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Degustação Proibida com a Divorciada da Casa ao Lado

Lucas, de 24 anos, fode com vontade a divorciada safada de 38 que mora ao lado e é cobiçada pelo pai dele.

10 min read October 07, 2026New

Eu sou o Lucas, vinte e quatro anos, e acabei de voltar pra casa dos meus pais depois de terminar a faculdade. Quarto de novo, rotina de novo, e a casa ao lado ocupada por uma mulher que mexeu com a minha cabeça desde o primeiro dia. Carla. Trinta e oito anos, divorciada há pouco, corpo de quem treina e se cuida, peitos fartos, cintura marcada, bunda redonda que o shortzinho curto mal cobria quando ela se mudou. Meu pai, Hugo, já tinha reparado. Os dois flertavam abertamente por cima da cerca — risadas altas, copos de vinho no fim da tarde, ele oferecendo ajuda pra instalar prateleiras, ela tocando o braço dele e sorrindo daquele jeito. A vizinhança inteira via. Eu também via. E odiava o quanto aquilo me deixava tenso.

Toda vez que eu saía sem camisa pro quintal ou pra piscina, o olhar dela demorava. Não era disfarçado. Ela parava o que estava fazendo, mordia o lábio inferior e me estudava como quem escolhe o prato na vitrine. Eu fingia não notar, mas meu pau inchava dentro do short. Era proibido demais. Ela era a cobiçada do meu pai. Se alguém da família ou da rua descobrisse o que eu sentia, virava escândalo. Mesmo assim, o desejo crescia secreto e sujo entre a gente.

Nas semanas seguintes a tensão ficou insuportável. Olhares por cima da cerca: eu cortando a grama, ela regando as plantas de short e top, o peito quase saltando. Mensagens no celular começaram inocentes — “sua mãe me emprestou açúcar ontem, agradece por mim” — e foram virando outra coisa. “Vi você nadando hoje. Tá malhando escondido, né?” Depois: “Esse short molhado não esconde nada, Lucas.” Eu respondia com o peito quente: “Você também não esconde quando se curva pra pegar a mangueira.” Ela mandava emoji de fogo e um “cuidado com o que deseja, menino”. Eu batia punheta pensando nela todas as noites, gozando baixo pra ninguém ouvir, imaginando a boca dela no meu pau enquanto o meu pai dormia do outro lado da parede.

Um dia a mensagem veio direta: “Tô sozinha. A lâmpada da sala queimou e eu não alcanço. Vem me ajudar?” O coração bateu na garganta. Cruzei o jardim em menos de um minuto. Ela abriu a porta de robe curto, cabelo solto, cheiro de perfume barato e bom. A sala estava só com a luz da cozinha vazando. Eu subi na escada, troquei a lâmpada, e quando desci ela estava perto demais. O peito dela roçou no meu braço de propósito. O ar ficou pesado, quente.

— Desde a primeira vez que te vi sem camisa, eu fico molhada — ela disse baixo, olhando pra minha boca. — Adoro a ideia de foder o filho do vizinho. Seu pai fica me olhando, mas é você que eu quero engolindo.

Eu engoli em seco.

— Eu também te desejo pra caralho, Carla. Desde o dia que você chegou. É errado pra porra.

Ela puxou meu rosto e a gente se beijou com fome, língua quente, dente batendo, mão dela descendo direto pro volume do meu short. Eu apertei a bunda dela por cima do robe, sentindo que não tinha calcinha. A linha estava cruzada e a gente sabia.

No sofá da sala dela eu me sentei e ela ajoelhou entre minhas pernas. Abriu o zíper, puxou meu pau pra fora — duro, latejando — e lambeu o comprimento inteiro antes de engolir até o fundo da garganta. Eu gemí, mão no cabelo dela.

— Porra… toma tudo.

Ela chupava com vontade, babando, subindo e descendo a cabeça, olhando pra cima. Gemia em volta do meu pau, a vibração me enlouquecendo.

— Sou a vadia da casa ao lado — ela falou quando tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz rouca, fio de saliva ligando o lábio à cabeça do meu pau. — A divorciada safada que chupa o filho do vizinho escondida. Goza na minha boca se quiser, mas eu quero você dentro.

Levantei ela, virei de quatro no braço do sofá. O robe caiu. Buceta lisinha, inchada, brilhando de tesão. Encostei a cabeça do pau e meti de uma vez, fundo, sentindo ela apertar. Carla gritou abafado, empurrando a bunda pra trás.

— Isso, fode essa vadia — pediu. — Seu pai nunca vai saber que o filho dele tá arrebentando a vizinha.

Eu segurei a cintura dela e meti com força, o tapa na bunda ecoando na sala vazia. Outro tapa, mais forte, a marca vermelha aparecendo. Puxei o cabelo dela pra trás, arqueando o corpo, enfiando até as bolas baterem nela. O barulho molhado de cada estocada enchia o ambiente. Eu falava baixinho, confessional, como se o próprio sofá fosse testemunha:

— Tô fodendo a mulher que meu pai quer. Tô metendo na divorciada da casa ao lado e ela tá gozando no meu pau.

Virei ela de frente, deitei no sofá, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. A buceta aberta, melada, me engolindo de novo. Comecei a comer ela fundo e ritmado, o ângulo batendo certo. Carla se masturbava o clitóris enquanto eu metia, os peitos balançando, a boca aberta.

— Mais forte… assim… porra, Lucas, come essa buceta.

Senti ela tremer, apertar, gozar gritando, a onda molhada escorrendo nas minhas bolas. Não aguentei. Enterrei fundo, estocadas profundas e curtas, e gozei dentro dela com um gemido alto, jatos quentes enchendo, os dois gemendo juntos o quanto aquilo era errado, sujo, delicioso.

— É errado pra caralho — eu respirei no pescoço dela. — E eu quero de novo.

Ela riu baixo, ainda com as pernas nos meus ombros, meu porra escorrendo devagar pela coxa.

— Seu pai vai passar aqui amanhã pra me ajudar com a prateleira — sussurrou no meu ouvido, a voz ainda rouca de puta satisfeita. — E eu vou estar cheia do filho dele. Cuidado quando olhar pra mim por cima da cerca, Lucas. Eu posso pedir de novo.

Ficamos ali suados, o cheiro de sexo impregnado no sofá, o silêncio da casa dela só quebrado pela nossa respiração. Lá fora, o portão dos meus pais rangeu. Meu peito apertou. Eu ainda estava dentro dela, mole e sujo, e o mundo lá fora continuava girando como se nada tivesse acontecido — ainda.

Eu ainda estava dentro dela quando o portão dos meus pais rangeu do outro lado da cerca. O corpo inteiro travou. Carla sentiu, apertou as pernas em volta da minha cintura e puxou meu rosto pra perto da boca dela.

— Calma — sussurrou, quente, a voz rouca de quem acabara de gozar. — É só o teu pai chegando do trabalho. Ele não entra aqui.

Puxei o pau devagar, vendo o leitinho branco escorrer pela fenda inchada dela e manchar o sofá. O cheiro de sexo pairava grosso. Levantei depressa, puxei o short, o coração martelando. Carla ficou deitada, as pernas abertas, o robe aberto, peitos pesados subindo e descendo. Eu olhei pela fresta da cortina. Meu pai, Hugo, abrindo o portão de casa, celular na mão, sem olhar pra cá. O alívio veio misturado com tesão sujo. Eu tinha acabado de gozar dentro da mulher que ele cobiçava e ele não fazia ideia.

Ela se levantou, veio por trás, abraçou minha cintura e mordeu minha orelha.

— Amanhã ele vem instalar a prateleira — murmurou. — Eu quero você de novo antes disso. Agora. No meu quarto. Quero gozar no seu pau sabendo que ele tá a dez metros de distância.

Não hesitei. Peguei ela no colo, as pernas dela enroladas em mim, e subi a escada. O quarto cheirava a perfume e lençol limpo. Joguei ela na cama de casal. Carla riu baixo, se ajoelhou e puxou meu short de novo. O pau já estava duro outra vez, sujo do gozo anterior e da buceta dela. Ela lambeu tudo, limpou com a língua, engoliu fundo até o nariz bater no meu osso. Gemia engasgando, olhando pra cima, saliva escorrendo pelo queixo.

— Porra, Carla… chupa assim, vadia.

Tirei a boca dela, virei de quatro. Enfiei de uma vez, fundo, as bolas batendo na bunda redonda. Ela enterrou o rosto no travesseiro pra abafar o grito. Eu meti com vontade, segurando o cabelo dela, observando o pau sumir e aparecer molhado. Cada estocada era uma confissão suja dentro da minha cabeça: tô comendo a divorciada safada da casa ao lado, a mesma que meu pai fica babando por cima da cerca, e ela tá molhada pra caralho por mim.

— Mais forte, Lucas — ela pediu, empurrando a bunda pra trás. — Fode essa buceta como se eu fosse só tua. Seu pai pode até sonhar, mas é o filho dele que tá me arrebentando.

Passei a mão por baixo, achei o clitóris inchado e esfreguei em círculos enquanto metia. Carla tremeu, gozou de novo, a buceta pulsando e escorrendo em volta do meu pau. Virei ela de frente, abri as pernas, coloquei os joelhos nos ombros e entrei fundo no ângulo que fazia ela abrir a boca sem som. Os peitos balançavam. Eu chupava um mamilo enquanto comia ela ritmado, suado, o colchão rangendo.

— Eu quero te foder todas as noites — confessei no ouvido dela. — Enquanto ele pensa que pode te pegar, eu tô enchendo essa buceta.

Ela riu, ofegante, e me puxou pra um beijo molhado.

— Então fode. Goza de novo dentro. Quero dormir com o seu porra escorrendo.

Não aguentei muito. Estocadas curtas, profundas, e jorrei outra vez, gemendo baixo no pescoço dela. Ficamos abraçados, suados, o silêncio só quebrado pela respiração. Lá fora, a luz da sala dos meus pais acendeu. Eu sabia que ele estava lá, talvez pensando nela, e isso me deixava ainda mais duro por dentro.

Durmi um pouco na cama dela. Acordei de madrugada com a boca dela no meu pau de novo, chupando devagar, me acordando já latejando. Carla montou em mim, desceu devagar, rebolando a bunda larga, peitos na minha cara. Eu mordia, chupava, segurava a cintura e empurrava pra cima. Ela gemia abafado, falando putaria:

— Sou a vizinha puta. A divorciada de trinta e oito que fode o moleque de vinte e quatro escondida. Seu pai vai chegar daqui a pouco e eu vou estar cheia de novo.

Gozamos juntos pela terceira vez, quietos, a buceta dela espremendo cada gota. Quando o sol clareou, eu voltei pra casa pelo quintal, o short sujo, o cheiro dela grudado na pele. Tomei banho rápido. Meu pai já estava tomando café.

— Vou ajudar a Carla com a prateleira daqui a pouco — ele disse, casual. — Você fica por aqui?

— Fico — respondi, o peito quente.

Ele saiu. Eu esperei cinco minutos e cruzei de novo. A porta estava entreaberta. Carla me puxou pra dentro, já de shortinho e top, o corpo cheirando a sabonete. Meu pai estava no fundo da casa, na área de serviço, medindo a parede com a fita.

— Ele tá ocupado — ela sussurrou, puxando meu pau pra fora pela porta da despensa. — Rápido. Quero gozar antes que ele termine.

Ajoelhei ela ali mesmo, entre as prateleiras de comida. Enfiei a cabeça do pau na boca dela. Carla chupava quieta, molhada, a mão masturbando o que sobrava. Eu segurei a cabeça dela e fodi a garganta devagar, ouvindo o martelo do meu pai no outro cômodo. O barulho de madeira sendo furada misturava com o som molhado da boca dela.

Levantei, virei ela de frente pra parede, puxei o shortinho pro lado e meti. A buceta já estava ensopada. Segurei a boca dela com a mão pra ela não gritar. Meti fundo, rápido, sujo, o pau sumindo na carne quente. Ela gozou tremendo, a buceta apertando, e eu gozei logo atrás, jatos quentes dentro, o corpo todo tensionado pra não fazer barulho.

Puxei o pau. O gozo escorreu pela coxa dela. Carla ajeitou o short, me deu um beijo rápido e sussurrou:

— Volta pra casa. Eu limpo depois.

Saí pelo fundo. Meu pai nem notou. Voltei pro meu quarto, o coração ainda acelerado, o pau latejando de residual.

À noite, a mensagem dela veio: “Vem. Ele já foi. Tô sozinha e ainda cheia de você.”

Cruzei de novo. Ela me esperava nua na cama. Eu comi ela de quatro, de lado, por cima, sujo, confessional, falando baixinho o quanto era errado e o quanto eu gostava. Gozamos mais uma vez, o gozo misturado escorrendo, o corpo dela tremendo debaixo do meu.

Quando eu finalmente saí dela, mole e satisfeito, Carla me puxou pra perto e beijou meu pescoço. A voz saiu baixa, quase carinho, mas o segredo veio afiado:

— Seu pai me mandou mensagem agora há pouco. Enquanto a gente tava fodendo. Ele quer jantar comigo amanhã. Sozinho. Disse que sente falta de conversar… e olhou pra mim o dia inteiro de um jeito diferente. Eu não respondi ainda. Ele não sabe de nada. Mas eu sei que, se eu quiser, posso ter os dois. E você não faz ideia de como isso me deixa molhada de novo.

Ela sorriu contra minha pele, o gozo ainda escorrendo devagar entre as pernas dela, e eu fiquei ali, suado, o peito apertado, sabendo que a transgressão tinha acabado de ganhar mais uma camada que só ela controlava.

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