Máscara Molhada no Jacuzzi

Talia, advogada de 32 anos, fodeu o cu com o marido e o instrutor musculoso de 28 no jacuzzi usando máscara molhada.

12 min read September 20, 2026New

O vapor subia em nuvens densas do jacuzzi privativo da suíte master, carregando o cheiro de cloro caro misturado ao perfume adocicado de Talia. O resort em Gramado brilhava lá fora com luzes amareladas entre os pinheiros, mas ali dentro só existia a água quente até a cintura, o barulho baixo da bomba e os três corpos. Talia, advogada de trinta e dois anos, festejava o aniversário de casamento com Emmett, empresário de trinta e oito, o marido que ainda a olhava como se fosse a primeira noite. Os seios pesados dela boiavam quase à tona, os mamilos duros contra o monokini preto molhado que grudava na pele. A máscara de carnaval, de lantejoulas escuras e rendinha fina, escorregava um pouco com o suor e a água; cobria só o alto do rosto, deixando a boca carnuda e o queixo livres.

Cody estava sentado no banco interno, de costas para a parede de vidro fosco. Instrutor de mergulho de vinte e oito anos, ombros largos, peito marcado, braços que a água fazia brilhar. Talia e Emmett tinham flertado com ele nos dias anteriores — um sorriso demorado na aula de piscina, um toque “acidental” na mão quando ele ajustava o equipamento, um comentário baixo dela sobre como aquelas pernas grossas aguentariam bem uma noitada. Agora ele estava ali, convidado “só para um drink”, e a tensão latejava entre as coxas dela.

— Você fica gostoso molhado — murmurou Talia, a voz rouca, olhando primeiro para o marido e depois para Cody. Os olhos castanhos brilhavam atrás da máscara molhada. — Os dois. Eu fico pensando nisso desde ontem.

Emmett riu baixo, a mão já descendo pela coxa dela debaixo d’água.

— Fala logo o que você quer, amor. A gente já sabe que não é só drink.

Talia se virou de lado, o assento da bunda roçando a coxa de Cody. A máscara pingava na clavícula.

— Eu quero os dois paus. Ao mesmo tempo. E quero um bem grosso no meu cu. Esse do Cody parece feito pra abrir. — Ela encarou o instrutor sem vergonha. — Você topa foder o cu de uma casada enquanto o marido mete na boceta? Ou a gente troca. Tanto faz. Eu só quero sentir os dois me arrombando.

Cody engoliu seco. O pau dele já empurrava a bermuda molhada, o volume claro sob a água turva.

— Topo tudo que você pedir nessa voz — respondeu, a mão grande subindo pela costela dela. — Desde que o Emmett confirme.

— Confirmo — disse Emmett, a boca já no pescoço da mulher, mordendo de leve. — Ela pediu. A gente dá.

As mãos dos dois homens encontraram o corpo dela ao mesmo tempo. Emmett apertou um peito por cima do monokini, o polegar rodando o mamilo duro até Talia gemer. Cody deslizou a palma pela barriga lisa, desceu, enfiou os dedos por baixo do tecido e achou a boceta já inchada, os lábios escorregadios. Talia guiou a mão dele, abrindo mais as pernas, empurrando dois dedos dele para dentro enquanto Emmett chupava o lado do pescoço e apertava a outra teta.

— Isso… mais fundo — sussurrou ela. — Sente como eu tô molhada só de imaginar vocês dois. Eu quero que vocês preparem meu cu. Dedo, língua, o caralho que for. Eu quero arrombada gostosa. Confirma aí, Cody. Você vai meter no meu rabo hoje?

— Vou meter até você gritar — respondeu ele, a voz grossa. Os dedos dele saíram da boceta, subiram e escorregaram pela fenda do cu, pressionando o buraquinho apertado por cima do monokini. — Esse cuzinho tá pedindo.

Talia se virou de costas para os dois, apoaindo as mãos na borda de pedra do jacuzzi. Empinou a bunda, a água escorrendo pelas nádegas firmes. Puxou o monokini para o lado, expondo a boceta inchada e o cu rosado, contraído de expectativa.

— Lambe. Os dois. Prepara esse cu pra porra. Eu quero sentir língua e dedo antes de vocês enfiarem. Fala que vocês vão me foder o rabo. Fala.

Emmett ajoelhou na água rasa da borda, abriu as nádegas dela com as duas mãos e passou a língua quente bem no meio, de baixo pra cima, chupando o cu com barulho molhado. Cody se posicionou ao lado, dois dedos grossos massageando a entrada enquanto a língua do marido furava e rebolava. Talia gemia alto, a máscara escorregando mais, a boca aberta.

— Porra… isso. Abre. Mete o dedo. Cody, enfia dois. Emmett, chupa mais forte. Eu quero os dois paus no meu cu e na boceta. Eu quero double. Confirma de novo. Vocês vão me arrombar gostoso?

— Vamos — rosnou Cody, enfiando o dedo médio no cu apertado dela. O anel cedeu com resistência gostosa, quente, e ele girou, abriu, enfiou o segundo. — Cuzinho de advogada chupando dedo. Vai engolir pau inteiro.

Emmett lambia em volta dos dedos do outro homem, a saliva escorrendo, misturando com a água. Talia rebolava contra as faces deles, pedindo mais, mais bruto, até os dedos de Cody fazerem tesoura e o cu dela começar a abrir de verdade.

Ela se arrastou para fora, ficou de quatro na borda molhada do jacuzzi, joelhos na pedra quente, cotovelos apoiados, a máscara ainda no rosto, o cabelo grudado no pescoço. O monokini ficou pendurado numa coxa. Emmett se posicionou atrás, o pau grosso e veiado já livre, esfregando a cabeça na boceta escorrendo.

— Enfia na boceta primeiro — mandou ela. — E você, Cody, lubrifica esse cu com saliva e óleo. Depois mete fundo. Eu quero sentir os dois.

Cody pegou o frasco de óleo de massagem que estava na bandeja, despejou generoso entre as nádegas dela, espalhou com o polegar, depois cuspiu direto no buraquinho e massageou de novo. Emmett enterrou o pau na boceta num só golpe, até o saco bater. Talia gritou de prazer, o cu piscando vazio.

— Agora o cu. Mete, Cody. Fundo. Não faz carinho.

Cody alinhou a cabeça grossa no ânus lubrificado, empurrou. O anel cedeu devagar, queimando gostoso, engolindo centímetro por centímetro até ele estar enterrado até as bolas no cu apertado da advogada. Os dois homens começaram a meter, um na boceta, outro no cu, o ritmo se encontrando. Talia gemia alto, a máscara balançando, pedindo.

— Mais bruto. Me arrombêm. Troca. Quero o pau do Cody na boceta e o do Emmett no cu. Depois os dois no mesmo. Double. Enfia tudo.

Eles saíram, trocaram. Emmett agora abria o cu dela com o pau mais grosso, enquanto Cody fodia a boceta molhada e barulhenta. Depois se alinharam de novo: Cody debaixo, meio deitado no banco interno do jacuzzi, Talia montando nele de costas, descendo o cu devagar no pau grosso até estar sentada por completo. Emmett se posicionou na frente, o pau na altura da boca dela.

Talia começou a quicar forte em cowgirl anal, o cu engolindo e soltando o pau de Cody com smacks molhados, as nádegas batendo, a máscara escorrendo suor. Emmett segurou o cabelo dela e enfiou o pau na boca, fodendo a garganta no mesmo ritmo.

— Chupa enquanto eu fodo esse rabo — ordenou Cody por baixo, as mãos segurando a cintura dela, empurrando pra cima a cada descida. — Quica mais forte. Abre esse cu.

Ela quicava, gemia abafada em volta do pau do marido, saliva escorrendo no queixo. Emmett metia fundo na boca, as bolas batendo no queixo dela, até o corpo tremer.

— Vou gozar na sua língua — avisou. — Abre.

Ele gozou em jatos quentes e salgados direto na língua dela, enchendo a boca. Talia engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo canto dos lábios enquanto continuava a cavalgar o cu no pau de Cody, rebolando, pedindo mais.

Cody ainda estava duro e fundo dentro dela, as mãos apertando as tetas, os polegares nos mamilos. Emmett, ainda ofegante, se ajoelhou de novo atrás e passou a língua onde o pau do instrutor entrava e saía do cu dela, lambendo a junção, o óleo, a saliva.

Talia olhou por cima do ombro, a máscara torta, a voz rouca de puta satisfeita e ainda faminta:

— Ainda não acabou. Eu quero os dois dentro ao mesmo tempo de verdade. Um no cu, um na boceta, bem fundo, me esticando. E depois eu quero que vocês gozem dentro, um em cada buraco. Cody, segura. Emmett, se recupera rápido. A noite é longa e meu cu ainda tá pedindo porra.

A água do jacuzzi batia suave na pedra. O pau de Cody latejava dentro do ânus dela. Emmett já acariciava o próprio pau de novo, os olhos escuros. Talia desceu mais uma vez, engolindo o pau grosso até o fundo do cu, e sorriu atrás da máscara molhada, pronta para o que viesse a seguir.

Talia desceu mais uma vez, o cu engolindo o pau grosso de Cody até o fundo, o anel esticado queimando gostoso enquanto a água quente batia nas coxas dela. A máscara molhada escorregava na testa suada, lantejoulas brilhando sob as luzes baixas da suíte. Emmett se recuperava rápido, a mão firme no próprio pau que já endurecia de novo, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ele se aproximou por trás dela, ajoelhando na borda do jacuzzi, as mãos grandes abrindo as nádegas dela com força.

— Abre esse rabo pra mim, puta — rosnou Emmett, a voz rouca de desejo. — Vou enfiar junto com ele. Você pediu double, vai levar double.

Talia gemia, rebolando o cu no pau de Cody, sentindo cada centímetro latejar lá dentro. O monokini preto ainda pendurado numa coxa, os seios pesados balançando enquanto ela se inclinava pra frente, as mãos apoiadas no peito marcado do instrutor. Cody segurava a cintura dela com força, os dedos cravando na carne macia, empurrando pra cima a cada descida.

— Porra, esse cu tá sugando meu pau inteiro — disse Cody, a voz grossa, os olhos escuros fixos nela. — Desce mais. Quica. Eu quero sentir o pau do seu marido entrando do lado do meu.

Emmett cusp iu no pau dele mesmo, passou a mão pra lubrificar mais, e alinhou a cabeça grossa na boceta inchada de Talia. Ela já estava escorrendo, os lábios abertos e molhados, o clitóris duro latejando. Ele empurrou devagar, o pau abrindo a boceta enquanto o de Cody continuava enterrado no cu. Talia gritou alto, a máscara balançando, a boca aberta num gemido rouco.

— Isso, caralho… os dois… enfia fundo, Emmett. Me arrombêm os dois buracos. Eu quero sentir vocês se tocando dentro de mim.

O pau de Emmett deslizou centímetro por centímetro, a boceta dela cedeu com um barulho molhado, engolindo até as bolas. Agora os dois estavam lá dentro, o cu e a boceta esticados ao máximo, as paredes finas separando os paus grossos que latejavam um contra o outro. Talia tremia, o corpo suado, a água do jacuzzi espirrando com o movimento. Ela sentia a pressão absurda, o ardor gostoso misturado ao prazer que subia pela espinha. Interiormente, pensava em como tinha pedido isso desde o flerte na piscina, como o volume na bermuda de Cody a tinha deixado molhada noites a fio, e agora estava sendo arrombada de verdade pelos dois.

Cody começou a meter de baixo, curtos e profundos, o pau saindo até a cabeça e entrando de novo no cu apertado. Emmett acompanhou o ritmo por trás, enfiando na boceta com estocadas firmes, as mãos segurando os quadris dela. O som era obsceno: smacks molhados, a água batendo, gemidos abafados dela misturados com os grunhidos dos homens. Talia quicava entre eles, o cu engolindo e soltando, a boceta chupando o pau do marido.

— Mais bruto — pediu ela, a voz falhando. — Me fodem como puta. Conta pra mim o que tão sentindo. Fala que meu cu tá gostoso.

— Seu cu tá apertando meu pau que nem uma porra de torno — respondeu Cody, as mãos subindo pras tetas dela, apertando os mamilos duros até ela gemer mais alto. — Quente, molhado de óleo e saliva. Vai engolir tudo quando eu gozar.

Emmett metia mais fundo, o saco batendo na junção onde os paus se encontravam. — E essa boceta tá escorrendo no meu pau. Olha o jeito que ela tá te chupando, Cody. A advogada safada pedindo double no aniversário de casamento. Vou arrombar esse rabo depois de gozar nela.

Eles aceleraram. Cody empurrava pra cima com força, as coxas musculosas tensionando na água, o peito brilhando de suor e vapor. Emmett fodia a boceta dela com estocadas longas, saindo quase todo e enfiando de uma vez, fazendo Talia gritar a cada golpe. A máscara escorregava mais, cobrindo um olho, mas ela não tirava — gostava da sensação de estar mascarada, puta anônima sendo usada. O cabelo grudado no pescoço, a boca aberta babando, ela rebolava o cu com fome, pedindo mais.

— Troca de ritmo — mandou Talia, ofegante. — Cody, segura fundo no meu cu. Emmett, mete mais rápido na boceta. Eu quero gozar com os dois dentro.

Cody cravou o pau até as bolas no ânus dela e segurou, latejando, enquanto Emmett martelava a boceta com velocidade. O clitóris dela raspava na base do pau de Cody a cada movimento, e o orgasmo veio rápido, violento. Talia gritou, o corpo travando, o cu e a boceta contraindo em espasmos loucos em volta dos dois paus. Ela gozou encharcando tudo, o líquido escorrendo misturado à água, as pernas tremendo, a máscara torta no rosto suado.

— Porra, ela tá gozando nos dois — rosnou Cody, sentindo as contrações milímetro a milímetro. — Continua metendo, Emmett. Não para.

Emmett não parou. Continuou foden do a boceta dela enquanto ela ainda tremia no orgasmo, o pau deslizando fácil no melado quente. Talia soluçava de prazer, o cu ainda cheio do pau de Cody, e pediu de novo.

— Agora gozem. Dentro. Um em cada. Cody, enche meu cu. Emmett, jorra na boceta. Eu quero sentir a porra quente dos dois.

Cody voltou a meter, agora com força total, as mãos segurando a cintura dela pra quicar o cu nele. Emmett acelerou também, as estocadas virando marteladas. O jacuzzi espirrava água pra todo lado, o vapor denso, o cheiro de sexo misturado a cloro e perfume. Talia empurrava pra trás, engolindo os dois até o fundo, gemendo sujo.

— Isso… arrombêm… mete, mete fundo… eu sou a puta de vocês dois…

Cody gozou primeiro. O corpo dele tremeu, o pau latejou fundo no cu dela e jorrou em jatos quentes e espessos, enchendo o ânus até transbordar. Ele grunhiu alto, empurrando pra cima, milímetro a milímetro, descarregando tudo lá dentro enquanto Talia rebolava pra sugar cada gota.

— Toma, caralho… toma porra no cu — ele rosnou, ainda latejando.

Emmett sentiu o cu dela apertar ainda mais com o gozo do outro e perdeu o controle. Enfiou até o saco na boceta e gozou em jatos fortes, enchendo o canal quente, a porra misturando com a dela. Ele meteu mais umas vezes, empurrando o gozo fundo, até esvaziar completamente.

Os três ficaram ali, ofegantes, os paus ainda semi-duros dentro dela. Cody saiu devagar do cu, a porra escorrendo grossa pela fenda, misturando com a água. Emmett puxou pra fora da boceta, um fio branco caindo na coxa dela. Talia desabou pra frente no peito de Cody, a máscara torta, o corpo mole de tanto prazer, o cu e a boceta latejando abertos e cheios.

Eles se acomodaram de novo na água quente, Talia no meio, os dois homens de cada lado, mãos ainda tocando nela — Emmett acariciando um peito, Cody a coxa interna. O monokini foi puxado de volta de leve, a máscara ainda no rosto, agora mais frouxa. Talia sorriu rouca, satisfeita, a voz baixa.

— Aniversário de casamento perfeito. Vocês me arrombaram gostoso pra caralho.

Emmett beijou o ombro dela, sorrindo. — Qualquer coisa que você pedir, amor. Sempre.

Cody ficou quieto por um momento, a mão grande ainda na cintura dela sob a água, o polegar fazendo círculos lentos. Por dentro, ele sabia o que nenhum dos dois desconfiava: Talia tinha mandado mensagem três semanas atrás, depois da primeira aula de mergulho, pedindo o número dele direto, falando que queria “algo a mais no aniversário” e que Emmett topava se ela pedisse. Ele tinha topado na hora, mas guardava o detalhe pra si — ela tinha combinado tudo sozinha, sem o marido saber o quanto tinha planejado cada toque “acidental”, cada sorriso. E agora, com a porra dos dois escorrendo dela no jacuzzi, Cody sorriu de leve pra si mesmo, a máscara dela ainda molhada brilhando, o segredo quente no peito enquanto a noite em Gramado seguia quieta lá fora.

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