Viúva no Vapor com o Marido da Amiga

Viúva tarada de 38 anos fode escondido com o marido musculoso da amiga no banheiro do trem.

10 min read September 19, 2026New

O ar-condicionado do vagão falhava a cada solavanco e o calor grudava no pescoço de Colette como uma mão molhada. Trinta e oito anos, viúva havia sete meses, ela viajava de noite num trem quase vazio com a melhor amiga Tamara e o marido dela, Victor, quarenta e dois, ombros largos de academia, barba por fazer e aquele sorriso fácil que sempre deixava as mulheres inquietas. As luzes amareladas balançavam. Tamara, de trinta e sete, já dormia de boca aberta no banco ao lado, fones grandes tapando os ouvidos, a cabeça tombada no ombro de Colette. Do outro lado do corredor estreito, Victor não disfarçava.

Colette sentia o olhar dele pesando nas coxas descobertas pelo vestido leve de verão. Cada balanço do trem fazia o tecido subir um centímetro a mais. Ela cruzou e descruzou as pernas, o calor subindo entre elas, a calcinha já um pouco úmida só daquela tensão. Victor manteve os olhos nela, sem vergonha. Quando Tamara roncou baixinho, ele passou a língua no lábio inferior e murmurou, só para Colette ouvir:

— Esse vestido é um convite, viúva.

Ela sentiu o estômago revirar de tesão. Desde o velório do marido, quando Victor a abraçou forte demais e o cheiro dele ficou grudado nela por dias, aquela vontade suja não tinha sumido. Agora, no meio da noite, no trem chacoalhando para o interior, o desejo vinha solto.

— Cala a boca — sussurrou ela, mas a voz saiu rouca. — Sua mulher está bem aqui.

Ele riu baixo, o peito largo se movendo sob a camisa justa.

— E ela dorme que nem pedra com esses fones. Você sabe.

O primeiro toque foi “acidental”. Ao se ajeitar no banco, o joelho grosso de Victor encostou na coxa suada de Colette. O calor da pele dele queimou. Ela não tirou a perna. Ele empurrou um pouco mais, a mão grosseira descendo e roçando a parte interna da coxa dela por cima do vestido, o polegar riscando a pele quente. Colette prendeu a respiração. A buceta latejou. Tamara mexeu a cabeça, murmurou algo incompreensível e voltou a dormir pesado.

— Você está molhada só de eu te olhar — ele sussurrou no ouvido dela, o hálito quente. — Eu sinto o cheiro.

— Seu safado — ela devolveu, mas abriu as coxas um milímetro. — Para com isso.

Ele não parou. A mão subiu mais, os dedos grossos apertando a carne macia, subindo até a beira da calcinha. Colette mordeu o lábio para não gemer. O trem balançava, o metal rangia, e a mão dele escorregou por baixo do tecido fino, o indicador encontrando o tecido encharcado.

— Porra, Colette… — a voz dele saiu grossa. — Desde o dia do enterro eu penso nisso. Em te meter até você esquecer o nome do morto.

Ela estremeceu. A confissão saiu suja e verdadeira. Victor tirou a mão devagar, pegou a dela e a puxou. Tamara continuava morta de sono. Colette levantou sem fazer barulho, o coração batendo na garganta, e o seguiu pelo corredor balançante até o espaço apertado entre os vagões. A porta de fole se abriu com um chiado. Lá fora o vento noturno batia, o barulho dos trilhos ensurdecedor. No momento em que a porta se fechou atrás deles, Victor a empurrou contra a parede metálica e a beijou com fome.

Língua, dentes, saliva. As mãos dele subiram pelas costas dela, apertando a bunda com força, erguendo o vestido. Colette abriu a boca no beijo e gemue contra a língua dele. Ele enfiou a mão entre as pernas dela de novo, dessa vez por dentro da calcinha, dois dedos escorregando direto na buceta quente e escorrendo.

— Tá vendo? — ele rosnou no ouvido dela, lambendo o lóbulo. — Encharcada pra caralho. Me confessa.

— Eu quero — ela ofegou, as unhas cravadas nos ombros largos dele. — Desde o velório. Eu te olhava e pensava em te chupar ali mesmo, atrás da igreja. Me fode, Victor. Por favor.

Ele tirou os dedos encharcados e passou na boca dela. Colette chupou, o gosto dela mesma misturado ao suor. Victor puxou a calcinha dela para o lado e esfregou a palma inteira na buceta, o polegar girando no clitóris inchado.

— Vem.

Ele a arrastou até o banheirinho minúsculo do vagão. A porta se trancou com um estalo metálico. O espaço era tão pequeno que os corpos se espremiam. Luz fraca, espelho sujo, vaso de metal. Colette caiu de joelhos no chão balançante sem ele pedir. Abriu o cinto de Victor com pressa, puxou a calça e a cueca para baixo e o pau grosso e veiado saltou na cara dela, já duro pra porra, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela envolveu a base com as duas mãos e engoliu o máximo que conseguiu de uma vez.

— Isso, viúva safada — ele gemeu, a mão grande segurando o cabelo dela. — Chupa esse pau que sua amiga não mamá direito. Olha essa baba…

Colette boquejou fundo, a garganta se abrindo, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios que o vestido decotado quase não continha. O balanço do trem fazia o pau dele ir e voltar sozinho dentro da boca dela. Ela chupava com vontade, os olhos marejados, o nariz batendo no osso da virilha suada. Victor puxava o cabelo dela e empurrava mais fundo, gemendo baixo:

— Porra… sua boca é uma puta. Continua.

Quando ela quase engasgou de verdade, ele a puxou para cima, virou-a de costas contra a pia minúscula e ergueu o vestido até a cintura. A calcinha foi rasgada de lado. Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez só até o fundo. Colette gritou no antebraço dele, que já cobria a boca dela.

— Shhh… a Tamara tá do outro lado — ele rosnou no ouvido, metendo com força, as bolas batendo na bunda dela. — Mas grita no meu braço, putinha. Sente esse pau casado te abrindo.

Cada estocada fazia o banheiro inteiro tremer junto com o trem. Colette babava no braço dele, os olhos revirando, a buceta apertando o pau grosso que entrava e saía molhado. Victor puxou o decote do vestido para baixo, os peitos grandes e pesados de Colette saltando para fora. Ele os apertou com força enquanto fodía, os polegares nos mamilos duros.

— Agora monta.

Ele se sentou no vaso sanitário com a calça nos tornozelos. Colette virou de frente, abriu as pernas e desceu devagar no pau dele, sentindo cada centímetro entrar até o útero. Ficaram cara a cara. Victor agarrou as duas tetas, apertando e chupando um mamilo enquanto ela começava a cavalgar. O ritmo ficou selvagem rápido. Ela subia e descia com vontade, a bunda batendo nas coxas musculosas dele, o pau entrando fundo demais. Os olhares se prenderam. Tesão puro, cumplicidade suja de quem estava traindo a mesma mulher no mesmo trem.

— Olha pra mim enquanto goza — ele ordenou, a voz rouca, os dedos cravados nas nádegas dela, puxando-a com força para baixo. — Me olha, Colette. Eu vou gozar dentro. Você quer?

— Quero — ela gemeu, a testa colada na dele, o suor escorrendo entre os peitos. — Enche essa buceta. Me marca.

Victor meteu mais fundo, mais rápido. Colette sentiu o orgasmo vir como um soco. A buceta latejou, se contraiu violentamente em volta do pau dele e ela gozou gritando no ombro dele, o corpo inteiro tremendo, as unhas arranhando as costas largas sob a camisa. No mesmo instante Victor empurrou até o fundo e gozou pesado, jatos quentes enchendo ela, o porra escorrendo já enquanto ele ainda pulsava. Ficaram se olhando, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro dela, o sêmen misturado ao gozo dela escorrendo pelas bolas e pingando no chão do banheiro.

O trem freou um pouco nas curvas. Fora, o mundo continuava. Eles se separaram rápido, o coração ainda descompassado. Victor puxou a calça, ajeitou o cinto. Colette puxou o vestido para baixo, a calcinha rasgada só um pedaço de tecido inútil. O porra dele escorria quente pela coxa interna, escorrendo até o joelho. Ela limpou o que pôde com o papel higiênico fino, mas sabia que ainda pingava.

— Volta primeiro — ele sussurrou, beijando a boca dela uma última vez, lambendo o lábio inferior. — Eu te espero cinco minutos.

Colette abriu a porta do banheiro com as mãos trêmulas e caminhou de volta pelo corredor balançante. Cada passo fazia mais porra escorrer, molhando a parte interna da coxa, o cheiro forte de sexo grudado nela. Sentou-se ao lado de Tamara, que continuava profundamente dormindo com os fones. O vestido colado nas costas suadas. Ela cruzou as pernas com força, sentindo o sêmen de Victor ainda quente e escorregadio dentro dela, e o olhar dele, do outro lado do corredor, prometendo que aquilo não tinha acabado.

O olhar de Victor não largava o dela. Colette sentia o porra dele ainda quente escorrendo devagar pela coxa, molhando o assento debaixo do vestido. A cada balanço do trem o líquido grosso descia mais um pouco, e ela apertava as pernas com força, o coração disparado. Tamara roncava baixo, a cabeça pesada no ombro dela, os fones isolando o mundo. Cinco minutos. Foi o que ele pediu. Colette contou mentalmente, os dedos tremendo no colo, a buceta latejando aberta e usada.

Quando o tempo passou, ela se levantou de novo. As pernas bambas. O corredor balançava. Victor já estava de pé, esperando no vão entre os vagões, o cinto ainda frouxo. Assim que a porta de fole se fechou atrás dela, ele a puxou pelo pulso e a empurrou de volta para o banheirinho minúsculo. A tranca bateu. O espaço fedia a sexo deles, ar quente e abafado.

— Você voltou pingando meu leite — ele rosnou, a voz rouca, as mãos já subindo pelas coxas dela. — Safada. Eu sabia que ia querer mais.

Colette não respondeu com palavras. Abriu a boca e chupou a língua dele com fome, o gosto de porra e saliva misturado. Victor ergueu o vestido de uma vez, agarrou a bunda nua e enfiou dois dedos grossos direto na buceta escorregadia. O barulho molhado ecoou no banheiro. Ela gemeu alto demais; ele cobriu a boca dela com a mão livre.

— Shhh. Sua amiga tá a dois metros. Mas eu quero ouvir você gozar de novo nessa porra de trem.

Ele tirou os dedos encharcados, girou Colette de costas contra a pia e empurrou o peito dela para baixo. O espelho sujo refletia o rosto dela corado, os peitos caindo para fora do decote. Victor abriu a calça, o pau já duro de novo, veias latejando, a cabeça brilhando. Cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma tacada só até o fundo. Colette gritou no braço dele. O pau grosso abriu ela de novo, entrando fácil no buraco ainda frouxo e cheio de porra.

— Porra, tá ainda mais molhada — ele grunhiu, metendo forte, as bolas batendo na bunda. — Sente como eu te abro. Essa buceta casada da sua amiga não aperta assim. Você foi feita pra levar porra alheia.

Cada estocada fazia o banheiro tremer junto com os trilhos. Colette babava, os olhos revirando, uma das mãos segurando a pia gelada. Victor puxou o cabelo dela para trás, forçando o pescoço a arch, e meteu mais fundo, o pau batendo no fundo do útero. O calor subia. Ela sentia o gozo dele antigo escorrendo misturado com o novo pré-gozo, escorrendo pelas coxas, pingando no chão sujo.

— Me fala o que você quer — ele ordenou, a mão livre descendo para apertar o clitóris inchado dela. — Fala sujo, viúva.

— Quero seu pau — ela ofegou, a voz rouca contra o metal. — Quero que você me foda até eu não conseguir andar. Enche de novo. Me marca por dentro enquanto a Tamara dorme do lado. Sou a puta do marido dela.

Victor riu baixo, sujo, e acelerou. As estocadas ficaram violentas, o corpo dele batendo no dela com força de academia, suor escorrendo pelas costas largas. Colette sentiu o orgasmo chegando rápido demais, a buceta contraindo em volta do pau grosso. Ele parou de repente, tirou o pau todo, girou ela de frente e a ergueu contra a parede. As pernas dela envolveram a cintura dele. Ele enfiou de novo de uma vez, segurando o peso dela com as mãos na bunda.

Cara a cara. Suor. Respiração quente. Victor metia para cima, o pau entrando fundo demais, a cabeça batendo no ponto que fazia Colette tremer. Ela cravou as unhas nos ombros dele, o vestido amassado entre os corpos.

— Olha pra mim — ele disse. — Olha enquanto eu te encho de novo. Você quer meu leite outra vez?

— Quero — ela gemeu, a testa colada na dele. — Goza dentro. Enche essa buceta até vazar. Eu vou voltar pro banco com sua porra escorrendo e sentar do lado dela pingando.

Ele meteu mais rápido, mais fundo. O banheiro inteiro cheirava a sexo crú. Colette gozou primeiro, o corpo inteiro se contorcendo, a buceta espremendo o pau dele em espasmos violentos, um grito abafado no pescoço dele. Victor segurou firme, metendo através do orgasmo dela, e gozou logo em seguida, jatos quentes e pesados disparando lá no fundo. Ele empurrava até o osso, pulsando, enchendo ela de novo enquanto gemia baixo no ouvido dela.

— Toma… toma toda… putinha casada dos outros…

Ficaram parados, o pau dele ainda latejando dentro dela, o sêmen novo misturando com o antigo e escorrendo pelas bolas, pingando no chão do banheiro em fios grossos. O trem chacoalhava. O ar abafado. Colette respirava ofegante contra o peito largo dele, as pernas ainda tremendo em volta da cintura, a buceta latejando cheia e aberta. Victor não tirou ainda. Ficou ali, o pau amolecendo devagar dentro dela, os dedos apertando a carne macia da bunda, o suor dos dois se misturando.

Ela sentia cada gota quente, o peso do leite dele, o cheiro forte grudado na pele. O coração batia descompassado contra o peito dele. Lá fora o mundo continuava nos trilhos, e do outro lado do corredor Tamara dormia sem saber. Colette fechou os olhos por um segundo, o corpo mole no abraço sujo, o pau ainda enterrado, o gozo escorrendo lento pela coxa interna enquanto o trem seguia pela noite.

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