Desejo Adiado: O Vizinho que Invadiu Meu Cu no Museu Vazio
Curadora de 28 anos leva o pau grosso do vizinho arquiteto de 32 no cu virgem dentro do museu vazio.
Eu, Clara, curadora de vinte e oito anos, estava sozinha no museu depois do horário de visitação. As luzes baixas das salas laterais deixavam as esculturas de bronze e mármore com um brilho quente, e eu andava entre elas com a prancheta na mão, conferindo legendas da exposição nova sobre corpo e desejo na arte contemporânea. O cheiro de cera e madeira polida me acompanhava. Eu usava uma saia lápis preta que marcava a bunda e uma blusa de seda fina; o ar-condicionado gelado endurecia meus mamilos de propósito, eu sabia, porque gosto de me sentir assim quando trabalho até tarde.
A porta dos fundos rangeu. Eu levantei a cabeça e vi Lucas, meu vizinho do apartamento cozinha, arquiteto de trinta e dois anos, entrando com dois copos de café. Aquele homem alto, ombros largos, barba por fazer e sorriso torto que eu flertava no elevador há meses. Ele fechou a porta com o cotovelo e veio até mim devagar.
— Deixou entreaberta de novo, Clara. Eu vi a luz acesa da rua e achei que você ia morrer de fome de café sozinha aqui.
Eu peguei o copo. Os dedos dele roçaram os meus e um choque subiu direto pro meio das minhas pernas.
— Você invadiu o museu, Lucas.
— Entrei pela porta que você esqueceu. E valeu a pena. Olha pra você… essa saia apertando essa bunda redonda, essa blusa mostrando o contorno dos peitos. Eu fico duro só de te ver no corredor do prédio. Hoje eu não aguentei.
O desejo explodiu no meu estômago. Eu bebi um gole pra disfarçar a boca seca e respondi olhando nos olhos castanhos dele:
— Eu também fico molhada toda vez que te vejo saindo de short depois da academia. Sempre imaginei essa boca na minha.
Ele sorriu, aproximou mais o corpo. O cheiro de café e de pele quente dele me deixou tonta. Andamos devagar entre as esculturas, conversando baixo sobre a exposição, mas as palavras eram só desculpa. A cada passo o ombro dele roçava o meu. Perto de uma figura de bronze de joelhos abertos, Lucas parou, me empurrou de leve de costas contra a parede fria e beijou minha boca com fome. Língua grossa, dentes puxando meu lábio inferior. As mãos dele subiram pela saia, apertaram minhas coxas, subiram até a calcinha já encharcada.
— Porra, Clara… você tá pingando.
— Sempre fantasiei com você me comendo bem aqui, no meio dessas peças, depois que todo mundo foi embora — eu gemi contra a boca dele, abrindo as pernas. — Sem pressa, te sentindo fundo.
Ele mordeu meu pescoço e sussurrou quente no meu ouvido:
— Eu quero invadir esse cu virgem. Quero abrir você com o pau grosso e te foder até você gritar. Posso?
Meu cu se contraiu só de ouvir. Eu nunca tinha dado. Sempre guardei. Mas naquele segundo a vontade era maior que qualquer medo.
— Pode. Me prepara. Tenho lubrificante na bolsa. Usa os dedos primeiro. Eu quero sentir tudo.
Lucas puxou a bolsa que eu tinha deixado num banco, achou o tubo pequeno de lubrificante que eu levava “por precaução” desde o dia em que comecei a fantasiar com ele. Ele me virou de frente para uma vitrine de vidro limpo que refletia nossos corpos. Abaixou minha calcinha preta até os joelhos, depois tirou de vez. A saia ficou erguida na cintura. Ele passou o lubrificante gelado entre minhas nádegas, esfregou o dedo indicador no meu cu apertado e empurrou devagar. Eu soltei um gemido alto, apoiando as mãos no vidro. Ele masturbava minha boceta ao mesmo tempo, polegar no clitóris, enquanto o dedo ia e voltava no cu, abrindo, girando, pedindo passagem.
— Que cu gostoso… tão fechado. Respira. Vou colocar o segundo.
O segundo dedo entrou com mais lubrificante. A ardência doce me fez rebolar contra a mão dele. Eu estava completamente aberta para ele, gemendo sem vergonha, molhada até a coxa. Lucas crochetou os dedos dentro do meu cu, me esticando, me preparando, enquanto eu falava safado sem parar:
— Assim… abre esse cu pra você. Porra, Lucas, eu quero seu pau.
Quando ele tirou os dedos eu já tremia. Ele abriu a calça, puxou o pau grosso e pesado, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Passou mais lubrificante nele e em mim. Me virou de quatro contra a vitrine, mãos no vidro, bunda empinada. A cabeça do pau dele pressionou meu cu. Eu forcei o relaxamento e ele entrou centímetro por centímetro, abrindo meu cu virgem com aquela pica grossa. A dor misturou com prazer absurdo. Eu gemi alto, o eco batendo nas paredes do museu vazio.
— Caralho, que aperto… seu cu tá engolindo meu pau, Clara.
— Mete mais fundo no meu cu, caralho — eu pedi, empurrando a bunda pra trás. — Me fode. Quero sentir cada veia.
Lucas segurou minha cintura e começou a meter de verdade. Primeiro devagar, depois com força, o pau sumindo inteiro dentro do meu rabo. O som molhado do lubrificante e da nossa pele batendo encheu a sala. Ele me puxou para a posição de standing doggy, me erguendo um pouco, metendo de pé, uma mão no meu peito apertando o mamilo por cima da blusa, a outra no clitóris. Eu gemia sujo, falando sem filtro:
— Isso… fode meu cu. Usa essa bunda. Eu sou sua puta do museu agora.
Ele tirou, me virou, sentou num banco baixo de madeira perto das esculturas e me puxou para cavalgar. Eu montei de costas para ele, guiei o pau de novo pro meu cu e desci devagar até sentar por completo. A grossura dele me abria de um jeito que eu nunca tinha sentido. Comecei a subir e descer, rebolando, cavalgando o pau grosso no meu cu com força. Lucas segurava minha bunda aberta, ajudava o movimento, metia para cima enquanto eu descia. Suor escorria entre meus peitos. Eu olhava nosso reflexo no vidro: eu cavalgando, o pau dele sumindo no meu rabo, a cara dele de tesão puro.
— Goza dentro — eu pedi, voz rouca. — Enche meu cu de porra. Eu quero sentir quente.
Ele segurou meus quadris e meteu fundo três, quatro vezes rápidas. Eu gozei primeiro, boceta pulsando no vazio, cu apertando o pau dele em espasmos. No mesmo instante Lucas gozou, jatos quentes enchendo minha bunda, porra escorrendo enquanto ele ainda empurrava fundo, gemendo meu nome. Ficamos parados, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro de mim, a porra quente escorrendo pelas minhas coxas.
Depois ele saiu devagar. Tirou lenços da própria bolsa de trabalho, limpou meu cu com carinho, passando o papel macio entre as nádegas, beijando a nuca enquanto fazia isso. Me ajudou a vestir a calcinha de novo, ajeitou a saia. Me virou e me deu um beijo longo, língua preguiçosa, gosto de café e sexo.
— Agora nosso desejo não está mais adiado, Clara — ele murmurou contra minha boca. — Mas eu ainda não terminei com você.
Saímos do museu juntos, de mãos dadas, as luzes se apagando atrás de nós. Na rua ele apertou meus dedos e falou baixo:
— Amanhã à noite o prédio fica quase vazio. Eu quero te levar pro meu ateliê. Quero ver esse cu de novo, quero te foder devagar até você pedir mercê… e quero que você me conte exatamente o que mais você guardou nessas fantasias todas. Tem coisa que a gente só começou aqui.
Eu apertei a mão dele de volta, o cu ainda latejando, a porra dele escorrendo devagar dentro da calcinha, e respondi só com um sorriso sujo e a promessa muda de que a noite seguinte ia ser ainda mais suja. O elevador do prédio ia subir lento. E eu já sabia que não ia conseguir dormir pensando no que ele ainda ia fazer comigo.
Eu, Clara, curadora de vinte e oito anos, mal dormi naquela noite. O cu ainda latejava, a lembrança da porra quente de Lucas escorrendo devagar pela calcinha me deixava molhada de novo a cada virada de lado. De manhã cedo já me toquei no chuveiro, dois dedos no rabo ainda sensível, gemendo o nome dele baixo enquanto gozava fraco contra a parede. O dia no museu passou embaçado. Eu só conseguia pensar no ateliê, na promessa suja, no pau grosso que tinha invadido meu cu virgem e ainda não tinha terminado comigo.
Às nove da noite seguinte o prédio estava quase vazio, exatamente como ele falou. Bati na porta do 32. Lucas abriu só de bermuda preta, peito nu, barba por fazer mais carregada, cheiro de madeira e tinta fresca. Trinta e dois anos, ombros largos de arquiteto que carrega maquetes o dia inteiro, sorriso torto que me fez recontrair o cu só de ver.
— Entrou, Clara. Porta fecha sozinha.
Ele me puxou pra dentro, trancou, e a boca dele já estava na minha antes da tranca clicar. Beijo faminto, língua grossa, mãos na minha bunda apertando por cima do vestido curto que eu escolhi de propósito, sem calcinha. Eu gemia contra a boca dele, já pingando na coxa.
— Você veio sem calcinha — ele murmurou, dedos subindo pela parte de trás da minha perna até a fenda molhada. — Que putinha esperta.
— Passei o dia toda pensando nesse cu te engolindo de novo — confessei, voz rouca. — Quero mais. Quero você me abrindo devagar até eu pedir mercê, igual prometeu.
O ateliê era amplo, mesas com pranchetas, maquetes de prédios, uma parede inteira de vidro coberta por cortina pesada. No fundo um sofá largo de couro e um colchão baixo jogado no chão com lençóis limpos. Lucas me guiou até ali, tirou meu vestido num movimento só, me deixou nua sob a luz amarelada das luminárias de trabalho. Ele se ajoelhou, abriu minhas pernas e chupou minha boceta com fome, língua no clitóris, dois dedos entrando molhados enquanto o polegar já brincava no meu cu ainda um pouco inchado da noite anterior.
— Ainda tá apertado e sensível — ele falou, soprando ar quente contra o buraco. — Mas hoje eu quero te foder mais fundo. Quero ouvir você contar as fantasias enquanto meu pau some inteiro nesse rabo.
Eu gemi alto, rebolando na cara dele. Ele me virou de quatro no colchão, passou lubrificante gelado — eu tinha trazido o tubo de novo, e ele riu sujo — e empurrou o dedo indicador devagar. Depois o segundo. Depois o terceiro, abrindo, girando, crochetando enquanto eu gemia sem vergonha, testa no lençol, bunda empinada.
— Assim… porra, Lucas, abre esse cu. Eu guardei tanto tempo… sempre imaginei você me comendo de quatro no elevador, ou me sentando no seu colo enquanto a gente conversava no corredor fingindo que era só flerte. Queria gritar e não poder.
Ele tirou os dedos, se ajoelhou atrás de mim, pau grosso e duro já brilhando de pré-gozo e lubrificante. A cabeça pressionou, eu forcei o relaxamento e ele entrou centímetro por centímetro de novo, mais fácil que ontem, mas ainda tão grosso que ardia doce e me fazia ver estrelas. Quando as bolas bateram na minha boceta eu soltei um gemido longo.
— Caralho, que cu guloso… tá engolindo tudo, Clara. Conta mais. Me fala o que mais você guardou.
Eu comecei a rebolar pra trás, sentindo cada veia, cada pulso.
— Imaginei você me pegando no banheiro do prédio de madrugada… me virando contra a pia, me abrindo com saliva e me fodendo até eu gozar escorrendo. Imaginei te chupar o pau no elevador parado entre andares, engasgando, e depois te pedir pra meter no cu bem ali, com o risco de alguém chamar. Imaginei você me amarrando as mãos com a gravata e me foder de lado, bem devagar, sussurrando putaria no meu ouvido enquanto eu pedisse mais fundo.
Lucas metia agora com força ritmada, uma mão na minha cintura, a outra no clitóris esfregando em círculos. O som molhado enchendo o ateliê, pele batendo em pele, meu gemido ecoando nas paredes altas.
— Continua — ele ordenou, voz grossa. — Eu quero tudo.
— Quero que você me use como sua puta particular — eu gemia, empurrando a bunda pra trás a cada estocada. — Quero acordar de madrugada com seu pau já entrando no meu cu, sem avisar, só me abrindo e me fodendo até eu gozar sonolenta. Quero te cavalgar de costas todo dia depois do trabalho, quero sua porra escorrendo enquanto eu faço janta. Quero que você me foda no museu de novo, mas dessa vez me deixe de joelhos lambendo seu saco depois de gozar dentro, com as esculturas olhando.
Ele puxou meu cabelo, me ergueu até eu ficar de joelhos eretos, peito contra as costas dele, e meteu de pé naquela posição. Uma mão no meu peito apertando o mamilo, a outra descendo pra minha boceta. Eu estava completamente aberta, o pau sumindo e aparecendo no meu rabo no reflexo do vidro escuro da janela.
— Goza no meu pau, curadora safada. Aperta esse cu.
Eu gozei gritando, boceta pulsando no vazio, cu se contraindo em espasmos loucos em volta da pica grossa dele. Lucas seguiu metendo através do meu orgasmo, mais fundo, mais sujo, até eu implorar.
— Porra… mete… enche de novo… eu quero sentir quente escorrendo.
Ele me derrubou de bruços, se deitou por cima, e fodeu meu cu com estocadas curtas e profundas até gozar jatos quentes bem no fundo, gemendo meu nome contra a nuca. Ficamos assim, ofegantes, o pau ainda latejando dentro de mim, porra vazando devagar pelas minhas coxas quando ele se mexia.
Depois ele saiu com cuidado, me virou de frente, me beijou devagar enquanto limpava o excesso com um pano macio que tinha preparado. Me puxou pro sofá, eu no colo dele, o pau meio duro ainda esfregando entre minhas nádegas sujas de porra e lubrificante. Eu passei a mão no peito dele, no cabelo curto, e confessei mais baixinho, confessional de verdade:
— Eu nunca dei pra ninguém antes de ontem. Guardei porque queria que fosse com alguém que me fizesse sentir exatamente isso… invadida, aberta, usada e ainda assim pedindo mais. E agora eu não consigo parar de querer. Quero que você continue invadindo esse cu sempre que der vontade. No museu, aqui, no elevador, no meu apartamento de madrugada. Eu sou sua.
Lucas sorriu aquele sorriso torto, dedos brincando de novo na minha entrada ainda aberta e sensível, empurrando a porra dele de volta pra dentro com carinho sujo.
— Então a gente não vai adiar mais nada, Clara. Amanhã eu te busco no museu de novo depois do horário. Mas antes…
Ele me olhou nos olhos, pau já endurecendo outra vez contra a minha bunda.
— Você aguenta mais uma rodada agora, ou quer que eu te desafie a ficar de quatro no elevador do prédio daqui a dez minutos com meu pau ainda pingando no seu cu?
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