Massagem Proibida na Banheira de Hidromassagem
A empresária de 28 anos Tamara convence o massagista Grant, de 32, a foder seu cu apertado na banheira de hidromassagem.
Tamara, a empresária de vinte e oito anos de pele dourada e corpo de curvas generosas, abriu a porta de sua mansão no Morumbi com um sorriso que já prometia merda gostosa. O robe de seda branca mal cobria os seios pesados e o bumbum redondo que Grant, o massagista de trinta e dois anos contratado toda semana, conhecia de cor sob as mãos fortes. Ele era alto, ombros largos, peito de academia e aquele pau grosso que ela já imaginara mais de uma vez escondido na calça do uniforme preto.
— Entra, Grant. Hoje quero a sessão completa. Só nós dois — ela disse, a voz rouca, os olhos escuros cravados no volume discreto entre as pernas dele.
Na sala de massagem privativa, iluminada só por velas, Tamara deitou de bruços na maca larga. Grant começou pelos ombros, polegares afundando na musculatura tensa dela enquanto ela soltava gemidos baixos, safados, de quem não fingia. Os dedos dele desceram pelas costas nuas, passando da cintura e parando bem na curva do bumbum gordo. O óleo de coco brilhava na pele dela. Tamara abriu as pernas um pouco mais, de propósito, e ele viu o fio dental molhado colado na xota carnuda.
— Você tá dura pra caralho hoje, Tamara — Grant murmurou, a voz grossa.
— E você tá de pau duro desde que entrou, seu safado. Senti no abraço.
Ela riu baixo e se rebolou contra a maca. Depois do alongamento, ainda com o corpo escorregadio de óleo, Tamara se sentou e olhou direto pra ele.
— Banheira de hidromassagem. Agora. Quero você lá dentro comigo.
Grant engoliu seco, o pau latejando contra a cueca. Ele conhecia aquela cliente regular demais pra fingir que era só massagem. Seguiu ela até o deck coberto, onde a banheira grande borbulhava com água quente e cheiro de lavanda. Tamara deixou o robe cair. Ficou nua: peitos pesados com mamilos escuros endurecidos, barriga lisa, xota depilada brilhando e aquele cu rosado apertado que ela abriu de leve ao entrar na água, de quatro por uns segundos só pra ele ver.
Grant tirou a camisa e a calça. O pau grosso, veias saltadas, a cabeça rosada já pingando pré-gozo, bateu pesado contra a barriga dele. Entrou na banheira atrás dela. A água borbulhava ao redor dos corpos. Ele começou a massagear os ombros e as costas dela de novo, dedos fortes apertando, descendo até a lombar. Tamara gemeu alto e empurrou o bumbum pra trás, sentindo a rola dura dele encostar bem no meio da fenda.
— Porra, Grant… isso. Aperta mais fundo.
Ela rebolava discreta no começo, o cu quente roçando a cabeça do pau dele debaixo d’água. Grant avançou o quadril, deixando o pau grosso deslizar entre as nádegas oleosas. Os jatos da hidromassagem batiam nela bem no clitóris. Tamara virou o rosto, os lábios entreabertos, o cabelo molhado grudado no pescoço.
— Me beija, porra. Agora.
Ele agarrou o queixo dela e cravou a boca. Língua grossa, salivando, mordendo lábio inferior. O beijo era faminto, sujo, dentes e gemido. Tamara meteu a mão pra trás e segurou o pau dele, apertando a glande.
— Quero suas mãos nos lugares proibidos, Grant. No meu cu. Quero você enfiando tudo aí. Tô louca pra sentir esse pau grosso estourando meu cuzinho apertado.
Grant gemeu no beijo dela, a voz rouca contra a boca molhada.
— Porra, Tamara… eu tô doido pra foder esse cu apertado seu. Quero ver ele engolindo minha porra. Você topa ir até o final? Quero meter fundo e te encher.
— Topo. Quero tudo. Me fode o cu até eu gozar gritando.
Eles se beijaram de novo, mais bruto, línguas se enrolando enquanto ela masturbava o pau dele debaixo da água. Grant passou os dedos entre as nádegas dela, achou o furinho apertado e circulou, sentindo o músculo contrair de tesão. A água borbulhava, espirrando.
Tamara saiu um pouco, ficou de quatro na borda de mármore da banheira, o bumbum empinado pra fora, gotas escorrendo pela fenda. Grant se posicionou atrás, ainda com a água na cintura. Pegou o lubrificante que ela deixara ao lado — grosso, transparente — e despejou generoso no cu rosado. Dois dedos grossos entraram de uma vez. Tamara gritou um gemido gutural.
— Aih, caralho… dilata esse cuzinho, seu massagista safado.
Grant girou os dedos em círculos sujos, abrindo, empurrando até o nó, sentindo as paredes quentes se agarrarem. Enfiava e puxava, o lubrificante fazendo barulho molhado, enquanto o polegar massava o períneo. O cu dela abria, rosado e brilhante, engolindo os dedos até a base.
— Olha esse furinho puto te pedindo pau — ele rosnou. — Vou te arrombar agora.
Ele tirou os dedos, alinhou a cabeça grossa do pau e empurrou. O cu de Tamara resistiu um segundo e depois cedeu, engolindo centímetro por centímetro a rola veia por veia. Ela uivou, unhas cravadas na borda.
— Isso, mete fundo! Me fode como putinha anal. Me chama de putinha anal, Grant. Fala que meu cu é sua puta.
— Toma, putinha anal. Teu cuzinho tá engolindo meu pau inteiro, sua vadia de massagem proibida — ele meteu até o saco bater nas nádegas dela. Começou a foder forte, estocadas longas e profundas, a água espirrando a cada tapa de pele. O cu dela se apertava em volta, quente, viscoso de lube. Grant segurava a cintura larga e metia como se quisesse marcar o fundo.
Tamara rebolava contra ele, pedindo mais.
— Mais forte, porra! Arrebenta essa putinha anal. Ah, meu cu tá pegando fogo no teu pau.
Eles trocaram. Grant sentou na borda interna, a água ainda cobrindo as coxas. Tamara montou de costas pra ele, amazona invertida, enfiando o cu sozinha no pau grosso. Desceu devagar no começo, gemendo alto quando a cabeça abria o anel de novo, depois começou a quicar com força. O bumbum gordo batia na barriga dele, o cu engolindo e cusping a rola inteira. Ela esfregava o clitóris com dois dedos enquanto cavalgava, o outro braço apoiado na coxa dele.
— Olha eu gozando no teu pau dentro do meu cu… aih, caralho, Grant!
O orgasmo dela veio em ondas: o cu se contraindo em espasmos violentos ao redor da rola, a xota esguichando um pouco na água, gemidos altos e sujos. Grant segurou as nádegas dela, abriu mais e meteu pra cima, fundo, fundo, até gozar. Jatos quentes e grossos encheram o cu dela, pulando, vazando um pouco pelas bordas enquanto ele gemia o nome dela.
Tamara ainda tremia quando se virou na água, ajoelhou entre as pernas dele e engoliu o pau sujo de porra e lube. Chupou gulosa, limpando tudo com a língua, lambendo a glande e o saco, engolindo os restos que escorriam. Quando soltou, um fio de saliva e gozo ligava a boca ao pau.
Ela sorriu, os lábios brilhando.
— Essa foi a melhor massagem proibida da minha vida, Grant. Toda semana. Quero esse pau no meu cu toda porra de semana.
Eles se beijaram de novo, molhado, sujo, o gosto da própria porra na boca dela. Mas o beijo não acabou o tesão. O pau de Grant já reagia de novo contra a barriga dela, e Tamara sentiu o cu ainda latejando, aberto e cheio, pedindo outra rodada mais bruta. Ela passou a mão nele e sussurrou contra a boca:
— Ainda não terminamos. Quero você me fodendo de novo… e dessa vez quero que me use até eu não conseguir sentar amanhã na reunião.
Tamara ainda com o gosto salgado da porra dele na língua, apertou o pau de Grant com força debaixo da água quente e rebolou o bumbum latejante contra a barriga dele. O cu dela pulsava aberto, escorrendo gozo grosso misturado com lube, e ela sentia cada batida do coração naquele anel dilatado.
— Me usa de verdade agora, Grant. Quero esse pau grosso me arrombando de novo até eu não conseguir fechar as pernas. Me fode como se eu fosse só um cuzinho pra você esvaziar.
Grant rosnou baixo, a rola já dura de novo, veias saltadas latejando na mão dela. Ele agarrou os seios pesados dela por trás, apertando os mamilos escuros até ela gemer, e empurrou o quadril pra cima, enfiando a cabeça grossa de volta no cu molhado sem aviso. Tamara gritou um “aih, caralho” rouco quando o anel cedeu de novo, engolindo a glande de uma vez só. A água borbulhava ao redor, espirrando pra fora da banheira a cada movimento.
Ele meteu fundo de uma estocada só, o saco batendo nas nádegas gordas dela com um tapa molhado. Tamara arqueou as costas, unhas cravadas nas bordas de mármore, o cabelo molhado grudado no rosto.
— Isso, massagista safado… arrebenta essa putinha anal. Fala como meu cu tá te mamando.
— Teu cuzinho tá sugando meu pau inteiro, vadia. Olha como ele tá aberto, rosado, engolindo até o fundo — Grant falou grosso, segurando a cintura larga dela e metendo com força. Estocadas longas, puxando quase tudo pra fora só pra cravar de novo até as bolas. O lube e a porra anterior faziam barulho nojento, molhado, chap-chap a cada empurrão. — Eu vou te deixar sem conseguir sentar naquela porra de reunião. Vai lembrar do meu pau a cada vez que tentar cruzar as pernas.
Tamara rebolava louca, empurrando o bumbum pra trás contra ele, pedindo mais fundo. Os jatos da hidromassagem batiam direto no clitóris inchado dela enquanto o pau grosso dilatava o cu sem piedade. Ela meteu dois dedos na xota e fodeu a si mesma em ritmo com as estocadas dele, gemendo alto, sujo.
— Mais forte, porra! Me chama de puta do cu. Quero ouvir.
Grant tirou o pau de uma vez, virou ela de frente e a forçou a ajoelhar na água rasa da borda. Ajoelhado atrás, ele abriu as nádegas dela com as duas mãos, cuspiu grosso no furinho brilhante e enfiou de novo num só golpe. Tamara uivou, a testa encostada no mármore frio, o cu se contraindo em volta da rola veiuda.
— Toma, puta do cu. Tua massagem proibida agora é levar porra no rabo toda semana — ele falou, metendo bruto, a barriga batendo no bumbum a cada estocada. Água espirrava pra todo lado, o cheiro de sexo e lavanda misturado com o aroma forte de porra. — Olha esse cuzinho te pedindo arrombamento. Vai ficar largado amanhã, cheio da minha porra, latejando enquanto você finge ser empresária séria.
Ele acelerou, fodia como animal, mãos agarrando os peitos dela por baixo e apertando até doer gostoso. Tamara gozou de novo ali mesmo, o cu se fechando em espasmos violentos ao redor do pau dele, a xota esguichando jatos quentes na água borbulhante. Gemidos guturais saíam da garganta dela, “aih fode, aih arrebenta, aih meu cu é teu”.
Grant não parou. Tirou o pau, puxou ela pra cima e a fez montar de frente, pernas abertas na água. Tamara desceu o cu sozinha no pau grosso, gemendo quando a cabeça abriu o anel dilatado de novo. Ela quicava pesado, o bumbum gordo batendo na coxa dele, seios pulando na cara dele. Grant chupou um mamilo com força, dentes raspando, enquanto metia pra cima, fundo, fundo, até o saco bater.
— Porra, Tamara… teu cu tá me mamando igual boca puta. Quero ver você gozar de novo com esse pau te estourando por dentro.
Ela esfregava o clitóris louca, rebolando em círculos sujos, o cu engolindo e cuspindo a rola inteira a cada subida. O lubrificante fazia fio viscoso escorrendo pelas bolas dele. Tamara beijou a boca dele, língua suja, saliva escorrendo no queixo.
— Me enche de novo. Quero sentir tua porra quente vazando o dia todo. Me fode até eu não aguentar mais, Grant. Usa esse cu apertado.
Ele segurou as nádegas dela, abriu ao máximo e meteu pra cima com tudo. O som era obsceno — pele molhada batendo, gemidos altos, água espirrando. Tamara gozou pela terceira vez, o corpo inteiro tremendo, o cu se contraindo em ondas que ordenhavam o pau dele. Grant não aguentou. Cravou fundo, gemia o nome dela rouco, e gozou jatos grossos e quentes direto no fundo do cu dela. Porra demais, enchendo, pulando, vazando pelas bordas do anel dilatado enquanto ele continuava metendo devagar, empurrando a porra mais pra dentro.
Tamara ainda quicava fraca, espremendo cada gota, o cu latejando aberto e cheio. Grant ficou enterrado até o fim, respirando pesado contra o pescoço dela, as mãos apertando as nádegas moles.
Eles ficaram assim um momento, corpos colados na água quente que ainda borbulhava ao redor. O pau dele amolecendo devagar dentro do cu dela, a porra escorrendo misturada com lube pela fenda, pingando na água. Tamara apoiou a cabeça no ombro largo dele, ofegante, o sorriso safado ainda nos lábios inchados de tanto beijo.
— Caralho… meu cu tá destruído. Melhor massagem da porra da minha vida.
Grant riu baixo, a mão subindo e descendo as costas suadas dela, dedos traçando a curva do bumbum ainda aberto. O pau saiu molinho com um ploc molhado, deixando o furinho rosado latejando, escorrendo branco. Tamara se acomodou no colo dele na água, pernas frouxas, o corpo inteiro mole de tanto gozo. O afterglow os pegou ali, peitos colados, respiração se acalmando devagar enquanto a banheira continuava borbulhando em silêncio ao redor dos dois.
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