Viúva em Flor com o Entregador Negro

A viúva Bianca abre o robe pro entregador negro e leva uma foda braba cheia de porra.

11 min read September 06, 2026New

A viúva Bianca morava sozinha no apartamento de luxo no décimo quinto andar desde que o marido morrera, seis meses atrás. Trinta e oito anos, pele clara e macia, seios pesados e empinados, cintura fina e uma bunda redonda que o robe de seda mal conseguia esconder. Carência latejava nela como fome: noite após noite se masturbava pensando em pau grosso, em mãos grandes apertando a carne, em porra quente escorrendo pela coxa. Quando o entregador negro Jamal — vinte e oito anos, ombros largos, braços marcados, peito largo sob a camiseta da empresa — apareceu pela terceira vez naquela semana com as sacolas do mercado, a tensão que vinha acumulando explodiu.

Ela abriu a porta de robe curto, só o nó frouxo na cintura. O tecido subia até o meio da coxa, deixando à mostra pernas longas e o começo da curva da bunda. Jamal engoliu seco. O volume enorme na calça de moletom ficou impossível de disfarçar — um pau grosso e pesado se contorcendo contra o tecido. Bianca mordeu o lábio inferior, olhos verdes descendo direto praquela marca e subindo de novo pro rosto dele.

— Toda semana você aparece, hein, Jamal — disse ela, voz rouca de quem não fodia há tempo demais. — Tá me mimando de propósito?

Ele soltou um riso baixo, grave, e passou a língua nos dentes.

— E você abre a porta assim de propósito, dona Bianca. Esse robe mal cobre essa bunda gostosa. Tô vendo o contorno do peitinho empinado daqui. Porra… você tá me matando.

Ela deu um passo pro lado, deixando ele entrar com as sacolas. O cheiro dele — suor limpo, sabonete barato e homem — encheu a entrada. Bianca fechou a porta devagar e se encostou nela, o robe se abrindo um pouco mais no peito.

— Fala logo o que você tá pensando olhando pra mim desse jeito — provocou, passando o dedo no decote.

Jamal pousou as sacolas no chão sem tirar os olhos dela.

— Tô pensando que essa viúva branquinha tá pedindo pra ser comida. Que eu queria enfiar a cara entre essas pernas e chupar até você gritar. Que esse pau aqui tá duro pra caralho só de imaginar esticando essa bocetinha.

Bianca sentiu a buceta latejar, já molhada. “Sem querer”, o nó do robe escorregou. O tecido abriu, revelando seios brancos e firmes, mamilos rosados duros, a barriga lisa e, mais embaixo, a boceta depilada, lábios inchados e brilhantes de tesão. Jamal soltou um gemido baixo, gutural, a mão indo inconsciente pro volume da calça.

— Porra, Bianca… olha pra isso. Tô louco pra comer essa viúva branquinha. Quero foder essa boceta até ela virar uma puta babada no meu pau preto.

Ela abriu o robe de vez, deixando cair pelos ombros, e ficou nua na frente dele, peito subindo e descendo rápido.

— Então para de falar e vem. Entra. Me fode.

Jamal avançou. As mãos pretas grandes agarraram a bunda branca dela com força, dedos cravando na carne macia, puxando ela contra o corpo. A boca dele desceu na dela num beijo molhado, desesperado, línguas se enrolando, cuspe trocado, dentes puxando lábio. Bianca gemeu dentro da boca dele e esfregou a mão no pauzão por cima da calça — grosso, quente, pulsando, tão grande que a palma quase não cobria a grossura. Ela apertou, subiu e desceu, sentindo a cabeça grossa já molhada de pré-porra manchando o tecido.

— Caralho, que pau monstro — ofegou ela contra a boca dele. — Vai me arrombar todinha.

— É pra isso mesmo — ele rosnou, apertando a bunda com mais força, abrindo as nádegas, um dedo grosso esbarrando no cu dela. — Viúva safada, toda molhadinha pra preto.

Ela caiu de joelhos ali mesmo na sala, puxando a calça e a cueca dele num movimento só. O pau preto saltou pra fora: grosso pra caralho, veias saltadas, cabeça escura e brilhante, bolas pesadas. Bianca lambeu os lábios e engoliu a cabeça de uma vez, gemendo ao redor da carne. Baba escorreu pelo queixo enquanto ela chupava com fome, descendo o máximo que dava, engasgando quando a ponta batia na garganta. Olhou pra cima com cara de puta, olhos marejados, rímel borrando um pouco, enquanto Jamal segurava o cabelo loiro dela com as duas mãos e fodia a boca devagar.

— Isso, chupa esse pau preto… porra, sua boca é quente pra caralho. Olha pra mim enquanto engasga. Vai, engole mais.

Ela babava sem parar, cuspe escorrendo nos seios, mão apertando as bolas dele, a outra se enfiando entre as próprias pernas pra esfregar o clitóris inchado. O cheiro de sexo já dominava o ambiente. Jamal puxou o cabelo dela e tirou o pau da boca com um estalo molhado.

— Sofá. De quatro. Agora.

Bianca subiu no sofá de couro claro, de joelhos, peito no encosto, bunda empinada, boceta aberta e pingando. Jamal se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa nos lábios molhados e enfiou de uma vez — fundo, forte, esticando a boceta branca ao máximo. Ela gritou, unhas cravando no couro.

— Aaaah, porra! Que pau grosso… tá me abrindo inteira!

Ele segurou a cintura dela e meteu. O pau negro sumia e reaparecia brilhante de porra dela, as bolas batendo na boceta com estalos molhados. Cada estocada fazia a bunda branca tremer. Jamal cuspiu na mão e esfregou no cu dela, empurrando um dedo enquanto fodía.

— Viúva safada… olha como essa bucetinha branca engole meu pau. Tá estreita pra caralho. Vai gozar no pau preto, vai.

Ele a virou de lado no sofá, levantou uma perna dela alta e martelou ainda mais fundo, o ângulo fazendo a cabeça bater no ponto certo toda vez. Bianca gozou gritando, boceta contraindo em espasmos violentos, gozo escorrendo pelas bolas dele.

— Porra, Jamal! Tô gozando… enche essa viúva!

Ele não parou. Tirou o pau, a pôs de frente, pernas abertas no colo dele, e enfiou de novo até o fundo. Metendo rápido, profundo, o pau latejando. Bianca se agarrou nos ombros largos dele, seios balançando na cara dele, e ele chupou um mamilo com força enquanto gozava — jatos grossos e quentes de porra preta enchendo a buceta dela, jorrando tanto que já escorria pelo cu e molhava o sofá. Ela sentiu cada pulso, cada jato quente, e gozou de novo só de ser preenchida daquela forma.

— Toma… toma toda essa porra — ele grunhiu no ouvido dela. — Buceta de viúva cheia de leite preto.

Os dois ficaram ofegantes, o pau dele ainda enterrado nela, latejando, porra sobrando saindo a cada respiração. Jamal puxou Bianca pra cima dele, o corpo dela colado no peito largo suado, pernas ainda abertas em volta da cintura dele. O pau amolecendo devagar ainda dentro, a mistura de gozo escorrendo quente entre os corpos. Ela enterrou o rosto no pescoço dele, sentindo o coração martelar.

— Porra… — sussurrou ela, voz rouca. — Faz tempo que eu não gozava assim.

A mão grande dele deslizou pelas costas suadas dela, apertando a bunda de novo, o polegar brincando com o gozo que escorria. Bianca se mexeu de leve e sentiu o pau dele twitches, começando a endurecer outra vez dentro da buceta melada. Ela sorriu contra a pele dele, safada, carente, e mordeu de leve o ombro.

— Ainda tá duro, safado…

Jamal riu baixo, a voz vibrando no peito contra os seios dela.

— E você ainda tá pingando porra. A noite é longa, viúva. Tem mais saco pra esvaziar dentro dessa boceta branquinha… e eu quero ver você cavalgando até não aguentar mais.

Ela ergueu o rosto, olhou nos olhos escuros dele, e rebolou devagar, sentindo o pau engrossar de novo, esticando-a outra vez. Lá fora o sol ainda batia nas janelas do apartamento de luxo; dentro, o cheiro de sexo e a promessa de mais porra quente deixavam claro que aquilo estava longe de acabar.

Jamal ainda pulsava dentro dela, engrossando de novo a cada rebolada lenta de Bianca. Ela cravou as unhas nos ombros largos dele, seios pesados balançando na cara dele enquanto erguia o quadril e descia engolindo o pau preto até as bolas. O gozo anterior escorria em fios brancos e gordos pelas coxas dela, molhando o couro do sofá e as bolas pesadas de Jamal. Ele segurou a cintura fina dela com as duas mãos negras enormes e puxou pra baixo com força, enfiando até o fundo num estalo molhado.

— Porra, viúva… essa buceta branquinha ainda tá escorrendo meu leite e já tá pedindo mais — rosnou ele, voz grossa, mordendo o mamilo rosado dela com dentes. — Cavalga, porra. Quero ver esses peitos pulando enquanto você engole meu pau todo.

Bianca gemeu alto, a cabeça jogada pra trás, cabelo loiro suado colado no pescoço. Descia devagar no começo, sentindo cada veia saltada raspar nas paredes molhadas, a cabeça grossa batendo fundo no ponto que fazia a vista turvar. Depois acelerou. O pau monstro sumia inteiro na boceta depilada, esticando os lábios rosados até ficarem brancos de tão abertos. Cada descida fazia a bunda redonda bater nas coxas dele com um tapa molhado de porra e saliva. Ela se olhou no espelho da parede — a viúva branca cavalgando o preto, seios balançando, barriga contraindo, boceta engolindo aquele monstro veioso até não sobrar nada.

— Caralho, Jamal… tá me arrombando de novo — ofegou ela, voz rouca de puta. — Que pau grosso pra caralho… sinto ele latejando no fundo. Quero mais porra. Enche de novo, porra.

Ele riu baixo, o peito largo vibrando contra ela, e deu um tapa seco na bunda branca. A marca da mão preta ficou vermelha na pele clara. Bianca gritou de prazer e rebolou mais forte, o clitóris inchado esfregando na base do pau dele a cada movimento. Jamal levantou o quadril encontrando as descidas dela, metendo pra cima com força, as bolas batendo molhadas. O cheiro de sexo — porra, buceta molhada, suor limpo dele — enchia o apartamento de luxo. Lá fora o sol ainda batia nas janelas, mas ninguém via a cena: a viúva de trinta e oito anos cavalgando o entregador de vinte e oito como se a vida dependesse daquilo.

Bianca gozou de novo sem aviso. A boceta apertou em espasmos violentos, esguichando gozo quente pelas bolas dele, o corpo inteiro tremendo. Ela caiu pra frente, peito colado no peito suado dele, gemendo no ouvido:

— Tô gozando… porra, tô gozando no seu pau preto de novo…

Jamal não deixou ela parar. Segurou a bunda dela aberta com as duas mãos, os dedos cravados na carne macia, e continuou metendo de baixo pra cima enquanto ela espasmava. O pau latejava, grosso, brilhante de porra misturada. Ele cuspiu entre os seios dela e lambeu o cuspe junto com o suor, chupando o mamilo com força até ela gritar de novo.

— Ainda não acabei com você, safada — ele grunhiu. — Quero ver essa boca de novo. Quero porra no seu peito. Quero foder esse cu branquinho também.

Ele a tirou do colo de uma vez, o pau saindo com um ploc molhado, um fio grosso de porra ligando a cabeça escura à boceta aberta e vermelha. Bianca caiu de joelhos no tapete macio entre as pernas dele, sem hesitar. Pegou o pau sujo de gozo com as duas mãos — tão grosso que os dedos mal se fechavam — e engoliu a cabeça de uma vez. O gosto salgado da porra dele e do próprio gozo encheu a boca. Ela chupou fundo, engasgando, baba e leite escorrendo pelo queixo e caindo nos seios pesados. Olhou pra cima com cara de puta, rímel borrado, olhos verdes marejados, enquanto Jamal segurava o cabelo loiro e fodia a garganta devagar.

— Isso… engole essa porra toda. Limpa o pau da viúva. Porra, sua boca é quente pra caralho — ele gemeu, a cabeça jogada no encosto do sofá. — Vou gozar de novo. Quer na cara ou quer engolir?

Bianca tirou o pau da boca com um estalo, a língua lambendo a fenda, e respondeu ofegante:

— Na cara. Me marca. Quero sentir escorrendo.

Jamal se masturbou rápido na frente dela, a mão preta subindo e descendo no pau veioso. Bianca abriu a boca, tirou a língua pra fora, seios empinados, e esperou. Ele gozou gritando — jatos grossos e quentes de porra branca jorrando no rosto dela, no cabelo loiro, nos lábios, no peito. Um jato acertou a língua e ela engoliu rindo, safada, passando os dedos na porra e esfregando nos mamilos. O cheiro forte de sêmen preencheu o ar.

— Porra… que porrada — sussurrou ela, lambendo o canto da boca. — Ainda tem mais?

Jamal puxou ela pra cima, beijou a boca suja de porra num beijo molhado e desesperado, e a virou de quatro no sofá de novo. A bunda branca empinada, boceta pingando, o cu rosado apertado. Ele cuspiu direto no cu dela, esfregou a cabeça grossa do pau ali e empurrou devagar. Bianca gritou, unhas cravando no couro, o corpo inteiro tensionando.

— Aaaaah, caralho! Que grosso… tá entrando no cu… porra, Jamal, vai devagar…

Ele foi. Centímetro por centímetro, o pau preto sumindo no cu branquinho, esticando o anel rosado até o limite. Quando enfiou até as bolas, parou, deixando ela se acostumar, a mão grande acariciando as costas suadas dela.

— Respira, viúva… seu cu tá engolindo meu pau inteiro. Que aperto do caralho. Vai ser bom, prometo.

Bianca rebolou de leve, gemendo fundo, e ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. Cada estocada fazia a bunda tremer. Ele enfiava dois dedos na boceta melada ao mesmo tempo, fodendo os dois buracos, o polegar no clitóris. Bianca gozou gritando, o cu contraindo violentamente no pau dele, gozo escorrendo pelos dedos negros.

— Porraaaa! Tô gozando no cu… enche meu cu de porra, Jamal! Enche a viúva!

Ele meteu mais rápido, as bolas batendo, o peito largo cobrindo as costas dela. Gozou fundo no cu — jatos quentes e grossos enchendo o interior apertado, tanto que quando ele puxou o pau um fio grosso de porra escorreu pelo cu aberto e caiu na boceta. Bianca desabou no sofá, ofegante, o corpo inteiro tremente, porra escorrendo dos dois buracos.

Jamal se jogou ao lado dela, puxou o corpo suado pra cima do peito largo e a segurou. Os dois respiravam pesado. Ele beijou a testa dela, a mão grande acariciando a bunda melada, o polegar brincando preguiçoso com o gozo que ainda saía.

— Acho que esvaziei o saco inteiro nessa viúva gostosa — murmurou ele, a voz baixa e rouca.

Bianca riu fraco contra o pescoço dele, o corpo mole, satisfeito, a boceta e o cu latejando gostoso.

— Fazia falta… porra, fazia tanta falta.

Eles ficaram assim. O sol ia baixando devagar pelas janelas do décimo quinto andar. O cheiro de sexo pairava pesado. Jamal ainda acariciava as costas dela em movimentos lentos. Bianca fechou os olhos, a respiração se acalmando contra o peito quente dele. Nenhum dos dois falou mais nada. O apartamento de luxo ficou em silêncio.

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