou de costas num movimento decidido, ergueu a saia lápis até a cintura com as duas mãos e empinou a bunda contra ele. A calcinha preta já estava de lado, a buceta inchada e escorrendo, aberta demais.
— Mete — ela sussurrou, a voz embargada de tesão. — Enfia tudo, porra. Agora.
Victor abriu o jeans o suficiente, o pau grosso saltando pesado, a glande brilhando de pré-gozo e da própria meleca dela. Ele encaixou a cabeça larga na entrada molhada e empurrou de uma vez, fundo, até as bolas baterem na carne macia da bunda dela. Camila soltou um gemido alto demais. Ele tapou a boca dela com a mão calejada na mesma hora, os dedos pressionando os lábios, o polegar enfiado de leve entre os dentes.
— Quieta, MILF — ele rosnou no cangote, já metendo. — Aguenta o caralho inteiro sem gritar.
As estocadas vieram firmes e profundas, no ritmo bruto do balanço do vagão. O pau grosso abria caminho, as veias latejando contra as paredes apertadas, cada avanço esfregando o ponto inchado lá dentro. Camila rebolava para trás, engolindo tudo, a saia amassada na cintura, as coxas tremendo. O jeans áspero raspava a pele macia da bunda a cada quadrilada. Ele segurava o quadril dela com a outra mão, os dedos cravados na carne, controlando a profundidade. O cheiro de sexo fresco misturava com a serragem que ainda grudava na camisa aberta dele. Camila chupava o polegar dele sem querer, a língua quente, os olhos semicerrados de prazer sujo.
— Assim… caralho, aperta — Victor xingou baixo, a boca colada na orelha dela. — Tua buceta tá me mamando, Camila. Quarenta e dois anos e essa porra ainda aperta que nem virgem molhada. Olha como tu rebola pro carpinteiro. Teu marido nunca te fodeu assim, né? Nunca te encheu desse jeito no meio de todo mundo.
Ela gemia abafado contra a palma dele, o corpo inteiro sacudindo. Os seios pesados balançavam sob a blusa de seda a cada estocada, os mamilos duros doendo de tanto roçar o sutiã. A aliança brilhava no dedo enquanto ela segurava a barra de metal com força branca. A buceta fazia barulho molhado, obsceno, chupando o pau a cada saída e engolindo de novo até o fundo. Ele metia sem piedade agora, as bolas molhadas batendo, o ângulo perfeito para a cabeça grossa raspar aquele ponto que fazia as pernas dela fraquejarem.
Camila sentia o orgasmo subindo como onda quente, pesada, inevitável. A buceta contraía sozinha, apertando o caralho dele em espasmos cada vez mais fortes. O clitóris latejava exposto, roçando o ar frio e o tecido da saia a cada movimento. Ela empurrava a bunda com fome, pedindo mais fundo, mais bruto. Victor sentiu e acelerou, as estocadas curtas e profundas, o pau latejando dentro dela.
— Goza — ele ordenou no ouvido, a mão ainda tapando a boca dela. — Goza no meu pau, puta casada. Aperta essa buceta gostosa. Quero sentir tu escorrendo toda.
Ela gozou primeiro. O corpo inteiro travou, as pernas bambas, a buceta se fechando em volta do pau grosso em contrações violentas, molhada, quente, escorrendo pelos ovos dele. Camila mordeu o polegar dele para não gritar, os olhos revirando, o prazer estourando do útero até a ponta dos seios. O gozo veio em jatos quentes que escorriam pelas coxas, pingando no chão do vagão. Ela tremia toda, a bunda empinada, ainda sendo fudida enquanto gozava, cada estocada prolongando o espasmo.
Victor xingou baixinho, o pau latejando forte dentro daquela pressão molhada.
— Porra, Camila… tá me espremendo todo. Continua. Continua gozando.
Ele meteu mais umas vezes fundo, sentindo cada contração sugar, depois saiu devagar, o pau brilhando de meleca, latejando, quase no limite. Camila virou no mesmo instante, o olhar turvo de tesão, a boca marcada da mão dele. Ela se agachou ali no canto escuro, as costas encostadas na parede fria, a saia ainda erguida, a buceta pingando no chão. Os joelhos se abriram no espaço apertado. Ela agarrou o pau grosso com as duas mãos, lambendo a glande suja do próprio gozo, o gosto salgado e doce misturado.
— Chupa — ele mandou, a voz rouca, a mão agora no cabelo curto dela. — Chupa gostoso até eu gozar nessa língua. Me limpa, MILF.
Camila engoliu a cabeça larga de uma vez, a boca quente e molhada descendo até a metade, a língua rodando nas veias. Ela chupava com fome, a mão bombando a base, a outra acariciando os ovos pesados. O pau latejava na garganta dela. Victor rebolava devagar, fodendo a boca dela no mesmo ritmo sujo do trem, os olhos castanhos fixos no peito pesado balançando sob a blusa aberta. Ela olhava para cima, os lábios esticados em volta da grossura, saliva escorrendo pelo queixo, a buceta ainda latejando vazia e molhada.
— Isso… chupa fundo — ele rosnou. — Olha essa cara de mulher casada mamando o carpinteiro no trem. Porra, tu é gostosa pra caralho. Vou gozar na tua língua. Abre.
Camila chupou mais rápido, a boca fazendo barulho molhado, a língua flatando a fenda, sugando o pré-gozo. Ele prendeu a respiração, o quadril travando. O gozo veio quente e grosso, jatos diretos na língua dela. Ela recebeu tudo, a boca aberta, a língua de fora, engolindo o que podia enquanto o resto escorria pelos cantos da boca e pingava no decote. Victor gemeu baixo, a mão no cabelo apertando, o pau latejando naquela boca quente até o último espasmo.
Ela engoliu, limpou a glande com a língua devagar, o gosto dele misturado com o dela. Quando se levantou, as pernas ainda tremiam. O pau dele continuava semi-duro, brilhando de saliva e gozo. A saia desceu, mas a calcinha ficou torta, a buceta latejando aberta, escorrendo ainda. O vagão seguia lotado, o calor entre eles quase insuportável. Camila passou a língua nos lábios inchados, o olhar encontrando o dele de novo, faminto, sujo.
Victor puxou ela pela cintura de novo, o pau ainda latejando contra a barriga dela por cima da roupa. O trem freou numa estação. Portas abriram. Gente saiu, gente entrou. O espaço apertou outra vez. Ele sussurrou no ouvido, a voz baixa e carregada:
— Ainda não acabou, Camila. Tua buceta continua pingando. Eu ainda tô duro. Próximo túnel eu quero te comer de novo, mais fundo, até tu gozar outra vez com a minha porra escorrendo pela coxa. E depois quero te ver chupando de novo no banheiro desse caralho. Tu topa continuar sendo a puta do carpinteiro até a última estação?
Ela empurrou a bunda contra ele de propósito, sentindo o volume grosso endurecer de novo. O coração batia na garganta. A aliança brilhava. O marido esperava em casa, indiferente. O trem acelerou de novo, o túnel seguinte se abrindo escuro à frente, e Camila já sabia que a calcinha encharcada não ia sobreviver até lá.
O trem entrou no túnel seguinte e a escuridão fechou em volta como uma cortina suja. Victor não esperou. Empurrou Camila de novo contra a junta das portas, a mão grande já debaixo da saia, puxando a calcinha torta de lado com um puxão seco. O pau dele ainda estava duro, brilhando de saliva e do gozo anterior dela, e ele encaixou a cabeça grossa na boceta inchada sem cerimônia.
— Agora a fundo — ele rosnou no ouvido, a voz rouca de quem ainda não tinha saciado. — Quero sentir tu gozar de novo com meu pau inteiro.
Camila empinou a bunda, as pernas já trêmulas, e empurrou para trás. Ele enterrou tudo de uma vez. O pau grosso abriu caminho molhado, as veias latejando contra as paredes ainda sensitivas, até as bolas baterem na carne macia. Ela mordeu o próprio pulso para abafar o gemido. O vagão rangia, corpos se espremiam a centímetros, o cheiro de sexo fresco subindo no ar quente misturado com serragem e suor. Ninguém olhava de verdade, mas a adrenalina fazia o coração dela martelar na garganta.
Victor meteu fundo, estocadas longas e pesadas no ritmo do balanço. Cada avanço esfregava aquele ponto inchado lá dentro, mandando choques quentes até o útero. A mão livre dele subiu por baixo da blusa de seda, puxou o sutiã de renda para baixo e pegou o seio pesado, o polegar girando o mamilo duro até doer gostoso. Camila rebolava contra ele, a saia amassada na cintura, a aliança brilhando enquanto segurava a barra de metal com força branca.
— Mais fundo… porra, Victor… — ela sussurrou, a voz quebrada. — Me fode como se eu fosse tua puta.
Ele riu baixo, sujo, e acelerou. O jeans raspava a bunda dela a cada quadrilada. A boceta fazia barulho obsceno, chupando e soltando o caralho molhado. Camila sentia o orgasmo subindo de novo, mais pesado, mais sujo que o primeiro. O clitóris latejava exposto, roçando o ar frio toda vez que ele saía quase todo. Ela guiou a mão dele para a frente, forçando os dedos calejados no botão inchado.
— Esfrega aí… isso… caralho…
Victor obedeceu, o polegar girando firme enquanto o pau martelava fundo. O homem do terno se mexeu ao lado e Camila contraiu em volta dele de puro medo e tesão. Ele sentiu e meteu ainda mais fundo, a boca colada no cangote.
— Goza pra mim, Camila. Goza no pau do carpinteiro com gente em volta. Aperta essa buceta casada.
Ela gozou. O corpo travou, as pernas bambas, a boceta se fechando em espasmos violentos em volta do pau grosso. Jatos quentes escorreram pelas coxas, pingando no chão do vagão. Camila mordeu o lábio até doer, os olhos revirando, o prazer estourando do fundo da barriga até a ponta dos seios. Victor segurou o quadril dela com as duas mãos e meteu através do orgasmo, prolongando cada contração, o pau latejando forte dentro daquela pressão molhada.
— Porra… tá me espremendo todo de novo — ele xingou, a voz embargada. — Continua. Continua gozando em mim.
Ele deu mais umas estocadas fundas, sentindo cada espasmo sugar, e então enterrou até o fim e gozou. O sêmen veio quente e grosso, jatos pesados enchendo a buceta dela, vazando pelos lados a cada latejada. Camila sentiu o calor escorrer para dentro, misturando com o próprio gozo, e soltou um gemido abafado contra o ombro dele. Victor ficou enfiado um segundo a mais, o peito colado nas costas dela, respirando pesado, o pau ainda pulsando enquanto o último jato escorria.
Quando saiu devagar, o pau brilhando de meleca branca, Camila sentiu o sêmen começar a descer pela coxa interna imediatamente. Quente, viscoso, escorrendo devagar pela pele. Ela tremia toda. As pernas mal seguravam o peso. O vagão freou numa estação. Portas abriram. Gente saiu. O espaço abriu um pouco.
Victor a virou com cuidado, o sorriso cúmplice no rosto suado, os olhos castanhos ainda escuros de tesão. Ele ajeitou a calcinha dela de volta no lugar com os dedos calejados, puxando o tecido encharcado para cobrir a boceta latejante, depois desceu a saia lápis, alisaando a curva da bunda com a palma. Ajeitou o sutiã sob a blusa, puxou a seda para baixo, escondeu o decote. Por último fechou o próprio jeans e o cinto, o volume ainda semi-duro marcado na calça suja de serragem.
— Fica quietinha — murmurou ele, a boca perto da orelha dela, o sorriso sujo. — Ninguém viu porra nenhuma. Tu tá linda assim, toda fodida e cheia da minha porra.
Camila passou a língua nos lábios inchados, o gosto dele ainda na boca. O sêmen escorria mais, molhando a renda da calcinha e descendo pela coxa. As pernas tremiam sem parar. O anúncio da próxima estação ecoou no vagão. Era a dela. Ela pegou a bolsa com mão trêmula, o coração ainda disparado.
Victor a acompanhou até a porta com o corpo colado, como se ainda a protegesse da multidão. Quando as portas se abriram, ele roçou a mão na cintura dela uma última vez, possessivo, e sussurrou:
— Vai. Desce. Mas eu já sei que tu vai lembrar dessa buceta cheia o caminho todo.
Camila saiu. O ar da plataforma bateu frio na pele suada. Cada passo fazia o sêmen escorrer mais, quente e sujo pela coxa interna, escondido sob a saia. As pernas bambas mal aguentavam. Ela sentia a boceta latejar aberta, usada, cheia. O marido esperava em casa com a cerveja e o celular. Ela não ia contar porra nenhuma. Ia tomar banho, esconder a calcinha encharcada no fundo do cesto, e já imaginar a próxima viagem no mesmo horário, o mesmo vagão, o mesmo carpinteiro cheirando a madeira.
No meio da multidão da plataforma ela parou um segundo, olhou para trás. Victor ainda estava na porta do vagão, o sorriso cúmplice no rosto, a camisa aberta no peito. O trem apitou para fechar.
Camila sorriu de canto, a voz baixa o bastante para só ele ouvir no barulho:
— Próxima terça, mesmo horário. Tu topa me foder de novo até eu descer mancando?
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