Um Olhar que Diz Por Favor

Dois gatos de 28 anos se esbarram na festa, trocam um olhar safado e terminam com o Lucas arrombando o cu apertado do Theo sem camisinha.

5 min read August 20, 2026New

A festa estava lotada, o barulho da música latejando pelas paredes da casa de um amigo em comum, corpos se espremendo no calor úmido da noite. Lucas, moreno de vinte e oito anos, tatuagens cobrindo os braços musculosos e o peito largo, empurrava o caminho até a cozinha com um copo na mão quando esbarrou de frente num loiro magro que virava a esquina do corredor. Theo. Mesma idade, cabelo claro bagunçado, sorriso safado que já denunciava maldade antes mesmo de abrir a boca.

O olhar travou. Do outro lado da sala lotada, segundos depois, Lucas encontrou aqueles olhos de novo e lambeu o lábio devagar, a língua passando bem devagar no canto da boca, provocando sem pressa. Theo respondeu com um sorrisinho torto, a cabeça inclinada, a mensagem clara nos olhos: me fode. O pau de Lucas já começava a endurecer na calça justa só com aquilo.

Eles ficaram se caçando no meio da multidão. Lucas passava perto demais, o peito largo roçando as costas finas de Theo quando ia buscar outra cerveja. Theo “tropeçava” de propósito e a bunda apertada encostava na coxa do moreno. A tensão subia quente. Quando finalmente ficaram lado a lado perto da janela, Theo se inclinou, o hálito quente no ouvido de Lucas.

— Tô louco pra sentir esse pau grosso enfiado em mim — sussurrou, a voz rouca de tesão.

Lucas agarrou a cintura dele com força, os dedos cravando na carne magra por cima da camiseta fina.

— Vou te fazer implorar, loirinho. Vou arrombar esse cu até você não conseguir nem falar direito.

Não precisou de mais. Os dois se desvencilharam da festa com discrição, subindo as escadas até um quarto no fundo da casa, porta trancada com estalo seco. No segundo em que a chave girou, Lucas empurrou Theo contra a madeira e beijou a boca dele com fome, língua grossa invadindo, saliva misturando, dentes puxando o lábio inferior. As mãos desesperadas já puxavam camisetas, abrindo o cinto de Lucas, descendo o zíper da calça de Theo. Os corpos colados, peito suado contra peito, o pau duro de Lucas esfregando na barriga magra do loiro.

— De joelhos — mandou Lucas, a voz grave, sem espaço pra discussão. Theo obedeceu na hora, descendo, os olhos vidrados de tesão olhando pra cima enquanto puxava a cueca do moreno pra baixo. O pau grosso e veioso saltou pesado, a cabeça inchada já pingando pré-gozo. Theo lambeu da base até a glande, depois engoliu o máximo que conseguiu, a boca esticando, babando inteiro, saliva escorrendo pelo queixo enquanto chupava com vontade, a mão magra masturbando o que não cabia. Lucas prendeu os dedos no cabelo loiro e fodeu a boca dele em estocadas curtas, gemendo baixo.

— Isso, engole tudo. Olha só como você baba nesse pau...

Theo engasgou de propósito, os olhos marejados, e continuou chupando até o queixo estar encharcado. Lucas puxou ele pra cima de novo, beijou a boca babada e virou o loiro de quatro na cama. Puxou a calça e a cueca de uma vez, deixando a bunda pálida e apertada exposta. Cuspiu no cuzinho rosado, espalhou a saliva com o polegar e enfiou dois dedos de uma vez, abrindo sem delicadeza. Theo gemeu alto, empurrando pra trás.

— Sem camisinha — rosnou Lucas. — Quero gozar dentro desse cu apertado.

Alinhou a cabeça grossa e meteu fundo de uma estocada só, arrombando o cuzinho apertado de Theo até o saco bater na pele. Theo gritou no travesseiro, o corpo inteiro tremendo, o pau magro pingando no lençol. Lucas não deu tempo pra se acostumar. Segurou a cintura com força e começou a foder bruto, estocadas longas e fundas, a rola grossa abrindo caminho, o cu de Theo agarrando cada centímetro. Tapa estalou na bunda branca, deixando a marca vermelha. Depois outro. Lucas puxou o cabelo loiro pra trás, forçando o arco das costas, e meteu ainda mais fundo.

— Puta que pariu, que cu gostoso... Apertando meu pau igual uma putinha.

— Mais forte — gemeu Theo, a voz quebrada. — Arromba esse cu, porra. Quero sentir amanhã.

Os dois suados, a pele batendo com barulho molhado, gemidos altos demais pra festa lá embaixo. Lucas fodia como se quisesse marcar território, o pau latejando dentro do calor apertado. Depois puxou pra fora, deitou na cama e mandou Theo montar. O loiro se enfiou de costas, as mãos no peito tatuado de Lucas, e desceu devagar no pau grosso até engolir tudo de novo. Começou a cavalgar com vontade, a bunda batendo nas coxas musculosas, o cuzinho engolindo e soltando a rola veiosa. Uma mão desceu pro próprio pau e Theo se masturbou rápido enquanto rebolava, o rosto contorcido de prazer.

— Vou gozar — ofegou. — Vou gozar no seu peito...

Grosas jatos brancos espirraram no peito tatuado de Lucas, no abdômen definido, enquanto o cu dele se contraía em volta do pau. Lucas agarrou as coxas magras, cravou as unhas e meteu pra cima com força, fudendo o loiro ainda em cima dele até o orgasmo bater. Gozo quente jorrou fundo na bunda de Theo, enchendo o cu apertado, jato atrás de jato, vazando pelas laterais quando ele ainda empurrava pra dentro. Os dois ficaram ofegantes, suados, rindo baixo no meio da bagunça.

Lucas tirou o pau devagar, vendo a porra escorrer do cuzinho vermelho e aberto. Pegou uma toalha jogada numa cadeira e limpou o peito, depois passou com carinho entre as nádegas de Theo, os dois ainda rindo entre beijos preguiçosos, línguas lentas, boca inchada.

— Me passa teu número — falou Lucas, a voz rouca, digitando no celular suado. — Na próxima eu te fodo a noite inteira. Sem parar. Até esse cu não aguentar mais.

Theo sorriu, ainda deitado de barriga pra cima, pernas abertas, a porra escorrendo devagar pela coxa.

— Pode vir. Eu imploro de novo se precisar.

Eles se vestiram devagar, o cheiro de sexo impregnado na pele, e saíram do quarto um depois do outro, voltando pra festa como se nada tivesse acontecido — só o olhar sujo que ainda se cruzava do outro lado da sala.

Na manhã seguinte o cu de Theo ainda latejava com a lembrança quente da porra de Lucas.

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