Cruzando o Olhar com o Namorado do Meu Amigo

Lucas, de 28 anos, troca olhares safados com o namorado gostoso do amigo e acaba sendo fodido na piscina.

11 min read September 19, 2026New

Eu sou o Lucas, designer gráfico de vinte e oito anos, e aquele fim de semana na casa de praia do Thiago deveria ter sido só sol, cerveja e papo furado de amigo. Em vez disso, virei um puto confesso no instante em que cruzei o olhar com o namorado dele.

Cheguei no sábado por volta das quatro, a camisa colada nas costas pelo calor da estrada. A casa era daquelas de madeira clara, varanda larga de frente pro mar, cheiro de sal e sunscreen. Thiago me abraçou forte na porta, aquele sorriso de quem já tinha aberto a primeira cerveja, e me puxou pra sala.

— Cara, finalmente. Entra. O Pedro tá aí.

Pedro. Eu tinha visto foto, mas foto não prepara ninguém. O personal trainer de trinta e dois anos se levantou do sofá de linho branco e veio na minha direção. Um metro e oitenta e cinco de músculo trabalhado, peito largo sob a regata preta, braços cheios de tinta — uma serpente subindo pelo bíceps esquerdo, ondas e âncoras no direito —, coxas grossas marcando o short de banho. Cabelo curto, barba por fazer no ponto certo, boca carnuda. Quando apertou minha mão, a pele dele estava quente e áspera de callus de academia.

— Prazer, Lucas. O Thiago fala pra caralho de você.

O aperto durou um segundo a mais do que o necessário. Os olhos castanhos dele desceram na minha boca, voltaram pros meus, e eu senti o pau mexer dentro da calça. Um sorriso mínimo, cúmplice, surgiu no canto da boca dele. Eu devolvi. Thiago já tinha sumido pra cozinha gritando que o carvão tava pegando e que ia temperar a picanha.

Ficamos sozinhos na sala por uns minutos eternos. Pedro se recostou no sofá de novo, pernas abertas, e me observou enquanto eu fingia admirar a vista pela janela. Eu sentia o olhar dele na nuca, descendo pelas minhas costas, parando na bunda. Quando virei, ele não desviou. Segurou. Eu engoli seco, o coração batendo no pescoço.

— Thiago disse que você desenha pra caralho — falou ele, voz grave, baixa.

— Desenho. E você... treina gente.

— Treino. E olho. Gosto de olhar o que tá bem feito.

O ar ficou denso. Eu cruzei os braços pra esconder o volume que começava a aparecer, mas ele notou. O sorriso dele cresceu, safado, e eu respondi com outro. Lá na cozinha, Thiago cantarolava e batia faca na tábua. A gente ficava trocando esses olhares demorados, meio segundo a mais cada vez, a tensão sexual pesada como o cheiro de carne assando. Eu já imaginava a mão tatuada dele na minha nuca. Ele já imaginava eu de joelhos. A gente sabia.

A noite caiu quente. Thiago bebeu duas taças de vinho tinto junto com a picanha, riu alto das minhas histórias de cliente chato, depois bocejou e sumiu pro quarto lá pelas onze, murmurando que o sol e o álcool tinham acabado com ele. A porta fechou. O silêncio da casa de praia encheu tudo — só o barulho distante das ondas e o zumbido dos grilos.

Pedro e eu ficamos na varanda, de pé junto ao parapeito de madeira. A luz amarela da lâmpada pendente desenhava as linhas do peito dele. Eu estava de shorts e camiseta larga; ele só de short. O vento trazia cheiro de mar e de suor limpo.

— Você também sentiu — disse ele, sem rodeio, virando o corpo pra mim. — Desde a sala.

— Senti. Desde o aperto de mão. Porra, Pedro... você é o namorado do meu melhor amigo.

— E mesmo assim eu quero te foder desde que você entrou pela porta. Confessa. Você também.

Eu ri baixo, nervoso, excitado pra caralho. O pau já estava duro, apertando o tecido.

— Quero. Quero te chupar, quero teu pau grosso na minha boca, quero que você me coma. Isso é loucura.

Ele deu um passo. A mão dele agarrou minha camiseta na altura do peito e me puxou. O beijo veio quente, molhado, língua grossa invadindo minha boca com gosto de vinho e menta. Eu gemi no beijo, as mãos subindo pelos braços tatuados dele, sentindo o músculo duro. Ele apertou minha bunda com as duas mãos, puxou meu quadril contra o dele — o volume grosso e pesado do pau dele batendo no meu — e mordeu meu lábio inferior.

— Porra, Lucas... que boca gostosa. Vem. Piscina. Agora. Antes que eu te coma aqui mesmo e acorde o Thiago com teu gemido.

A gente desceu a escada de madeira descalço, o coração martelando. A piscina brilhava azul sob as luzes embutidas na borda, a água parada e morna. Ninguém por perto. Só a gente e o barulho abafado do mar. Pedro me empurrou de leve contra uma espreguiçadeira larga de tecido impermeável, tirou minha camiseta de uma vez e depois a dele. O peito peludo e definido, as tatuagens molhadas de suor, os mamilos duros. Eu passei a mão, sentindo. Ele baixou meu short junto com a cueca; meu pau saltou, duro, a cabeça já brilhando de pré-porra. O short dele caiu logo depois. O pau era grosso, veias saltadas, a glande escura e úmida, um pouco curvado pra cima. Eu salivei.

— De quatro — ordenou ele, a voz rouca de tesão. — Quero te chupar primeiro.

Eu subi na espreguiçadeira de quatro, a bunda pra cima, o peito no tecido fresco. Pedro ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádeagas com as mãos grandes e enterrou o rosto. A língua quente e molhada passou na minha entrada, lambendo devagar, depois chupando com força. Eu gemi baixo, mordendo o próprio braço.

— Porra, Pedro... assim...

Ele chupava meu cu como se estivesse faminto, a língua entrando, saindo, a barba raspando minhas coxas. Depois desceu e engoliu meu pau por baixo, a boca quente envolvendo tudo, a garganta apertando a cabeça. Eu tremia. Ele me chupou gostoso, sujo, babando, até eu estar pingando e implorando.

— Me fode. Porra, me fode logo.

Ele cuspiu na mão, passou no pau grosso e na minha entrada, posicionou a glande e empurrou. O pau dele abriu meu cu devagar, fundo, esticando, doendo gostoso. Eu gemi contra o braço, o corpo inteiro retesando.

— Isso, puto gostoso — rosnou ele, segurando meus quadris com força, as unhas cravando. — Abre pra mim. Toma todo.

Começou a meter. Fundo. Cada estocada batia nos meus quadris, o pau grosso raspando no ponto certo, as bolas batendo na minha pele. Eu rebolava de encontro, pedindo mais baixo, quase sem voz.

— Mais fundo... porra, Pedro, me come...

Ele me fodia na posição de cachorrinho com vontade, o peito colado nas minhas costas de vez em quando, a boca no meu ouvido chamando de puto, de gostoso, de cu apertado. O barulho molhado das estocadas misturava com a água da piscina balançando. Eu masturbava meu próprio pau no ritmo, o pré-gozo escorrendo na espreguiçadeira.

Quando eu já estava no limite, ele parou, saiu devagar e se deitou de costas na espreguiçadeira.

— Monta. Quero ver você cavalgando.

Eu subi em cima, segurei o pau grosso dele, alinhei e desci de uma vez. O gemido saiu abafado da minha garganta. Sentei até o fundo, o cu engolindo tudo, e comecei a cavalgar com força, subindo e descendo, a bunda batendo no quadril dele. Pedro me segurava pelos quadris e ao mesmo tempo masturbava meu pau com a mão direita, o polegar espalhando o líquido na glande. Eu rebolava, apertava, gemendo baixo pra não acordar o Thiago no quarto lá em cima.

— Isso, caralho... senta gostoso... toma esse pau...

A gente se olhava. Suor escorrendo no peito tatuado dele, na minha barriga. O ritmo ficou selvagem. Eu sentia o gozo subindo pelas bolas, o cu contraindo no pau dele. Pedro gemeu mais alto, a mão apertando meu pau mais rápido.

— Vou gozar... Lucas... porra...

— Junto... goza dentro...

Ele empurrada pra cima enquanto eu descia. O gozo veio quente, intenso, o pau dele latejando e jorrando fundo no meu cu. Eu gozei ao mesmo tempo, jatos brancos caindo no peito peludo dele, no abdômen, a mão dele ordenhando até a última gota. A gente tremeu junto, ofegante, os músculos tremendo, os gemidos virando suspiro abafado.

Ficamos assim uns segundos, o pau dele ainda dentro, amolecendo devagar. Depois saí com cuidado, o cu latejando, aberto, o sêmen quente escorrendo pela coxa. Entramos na piscina devagar, a água morna lavando o suor e a porra. Pedro me puxou pela nuca e me beijou de novo, longo, cúmplice, a língua preguiçosa, o gosto de sexo ainda na boca.

— Isso fica entre a gente — murmurou contra meus lábios. — Nosso segredo quente.

— Nosso — respondi. — Amanhã, na frente dele... o olhar vai ser outro.

Ele sorriu, safado, e mordeu meu lábio de leve. A gente se secou rápido com as toalhas que estavam dobradas na cadeira, vestiu os shorts de novo. Eu voltei pro meu quarto no corredor, o corpo marcado — marcas dos dedos nos quadris, o cu latejando a cada passo, o cheiro dele ainda na pele. Deitei na cama de solteiro ouvindo o mar, sabendo que no dia seguinte, quando o Thiago servisse o café e o Pedro cruzasse o olhar comigo por cima da mesa, aquele olhar safado ia carregar tudo o que a gente tinha feito na piscina. E eu já queria de novo.

Eu acordei com o sol entrando pela janela do quarto de hóspedes, a bunda ainda latejando gostoso de lembrar do pau grosso do Pedro me abrindo naquela espreguiçadeira. O cheiro dele teimava na minha pele mesmo depois do banho rápido que tomei de madrugada. Levantei, vesti um short solto e uma regata, e desci pro cheiro de café fresco e pão na chapa.

Thiago já estava na mesa da varanda, camisa aberta, cabelo bagunçado, servindo suco de laranja.

— Porra, dormiu bem pra caralho, hein? — ele riu, me puxando pra um abraço de ombro. — Pedro acordou cedo e foi correr na areia. Deve voltar agora.

Meu coração acelerou. Sentei, peguei a xícara, e na mesma hora escutei os passos firmes na areia. Pedro apareceu suado, peito peludo brilhando, short colado na coxa grosa, a serpente tatuada molhada de suor. Os olhos castanhos acharam os meus por cima da mesa. Segurou o olhar dois segundos a mais. Eu apertei as pernas, o pau já reagindo só daquilo.

— Bom dia — ele falou, voz rouca de quem acabou de se esforçar. Pegou a garrafa d’água, bebeu em goles longos, a garganta subindo e descendo. Uma gota escorreu pelo peito. Eu acompanhei com a boca seca.

Thiago não notou merda nenhuma. Ficou falando do peixe que queria comprar pro almoço, do tempo bom. Pedro sentou do meu lado, a perna encostando na minha de propósito por baixo da mesa. O joelho dele roçou o meu short. Eu engoli café quente demais e quase me engasguei. A mão dele desceu devagar, apertou minha coxa por um segundo, sumiu. Safado pra caralho.

Depois do café Thiago anunciou que ia na feirinha da praça comprar camarões e verdura.

— Fico uma hora no máximo. Vocês se viram aí. Não queimem a casa.

A porta da frente bateu. O silêncio voltou, pesado, quente. Pedro se levantou, veio pra trás da minha cadeira, baixou a boca no meu ouvido.

— Levanta. Quarto dele. Agora. Quero te foder na cama onde ele dorme.

Meu pau endureceu de vez. Levantei, ele me puxou pelo corredor, empurrou a porta do quarto do casal. Cama larga, lençóis brancos bagunçados, cheiro de colônia do Thiago no ar. Pedro trancou, virou pra mim e puxou a regata pela cabeça. Beijou duro, língua enfiando, mão descendo no meu short e apertando o pau já pingando.

— Tira tudo — mandou.

Fiquei pelado. Ele também. O pau dele já tava rígido, grosso, a glande escura latejando. Empurrou meu peito e me jogou de costas na cama. Subiu em cima, ajoelhou sobre meu peito e enfiou o pau na minha boca sem pedir licença. Eu abri, engoli o máximo que deu, a cabeça batendo no fundo da garganta. Ele gemeu baixo, segurou meu cabelo e fodeu minha boca devagar, fundo, o gosto de suor e sal.

— Isso, puto... chupa gostoso... a boca que o Thiago nem sonha...

Babava nos cantos, os olhos marejados de tesão. Ele tirou, desceu beijando meu peito, mordeu o mamilo, chupou minha barriga e engoliu meu pau de uma vez. A boca quente, a língua no freio, a mão apertando as bolas. Eu arqueei, gemendo abafado no travesseiro pra não gritar. Ele me chupou sujo, molhado, até eu estar tremendo, aí parou, cuspiu na mão, passou no cu dele e no meu.

— De quatro de novo. Quero te abrir pra caralho.

Virei. Ele abriu minhas nádegas, cuspiu direto no buraco e enfiou dois dedos de uma vez, abrindo, torcendo. Eu empurrei pra trás, pedindo.

— Me fode, Pedro... porra, enfia esse pau...

Ele tirou os dedos, posicionou a glande grossa e empurrou fundo num soco só. O ar saiu da minha garganta. O pau dele me esticou, preencheu, doeu gostoso até eu me acostumar. Começou a meter com força, as bolas batendo na minha pele, a cama rangendo. Cada estocada fazia a cabeceira bater na parede. Eu rebolava, o cu engolindo tudo, o pré-gozo escorrendo no lençol do Thiago.

— Mais fundo... me come inteiro...

Ele agarrou meu cabelo, puxou a cabeça pra trás e fodeu como animal, o peito colado nas minhas costas, a boca no meu ombro mordendo.

— Cu apertado de puta... isso... toma...

Tirou, me virou de novo, ergueu minhas pernas nos ombros e enfiou de frente. Olho no olho. O pau sumindo e saindo, molhado de porra e saliva. Eu masturbava meu pau no ritmo dele, a mão esquerda dele no meu peito, o polegar no mamilo.

— Vou gozar dentro de novo — rosnou. — Quero ver escorrendo enquanto a gente toma café com ele depois.

O ritmo ficou selvagem. Suor pingava do peito tatuado dele no meu. Eu contrai o cu, ele gemeu alto, enterrou até o fundo e jorrou quente, jatos densos me enchendo. O gozo dele me fez estourar também — jatos brancos subindo no meu peito, no queixo, a mão dele ordenhando até a última gota. A gente tremeu junto, ofegante, o pau dele ainda latejando dentro, o cu meu pulsando ao redor.

Ele saiu devagar, o sêmen quente escorrendo pela minha coxa, manchando o lençol branco. Caiu ao meu lado, peito subindo e descendo, a mão passando na minha barriga suja de porra.

— Porra, Lucas... que cu gostoso. Amanhã a gente repete no banheiro enquanto ele toma banho de mar.

Eu ri baixo, o corpo mole, o cu aberto e latejando, o gosto dele ainda na boca. Virei a cabeça, beijei a boca dele preguiçoso, a língua preguiçosa misturando saliva e gozo.

— Nosso segredo de novo — murmurei. — Mas cada vez que ele te beijar eu vou lembrar desse pau me arrombando na cama dele.

Pedro sorriu safado, mordeu meu lábio, e passou o dedo no meu cu, empurrando o gozo pra dentro de novo.

— Guarda pra mim.

A gente ficou ali mais um minuto, o barulho das ondas entrando pela janela aberta, o suor esfriando na pele. Eu sentia o sêmen escorrendo devagar, a marca dos dedos nos quadris, o cheiro de sexo sujo no ar-condicionado do quarto. Pedro se levantou devagar, pegou uma toalha do banheiro en suite e começou a limpar meu peito com carinho sujo, depois a coxa, o cu ainda aberto.

Foi aí que a gente escutou a porta da frente abrindo com força e a voz do Thiago ecoando pela casa:

— Cheguei, caralho! Os camarões tavam uma pechincha. Cadê vocês dois?

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