Quebra de Resistência no Turno da Noite

No turno da noite, o enfermeiro Lucas e o musculoso Pedro se entregam a uma foda quente e sem camisinha no estoque do hospital.

20 min read September 03, 2026New

No turno da noite o hospital ficava quase morto, e eu adorava isso. Eu, Lucas, enfermeiro de vinte e oito anos, patrulhava a ala de emergência vazia com o coração batendo mais alto do que o bip distante de algum monitor. Pedro, o auxiliar de enfermagem, moreno musculoso de trinta e dois, sempre aparecia do nada. Aqueles olhares safados dele vinham há semanas: quando eu me curvava pra pegar uma caixa no chão, sentia o peso do olhar na minha bunda; piadinhas baixas no ouvido — “cuidado pra não cair de quatro, Lucas” — e roçadas “acidentais” no corredor estreito do estoque. Eu já sonhava acordado com as mãos dele, com aquele peito largo esticando o jaleco azul.

Naquela madrugada calma, só nós dois. Nenhum paciente, nenhum plantonista chato. Eu conferia o estoque de medicamentos quando a porta se fechou atrás de mim. Pedro encostou o corpo quente no meu, o cheiro de sabonete hospitalar e suor masculino me subindo pelo nariz.

— Lucas… — a voz dele veio rouca, colada na minha nuca. — Eu não aguento mais. Te quero tanto quanto você me deseja. Não finge que não sabe. Toda vez que você se curva na minha frente eu fico duro pra caralho.

Virei o rosto. Nossos olhos se travaram. O peito dele subia e descia rápido. Eu engoli seco, o pau já latejando dentro da calça do uniforme.

— Pedro… porra, eu também. Semanas te olhando, imaginando esse pau grosso me abrindo.

Ele não esperou mais. Me empurrou contra a prateleira de soro, boca faminta na minha. O beijo foi molhado, língua grossa entrando, dentes puxando meu lábio inferior. Eu correspondi igual de tarado, mãos subindo pelo peito duro dele, sentindo os peitos duros sob o tecido. As mãos grandes de Pedro desceram, apertaram minha bunda com força por cima da calça, dedos cravando na carne, me puxando contra ele. Senti o pau dele, grosso e já completamente duro, roçando na minha coxa, o volume quente batendo no meu.

— Eu quero te comer aqui mesmo — sussurrou no meu ouvido, quente, a barba por fazer raspando minha pele. — Se você quiser. Sem camisinha. Quero gozar fundo no teu cu.

O ar sumiu. Eu gemi baixo, puxei ele pelo cinto, dedos rápidos abrindo a fivela, puxando o zíper. A calça caiu um pouco e o pau dele saltou pra fora: grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Enrolei os dedos em volta, apertei, puxei a pele pra baixo. Pedro gemeu no meu pescoço, mãos já descendo minha calça e a cueca juntas. O ar frio do estoque bateu na minha bunda exposta, no meu pau duro que batia contra a barriga dele.

— Porra, Lucas, que bunda gostosa… — ele babou dois dedos, enfiou devagar no meu cu enquanto me beijava de novo. Eu me abri fácil, gemendo na boca dele, rebolando nos dedos. Estávamos loucos de tesão, cada movimento combinado, cada gemido um sim.

Ele me virou de frente pra parede fria de azulejo. Eu apoiei as mãos, arqueei a coluna. Pedro cuspiu na mão, passou no pau grosso e encaixou a cabeça no meu buraco. Empurrou devagar no começo, o volume abrindo tudo, depois meteu fundo de uma vez só. Eu morri de gemido abafado, a dor gostosa virando prazer imediato. Ele me fodeu de pé com força, mãos firmes na minha cintura, pau grosso sumindo e reaparecendo, batendo fundo a cada estocada. O som molhado da porra e do meu cu engolindo ele ecoava baixo entre as prateleiras. Eu pedia mais entre dentes:

— Assim… mais fundo, porra… come esse cu, Pedro…

Ele obedeceu, rítmico e brutal, pelotas batendo na minha pele, o peito suado colado nas minhas costas. Depois me puxou pra mesa de exames enferrujada no canto. Me sentou em cima, levantou minhas pernas, enfiou de novo de frente. Olhos nos olhos. Eu segurei atrás dos joelhos, abrindo tudo pra ele. Pedro metia forte, o pau grosso sumindo até o fundo, a mesa rangendo. Com uma mão eu masturbava meu pau, a outra no peito dele, sentindo o coração descontrolado. Suor escorria. Ele gemia meu nome, eu gemia o dele. Quando senti ele inchar ainda mais, as estocadas ficarem curtas e profundas, Pedro gozou dentro de mim — jatos quentes enchendo meu cu, pulsando, escorrendo enquanto ele continuava metendo. O calor me empurrou pra beira. Eu gozei jorrando no peito dele, porra branca sujando o jaleco aberto, o abdômen suado, grosso e quente. Continuamos nos olhando, gemendo, suando, o pau dele ainda latejando dentro de mim, meu cu apertando cada gota.

Ficamos um tempo assim, ofegantes, ele me beijando devagar, a porra escorrendo pela minha coxa. Depois limpamos o local com panos e álcool, sorrisos cúmplices, o cheiro de sexo ainda no ar. Entre um paciente que chegou de madrugada e outro, a gente se roçava no corredor, beijos rápidos atrás da cortina, a mão dele apertando minha bunda por um segundo. Quando amanheceu e o turno acabou, Pedro me puxou pro vestiário vazio. Me encostou no armário, me deu um beijo demorado, língua preguiçosa, gosto de nós dois ainda na boca.

— Próxima noite livre a gente repete — murmurou contra meus lábios, a mão ainda na minha bunda. — Só que eu quero mais tempo. Quero te chupar até você tremer e depois te foder de quatro na maca. E você vai me chupar também. Combinado?

Eu sorri, o cu ainda ardenzinho da foda, o gosto da porra dele na memória. Beijei ele de novo, mordia o lábio.

— Combinado. E se ninguém aparecer, a gente tranca a porta do estoque mais cedo.

Ele riu baixo, me deu um tapa gostoso na bunda e saiu primeiro. Eu fiquei ali, o coração ainda acelerado, já contando as horas pro próximo plantão. A tensão não tinha acabado — tinha só começado de verdade.

No turno seguinte eu já cheguei com o cu ainda lembrando dele. O plantão começou calmo de novo, o hospital semi-deserto depois da meia-noite, e eu sentia o corpo inteiro em alerta. Toda vez que o Pedro passava no corredor eu ficava duro na hora. Ele me encarava de longe, aquele sorrisinho safado, e eu sabia que a gente não ia esperar até o fim do turno.

Por volta das duas da manhã ele me puxou pelo braço no meio do corredor vazio.

— Estoque. Agora. Tranca a porra da porta.

Eu fui atrás, coração batendo na garganta, o pau já marcando a calça. Assim que a porta bateu e a tranca virou, Pedro me empurron contra ela e ajoelhou na minha frente. Puxou minha calça e a cueca num movimento só. Meu pau saltou pra fora, duro pra caralho, a cabeça já molhada. Ele não pediu licença: engoliu até o fundo de uma vez, nariz enfiado na minha pelugem, garganta apertando.

— Porra, Pedro… — gemí, mão na nuca dele, dedos enfiados no cabelo curto.

Ele chupava com fome, língua grossa lambendo a veia de baixo, cuspe escorrendo pelo pau e pelos saco. Sugava forte, fazia barulho molhado, me olhava de baixo com aqueles olhos escuros cheios de tesão. Eu empinava o quadril, metia devagar na boca quente dele, sentindo a garganta engolir. Ele gemia no meu pau, a vibração me deixando louco. Quando eu quase gozei ele parou, se levantou, me beijou com gosto da minha própria porra prévia na língua.

— Agora você me chupa — ordenou, abrindo a calça.

O pau grosso dele bateu no meu rosto, quente, veias saltadas, cheirando a homem e sabonete. Eu ajoelhei no chão frio do estoque, abri a boca e engoli. Cabeça grande esticando meus lábios, o gosto salgado me fazendo salivar. Chupei fundo, baba escorrendo pelo queixo, uma mão no saco pesado dele, a outra apertando a bunda firme. Pedro gemía baixo, segurando minha cabeça, metendo com calma no começo e depois mais forte, o pau batendo no fundo da garganta.

— Isso, Lucas… engole tudo… porra, que boca gostosa.

Eu rebolei no chão, meu próprio pau latejando sem ninguém tocar. Ele me puxou de pé, me virou de quatro em cima da mesa de metal, espalhou minha bunda com as duas mãos e cuspiu direto no cu. A língua dele entrou quente, lambendo, furando, chupando. Eu gemia abafado contra o braço, rebolando na cara dele.

— Chupa esse cu, porra… assim…

Pedro babaou bastante, enfiou três dedos de uma vez e abriu. Depois se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa no buraco molhado e enterrou até o fundo num só embalo. Eu gritei no braço, o ar sumindo, o volume abrindo tudo de novo. Ele fodeu pesado de cara, mãos cravadas na minha cintura, peito colado nas minhas costas, boca na minha orelha.

— Teu cu tá me engolindo… tão apertado… quero gozar fundo de novo.

Cada estocada fazia a mesa ranger. O pau dele entrava inteiro, saía quase todo e entrava de novo com força, pelotas batendo na minha pele. Eu masturbava meu pau no mesmo ritmo, a porra prévia escorrendo nos dedos. Ele me puxou pelo cabelo, me fez olhar pra trás e me beijou torto enquanto metia.

Mudamos de posição. Ele se sentou na cadeira velha do canto, pau empinado pra cima, brilhando de saliva e pré-porra. Eu subi em cima, de costas pra ele, encaixei o cu na cabeça gorda e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir. Quando enfiei até o fundo gemí alto, o cu latejando, o pau dele pulsando dentro. Pedro segurou minha cintura e começou a me erguer e baixar, fodendo de baixo pra cima com força. Eu rebolava, batia a bunda nele, o som molhado ecoando no estoque fechado.

— Assim… fode mais fundo… enche esse cu de porra…

Ele me virou de frente ainda empalado, pernas abertas no colo dele. Agora olhos nos olhos. Eu subia e descia no pau grosso, ele me beijava a boca, o pescoço, mordia o peito por cima do jaleco aberto. Suor escorria entre a gente. A mão dele envolvia meu pau e batia rápido enquanto eu cavalgava.

— Goza em mim, Lucas. Quero sentir teu cu apertando quando eu gozar.

A pressão subiu rápido. Eu gozei primeiro, jatos quentes no peito suado dele, no abdômen, escorrendo. O cu contraiu forte em volta do pau e isso puxou o Pedro junto. Ele rugiu, cravou as unhas na minha bunda e gozou fundo — jatos quentes e grossos batendo no fundo do meu cu, enchendo, escorrendo enquanto ele continuava metendo curto e fundo. Eu sentia cada pulsada, cada jato quente me invadindo.

Ficamos assim uns minutos, ele ainda dentro, ofegantes, se beijando devagar. A porra escorria pelo meu saco e pela coxa, sujando a cadeira. Eu apertava o cu de propósito só pra sentir ele latejar de novo.

— Porra… — ele riu baixo no meu pescoço. — Tu me drena.

Levantei devagar, o pau dele saindo com um ploc molhado, a porra escorrendo mais. Limpamos de qualquer jeito com panos e álcool de novo, mas o cheiro de sexo ficou impregnado. Pedro me deu um tapa na bunda ainda vermelha e sussurrou:

— Daqui a pouco a gente volta. Eu quero te chupar de novo e te foder de pé contra a prateleira até tu não aguentar mais em pé.

Eu sabia que ia rolar. O turno ainda era longo. Entre um paciente e outro a gente se roçava no corredor escuro, a mão dele entrava por baixo do meu jaleco e apertava meu pau por cima da calça, eu enfiava a mão na bunda dele e sentia o volume duro. Num momento atrás da cortina de um box vazio ele me beijou com língua e me falou no ouvido:

— No próximo intervalo eu quero que tu me foda também. Quero sentir teu pau no meu cu. Combinado?

O peito apertou de tesão. Eu nunca tinha metido nele. A ideia me deixou duro de novo na hora.

— Combinado — respondi, mordendo o lábio inferior dele. — Mas primeiro tu vai me foder mais uma vez. Quero sair daqui com o cu ardiendo e cheio de novo.

Ele sorriu safado, me deu mais um beijo molhado e saiu primeiro. Eu fiquei ali, o cu ainda pulsando, a porra dele escorrendo devagar dentro da cueca, o coração disparado. O resto da madrugada foi um suplício gostoso: cada olhar, cada roçada, a promessa do que ainda ia rolar antes do sol nascer. A tensão só crescia. Eu já imaginava ele de quatro na maca, eu entrando fundo, ou ele me comendo de novo até eu tremer. E a gente ainda tinha horas pela frente.

No turno seguinte o hospital parecia conspirar a nosso favor. Depois daquela confissão atrás da cortina fiquei o resto da madrugada com o pau duro latejando dentro da calça, a porra dele ainda escorrendo devagar pela minha coxa toda vez que eu andava. Pedro passava por mim nos corredores com aquele sorrisinho safado, a mão esbarrando na minha bunda “sem querer”, e eu já sabia que a próxima vez não ia ser só ele me comendo.

Por volta das quatro da manhã, quando o último paciente da emergência dormia sedado e a recepção estava vazia, ele me puxou de novo pelo braço.

— Agora. Estoque. E dessa vez tu vai me foder.

A porta trancou com um clique seco. A luz fraca do estoque batia nas prateleiras e naquela mesa de metal que já conhecia o cheiro da gente. Pedro não perdeu tempo: me empurrou contra a parede, beijou com língua molhada e fome, ao mesmo tempo que abria meu jaleco e puxava a camiseta pra cima. As mãos dele desceram direto pro meu pau, apertaram por cima da calça, depois abriram o zíper e soltaram tudo. Meu pau saltou duro, a cabeça já brilhando de pré-porra.

— Porra, Lucas… olha o estado que tu tá — ele murmurou, ajoelhando de novo. Engoliu até o fundo de uma vez, garganta apertando, cuspe escorrendo pelo saco. Chupou com barulho, olhos escuros fixos nos meus, uma mão massageando as bolas enquanto a outra descia pra detrás e enfiava um dedo no meu cu ainda frouxo e sujo da foda anterior. Eu gemi alto, agarrei o cabelo curto dele e meti devagar na boca quente.

— Assim… engole tudo, caralho…

Ele chupou até eu tremer, depois se levantou, virou de costas pra mim e abaixou a própria calça até as coxas. A bunda musculosa dele apareceu, redonda, morena, o cu apertado e rosado entre as nádegas. Pedro olhou por cima do ombro, voz rouca:

— Cuspe. Abre. Quero teu pau grosso me arrombando.

Cuspi na mão, passei no meu pau e nos dois dedos. Enfieí os dedos no cu dele devagar, sentindo o anel apertar e depois ceder. Ele gemeu baixo, empurrou pra trás, pedindo mais. Três dedos, abrindo, lambendo a entrada com a língua enquanto ele se segurava na prateleira. O gosto de homem e sabonete me deixou louco. Quando ele estava molhado o bastante, alinhei a cabeça do meu pau no buraco e empurrei.

— Porra… — o gemido saiu de nós dois ao mesmo tempo. O cu dele era quente, apertado pra caralho, engolindo centímetro por centímetro. Entreí devagar no começo, sentindo cada veia raspar, depois meti fundo de uma vez. Pedro arqueou as costas, a bunda batendo na minha virilha.

— Isso… fode esse cu, Lucas. Mete com força. Quero sentir amanhã.

Agarrei a cintura larga dele e comecei a foder de verdade. Estocadas longas e pesadas, o pau sumindo inteiro, saindo quase todo e entrando de novo com um som molhado. A mesa ao lado rangia só de a gente se mexer. Eu babava nas costas dele, mordia o ombro por cima do jaleco, uma mão na frente apertando o pau grosso e duro que balançava a cada investida. Pedro rebolava, empurrava pra trás, pedia mais fundo, mais bruto.

— Porra, teu cu tá me milhando… tão quente… — eu gemia no ouvido dele. — Vou gozar dentro, encher esse rabo de porra.

Mudamos de posição sem tirar o pau. Eu o virei de frente, levantei uma perna dele e enfiei de novo, agora olhos nos olhos. Ele se segurou no meu pescoço, me beijou com língua e dente enquanto eu metia de pé, a bunda dele batendo na parede fria. O suor escorria entre a gente, o cheiro de sexo subia grosso. A mão livre dele batia no próprio pau no mesmo ritmo das minhas estocadas. Eu sentia o cu apertar cada vez que eu batia no fundo.

— Goza em mim — ele ordenou, a voz falhando. — Quero teu leite escorrendo.

A pressão subiu rápido demais. Continuei fodendo forte, curto e fundo, até sentir as bolas tensionarem. Gozei com um gemido abafado, jatos quentes bombeando direto no fundo do cu dele, pulsando, enchendo. Pedro gemeu alto, o cu se contraindo em volta do meu pau, e gozou junto — porra branca jorrando no meu abdômen, no jaleco aberto, escorrendo quente. Continuei metendo curto enquanto descarregava tudo, sentindo cada espasmo, cada gota.

Ficamos ofegantes, meu pau ainda latejando dentro dele, a porra começando a vazar pela base. Ele riu baixo, a testa colada na minha.

— Caralho… tu fode bem pra porra.

Saí devagar, o ploc molhado ecoando, a porra escorrendo pela coxa dele. Limpamos de qualquer jeito de novo — panos, álcool, sorrisos cúmplices — mas o cheiro ficou. Pedro me puxou pra outro beijo demorado, a mão ainda na minha bunda.

— Ainda não acabou — sussurrou. — Daqui a pouco eu quero te chupar limpo e te foder de quatro na maca até tu não conseguir mais andar. E depois tu me fode de novo. Quero sair daqui com os dois cus ardiendo.

O turno ainda tinha quase três horas. Saímos separados. No corredor eu sentia a porra dele antiga e a minha nova misturadas, o corpo inteiro em alerta. Cada vez que nossos olhares se cruzavam atrás de um monitor ou num box vazio, o pau latejava de novo. Num momento rápido atrás da cortina ele me agarrou, enfiou a mão na minha calça e apertou o pau já meio duro outra vez.

— Depois do próximo paciente — murmurou no meu ouvido, a barba raspando. — Eu te quero de quatro de novo. E quero que tu goze só com meu pau no teu cu, sem mão. Combinado?

O peito apertou de tesão. Eu mordia o lábio, assentia, já imaginando a maca rangendo, ele entrando fundo, eu pedindo mais. A tensão não baixava; só mudava de forma. Ainda tínhamos a madrugada inteira, o estoque trancado esperando, e a promessa de mais porra, mais gemidos, mais um do outro antes do sol nascer. O hospital continuava semi-morto, e eu já contava os minutos pro próximo intervalo, o cu e o pau latejando juntos, o corpo pedindo a continuação que a gente ainda não tinha terminado.

No turno seguinte o hospital parecia conspirar a nosso favor de novo, mas dessa vez a gente não ia esperar quase nada. Mal o relógio marcou as cinco da manhã e o corredor ficou morto de verdade, Pedro me puxou pelo jaleco e me arrastou pro estoque. A tranca bateu seco. Eu já tava de pau duro latejando contra a calça, a porra antiga dele ainda escorrendo devagar pela coxa toda vez que eu andava. Ele me empurrou de quatro em cima da maca enferrujada no canto, puxou minha calça e a cueca num movimento só até os tornozelos e espalhou minha bunda com as duas mãos grandes.

— Agora tu goza só com meu pau, Lucas. Sem mão, porra. Quero ver esse cu milhando enquanto eu te encho de novo.

Cuspiu grosso direto no meu buraco já frouxo e ainda sujo da foda de antes. A língua dele entrou quente, lambendo fundo, chupando o resto da porra velha que escorria. Eu gemia abafado contra o colchão fino da maca, rebolando na cara dele, o pau batendo duro na barriga sem ninguém tocar. Pedro babaou bastante, enfiou três dedos de uma vez e abriu, torcendo, procurando aquele ponto que me fazia tremer. Depois se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa no cu molhado e enterrou até o fundo num só embalo. O volume abriu tudo de novo, as veias raspando, as bolas batendo pesado na minha pele.

— Porra… mete, caralho… assim…

Ele fodeu brutal de cara, mãos cravadas na minha cintura, puxando meu corpo pra trás a cada estocada. O pau grosso sumia inteiro, saía quase todo e entrava de novo com um som molhado nojento de porra e saliva. A maca rangia alto. Eu segurava o colchão, o cu latejando, o pau pingando pré-porra no metal frio sem eu tocar. Pedro me puxava pelo cabelo, me fazia olhar pra trás e me beijava torto enquanto metia fundo.

— Aperta esse cu… engole tudo… quero sentir tu gozar só nisso.

Cada investida batia no ponto certo. O calor subia rápido pra caralho. Eu gemia alto, pedindo mais bruto, mais fundo. Ele obedeceu, ritmando pesado, o peito suado colado nas minhas costas, a boca na minha orelha cuspinho sujo:

— Goza no meu pau, puta. Quero teu leite escorrendo sem mão nenhuma.

A pressão estourou. Meu cu se contraiu forte em volta do pau grosso dele e eu gozei jorrando no colchão da maca, jatos quentes sem ninguém tocar no meu pau, só com o pau dele me arrombando. As contrações me milharam. Pedro rugiu, cravou as unhas na minha bunda e gozou fundo logo depois — jatos quentes e grossos batendo no fundo do meu cu, enchendo, escorrendo enquanto ele continuava metendo curto e fundo pra empurrar tudo pra dentro. Eu sentia cada pulsada, cada jato quente me invadindo, a porra vazando pela base e escorrendo pelo meu saco, sujando a maca.

Ele saiu com um ploc molhado e a porra jorrou mais. Sem me dar tempo de respirar, virou meu corpo, me botou deitado de costas na maca e subiu em cima, o pau ainda duro e sujo da minha porra. Alinhou de novo e enterrou. Fodeu de frente agora, pernas abertas, eu segurando atrás dos joelhos. Olhos nos olhos, suor escorrendo, o cheiro de sexo grosso no ar fechado. Ele metia fundo, a porra antiga fazendo barulho molhado a cada estocada, minha bunda escorregando no colchão sujo.

— Ainda não acabou, porra. Quero teu pau no meu cu agora. Me vira.

Saí debaixo dele ofegante, o cu ardiando e pingando. Pedro se ajoelhou de quatro na maca, a bunda musculosa empinada, o cu rosado ainda meio aberto da foda anterior. Eu cuspi grosso, passei no meu pau e enfiei os dedos primeiro, abrindo, sentindo o anel ceder. Depois alinhei a cabeça e empurrei. O cu dele engoliu centímetro por centímetro, quente, apertado pra caralho. Entreí até o fundo de uma vez. Ele gemeu rouco, empurrou pra trás.

— Fode esse rabo, Lucas. Mete com força. Quero sair daqui com porra escorrendo pelas duas coxas.

Agarrei a cintura larga e fodi pesado. Estocadas longas, o pau sumindo inteiro, saindo e entrando com barulho molhado. As bolas batiam. Eu babava nas costas dele, mordia o ombro, uma mão na frente batendo o pau grosso dele no mesmo ritmo. Pedro rebolava, pedia mais bruto. Mudei de posição sem tirar o pau: o deitei de lado, levantei a perna dele e meti de lado, olhando o rosto dele se contorcendo. Depois o sentei no meu colo de costas, o erguendo e baixando no meu pau enquanto eu metia de baixo pra cima com força. O som de bunda batendo ecoava no estoque.

— Porra, teu cu tá me milhando… vou encher de novo…

A pressão subiu. Continuei fodendo curto e fundo até gozar jatos quentes direto no fundo do cu dele, pulsando, enchendo. Pedro gozou junto na minha mão, porra branca jorrando no colchão, no meu braço. Continuei metendo enquanto descarregava tudo, sentindo o cu dele se contrair e espremer cada gota. Saí devagar e a porra escorreu grossa pela coxa morena dele, pingando na maca já encharcada.

Mas a gente não parou. Pedro me puxou de pé contra a prateleira de soro, me virou de frente pra parede fria e enfiou o pau dele de novo no meu cu ainda cheio. Fodeu de pé, mãos na minha cintura, estocadas rápidas e profundas, a porra antiga fazendo barulho nojento a cada investida. Eu masturbava meu pau no mesmo ritmo, já duro de novo. Ele me puxou pelo cabelo, me fez olhar pra trás.

— Goza de novo. Quero sentir esse cu apertando enquanto eu descarrego a última.

Meteu mais forte. Eu gozei jorrando na prateleira, no chão, o cu milhando em volta do pau dele. Pedro rugiu e gozou fundo mais uma vez, jatos quentes enchendo o que já tava cheio, a porra vazando pelos lados, escorrendo pelas minhas coxas, pingando no azulejo. Continuou metendo curto até a última gota, o pau latejando, meu cu espremendo.

Ficamos assim um tempo, ele ainda enterrado, ofegantes, a porra escorrendo grossa pelas duas bundas, sujando o chão, a maca, as prateleiras. Eu apertei o cu de propósito só pra sentir mais jatos vazarem. Pedro riu baixo, safado, tirou o pau com um ploc e a porra jorrou mais ainda. A gente se olhou sujo, o jaleco aberto, o peito suado, o pau de cada um ainda semi-duro e coberto de porra misturada.

Ele me empurrou de quatro no chão frio do estoque mesmo, entrei as mãos e os joelhos no chão molhado de porra, e enfiou a língua no meu cu, chupando a porra que escorria, lambendo fundo, engolindo. Eu gemia, rebolava na cara dele. Depois se virou, me sentou a bunda na minha cara e eu fiz o mesmo — língua no cu dele, chupando a porra que eu mesmo tinha enfiado, o gosto salgado e grosso me deixando louco de novo. A gente se chupou assim, sujo, a porra escorrendo no queixo, no peito, no chão.

Quando a gente parou, o estoque cheirava a sexo puro. Pedro me puxou de pé uma última vez, me encostou na porta trancada e enfiou o pau no meu cu pela última vez daquela madrugada. Fodeu rápido, bruto, as bolas batendo, a porra antiga escorrendo enquanto ele metia. Eu bati punheta no mesmo ritmo. A gente gozou junto de novo — eu jorrando no chão, ele despejando o que restava fundo no meu cu. Saiu e a porra pingou grossa, escorrendo pela minha perna, sujando a cueca que eu puxei de qualquer jeito.

Limpamos nada. Só puxamos as calças por cima da porra escorrendo, o cheiro impregnado nos corpos, nos jalecos. Pedro me deu um tapa forte na bunda ainda aberta e vermelha, a mão suja de porra.

— Próximo plantão a gente repete tudo isso e eu quero te foder no banheiro dos funcionários também. Quero ver porra escorrendo no teu cu enquanto tu atende paciente.

Eu saí primeiro, o cu ardiando e pingando dentro da cueca, o pau ainda latejando, a porra dele e a minha misturada escorrendo devagar pela coxa a cada passo no corredor vazio. O sol já nascia lá fora quando o turno acabou, mas eu ainda sentia o cu aberto e cheio, o gosto da porra na boca, e já contava as horas pro próximo plantão só pra sentir esse pau grosso me arrombando de novo até a porra vazar pelo chão do hospital.

Rate this story

Thanks for rating
Tagged dirty-talk rough-sex kissing groping ass-groping

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.