Noite Quente na Cabana com o Vizinho Negro
A vizinha branca Monica fode com força o vizinho negro Damon.
O calor da noite de verão grudava na pele de Monica como um amante insistente. Dentro da cabana de madeira nas montanhas, o ar mal circulava apesar das janelas abertas. Ela tinha vinte e oito anos, pele clara já brilhando de suor fino, e usava só um shortinho de algodão tão curto que as pontas das nádegas escapavam quando se inclinava, mais uma regata fina sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido a cada respiração. Estava sozinha fazia três dias e o tédio misturava-se a um desejo vago, latejante entre as pernas.
A batida na porta a fez saltar. Abriu e lá estava ele: Damon, o vizinho negro da cabana ao lado. Trinta e dois anos, alto pra caralho, ombros largos que esticavam a camiseta escura molhada de suor, braços musculosos, peito largo, coxas grossas marcadas no short de corrida. A pele escura brilhava sob a luz amarela da varanda. Monica sempre o achara irresistivelmente gostoso — desde o primeiro “bom dia” trocado na trilha —, e agora ele estava ali, lanterna morta na mão, sorriso meio envergonhado.
— Desculpa a hora, Monica — a voz grave dele vibrou no peito dela. — Lanterna pifou no meio do caminho. Esqueci o carregador. Você tem uma pilha ou algo pra me emprestar?
O cheiro dele chegou primeiro: suor limpo, madeira e um toque de sabonete barato. Monica sentiu o calor úmido apertar entre as coxas. Não disfarçou o olhar que desceu pelo peito largo, pela barriga marcada, pela volume generoso que o short não escondia de verdade.
— Entra… quero dizer, fica aí na varanda um segundo. Vou ver o que tenho — respondeu, a voz mais rouca do que pretendia.
Ele ficou no batente, e ela demorou de propósito, sentindo o olhar dele grudado nas suas pernas nuas. Quando voltou com duas pilhas, Damon ainda a encarava. O suor escorria pela clavícula dela; a regata colada aos seios. A tensão era um fio elétrico esticado entre os dois.
— Porra, tá um forno pra caralho esta noite — murmurou ela, entregando as pilhas. Os dedos se tocaram e ficaram um segundo a mais do que o necessário.
— Tá mesmo. E você parece bem… confortável nisso — Damon sorriu de lado, safado, os dentes brancos contrastando com a pele escura. O olhar dele desceu sem pressa pelo shortinho. — Esse shortinho tá te comendo, hein. Fica uma puta gostosa assim.
Monica riu baixo, o peito arfando. Não tinha a menor intenção de disfarçar.
— E você fica uma puta tentação com esse corpo todo suado. Olha o tamanho desses braços, porra. Parece que carrega troncos o dia inteiro. Sempre te achei foda, Damon. Desde a primeira vez que te vi cortando lenha sem camisa.
Ele deu um passo mais perto na varanda de madeira. O cheiro de ambos se misturou no ar quente. A ereção dele já empurrava o tecido do short, impossível de ignorar. Monica lambeu o lábio inferior, os olhos fixos naquele volume.
— É isso mesmo? — a voz dele baixou, grave, quase um ronronar. — Porque eu fico de pau duro toda vez que te vejo passando aí de shortinho. Essa bundinha branca pedindo pra ser apertada… essa cara de quem gosta de levar porra de preto.
— Então para de conversa fiada e me mostra — ela disse, direta, o peito subindo e descendo rápido.
A química explodiu ali mesmo. Monica puxou a gola da camiseta dele e o beijou com fome, língua quente invadindo a boca dele sem pedir licença. Damon gemeu contra os lábios dela, as mãos grandes descendo imediatamente para as nádegas expostas pelo shortinho. Apertou com força, erguendo-a um pouco, os dedos afundando na carne macia. O beijo era molhado, sujo, dentes raspando, língua lambendo. O gosto de suor e desejo.
Ela o puxou para dentro da cabana, chutando a porta com o calcanhar. O calor lá dentro era ainda pior — abafado, úmido, perfeito. Damon a empurraram contra a parede de madeira rústica; o corpo dele cobriu o dela por completo. A porra do pau duro esfregava contra a barriga dela através das roupas. Monica enfiou as mãos por baixo da camiseta suada, unhas arranhando os abdominais duros, subindo até os peitorais largos, apertando os mamilos escuros.
— Tira essa merda — ordenou ela, ofegante.
Ele puxou a camiseta pela cabeça num movimento só, revelando o torso escuro e marcado, peito largo, ombros de quem treina de verdade. Monica lambeu um mamilo, chupou com força, a mão já descendo para dentro do short dele. Encontrou o pau grosso, quente, veias latejando, a cabeça já molhada de pré-gozo. A mão branca dela mal conseguia fechar em volta da grossura.
— Caralho, Damon… que pau lindo — ela gemeu contra a pele dele, masturbando devagar, sentindo o peso, o calor. — Quero isso me abrindo inteira.
Damon puxou a regata dela para cima, jogou longe, e engoliu um seio com a boca quente. Língua larga lambendo o mamilo rosado, dentes beliscando até ela arquejar. A outra mão desceu, enfiou dois dedos por baixo do shortinho e da calcinha já encharcada. Encontrou a boceta lisinha, inchada, escorrendo.
— Tá pingando pra porra, Monica — rosnou ele, empurrando os dedos fundo, curvando-os. — Essa xoxota branca tá pedindo pau preto.
Ela rebolou contra a mão dele, gemendo alto, sem vergonha. O polegar dele achou o clitóris e esfregou em círculos sujos enquanto os dedos fodiam. Monica gozou rápido, as pernas tremendo, o gozo escorrendo pelos dedos escuros dele. Mas não parou. Puxou o short e a cueca dele num puxão só; o pau saltou pesado, grosso, a cabeça brilhando. Ela se ajoelhou ali mesmo no chão de madeira, envolveu a base com as duas mãos e engoliu o máximo que conseguiu. A boca esticou, baba escorreu pelo queixo, o cheiro forte de homem encheu o nariz dela. Damon segurou o cabelo loiro dela e fodeu a boca com gravidade, lento no começo, depois mais fundo, ouvindo os sons molhados e engasgados.
— Isso, engole esse pau — ele falou, voz rouca. — Olha só essa boquinha branca se esforçando.
Monica chupava com vontade, língua rodando a cabeça, mão masturbando o que não cabia, a outra apertando as bolas pesadas. Quando puxou para respirar, um fio de saliva ligava os lábios ao pau brilhante.
Damon a ergueu como se ela não pesasse nada, carregou até o sofá velho da sala e a deitou de costas. Arrancou o shortinho e a calcinha de uma vez. A boceta dela abriu-se rosada, molhada, o clitóris inchado. Ele ajoelhou, puxou as coxas dela para os ombros largos e comeu com fome — língua larga lambendo da entrada até o clitóris, chupando, enfiando, o nariz afundado. Monica gritava, as mãos nos cabelos curtos dele, rebolando na cara escura.
— Porra, Damon, assim… chupa essa porra — ela gemia, já no limite de novo.
Ele subiu o corpo, alinhou o pau grosso na entrada escorregadia e empurrou de uma vez só. Monica gritou, as unhas cravando nas costas dele. A grossura abriu-a devagar e sem piedade, centimetro por centimetro, até as bolas baterem na bunda. O contraste era obsceno: a pele branca dela esticada em volta do pau preto e veioso. Damon ficou parado um segundo, deixando ela sentir cada veia, cada pulso.
— Tá te comendo inteira, né? — ele perguntou, suado, sorrindo safado. — Essa boceta aperta que é uma delícia.
E começou a foder. Estocadas longas e fortes, o sofá rangendo, a cabana inteira parecendo tremer. Cada investida fazia os seios dela saltarem; o som molhado de pele batendo em pele enchia o ar quente. Monica enrolou as pernas na cintura larga dele e pediu mais, mais fundo, mais duro. Damon obedeceu, segurando as coxas dela abertas, olhando o pau sumir e aparecer brilhante de gozo dela.
O suor escorria dos dois. O cheiro de sexo misturava-se ao cheiro de madeira e noite quente. Monica gozou de novo, a boceta contraindo em volta dele em espasmos violentos, mas Damon não parou — mudou o ângulo, pôs uma perna dela no ombro e fodeu ainda mais fundo, batendo no ponto que fazia a visão dela embacar.
Ela já estava babando de prazer, os olhos revirando, quando ele a virou de quatro no sofá. A bunda branca dela ergueu-se; ele abriu as nádegas com as mãos grandes e enfiou de novo, fundo, até o fundo. As estocadas agora eram brutais, o pau saindo quase inteiro e enterrando de novo. Monica gritava o nome dele, pedindo porra, pedindo pra ele gozar dentro, mas Damon só ria baixo e puxava o cabelo dela pra trás, fodendo como se quisesse marcar território.
A noite ainda era longa. O ventilador antigo girava preguiçoso no teto. Lá fora, os grilos cantavam. Dentro, o corpo negro e suado de Damon cobria o dela outra vez, o pau latejando fundo, e nenhum dos dois tinha a menor intenção de parar.
Monica ainda tremia debaixo do corpo pesado e suado de Damon quando ele se afastou só o suficiente para se sentar na beira do sofá, o pau grosso e negro ainda duro pra caralho, brilhando de porra dela, latejando com veias grossas. Ela não hesitou. Caiu de joelhos no chão de madeira quente, as coxas abertas, a boceta pingando no chão. Envolveu a base daquela piroca monstra com as duas mãos brancas e engoliu com fome, a boca esticando até doer, a língua roçando a cabeça inchada enquanto descia fundo, fundo, até engasgar e sentir o pau bater na garganta. Baba escorria pelo queixo, pingava nos seios pesados, e ela chupava como se tivesse morrendo de sede daquele cacete preto.
Damon segurou o cabelo loiro dela com força, os dedos afundando nos fios suados, e empurrou a cara dela mais fundo. — Isso, puta. Engole tudo. Olha só essa boquinha branca se engasgando no meu pau. Monica gemeu em volta da grossura, o som abafado e molhado, os olhos marejados de esforço e tesão. Ela puxava quase até a cabeça sair, lambia as bolas pesadas, chupava com força a glande, depois descia de novo até o nariz encostar no púbis dele. O cheiro de sexo e suor enchia o nariz dela. Ele fodia a boca devagar, depois mais rápido, o pau saindo coberto de saliva grossa, e ela engolia cada centímetro que conseguia, a garganta contraindo, a mente só no gosto salgado e no calor daquela piroca negra que a enchia por completo.
Quando ele puxou o cabelo dela pra cima, um fio grosso de baba ligava os lábios inchados dela à cabeça do pau. — Na cama. Agora — rosnou Damon. Carregou Monica nos braços até o quarto da cabana, jogou ela de quatro na cama de madeira rangente. O colchão velho tremeu. Ela arqueou a bunda branca, abriu as nádegas com as próprias mãos, mostrando a boceta inchada e o cu apertado. Damon se ajoelhou atrás, esfregou o pau grosso na fenda molhada e enfiou de uma vez só até as bolas baterem. Monica gritou, a cama rangendo alto com a estocada.
Ele segurou a cintura dela e fodeu com força, estocadas profundas e brutais que faziam a cabeceira bater na parede. O pau preto sumia inteiro na boceta rosada, esticando, abrindo, o som molhado de pele batendo em pele ecoando na cabana quente. — Safada do caralho — ele falava entre gemidos, metendo fundo, o pau saindo quase inteiro e enterrando de novo até o fundo. — Olha essa xoxota branca engolindo meu cacete. Tá me pedindo porra, né? Sua putinha. Monica rebolava pra trás, encontrando cada investida, os seios balançando pesados, o suor escorrendo pelas costas. — Isso, Damon, fode essa boceta… mete mais fundo, porra, me usa — ela gemia alto, a voz rouca, a mente em branco de prazer. Cada estocada fazia a cama ranger como se fosse quebrar, o calor do verão grudando os corpos, o cheiro de sexo sujo enchendo o quarto.
Ele puxou o cabelo dela pra trás, forçando o corpo a arquear mais, e fodeu ainda mais duro, as bolas batendo na bunda macia. Monica gozou gritando, a boceta apertando o pau dele em espasmos, o gozo escorrendo pelas coxas, mas Damon não parou. Continuou metendo fundo, chamando ela de safada, de puta gostosa, até ela implorar.
Então ele saiu de repente, virou o corpo dela e se deitou de costas na cama rangente, o pau preto empinado, veias latejando, coberto de porra dela. — Sobe e cavalga. Quero ver essa bundinha branca rebolando. Monica montou de frente, alinhou a boceta escorregadia na cabeça grossa e desceu devagar, gemendo alto enquanto a piroca a abria de novo, centímetro por centímetro, até sentar até o fundo, as bolas dele encostando no cu. Ela começou a rebolar com vontade, a bunda mexendo em círculos sujos, subindo e descendo com força, os seios brancos balançando na cara dele. Damon apertava as nádegas dela, guiava o ritmo, subia o quadril pra foder de baixo enquanto ela cavalgava. — Assim, porra… rebola nesse cacete — ele gemia. Monica jogava o cabelo pra trás, suada, os olhos semicerrados, sentindo cada veia, cada pulso daquele pau negro dentro dela. Subia até quase sair e descia com tudo, o som molhado alto, a cama rangendo sem parar. Ela rebolava com fome, apertando a boceta, gozando de novo em cima dele, o corpo tremendo, mas continuava, cavalgando como se quisesse esgotar os dois.
Damon a puxou pra baixo, virou os dois de lado na cama, uma perna dela erguida alta no ar. Enfiou o pau de novo naquela posição, metendo de lado com força, fundo, as estocadas longas e intensas. Uma mão grande dele apertava os seios brancos dela com força, beliscando os mamilos duros, esmagando a carne macia enquanto fodia. A outra mão descia pro clitóris, esfregando em círculos sujos. Monica gemia sem parar, o corpo colado ao dele, suor misturando, o pau negro abrindo a boceta de lado, batendo fundo no ponto certo. — Vai gozar comigo, safada — ele rosnou no ouvido dela. — Quero sentir essa xoxota milhando no meu pau. Ela apertou as unhas nas costas dele, rebolando contra as estocadas, os seios sendo amassados nas mãos escuras. O prazer subiu rápido, violento. Os dois gozaram juntos, gritando de prazer: Monica com a boceta se contraindo em jatos quentes, Damon enterrando o pau até o fundo e jorrando porra quente e grossa dentro dela, enchendo, pulando, o gozo vazando pelas laterais enquanto ele continuava metendo em espasmos. A cama rangeu uma última vez forte. Os gritos ecoaram na cabana.
Eles ficaram abraçados suados na cama, o pau dele ainda semi-duro dentro dela, trocando beijos preguiçosos, lentos, línguas se tocando sem pressa. O suor escorria entre os peitos, o cheiro de porra e sexo pesado no ar quente. Damon beijou o pescoço dela e murmurou, a voz rouca: — Nas próximas noites quentes eu volto. Pode ter certeza. Monica sorriu maliciosa, os lábios inchados, e respondeu baixinho no ouvido dele enquanto apertava a bunda dele com as unhas: — Pode deixar. Vou deixar a porta sempre aberta pro meu vizinho negro delicioso. E a porra quente dele escorrendo da boceta dela pingava devagar no lençol sujo enquanto ela rebolava de leve no pau ainda enterrado, pronta pra mais.
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