Reencontro Proibido no Jacuzzi da Montanha

Aline, advogada negra de 32 anos, reencontra Victor, engenheiro branco de 28, e os dois se entregam a um sexo quente e proibido na jacuzzi da mont

13 min read September 22, 2026New

Aline desceu do carro alugado no resort de montanha em Gramado e respirou fundo o ar gelado da serra. Aos 32 anos, advogada negra especializada em causas familiares, ela carregava no corpo as marcas de um divórcio que quase a destruíra. Meses de audiências, brigas por bens e a sensação constante de ter perdido tempo ao lado de um homem que nunca a desejara de verdade. Por isso viera sozinha. Precisava de silêncio, de paisagens que não lembrassem o apartamento frio de Porto Alegre e, acima de tudo, de sentir o próprio corpo novamente. O vestido leve de linho colava sutilmente nas curvas generosas de seus quadris e nos seios fartos, a pele escura brilhando sob o sol fraco da tarde.

Ela caminhava pelo jardim interno quando o viu. Victor estava de costas, conversando com um funcionário, mas o porte alto e os ombros largos eram inconfundíveis. Trinta e oito anos mais novo que ela — aos 28, o engenheiro branco já tinha o corpo esculpido de quem passa dias em obras e noites na academia. Melhor amigo do irmão mais velho dela desde a adolescência, Victor sempre fora território proibido. Cinco anos haviam se passado desde o último encontro, numa festa de aniversário do irmão. Naquela noite, os olhares que trocaram foram carregados demais. Ela sentira o pau dele endurecer discretamente quando dançaram colados. Ele sentira os bicos dos seios dela roçando no peito dele. Nenhum dos dois dissera nada. Até hoje.

— Aline? — A voz dele saiu rouca quando se virou.

Os olhos azuis dele desceram sem vergonha pelo corpo dela: pescoço longo, colo generoso, cintura que se alargava em quadris que pareciam feitos para serem agarrados com força. Ela sentiu o calor subir entre as coxas grossas.

— Victor... caralho, que surpresa — respondeu ela, a voz mais baixa do que pretendia.

O abraço foi inevitável. Os braços dele envolveram a cintura dela com firmeza, puxando-a contra o peito duro. Aline sentiu o cheiro dele — madeira, suor limpo e algo masculino que fez sua buceta contrair. Os seios pesados dela pressionaram o tórax dele. Victor deixou uma mão descer um pouco mais, quase na curva da bunda redonda e empinada, antes de se controlar.

— Cinco anos, porra — murmurou ele no ouvido dela, o hálito quente. — Você ficou ainda mais gostosa. Essa pele negra brilhando... eu juro que tentei esquecer como você mexe comigo.

Aline mordeu o lábio inferior, sentindo o volume dele crescer contra sua barriga. O desejo proibido que ela enterrara por causa do irmão mais velho agora queimava vivo.

— E você, Victor? Esse corpo de engenheiro... parece que malha todo dia só pra me torturar. Meu irmão ia surtar se soubesse o que eu tô pensando agora.

Eles se afastaram apenas o suficiente para se olharem nos olhos. O ar entre eles estava pesado. Nenhum dos dois mencionou o divórcio dela de imediato, mas Victor soube pelo olhar que ela estava livre. E faminta.

Mais tarde, no restaurante rústico do resort, com vista para os pinheiros escuros da montanha, eles ocuparam uma mesa discreta nos fundos. A luz baixa das velas dançava sobre a pele de Aline, destacando o contraste entre o tom escuro dela e a brancura do pescoço de Victor. Ele vestia uma camisa social preta que marcava os bíceps e o peito definido. Ela cruzara as pernas, o vestido subindo um pouco nas coxas grossas.

O flerte começou leve, mas logo virou algo cru.

— Você tá me matando com esse decote — disse Victor, sem tirar os olhos dos seios dela. — Esses peitos pretos parecem querer pular pra fora. Eu lembro de você usando um vestido mais justo naquela festa... passei a noite inteira imaginando chupar esses bicos até você gemer meu nome.

Aline sentiu a calcinha molhar. Ela inclinou o corpo para frente, deixando que ele visse melhor o vale profundo entre os seios.

— Olha quem fala. Essa calça tá marcando essa sua rola grossa desde que a gente se abraçou mais cedo. Eu sempre soube que você tinha um pau grande, Victor. Meu irmão te elogiava pra caralho nas histórias de academia, mas eu fantasiava era com ele me abrindo toda. — Ela riu baixinho, um riso safado. — Cinco anos segurando esse tesão é foda, né?

Victor apertou a taça de água com mais força, os nós dos dedos brancos. Ele não estava bebendo álcool; queria estar cem por cento presente quando finalmente comesse aquela mulher.

— Eu quase te encostei na parede aquela noite, Aline. Quase enfiei a mão por baixo do seu vestido pra sentir se essa buceta preta tava tão molhada quanto meus pensamentos. Só não fiz porque era o irmão mais velho que tava do lado. Mas agora... — Ele lambeu os lábios, olhando diretamente para a boca carnuda dela. — Agora eu quero te foder até você esquecer que existe outra pessoa no mundo.

A conversa ficou cada vez mais suja. Ela contou, com voz baixa e rouca, como tocava a buceta pensando nele depois daquela festa. Ele confessou que já havia gozado várias vezes imaginando o contraste da pele clara dele contra a dela, o pau branco desaparecendo dentro da boceta escura e quente. Os olhares eram puro fogo. Aline sentia os mamilos duros roçando o tecido do vestido. Victor tinha o pau latejando dentro da calça, a cabeça inchada roçando o zíper.

Quando o jantar terminou, ele não aguentou mais rodeios.

— Eu tenho uma suíte com jacuzzi privativa na varanda. Vista direta pras montanhas, água quente borbulhando, ninguém por perto. — A voz dele estava grave, quase um rosnado. — Vem comigo, Aline. Eu quero te ver nua, molhada, com esse corpo preto brilhando na água. Quero te comer ali mesmo.

Ela não hesitou. O coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. Entre as pernas, a excitação pulsava, a calcinha completamente encharcada.

— Eu aceito, Victor. Aceito pra caralho. — A voz dela saiu clara, ansiosa, sem um pingo de dúvida. — Eu quero foder com você desde o segundo que te vi no lobby hoje. Esse desejo proibido tá me consumindo há cinco anos. Eu quero sentir seu pau branco me arrombando, quero sentar gostoso nele enquanto a gente olha as montanhas. Meu irmão que se foda. Hoje eu sou sua.

Victor soltou um gemido baixo, quase animal. Levantou-se, ofereceu a mão a ela. Os dedos se entrelaçaram com força. Enquanto caminhavam pelo corredor iluminado do resort, ele a puxou para um canto escuro e a beijou pela primeira vez. O beijo foi bruto, línguas se enrolando, dentes se batendo. A mão dele desceu e apertou a bunda dela com vontade, enfiando os dedos na carne macia por cima do vestido. Aline gemeu na boca dele, esfregando a virilha molhada contra a coxa dele.

— Porra, você tá pingando, né? — sussurrou ele, mordendo o lóbulo da orelha dela.

— Tô encharcada. Minha buceta tá latejando pra você desde o abraço.

Chegaram à suíte. Victor abriu a porta com pressa. O ambiente era luxuoso, madeira clara, lareira acesa. Mas o que chamava atenção era a jacuzzi grande na varanda coberta, com vista panorâmica para as montanhas escuras e o céu estrelado. A água já estava quente, vapor subindo em ondas preguiçosas. O frio da serra contrastava com o calor que emanava dos dois corpos.

Victor tirou a camisa primeiro. O tórax branco, definido, com alguns pelos loiros no centro, fez Aline suspirar. Ela deixou o vestido cair aos seus pés. Os seios pesados saltaram livres, mamilos pretos e duros. A calcinha preta estava visivelmente molhada na virilha. Victor gemeu ao ver a barriga levemente arredondada, as coxas grossas e a forma como a buceta marcava o tecido.

Ele abriu o cinto. O pau saltou para fora, grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Aline lambeu os lábios, os olhos famintos.

Eles entraram na jacuzzi juntos. A água quente envolveu seus corpos, fazendo Aline gemer de prazer. Victor a puxou imediatamente para o colo dele. Os seios dela esmagaram contra o peito dele. As bocas se encontraram de novo, agora mais lentas, mais profundas, enquanto as mãos exploravam. Ele segurou a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas, o dedo médio roçando o anel apertado. Aline desceu a mão e envolveu o pau dele, masturbando devagar, sentindo a grossura pulsar contra a palma.

— Victor... — sussurrou ela contra a boca dele, a voz embargada de tesão. — Eu preciso disso. Preciso que você me foda gostoso aqui dentro.

Ele mordeu o pescoço dela, deixando uma marca vermelha na pele escura, e respondeu com a voz rouca:

— Ainda não, minha pretinha. Quero te sentir desesperada primeiro. Quero que você goze na minha mão antes de te arrombar com esse pau.

A água borbulhava ao redor dos corpos entrelaçados. As montanhas silenciosas testemunhavam o reencontro proibido que mal havia começado. A tensão sexual era tão densa que o ar parecia pesado. Nenhum dos dois iria parar agora. O que viria a seguir seria cru, molhado e sem limites.

A água quente borbulhava ao redor dos corpos nus, o vapor subindo em nuvens preguiçosas que se misturavam ao ar gelado da serra. A lua cheia pintava tudo de prata, refletindo na pele escura de Aline como se ela fosse feita de obsidiana molhada. Victor a mantinha presa no colo, dois dedos grossos já enterrados fundo na buceta dela, mexendo devagar enquanto o polegar roçava o clitóris inchado. Aline arqueou as costas, os seios pesados balançando na superfície da água, os mamilos pretos duros como pedras.

— Caralho, Victor… me faz gozar na tua mão primeiro, como você prometeu — murmurou ela, a voz rouca de tesão, os olhos castanhos fixos nos azuis dele.

Ele não respondeu com palavras. Puxou o rosto dela com a mão livre e a beijou com fome bruta. As línguas se enroscaram, saliva escorrendo pelos queixos, dentes batendo enquanto o beijo virava quase uma luta. Aline gemeu dentro da boca dele, a mão descendo entre os corpos até encontrar o pau grosso e latejante. Os dedos dela mal fechavam em volta da rola branca, veias pulsando contra a palma escura. Ela começou a masturbar devagar, subindo e descendo a pele macia, apertando a cabeça rosada inchada que soltava fios grossos de pré-gozo na água quente.

Victor desceu a boca pelo pescoço dela, chupando a pele escura até deixar marcas roxas, e então chegou aos seios. Ele agarrou um deles com força, a carne negra transbordando entre seus dedos brancos, e enfiou o mamilo na boca. Chupou com violência, sugando como se quisesse tirar leite, os dentes roçando, a língua girando rápido. Aline jogou a cabeça para trás, gemendo alto, o som ecoando nas montanhas silenciosas. A outra mão dele apertava a bunda redonda, abrindo as nádegas enquanto o dedo médio roçava o cuzinho apertado.

— Olha esses peitos pretos… porra, são perfeitos — rosnou ele entre uma chupada e outra, alternando de um mamilo para o outro, deixando os bicos brilhando de saliva. — Cinco anos sonhando com isso, Aline. Cinco anos batendo punheta pensando nessa pele escura toda molhada pra mim.

Ela acelerou a punheta, o pau dele latejando forte na sua mão. Sentia cada veia, o peso, a grossura que prometia arrombar tudo. Por dentro, Aline pensava que nunca tinha desejado tanto alguém. O divórcio, as brigas, o vazio… tudo desaparecia ali, na jacuzzi, com o melhor amigo do irmão prestes a foder ela sem piedade. A buceta dela apertava os dedos dele, o prazer subindo rápido.

— Victor… eu vou gozar… caralho, não para — pediu, a voz falhando.

Ele enfiou os dedos mais fundo, curvando, batendo no ponto certo enquanto chupava o seio esquerdo com tanta força que Aline gritou. O orgasmo dela explodiu primeiro, a buceta contraindo em espasmos fortes, esguichando na água quente. As coxas grossas tremeram, os quadris rebolando contra a mão dele. Ela não parou de masturbar o pau, apertando mais forte, até que Victor rosnou e a puxou para cima.

— Senta nesse pau agora, puta preta gostosa. Quero sentir essa buceta quente me engolindo inteiro.

Aline não esperou. Segurou a base grossa do pau dele, posicionou a cabeça rosada na entrada melada da sua boceta e desceu de uma vez. O comprimento branco desapareceu devagar dentro dela, centímetro por centímetro, o contraste de cores obsceno e lindo sob a luz da lua. Quando estava toda empalada, os dois gemeram juntos. Ela começou a cavalgar com movimentos selvagens, subindo até quase sair e descendo com força, fazendo a água transbordar da jacuzzi. Os seios pesados pulavam na cara dele, batendo molhados contra o peito branco.

Victor segurou a bunda dela com as duas mãos, os dedos afundando na carne macia, abrindo e fechando as nádegas enquanto ajudava nos movimentos.

— Isso, cavalga gostoso, Aline. Rebola nesse pau branco, sua puta preta delícia. Olha como tua buceta escura engole tudo… porra, você é apertada pra caralho.

Ela gemia alto, sem vergonha, o som se misturando ao borbulhar da jacuzzi. Cada descida fazia a cabeça grossa bater fundo no seu útero, enviando choques de prazer pela espinha. O suor misturado ao vapor brilhava na pele negra. Victor chupava os mamilos de novo, mordendo, puxando, enquanto a chamava de tudo que vinha na cabeça.

— Puta preta gostosa… minha advogada safada… rebola mais rápido, caralho. Quero sentir você me ordenhando.

Aline sentia o pau dele inchar mais dentro dela. Estava perto de novo. As coxas doíam de tanto esforço, mas o tesão era maior. Ela acelerou, quicando com violência, a bunda batendo contra as bolas dele debaixo da água. Os gemidos viraram gritos curtos e agudos.

De repente, Victor a levantou, o pau saindo com um som molhado obsceno. Virou-a com facilidade, colocando-a de quatro contra a borda de madeira da jacuzzi. Aline se apoiou nos cotovelos, os seios pesados esmagados contra a borda fria, a bunda empinada para ele. A vista das montanhas escuras estava bem na frente dela, mas tudo que importava era o pau grosso que ele enfiou de uma vez só na buceta encharcada.

— Assim, porra. Vou te arrombar de quatro agora — grunhiu Victor, segurando os quadris largos dela.

Ele meteu fundo, sem dó, o som de carne molhada contra carne ecoando na varanda. A cada estocada forte, a água espirrava. Victor dava tapas pesados na bunda redonda, a pele negra ficando vermelha sob as palmadas. O contraste das mãos brancas batendo na carne escura era hipnótico.

— Toma, gostosa. Leva esse pau todo. Tua bunda preta fica linda marcada assim — dizia ele entre as estocadas, a voz rouca de esforço.

Aline gritava de prazer, empinando mais, rebolando para trás para encontrar cada metida. Sentia o pau dele batendo no fundo, roçando o ponto que a fazia ver estrelas. O orgasmo vinha de novo, forte, quase doloroso de tão intenso.

— Victor… eu vou gozar de novo… mete mais fundo, caralho!

Ele acelerou, os tapas ficando mais fortes, o ritmo brutal. Segurou o cabelo crespo dela com uma mão, puxando a cabeça para trás enquanto socava sem parar. O segundo orgasmo de Aline explodiu com violência, a buceta apertando o pau dele como um punho quente e molhado. Victor não aguentou. Com um rugido animal, enterrou até o talo e gozou junto, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela. Os dois gemeram alto, os gritos se perdendo na noite da serra, corpos tremendo juntos, o prazer tão intenso que por um momento o mundo sumiu.

Quando os espasmos diminuíram, Victor saiu devagar de dentro dela, o pau ainda meio duro brilhando de porra e lubrificação. Ele se sentou na banqueta submersa da jacuzzi e puxou Aline para o colo com carinho. Ela se aninhou contra o peito dele, as pernas ao redor da cintura, a cabeça no ombro largo. Os dois ainda ofegavam, corações batendo forte, rindo baixinho entre beijos suaves agora. Os beijos eram diferentes — lentos, molhados, cheios de língua preguiçosa, sem a fome desesperada de antes. A água quente os envolvia como um casulo.

Aline traçou os dedos pela barba loira dele, olhando nos olhos azuis.

— Quero repetir isso todas as noites dessa viagem, Victor — sussurrou ela, a voz ainda rouca de tanto gemer. — Todas as noites, escondido, safado. Esse reencontro proibido vai virar nosso caso secreto… delicioso, molhado e sem limite.

Ele sorriu, beijando a testa dela, apertando a bunda ainda marcada pelos tapas. Por um instante, tudo parecia perfeito.

Mas então algo mudou. Enquanto o riso morria e o silêncio da montanha voltava, Aline sentiu um frio estranho no peito que a água quente não conseguia aquecer. O rosto do irmão mais velho surgiu na mente dela sem aviso — as risadas antigas, as histórias de como Victor era como um irmão para ele. A culpa veio devagar, como uma faca entrando de lado. E se ele descobrir? pensou. Eu acabei de foder o melhor amigo dele como uma cadela no cio… e gostei pra caralho. Mas isso pode acabar com tudo. Com a família. Com a única pessoa que ainda me olha como se eu fosse inteira.

Victor sentiu o corpo dela enrijecer levemente no colo. Acariciou as costas dela, mas o sorriso não chegava mais aos olhos dele também. Ele pensou no amigo, nas cervejas que tomaram juntos, nas confidências. Tinha acabado de chamar a irmã mais velha dele de “puta preta gostosa” enquanto gozava dentro dela. O prazer ainda latejava no corpo, mas o peso do que tinham começado caía agora, frio e real, como o ar gelado da serra batendo nos ombros molhados.

Eles continuaram abraçados, beijos suaves ainda trocados, mas o silêncio entre um e outro já não era mais só de satisfação. Era de dúvida. De algo que os dois sabiam que tinha começado delicioso demais para parar… e perigoso demais para continuar. A jacuzzi borbulhava, a lua seguia brilhando, mas o reencontro proibido agora carregava dentro de si o gosto amargo de um segredo que, cedo ou tarde, cobraria seu preço.

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