A Voz Que Ele Não Conseguiu Segurar
Dois amigos dividem um quarto, se rendem à tensão e Marcos não consegue segurar o gemido rouco enquanto fode o cu do Leo.
O apartamento era pequeno demais para disfarçar qualquer coisa. Marcos saíra do banho há pouco e já estava no chão do quarto, camisa molhada colada no peito, fazendo flexões como se quisesse queimar a tensão que carregava há meses. O suor descia pelo sulco das costas, pelos ombros largos, pelo abdômen marcado. A porta do banheiro se abriu e Leo parou no batente, só de toalha baixa nos quadris, cabelo molhado escorrendo no peito liso.
— Porra, Marcos… você treina até aqui? — a voz saiu rouca, quase sem jeito. — Esse corpo suado… eu juro que não consigo olhar pra outra coisa.
Marcos parou no meio do movimento, ergueu o rosto e encarou o amigo. Os olhos escuros de Leo percorriam cada músculo. O desejo que os dois engoliam desde a faculdade bateu de frente, pesado, sem escapatória. Marcos se levantou devagar, peito subindo e descendo.
— E você aparece assim, de toalha, falando merda gostosa… acha que eu aguento?
Sentaram na cama estreita, joelhos se tocando. O silêncio durou só alguns segundos. Leo passou a língua nos lábios.
— Eu sempre quis provar o gosto de você. Sério. De noite, no banheiro, eu batia uma pensando nisso.
Marcos soltou o ar num riso baixo, quase um gemido.
— Porra, Leo… eu também. Queria te foder há meses. Queria ouvir você gemendo o meu nome.
Não teve mais conversa. A boca de Marcos encontrou a de Leo com fome, língua quente, dentes puxando o lábio inferior. As mãos desceram rápido: peito firme, mamilos duros, a curva da bunda de Leo sob a toalha que caiu no chão. Os paus já estavam duros, esfregando um no outro, pele quente, pré-gozo lambuzando as barrigas. Leo desceu de joelhos entre as pernas do amigo, engoliu o cacete grosso de Marcos de uma vez, garganta aberta, cuspe escorrendo pelo queixo enquanto chupava com vontade, boquete molhado e fundo. Marcos gemeu alto, dedos enfiados no cabelo molhado de Leo, empurrando os quadris pra frente.
— Isso… chupa assim, caralho… sua boca é quente pra caralho.
Leo lambuzou o pau inteiro, chupou as bolas, voltou a engolir até o fundo. Marcos puxou ele pra cima antes de gozar cedo demais. Virou Leo de bruços na cama, abriu as nádegas firmes e enterrou o rosto ali. A língua abriu o cu apertado, chupou, fodeu com a ponta molhada, deixando Leo gemendo abafado no travesseiro, quadris rebolando pra trás.
— Me come, Marcos… enfia esse pau em mim logo.
Marcos cuspiu na mão, passou no pau grosso e enfiou de uma vez, fundo, abrindo Leo no cachorrinho. O gemido saiu rouco da garganta dos dois. Marcos segurou o cabelo de Leo com uma mão, a outra cravada no quadril, e meteu forte, batendo a bunda, o pau sumindo e saindo brilhando de saliva e pré-gozo. O quarto encheu do barulho molhado de pele batendo em pele, dos gemidos sem freio.
— Porra, seu cu aperta gostoso… — Marcos rosnou, acelerando.
Depois puxou Leo de frente, ergueu as pernas dele nos ombros e enfiou mais fundo ainda, quase dobrando o amigo ao meio. O ângulo acertava o ponto certo a cada estocada. Leo se masturbava rápido, punheta molhada, enquanto Marcos fodia sem piedade, suor pingando no peito do outro. Os gemidos subiam, altos, roucos, sem vergonha nenhuma.
— Marcos… vou gozar… caralho…
Leo gozou primeiro, jatos quentes no próprio peito e barriga, cu contraindo no pau de Marcos. O aperto foi demais. Marcos enterrou até o fundo, gritou um gemido rouco que não conseguiu segurar — o nome de Leo saindo rouco e sujo — e gozou dentro, porra quente enchendo o amigo, pulsos longos, quadris tremendo.
Ficaram ali, suados, melados, respiração ainda descompassada. Marcos saiu devagar, a porra escorrendo pela coxa de Leo. Os dois riram baixinho, o riso preguiçoso de quem acabou de quebrar uma barreira grande demais.
— Isso vai rolar todas as noites dessa viagem — murmurou Marcos, puxando Leo pra perto.
Leo beijou o peito suado do amigo, lábios demorados no mamilo, e sorriu contra a pele.
— Finalmente posso ouvir essa voz gemendo meu nome sem disfarce… porra, Marcos. Isso aqui só tá começando.
Marcos passou a mão nos cabelos de Leo, satisfeito, ainda sem saber que, no bolso da mochila do amigo, havia um anel simples e uma passagem de volta só de ida — Leo já tinha decidido, semanas antes, que não ia mais embora depois do fim de semana.
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