Noite no Museu com o Amigo Negro

Curadora branca Yvonne e amigo negro Kofi ficam trancados no museu e acabam fodendo.

5 min read August 30, 2026New

A noite do evento especial no Museu de Arte Contemporânea tinha acabado há quase uma hora. Yvonne, curadora de vinte e oito anos, pele clara, cabelos castanhos presos num coque frouxo e vestido preto justo que marcava as curvas, caminhava pelos corredores apagando as últimas luzes quando a porta de serviço se trancou com um clique seco. Kofi, o amigo de trinta anos que a ajudara a montar a exposição de esculturas africanas, estava do outro lado do salão, musculoso, camisa branca arregaçada nos braços pretos e fortes, rindo baixinho.

— Caralho, Yvonne. A gente ficou trancado de verdade — disse ele, a voz grave ecoando nas paredes. — Só eu e você. E esse silêncio todo.

Ela sentiu o calor subir pelo peito. Kofi sempre brincava pesado, e naquela noite o olhar dele já vinha descendo pelo decote dela desde o brinde de encerramento. Yvonne se aproximou, saltos batendo no mármore.

— Relaxa. O segurança só volta de manhã. A gente se vira — respondeu, sorrindo de canto. — Ou você tá com medo de ficar sozinho comigo no escuro?

Kofi deu dois passos, o corpo largo enchendo o espaço. Ele se inclinou, quase roçando o ombro dela.

— Medo? Porra nenhuma. Tô é pensando se essa branquinha safada aguenta ouvir o que eu quero falar do meu pau. Ele tá duro desde que você se abaixou pra ajustar aquela placa e eu vi o fundo da sua calcinha.

Yvonne engoliu em seco, a buceta latejando de imediato. Ela não desviou o olhar.

— Continua, então. Fala. Quero ouvir o tamanho desse caralho preto que você fica se gabando toda vez que bebe.

Ele riu baixo, a mão subindo para afrouxar a gravata.

— Grosso, venoso, e cabe quase inteiro na sua garganta se você for boa menina. Você sempre me olha pra baixo da cintura, Yvonne. Eu sei que quer chupar.

— E se eu quiser? — ela provocou, a voz já rouca. — E se eu tiver fantasiando com esse pau preto me abrindo desde o vernissage?

Os dois ficaram em silêncio por um segundo, só a respiração. A tensão era espessa como o ar quente do salão. Kofi passou a língua nos lábios e fez um gesto com a cabeça para o corredor escuro das salas laterais.

— Vem. A gente “inspeciona” o resto da exposição.

Eles andaram lado a lado entre as esculturas e os painéis mal iluminados. Nas sombras da sala de cerâmicas, Kofi “tropeçou” de propósito e encostou o peito largo nas costas dela. O volume duro da calça roçou a bunda de Yvonne com intenção clara — o pau grosso pressionando o tecido fino do vestido. Ele segurou a cintura dela com as duas mãos grandes e sussurrou quente no ouvido:

— Porra, essa bunda branquinha… eu quero comer você inteira, Yvonne. Quero enfiar esse pau preto fundo na sua boceta molhada até você gritar. Sem frescura. Me fala que você também tá pingando.

Yvonne gemeu baixinho, o corpo rebolando de volta contra ele. A mão dela desceu por trás, encontrou o volume enorme e apertou com força, sentindo a espessura e o calor.

— Sempre fantasiei com um caralho negro grosso me fudendo — confessou, a voz tremendo de tesão. — Grosso pra caralho, Kofi. Eu quero sentir ele latejando na minha mão… e depois na minha boca.

Ele virou o rosto dela e a beijou com fome, língua grossa invadindo, dentes puxando o lábio inferior. As mãos dele subiram pelas coxas, levantando a barra do vestido, enquanto ela abria o cinto e a calça dele sem pudor nenhum. O pau saltou pesado, escuro, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Yvonne envolveu com os dedos e puxou devagar, de cima a baixo, sentindo o peso.

— Porra, é maior do que eu imaginava — ela murmurou contra a boca dele.

Kofi empurrou o quadril, fudendo a mão dela.

— Então ajoelha e prova, putinha.

Yvonne desceu de joelhos no chão frio do museu, o vestido subindo até a cintura. Ela lambeu a glande larga primeiro, saboreando o gosto salgado, depois abriu a boca o máximo que conseguiu e engoliu. O pau preto e venoso entrou fundo, esticando os lábios, batendo na garganta. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo e pelos ovos pesados, mas não parou — chupava com vontade, mãos na base, olhando pra cima enquanto Kofi segurava o coque dela e metia devagar na boca.

— Isso… engole tudo, branquinha safada. Olha como você baba no meu pau. Mais fundo.

Ela puxou ar pelo nariz e forçou até o nariz encostar no púbis dele, garganta contraída, lágrimas nos cantos dos olhos de puro tesão. Kofi gemeu alto, o som ecoando nas salas vazias. Quando ela tirou a boca, um fio de saliva ligava a língua à cabeça brilhante.

— Me fode agora — pediu Yvonne, se levantando. — Quero esse pau me arrombando.

Ele a virou de quatro em cima de um banco de exposição de madeira escura, o mesmo que exibia uma escultura de bronze. Puxou a calcinha dela pro lado, encontrou a boceta inchada e escorrendo, e enfiou de uma vez só. Yvonne gritou, as unhas cravando no banco. O pau grosso abriu ela toda, fundo, as bolas batendo na clitóris a cada estocada. Kofi segurou os quadris brancos com força e meteu sem piedade.

— Porra, que boceta apertada de putinha branquinha… aperta no meu pau preto. Isso. Leva tudo.

Ele fodia forte e fundo, a pele preta contrastando com a bunda clara que corava a cada tapa. Yvonne rebolava de volta, gemendo alto, pedindo mais. Kofi tirou o pau quase inteiro e cravou de novo, o barulho molhado enchendo o salão.

— Me chama de puta — ela pediu, a voz quebrada.

— Putinha branquinha gostosa. Toda molhada pro caralho preto do amigo. Eu vou gozar dentro dessa boceta.

Ele a virou com facilidade, deitou ela de costas no banco, ergueu as pernas e colocou nos ombros largos. Entrou de novo no missionário profundo, o ângulo fazendo a cabeça bater no ponto certo. Yvonne arqueava, seios saltando do decote, gemendo o nome dele. Kofi acelerou, o pau latejando, e gozou com um grunhido animal — jatos quentes e grossos enchendo a boceta dela. Yvonne gozou logo em seguida, gritando de prazer, a buceta contraindo em volta do pau que ainda pulsava, pernas tremendo nos ombros dele, gozo escorrendo misturado.

Ainda ofegantes, o pau dele saindo vagaroso, sujo de porra e do mel dela, Yvonne se abaixou de novo. Lambeu tudo — a glande, o tronco, as veias, os ovos — limpando com a língua cada gota, engolindo o gosto dos dois. Kofi acariciava o cabelo dela, rindo baixo de puro cansaço e tesão.

Eles se vestiram devagar, rindo das manchas no banco e do vestido amassado. Kofi ajeitou a calça; Yvonne puxou a calcinha de volta, sentindo o esperma quente já escorrendo pela coxa interna.

— A gente tem que repetir essa “noite no museu” sempre que der — disse ela, pegando a mão dele. — Sempre que o segurança trancar a gente aqui.

Saíram de mãos dadas pelo corredor de serviço, o sêmen dele escorrendo devagar pela pele clara da coxa dela a cada passo, o cheiro de sexo ainda grudado na pele.

Kofi apertou os dedos dela e perguntou, a voz rouca no ouvido dela enquanto a porta se abria para a madrugada:

— Na próxima, tu deixa eu gozar na sua cara também, Yvonne?

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