Encontro Nu no Festival com o Moreno
Ruiva branquinha e moreno sarado se pegam gostoso pelados no festival.
O sol batia sem piedade no meio do festival de música ao ar livre, aquele calor gostoso de tarde de verão que fazia a pele brilhar de suor. Clara, ruiva curvilínea de vinte e oito anos, caminhava pelada entre a multidão como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo — e, na área nudista do evento, era. Os seios fartos balançavam a cada passo, a bunda branca e redonda chamava olhares, e ela ria sozinha das próprias brincadeiras mentais. “Se eu esbarrar em alguém, pelo menos não vai ter roupa pra amassar”, pensou, justamente no instante em que o ombro dela bateu seco num peito largo e escuro.
— Eita porra! — ela soltou, dando um pulinho. — Desculpa, gato. Tava distraída contando quantas rolas já vi hoje.
O cara na frente dela era um moreno alto, pele escura e lisa, ombros largos, abdômen sarado marcado pelo suor. Lucas, trinta anos, riu baixo, a voz grossa rolando preguiçosa. O pau dele pendia pesado entre as coxas musculosas, e os olhos escuros percorreram Clara de cima a baixo sem disfarce — os peitos rosados, a cintura fina, o buço ruivo bem aparado na buceta.
— Contando rolas e ainda conseguiu me acertar? Tá talentosa — ele provocou, arqueando uma sobrancelha. — Sou Lucas. E você parece ter caído do céu… ou saído direto duma propaganda de protetor solar pra pele clara.
Clara mordeu o lábio, sentindo o calor subir na cara e descer direto pro meio das pernas. O corpo dele era um convite descarado: peito largo, braços veiados, e aquela pica escura que já dava indício de interesse só de ficar ali parada.
— Clara. Brasileira, ruiva, branquinha e completamente sem vergonha — respondeu, plantando as mãos na cintura e empurrando o peito pra frente de propósito. — Nessa área a nudez é liberada, né? Que bom, porque se eu tivesse que escolher uma peça pra vestir agora, ia ser só um sorriso safado. E olha… a sua já tá prestando atenção em mim.
Lucas soltou uma gargalhada aberta, sem tirar os olhos dela.
— Minha amiga aqui embaixo tem gosto refinado. E você, Clara, tá me olhando como quem quer provar o cardápio inteiro. Vamos andar juntos? Explorar esse circão de gente nua? Prometo não te esconder a vista.
Ela aceitou na hora, o coração batendo rápido, a buceta já úmida só da conversa. Saíram lado a lado pelo gramado, a música alta latejando nos peitos, corpos suados passando por eles — peitos, bundas, paus de todos os tamanhos balançando ao sol. Clara sentia o olhar de Lucas queimando na lateral do corpo dela, e resolveu aumentar a dose.
Enquanto caminhavam, ela “sem querer” roçava os seios macios no braço dele a cada dois passos. A pele clara contrastava com o tom escuro dele, e o atrito dos mamilos duros fazia um arrepio delicioso subir pela espinha.
— Ops — ela ria baixinho. — O terreno tá irregular, juro.
Lucas bufou uma risada, a mão roçando de leve a curva da bunda branca dela.
— Irregular é o meu controle, mulher. Essa bunda clara tá me deixando com a rola grossa meia-bomba já. Olha só o estrago… tá pesando e subindo só de imaginar ela quicando em cima.
Clara olhou pra baixo e viu mesmo: o pau escuro e grosso dele engrossando, a cabeça lisa brilhando um pouco na ponta. Ela sentiu a própria buceta latejar.
— Porra, Lucas… tá grosso pra caralho. E escuro desse jeito, vai marcar tudinho na minha pele branca. Que delícia.
O calor, a batida da música e a visão de tanta pele nua explodiram a química entre eles. Não aguentaram muito. Lucas puxou Clara pela mão pra trás de uma tenda de som mais afastada, onde a multidão rareava e umas árvores davam uma sombra decente. Os dois riam baixinho, ofegantes, corpos colados.
— Me fala que você quer a mesma coisa que eu — ele murmurou, a boca quase na dela. — Quero te foder aqui mesmo. Rápido, suado, gostoso.
— Quero — ela respondeu sem hesitar, a voz rouca de tesão. — Quero essa pica preta grossa dentro da minha buceta molhada agora. Para de conversa e me beija, porra.
A boca deles se encontrou com fome. Beijo molhado, língua briguenta, dentes puxando lábio. As mãos de Lucas apertaram os seios dela, polegares rodando os mamilos rosados já duros. Clara gemeu dentro da boca dele, esfregando a bunda na coxa firme.
Ele a empurrou de leve contra o tronco de uma árvore. A casca rústica raspou as costas claras dela enquanto ele baixava a cabeça e chupava um mamilo com vontade — língua quente, sucção forte, dentes de leve. Clara arqueou o peito pra frente, gemendo alto o suficiente pra se misturar com a música.
— Ah, caralho… chupa assim…
Dois dedos grossos dele desceram direto pra buceta molhada, abrindo os lábios inchados e enfiando fundo de uma vez. Clara soltou um gritinho abafado, as pernas tremendo. Os dedos entravam e saíam molhados, o polegar rodando o clitóris inchado.
— Tá escorrendo, ruiva safada — ele riu contra o peito dela. — Tua buceta tá pedindo pau.
Ela não aguentou só receber. Empurrou os ombros dele e se ajoelhou na grama quente, olhando pra cima com cara de putinha. Segurou a pica escura e grossa com as duas mãos — quente, pesada, veias saltadas — e lambeu a cabeça larga como se fosse picolé. Depois engoliu o máximo que conseguiu, babando bastante, saliva escorrendo pelo pau e pingando nas bolas. O olhar dela não saía do dele: olhos verdes brilhando de safadeza, boca esticada em volta da rola preta.
— Porra, Clara… mama gostoso assim que eu gozo na sua cara ainda.
Ela puxou pra fora com um estalo molhado, a mão bombeando rápido.
— Depois você goza onde quiser. Agora me fode.
Lucas a puxou de pé, virou-a de costas contra a árvore e acharam o ângulo. A cabeça grossa abriu a buceta molhada e ele meteu fundo de uma estocada só, até o saco bater. Clara gritou de prazer, as mãos agarradas no tronco. Ele fodeu no estilo cachorrinho em pé, mãos grandes segurando a cintura branca, palmadas estalando na bunda clara — a marca vermelha aparecendo logo no contraste com a pele. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem pra frente.
— Olha essa bunda branca levando porrada da minha rola preta… que visão do caralho — ele gemia entre risadas curtas de puro tesão.
Depois a ergueu no colo como se ela não pesasse nada. Clara enlaçou as pernas na cintura sarada dele, seios esmagados no peito escuro suado. De frente, ele meteu de novo, estocadas fortes e profundas, os corpos colados, suor misturando, pele clara e pele escura brilhando juntas sob o sol filtrado. Os dois gemiam alto, rindo no meio do gemido quando a posição ficava meio atrapalhada ou quando alguém passava longe demais pra notar.
— Mais forte, Lucas… assim, porra…
— Tua buceta aperta que nem louca… vou gozar contigo.
O orgasmo veio barulhento e suado. Clara gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, buceta pulsando em volta do pau grosso, um gemido longo que ela engoliu no ombro dele. Lucas acompanhou segundos depois, enterrando fundo e jorrando quente dentro dela, gemendo baixo e soltando uma risada ofegante no pescoço da ruiva.
Ficaram abraçados uns instantes, rindo bobos, suor escorrendo, o pau dele ainda latejando dentro. Quando ele saiu devagar, um filete de porra escorreu pela coxa branca dela. Clara limpou com o dedo, chupou na cara dura e deu de ombros.
— Hora de voltar pra multidão, né? Ainda tem festival inteiro…
Os dois saíram de trás da tenda ainda pelados, rindo baixo, mãos se roçando, corpos brilhando. A música batia mais forte agora. Clara sentia o esperma dele escorrendo devagar entre as pernas a cada passo, e o olhar de Lucas já estava de novo faminto, como quem não tinha terminado de brincar. O sol continuava quente, a multidão pulsava, e a tensão entre eles só tinha crescido — pronta pra explodir de novo a qualquer momento.
Eles voltaram pro meio da galera pelada como se nada tivesse acontecido, só que todo mundo que passava perto sentia o cheiro de sexo quente grudado nos dois. Clara andava com as pernas um pouco abertas demais de propósito, sentindo o gozo grosso do Lucas escorrer devagar pela coxa interna e pingar na grama. Cada gota que caía fazia ela sorrir de canto, safada pra caralho.
— Tá pingando, viu? — ela cutucou o braço dele com o cotovelo, a voz baixa e cheia de riso. — Se alguém escorregar nessa trilha de porra, a culpa é sua.
Lucas olhou pra baixo, viu o filete branco brilhando contra a pele clara dela e soltou uma gargalhada grossa.
— Culpa minha? Tu que engoliu tudo e ainda limpou o resto com o dedo na minha frente. Agora anda logo antes que eu te junte de novo nesse gramado e a gente faça um showzinho pra plateia.
A multidão pulsava ao redor: corpos suados, peitos balançando, paus de todos os calibre balançando no ritmo da batida eletrônica que vinha do palco principal. O sol ainda castigava, suando todo mundo. Clara “sem querer” deixava a mão roçar na bunda firme do Lucas toda vez que alguém passava apertado. Ele revidava apertando a cintura dela, dedos escuros contrastando com o branco da pele, descendo às vezes até o começo da racha da bunda.
Eles pararam perto de um barracão de comida vegetariana — ironia pura, porque o que os dois queriam mastigar não tinha nada de broto. Lucas comprou duas águas de coco e entregou uma pra ela. Clara bebeu devagar, deixando um fiozinho escorrer pelo queixo, descer pelo pescoço e molhar o vale entre os seios fartos. O moreno acompanhou o caminho com os olhos e o pau dele respondeu na hora, engrossando de novo, a cabeça inchada já apontando pra cima.
— Tá de brincadeira comigo, ruiva — ele rosnou baixo, se aproximando pra falar no ouvido dela. — Esse coco tá saindo mais barato que a porra que eu acabei de te dar. Quer outra rodada já?
— Quero é sentar nessa pica preta de novo enquanto como alguma coisa — ela respondeu, mordendo o lábio inferior. — Mas primeiro vamos achar um canto onde eu possa te provocar direito. Tô com vontade de te deixar duro pra caralho na frente de todo mundo.
Eles seguiram até uma área de redes e almofadões espalhados sob umas árvores mais densas, onde a galera descansava, bebia e se pegava sem muita cerimônia. Clara puxou Lucas pra uma rede meio isolada, deitou de lado e puxou ele pra trás dela, coladinho. O pau quente e pesado dele encaixou logo na fenda da bunda branca. Ela rebolou devagar, sentindo a rola deslizar entre as nádegas suadas.
— Sente isso? — ela sussurrou, rindo quando ele gemeu. — Tá esfregando bem no meio. Se continuar, vai acabar entrando sem querer.
— Sem querer o caralho — Lucas segurou o quadril dela com uma mão e com a outra alcançou na frente, abrindo os lábios da buceta ainda molhada de gozo antigo e saliva nova. Dois dedos grossos entraram fáceis. — Tua xota tá um banho de porra e mel. Quer que eu te foda de novo aqui mesmo, com gente passando?
Clara arqueou as costas, empurrando a bunda contra ele.
— Quero que tu me foda de todo jeito. Mas primeiro me chupa um pouco. Quero ver essa boca escura na minha buceta ruiva.
Ele riu, desceu da rede num movimento ágil e ajoelhou na grama na frente dela. Abriu as pernas da ruiva, puxou ela mais pra beira e enterrou o rosto ali sem cerimônia. A língua larga e quente lambeu de baixo pra cima, lambuzando tudo, chupando o clitóris inchado com vontade. Clara agarrou os cabelos curtos dele e gemeu alto o bastante pra duas mulheres que passavam pararem e rirem.
— Olha o casalzinho se deliciando — uma delas brincou. — Boa sorte aí, moreno. Essa ruiva tá pedindo porrada.
Lucas levantou a cabeça só o suficiente pra responder com a boca brilhando de porra e mel:
— Ela já levou uma. Agora vai levar a segunda com sobremesa.
Voltou a chupar, enfiando a língua fundo, dedos abrindo e massajando. Clara rebolava na cara dele, peitos balançando, gemendo entre risadas porque a posição da rede fazia ela quase cair toda vez que gozava um pouco. O tesão subia rápido de novo. Quando ele enfiou três dedos e chupou o clitóris com força, ela gozou molhado, pernas tremendo, um jato quente espirrando no peito escuro dele.
— Porra, Lucas… tu me fez gozar na tua cara no meio do festival — ela riu ofegante, puxando ele pra cima. — Agora me devolve. Quero essa rola grossa de novo.
Ele subiu na rede com ela, a estrutura balançando perigosamente. Clara montou de frente, guiou a cabeça escura até a entrada inchada e desceu devagar, sentindo cada centímetro esticar. O contraste era delicioso: a pica preta sumindo dentro da buceta rosada e clara, o pau sumindo até o saco bater nela. Ela começou a quicar, peitos pulando na cara dele, ele segurando a bunda com as duas mãos e metendo pra cima.
— Assim, putinha branquinha… quica nessa rola que nem louca — ele gemia, rindo quando a rede quase virou. — Se a gente cair, a gente continua no chão. Não para.
Clara acelerou, rebolando em círculos, apertando por dentro de propósito. O suor escorria entre os corpos, a pele clara dela ficando marcada de vermelho onde as mãos dele apertavam. Alguém passou perto e assobiou. Outro gritou “vai, ruiva!” de longe. Eles riram no meio do gemido, sem parar.
— Tá me marcando todinha de novo — ela ofegou, inclinando pra beijar a boca dele, lambendo o próprio gosto. — Quero sair daqui com a bunda vermelha e a buceta cheia outra vez.
Lucas virou ela na rede sem sair de dentro, a colocou de quatro meio escorregadia, agarrou o cabelo ruivo e fodeu com estocadas longas e profundas. A cada metida a rede balançava, os peitos dela pendurados balançavam, e o som molhado da pica entrando e saindo misturava com a música. Ele deu umas palmadas fortes na bunda branca — plaf, plaf — deixando a marca da mão escura bem visível.
— Olha só essa bunda clara levando porrada — ele riu, a voz rouca. — Tá vermelhinha já. Vai ficar ainda mais quando eu gozar de novo.
Clara empurrava pra trás, pedindo mais fundo, mais forte. O tesão era tanto que ela gozou de novo só com as estocadas no ponto certo, a buceta milimetricamente apertando o pau dele em ondas. Lucas quase gozou junto, mas segurou, puxou pra fora no último segundo e esfregou a rola grossa e latejante na fenda da bunda dela, jorrando fios quentes de porra branca que escorriam pela pele clara, pingando no chão e na rede.
Eles caíram rindo na grama logo em seguida, a rede finalmente desistindo. Ficaram deitados lado a lado, ofegantes, suados, cobertos de porra e saliva. Clara passou o dedo na própria coxa, pegou um pouco do gozo fresco e passou nos lábios como se fosse batom.
— Hmm. Melhor que o coco — ela provocou, piscando.
Lucas rolou pra cima dela de novo, o pau ainda meio duro, sujo, esfregando na barriga branca.
— Tu é um perigo, Clara. A gente mal saiu de trás da tenda e já te enchi de porra de novo. E olha… ainda tá cedo. O festival vai até a madrugada.
Ela envolveu as pernas na cintura dele, sentindo a rola voltar a engrossar devagar contra a buceta sensível.
— Então me leva pra outro canto. Quero te mamar de novo enquanto a gente assiste o show. Quero que tu me foda em pé no meio da galera se der. Quero sair daqui mancando e cheirando a sexo de moreno sarado.
Ele beijou o pescoço dela, mordendo de leve, a mão já descendo de novo entre as pernas pra brincar com o clitóris inchado.
— Cuidado com o que pede, ruiva. Porque eu tô a fim de te usar até o sol baixar. E depois ainda mais um pouco.
Os dois se levantaram devagar, ainda rindo, limpando o excesso com as próprias mãos de qualquer jeito. O esperma continuava escorrendo pelas pernas de Clara a cada passo. Lucas passou o braço em volta da cintura dela, a mão aberta na bunda marcada, e os dois voltaram caminhando em direção ao palco principal, corpos colados, a tensão sexual latejando mais forte que a própria música. O olhar dele já caçava o próximo cantinho escuro. O dela já imaginava a próxima posição. E o festival inteiro ainda pulsava ao redor, cheio de possibilidades peladas e gostosas esperando os dois.
Eles avançaram em direção ao palco principal com os corpos ainda colados, o braço de Lucas firme na cintura dela e a mão aberta espalmando a bunda marcada de vermelho. A batida eletrônica subia pelo chão e entrava pelas solas dos pés, subia pelas pernas e batia direto na buceta sensível de Clara, que a cada passo sentia o gozo antigo escorrer mais um pouco e pingar quente na grama. Ela pensou, divertida: “Se eu continuar assim, vou deixar um rastro de GPS de porra pro resto do festival”.
— Olha só o jeito que tu tá andando — Lucas provocou no ouvido dela, a voz grossa misturada com a música. — Pernas abertas, bunda rebolando, gozo pingando… parece que tu tá anunciando “comeu e quer mais”.
— E não tô? — ela riu, virando o rosto pra morder de leve o queixo dele. — Quero te mamar agora, com a luz do palco batendo na minha cara e a multidão perto o suficiente pra achar que a gente só tá abraçado. Me leva pra frente.
Eles furaram a galera pelada até chegarem bem perto das caixas de som laterais, onde o volume era absurdo e a vibração fazia peito tremer sozinho. Clara se ajoelhou na grama amassada sem cerimônia, puxou a pica já dura de Lucas pra fora do meio-bomba e enfiou na boca de uma vez. A cabeça grossa e escura abriu os lábios dela, a saliva escorreu na hora, e ela engoliu fundo, o nariz quase tocando o abdômen sarado. O contraste era uma putaria visual: a boca clara e rosada esticada em volta da rola preta veiada, os olhos verdes dela levantados pra cima enquanto a luz roxa do palco piscava no suor do peito dele.
Lucas prendeu os dedos no cabelo ruivo e gemeu baixo, um sorriso safado no canto da boca.
— Porra, Clara… mama assim que o DJ vai achar que é efeito especial. Essa boca branquinha engolindo tudo… caralho.
Ela puxou pra fora com um fio de saliva ligando os lábios à glande brilhante, a mão bombeando rápido na base.
— Tu tá com gosto de coco e porra misturado — ela provocou, rindo. — Melhor drink do festival. Agora fode minha garganta um pouco antes de meter de novo.
Ele segurou a cabeça dela e meteu devagar, sentindo a garganta apertar. Clara babava sem vergonha, as mãos nas coxas musculosas dele, os seios balançando a cada estocada oral. Uma mulher passou do lado, olhou, assobiou e gritou “boa, ruiva!” antes de sumir na multidão. Clara soltou uma risada abafada em volta do pau, a vibração fazendo Lucas tremer.
Ele a puxou de pé, virou-a de frente pro palco e colou atrás dela. A pica escorregadia deslizou entre as nádegas suadas e achou a buceta ainda inchada e melada. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, até o saco bater na bunda branca. Clara arqueou as costas, as mãos nos próprios joelhos, e empurrou pra trás.
— Isso… enfia essa pica preta toda. Quero sentir marcando por dentro enquanto a música treme no meu clitóris.
Lucas segurou a cintura dela com as duas mãos grandes e começou a meter com estocadas ritmadas, no compasso da batida. Cada avanço fazia os peitos fartos dela balançarem pra frente, mamilos duros apontando pro palco. O suor escorria entre os corpos, pele clara contra pele escura brilhando sob as luzes coloridas. Ele baixou uma mão na frente e rodou o clitóris inchado com o polegar, sujo de gozo antigo e saliva nova.
— Tua buceta tá engolindo que nem louca de novo — ele riu no pescoço dela, mordendo de leve. — Olha o jeito que aperta. Se a gente gozar aqui, a galera vai achar que é fonte de chocolate branco.
Clara riu ofegante, rebolando no pau grosso.
— Então jorra fora na minha bunda que eu lambo depois. Agora mete mais forte, porra. Quero sair mancando de verdade.
Ele acelerou, palmadas estalando na bunda clara — plaf, plaf — deixando novas marcas vermelhas da mão escura. O som molhado da pica entrando e saindo misturava com o baixo da música. Clara gozou primeiro de novo, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo que se perdeu no refrão. A buceta latejou em ondas em volta dele, e Lucas segurou o máximo que pôde, puxou pra fora no limite e esfregou a rola latejante na fenda da bunda, jorrando fios quentes e grossos que escorriam pela pele branca, pingavam na grama e brilhavam sob a luz roxa.
Eles ficaram ofegantes uns segundos, rindo bobos, ele ainda segurando ela pela cintura. Clara passou a mão atrás, pegou um pouco do gozo fresco na ponta dos dedos e levou à boca, chupando com cara de quem experimenta sobremesa cara.
— Hmm. Melhor que o vegan brownie que tavam vendendo lá atrás.
Lucas gargalhou, a pica ainda pingando, e a virou de frente pra beijar a boca lambuzada dela.
— Tu é perigosa pra caralho. A gente já gozou três vezes e tu ainda tá com cara de quem quer a quarta.
— Quarta, quinta, sexta… o sol ainda nem baixou direito — ela provocou, passando a mão na rola semi-dura e sentindo ela reagir. — Me leva pra aquele gramado mais escuro perto dos banheiros químicos. Quero montar em ti de costas e deixar o pessoal que passar achar que a gente tá só descansando.
Eles caminharam de novo, corpos colados, o esperma escorrendo pelas coxas dela a cada passo. Perto dos banheiros químicos o cheiro era uma mistura absurda de desinfetante barato e sexo ao ar livre. Clara empurrou Lucas pra sentar na grama, montou de costas pra ele, guiou a cabeça escura até a entrada molhada e desceu de uma vez, engolindo tudo até o fundo. O ângulo fazia a pica pressionar fundo demais, delicioso pra caralho. Ela começou a quicar, as mãos nos joelhos dele, a bunda branca batendo no abdômen escuro, peitos pulando.
Lucas segurou os quadris dela e meteu pra cima, rindo quando ela quase perdia o equilíbrio.
— Assim, putinha… quica nessa rola preta que nem se tivesse pagando ingresso só pra isso. Tua bunda tá uma obra de arte toda marcada.
Clara acelerou, rebolando em círculos apertados, sentindo cada veia, cada centímetro. O suor escorria entre os seios e pingava no peito dele. Alguém passou, olhou de relance, deu risada e foi embora. Ela gozou molhado de novo, o corpo retesando, um jato quente espirrando nas bolas dele. Lucas não aguentou: agarrou forte, enterrou fundo e gozou dentro, jorrando quente, enchendo ela de novo enquanto gemia um “porra, Clara” rouco misturado com risada.
Ela ficou sentada nele uns instantes, ofegante, sentindo o pau latejar e o gozo começar a vazar pelos lados. Depois se levantou devagar, um filete grosso escorrendo pela coxa interna até o joelho. Lucas se ergueu também, passou o braço nela e os dois ficaram ali, rindo, suados, cobertos de sexo.
Clara olhou pra baixo, viu a trilha branca brilhando na pele clara, depois olhou pro pau dele ainda meio sujo e soltou a melhor cara de inocente que conseguiu:
— Lucas… se a gente continuar nesse ritmo, amanhã eu vou ter que declarar teu esperma como dependente no imposto de renda.Eles avançaram em direção ao palco principal com os corpos ainda colados, o braço de Lucas firme na cintura dela e a mão aberta espalmando a bunda marcada de vermelho. A batida eletrônica subia pelo chão e entrava pelas solas dos pés, subia pelas pernas e batia direto na buceta sensível de Clara, que a cada passo sentia o gozo antigo escorrer mais um pouco e pingar quente na grama. Ela pensou, divertida: “Se eu continuar assim, vou deixar um rastro de GPS de porra pro resto do festival”.
— Olha só o jeito que tu tá andando — Lucas provocou no ouvido dela, a voz grossa misturada com a música. — Pernas abertas, bunda rebolando, gozo pingando… parece que tu tá anunciando “comeu e quer mais”.
— E não tô? — ela riu, virando o rosto pra morder de leve o queixo dele. — Quero te mamar agora, com a luz do palco batendo na minha cara e a multidão perto o suficiente pra achar que a gente só tá abraçado. Me leva pra frente.
Eles furaram a galera pelada até chegarem bem perto das caixas de som laterais, onde o volume era absurdo e a vibração fazia peito tremer sozinho. Clara se ajoelhou na grama amassada sem cerimônia, puxou a pica já dura de Lucas pra fora do meio-bomba e enfiou na boca de uma vez. A cabeça grossa e escura abriu os lábios dela, a saliva escorreu na hora, e ela engoliu fundo, o nariz quase tocando o abdômen sarado. O contraste era uma putaria visual: a boca clara e rosada esticada em volta da rola preta veiada, os olhos verdes dela levantados pra cima enquanto a luz roxa do palco piscava no suor do peito dele.
Lucas prendeu os dedos no cabelo ruivo e gemeu baixo, um sorriso safado no canto da boca.
— Porra, Clara… mama assim que o DJ vai achar que é efeito especial. Essa boca branquinha engolindo tudo… caralho.
Ela puxou pra fora com um fio de saliva ligando os lábios à glande brilhante, a mão bombeando rápido na base.
— Tu tá com gosto de coco e porra misturado — ela provocou, rindo. — Melhor drink do festival. Agora fode minha garganta um pouco antes de meter de novo.
Ele segurou a cabeça dela e meteu devagar, sentindo a garganta apertar. Clara babava sem vergonha, as mãos nas coxas musculosas dele, os seios balançando a cada estocada oral. Uma mulher passou do lado, olhou, assobiou e gritou “boa, ruiva!” antes de sumir na multidão. Clara soltou uma risada abafada em volta do pau, a vibração fazendo Lucas tremer.
Ele a puxou de pé, virou-a de frente pro palco e colou atrás dela. A pica escorregadia deslizou entre as nádegas suadas e achou a buceta ainda inchada e melada. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, até o saco bater na bunda branca. Clara arqueou as costas, as mãos nos próprios joelhos, e empurrou pra trás.
— Isso… enfia essa pica preta toda. Quero sentir marcando por dentro enquanto a música treme no meu clitóris.
Lucas segurou a cintura dela com as duas mãos grandes e começou a meter com estocadas ritmadas, no compasso da batida. Cada avanço fazia os peitos fartos dela balançarem pra frente, mamilos duros apontando pro palco. O suor escorria entre os corpos, pele clara contra pele escura brilhando sob as luzes coloridas. Ele baixou uma mão na frente e rodou o clitóris inchado com o polegar, sujo de gozo antigo e saliva nova.
— Tua buceta tá engolindo que nem louca de novo — ele riu no pescoço dela, mordendo de leve. — Olha o jeito que aperta. Se a gente gozar aqui, a galera vai achar que é fonte de chocolate branco.
Clara riu ofegante, rebolando no pau grosso.
— Então jorra fora na minha bunda que eu lambo depois. Agora mete mais forte, porra. Quero sair mancando de verdade.
Ele acelerou, palmadas estalando na bunda clara — plaf, plaf — deixando novas marcas vermelhas da mão escura. O som molhado da pica entrando e saindo misturava com o baixo da música. Clara gozou primeiro de novo, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo que se perdeu no refrão. A buceta latejou em ondas em volta dele, e Lucas segurou o máximo que pôde, puxou pra fora no limite e esfregou a rola latejante na fenda da bunda, jorrando fios quentes e grossos que escorriam pela pele branca, pingavam na grama e brilhavam sob a luz roxa.
Eles ficaram ofegantes uns segundos, rindo bobos, ele ainda segurando ela pela cintura. Clara passou a mão atrás, pegou um pouco do gozo fresco na ponta dos dedos e levou à boca, chupando com cara de quem experimenta sobremesa cara.
— Hmm. Melhor que o vegan brownie que tavam vendendo lá atrás.
Lucas gargalhou, a pica ainda pingando, e a virou de frente pra beijar a boca lambuzada dela.
— Tu é perigosa pra caralho. A gente já gozou três vezes e tu ainda tá com cara de quem quer a quarta.
— Quarta, quinta, sexta… o sol ainda nem baixou direito — ela provocou, passando a mão na rola semi-dura e sentindo ela reagir. — Me leva pra aquele gramado mais escuro perto dos banheiros químicos. Quero montar em ti de costas e deixar o pessoal que passar achar que a gente tá só descansando.
Eles caminharam de novo, corpos colados, o esperma escorrendo pelas coxas dela a cada passo. Perto dos banheiros químicos o cheiro era uma mistura absurda de desinfetante barato e sexo ao ar livre. Clara empurrou Lucas pra sentar na grama, montou de costas pra ele, guiou a cabeça escura até a entrada molhada e desceu de uma vez, engolindo tudo até o fundo. O ângulo fazia a pica pressionar fundo demais, delicioso pra caralho. Ela começou a quicar, as mãos nos joelhos dele, a bunda branca batendo no abdômen escuro, peitos pulando.
Lucas segurou os quadris dela e meteu pra cima, rindo quando ela quase perdia o equilíbrio.
— Assim, putinha… quica nessa rola preta que nem se tivesse pagando ingresso só pra isso. Tua bunda tá uma obra de arte toda marcada.
Clara acelerou, rebolando em círculos apertados, sentindo cada veia, cada centímetro. O suor escorria entre os seios e pingava no peito dele. Alguém passou, olhou de relance, deu risada e foi embora. Ela gozou molhado de novo, o corpo retesando, um jato quente espirrando nas bolas dele. Lucas não aguentou: agarrou forte, enterrou fundo e gozou dentro, jorrando quente, enchendo ela de novo enquanto gemia um “porra, Clara” rouco misturado com risada.
Ela ficou sentada nele uns instantes, ofegante, sentindo o pau latejar e o gozo começar a vazar pelos lados. Depois se levantou devagar, um filete grosso escorrendo pela coxa interna até o joelho. Lucas se ergueu também, passou o braço nela e os dois ficaram ali, rindo, suados, cobertos de sexo.
Clara olhou pra baixo, viu a trilha branca brilhando na pele clara, depois olhou pro pau dele ainda meio sujo e soltou a melhor cara de inocente que conseguiu:
— Lucas… se a gente continuar nesse ritmo, amanhã eu vou ter que declarar teu esperma como dependente no imposto de renda.
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