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Rebote Inesperado no Estoque: Ela Quis Meu Cu de Novo

Ex-namorada fitness de 26 anos reencontra o vendedor Lorenzo de 28 no estoque e implora pra ele comer seu cu de novo.

14 min read October 12, 2026New

O ar dentro do estoque era denso, quente, carregado com o cheiro de papelão úmido misturado ao pó doce dos suplementos. Lorenzo, vendedor de 28 anos, limpava o suor da testa com as costas da mão enquanto empilhava caixas de whey isolado nas prateleiras metálicas. A loja estava movimentada lá na frente, mas ali atrás o espaço era apertado, quase íntimo demais para duas pessoas. Ele não imaginava que sua rotina monótona ia explodir daquele jeito.

A porta rangeu. Brigitte entrou, aos 26 anos, influenciadora fitness com mais de duzentos mil seguidores, corpo esculpido por anos de treino pesado e dieta rigorosa. A legging preta de alta compressão grudava nela como uma segunda pele, marcando a curva perfeita da bunda redonda e empinada que já tinha feito Lorenzo perder a cabeça tantas vezes. O top cropped mal cobria a barriga tanquinho e os seios firmes. O rabo de cavalo balançou quando ela parou, surpresa.

— Lorenzo? Caralho… você trabalha aqui?

Ele sentiu o estômago contrair. Seis meses desde o término e a visão dela ainda acertava direto no pau. Brigitte era fogo puro na cama, e o que mais marcava nele era exatamente o jeito voraz como ela pedia para levar no cu.

— Brigitte… Pois é. Gerenciam o estoque e vendo no balcão. E você? Procurando o que por aqui?

Ela deu um passo para dentro. O espaço era tão pequeno que o quadril dela quase roçou na coxa dele. O olhar dela mudou rápido: de surpresa para algo mais quente, safado, aquele mesmo olhar que costumava preceder longas noites de gemidos abafados.

— Vim pegar um pré-treino que só tem aqui. Mas… ver você agora bagunçou tudo.

Lorenzo engoliu seco. O silêncio ficou carregado. Ela continuou, voz baixa, quase rouca:

— Eu tentei, sabe? Tentei transar com outros caras depois da gente. Mas nenhum fode meu cu como você fodia. Nenhum abre minha bundinha devagar, nenhum me deixa tremendo pedindo pra gozar dentro. Eu finjo que esqueci, posto foto de bunda empinada na academia, mas toda noite eu me toco lembrando da sua rola grossa esticando meu rabo. Sinto falta de dar essa bundinha pra você, Lorenzo. Muita falta.

As palavras bateram nele como um soco no peito. O pau começou a inchar dentro da calça jeans, latejando. Ele lembrou das noites em que ela ficava de quatro, gemendo “mete mais fundo no meu cu, porra”, a bundinha branca ficando vermelha dos tapas enquanto ele gozava quente lá dentro. Tentou se controlar.

— Você veio me provocar no meu local de trabalho, é isso?

Ela sorriu de lado, mordendo o canto do lábio inferior. Olhou para baixo, notando o volume crescente na calça dele.

— Talvez. Ou talvez eu só esteja cansada de mentir pra mim mesma.

Eles começaram a organizar algumas caixas que Lorenzo tinha deixado no chão, lado a lado no espaço minúsculo. Cada movimento era uma desculpa. Brigitte se abaixava devagar, empinando aquela bunda perfeita bem na direção dele. De propósito. A legging esticada marcava o fio dental que desaparecia entre as nádegas. Quando ela recuou para pegar outra caixa, a bunda roçou firme contra o pau duro dele, pressionando, girando levemente.

Lorenzo soltou um gemido baixo. O calor do corpo dela atravessava o tecido.

— Porra, Brigitte…

Ela não se afastou. Pelo contrário, esfregou mais, devagar, sentindo ele pulsar.

— Tô molhada pra caralho só de lembrar do seu pau abrindo meu cu — sussurrou ela, voz trêmula de tesão. — Lembro da sensação de você me arrombando devagar, depois metendo fundo até suas bolas baterem na minha buceta. Eu fico encharcada só de pensar. Olha… toca aqui se não acredita.

Ela pegou a mão dele e guiou entre suas pernas por cima da legging. O tecido estava quente, úmido no meio. Lorenzo apertou, sentindo o calor da boceta inchada.

— Você realmente quer de novo? Aqui, agora, correndo o risco de alguém entrar? — perguntou ele, a voz rouca, já quase sem controle.

Brigitte empinou mais a bunda contra ele, gemendo baixinho.

— Quero sim. Tô implorando, Lorenzo. Come meu rabo aqui mesmo. Eu preciso sentir você me fodendo no cu de novo. Por favor… me come gostoso como antes.

O consentimento explícito quebrou o resto de resistência dele. Lorenzo agarrou a cintura fina dela com força, puxando-a contra si. O pau latejava, dolorido de tão duro. Ele virou o rosto e mordeu o ombro dela por cima do top, sentindo o cheiro de suor limpo e perfume feminino.

Brigitte não esperou mais. Com as mãos tremendo de excitação, abaixou a legging até os joelhos num movimento rápido. A bunda perfeita saltou livre, redonda, sem nenhuma calcinha. A pele clara contrastava com a marca bronzeada do biquíni. Ela empinou, abrindo as pernas o máximo que a calça permitia, e olhou para trás com olhos pidões.

— Chupa meu cu primeiro… por favor. Lubrifica bem com sua língua antes de enfiar essa rola grossa. Eu quero sentir você me comendo inteira.

Lorenzo caiu de joelhos no chão frio do estoque. O cheiro do tesão dela era forte, doce e safado. Ele abriu as nádegas firmes com as duas mãos, revelando o anel rosado e piscante. Sem hesitar, encostou a língua quente e lambeu devagar, circulando, sentindo o gosto levemente salgado e o jeito como ela se contraía de prazer.

— Isso… assim… chupa meu cuzinho, Lorenzo — gemeu ela, empurrando a bunda contra o rosto dele. — Enfia a língua dentro. Isso, caralho… você faz tão bem.

Ele lambeu com fome, alternando lambidas longas com penetrações da língua, babando bastante para deixar tudo molhado e escorregadio. Os gemidos abafados de Brigitte enchiam o espaço pequeno. Ela tremia, uma das mãos entre as pernas esfregando o clitóris inchado.

Quando ele achou que ela já estava louca o suficiente, levantou, abriu o zíper e tirou o pau grosso, pesado, veias marcadas. A cabeça brilhava de pré-gozo. Roçou na entrada do cu dela, provocando.

— Vai devagar no começo… mas depois me fode forte — pediu ela, voz manhosa.

Lorenzo pressionou. O anel apertado cedeu aos poucos, engolindo a cabeça. O calor era insano, um aperto quase insuportável. Ele gemeu alto, segurando a cintura dela, e foi empurrando centímetro por centímetro até estar completamente enterrado na bundinha quente.

— Porra, como é apertado… ainda melhor que eu lembrava.

Começou a meter de quatro, estocadas profundas e ritmadas, tirando quase tudo e voltando até o fundo. O som molhado de carne contra carne ecoava baixo entre as prateleiras. Brigitte mordia o próprio braço para não gritar, a bunda tremendo a cada impacto.

Depois de alguns minutos, ele a virou de lado ali mesmo no chão, sobre um tapete de proteção que usavam para empilhar caixas. Segurou uma das pernas dela para cima, abrindo-a, e enfiou novamente no cu agora bem lubrificado. A posição permitia ver o rosto dela contorcido de prazer. Enquanto metia forte, alternava estocadas com os dedos circulando o clitóris inchado dela.

— Tô quase… não para… mete fundo no meu cu — implorava Brigitte, olhos revirando.

O orgasmo dela veio forte. O cu apertou o pau dele em espasmos ritmados, o corpo inteiro tremendo, suando. Um gemido longo escapou apesar dos esforços para ficar quieta. Lorenzo não aguentou mais. Com um grunhido gutural, enterrou até o talo e gozou, jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela.

— Isso… enche minha bundinha… me dá toda essa porra quente — sussurrava ela, ainda gozando.

Quando os últimos espasmos passaram, Brigitte se virou, ainda de legging arriada. Com um sorriso safado e carinhoso, pegou o pau meio mole dele na boca e limpou devagar, lambendo cada gota, cada resto do próprio cu misturado com a porra. Chupou com carinho, olhando nos olhos dele.

— Humm… adoro esse gosto. Agora eu vou voltar sempre que quiser mais dessa rola no meu cu, Lorenzo. Sempre.

Eles se arrumaram rindo baixinho, nervosos, arrumando as roupas e tentando disfarçar o cheiro de sexo no ar. Combinaram rápido: no sábado, no apartamento dele, cama, óleo, tempo pra fazer direito, sem pressa.

— Vai ser ainda melhor — prometeu ela, dando um beijo molhado nele.

Mas quando Lorenzo ia abrir a porta do estoque, ouviram passos pesados no corredor e a voz do gerente ecoando:

— Lorenzo! Tá aí atrás? Tem uma entrega chegando e o cliente VIP tá perguntando por você! Anda logo!

Os dois congelaram. Brigitte arregalou os olhos, ainda com as bochechas vermelhas e o cu latejando cheio da porra dele. Lorenzo sentiu o pau dar uma nova pulsada só de imaginar o risco. Ela sussurrou, apertando a coxa dele:

— Merda… se ele entrar agora…

O coração dos dois batia forte. A tensão sexual ainda não tinha abaixado. E o olhar que Brigitte lançou para ele deixava claro: isso estava longe de terminar.

O coração dos dois batia tão forte que parecia ecoar entre as prateleiras metálicas. Brigitte ainda tinha a legging arriada nos joelhos, a bunda empinada e brilhando de suor, com um fio grosso e branco da porra de Lorenzo escorrendo devagar pelo vinco das nádegas até a coxa bronzeada. Ela apertou a coxa dele com mais força, cravando as unhas, e o olhar que lançou por cima do ombro era puro fogo: pupilas dilatadas, lábios entreabertos, a expressão de quem acabara de gozar mas ainda precisava de muito mais.

— Merda… se ele entrar agora… — sussurrou ela, a voz rouca e trêmula, mas o quadril continuava se mexendo devagar, roçando a bunda nua contra o volume que já voltava a crescer dentro da calça dele.

Lorenzo sentia o pau latejar dolorosamente. Aos 28 anos, vendendo suplementos o dia inteiro, nunca imaginara que o risco de perder o emprego pudesse deixar seu tesão tão insano. O cheiro de sexo estava forte demais — porra, suor, o aroma almiscarado do cu dela que ele tinha acabado de arrombar. Ele a puxou mais para o fundo, atrás da pilha de caixas de bcaa, o corpo dela colado no seu.

— Fica quieta, caralho — murmurou ele no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Se o gerente abrir essa porta, estamos fodidos.

Mas Brigitte não queria saber de segurança. Ela virou o rosto, encostou os lábios quentes no pescoço dele e sussurrou, quase implorando:

— Então me fode logo. Meu cu ainda tá aberto, cheio da sua porra… tá escorrendo, Lorenzo. Sente.

Ela pegou a mão dele e guiou até entre as nádegas. Os dedos dele tocaram o anel inchado, quente, escorregadio. A porra que ele havia jorrado minutos antes servia de lubrificante natural. Dois dedos entraram fácil, fazendo um som molhado e obsceno. Brigitte mordeu o próprio punho para não gemer alto. O corpo dela, esculpido por anos de agachamentos e treino pesado, tremia inteiro.

O gerente chamou de novo, a voz bem mais próxima:

— Lorenzo! Tá aí atrás? O cliente VIP tá puto da cara!

Lorenzo sentiu o pau pulsar tão forte que doeu. Brigitte olhou para ele com olhos pidões, a rabo de cavalo grudado na nuca suada, os seios subindo e descendo rápido dentro do top cropped.

— Enfia agora — pediu ela, voz quase inaudível. — Me come de novo enquanto ele tá aí fora. Eu quero sentir você me arrombando com ele do outro lado da porta. Por favor, Lorenzo… eu tô implorando.

Ele não aguentou. Abriu o zíper de novo, tirou o pau grosso, as veias inchadas, a cabeça roxa e brilhando. Cuspiu por cima, espalhou com a mão e pressionou contra o cu dela. O anel, já relaxado da foda anterior, engoliu a cabeça com um “plop” molhado. Brigitte arqueou as costas, empinando mais, e ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado e a textura aveludada do intestino dela. Quando as bolas bateram na buceta encharcada, os dois soltaram o ar ao mesmo tempo.

— Porra… como você é apertada mesmo depois de ter levado uma porra — grunhiu ele baixinho.

Começou a meter. Estocadas curtas, controladas, mas fundas. Cada vez que ele tirava quase tudo e voltava até o talo, o cu dela fazia um barulho molhado, obsceno. Brigitte apoiava as mãos na parede fria, mordendo o antebraço, o corpo inteiro sacudindo. O suor escorria pelas costas definidas, descia pela curva da cintura fina e se misturava à porra que transbordava a cada estocada.

— Mais forte… mete mais forte no meu cu — implorou ela, quase sem voz. — Eu preciso sentir você me rasgando.

Lorenzo acelerou, segurando os quadris dela com força. O som de carne contra carne ficava mais alto. Do outro lado da porta, o gerente resmungou:

— Que barulho é esse? Lorenzo, responde!

Com o pau enterrado até o fundo no cu da ex-namorada, Lorenzo respondeu com a voz mais firme que conseguiu:

— Tô… tô empilhando as caixas novas, chefe! Derrubei uma torre. Já tô terminando!

Enquanto falava, ele não parou de foder. Pelo contrário. Segurou o rabo de cavalo dela como rédea e puxou, arqueando o corpo dela, metendo mais fundo. Brigitte revirou os olhos, a boca aberta num gemido silencioso. O cu dela contraía em espasmos, massageando a rola grossa. Lorenzo sentia cada contração, cada pulsação. Ele pensava, meio delirante: “Essa vadia de 26 anos é completamente viciada no meu pau no rabo dela. Nenhum dos seguidores dela imagina que a fitness influencer gosta de levar porra quente no intestino no estoque da loja.”

Brigitte levou a mão entre as pernas e começou a esfregar o clitóris inchado, os dedos molhados da própria excitação. O corpo dela convulsionava. Lorenzo sentiu que ela estava perto.

— Goza no meu cu de novo… me enche toda, Lorenzo. Eu quero sair daqui vazando sua porra pro resto do expediente.

Ele cobriu a boca dela com a mão grande quando o orgasmo dela explodiu. O cu apertou tanto que quase espremeu o pau dele. Brigitte tremeu violentamente, os joelhos fraquejando, um gemido abafado vibrando contra a palma dele. O aperto rítmico fez Lorenzo perder o controle. Ele enterrou até as bolas, grunhiu baixo no ouvido dela e gozou pela segunda vez. Jatos grossos, quentes, adicionando mais volume ao que já estava dentro. O excesso escorreu quente pelas coxas dela, pingando no chão de concreto.

Ficaram assim por longos segundos, ofegantes, conectados. O pau dele ainda pulsava dentro do cu arrombado. O gerente, aparentemente convencido pela resposta, resmungou algo sobre “preguiçosos” e os passos se afastaram pelo corredor.

Só então Lorenzo saiu devagar. Um som molhado acompanhou a saída. O cu de Brigitte ficou aberto por alguns segundos, vermelho, piscando, com uma quantidade absurda de porra branca escorrendo num fio grosso. Ela virou, ainda de pernas bambas, e caiu de joelhos na frente dele. Sem dizer nada, pegou o pau meio mole na boca e limpou tudo — a mistura de porra, lubrificação anal, o gosto forte do próprio cu. Chupou devagar, carinhosa, lambendo cada veia, cada resto, olhando nos olhos dele com um sorriso safado.

— Humm… esse gosto me deixa louca — murmurou ela, passando a língua na cabeça sensível. — Eu podia passar o dia inteiro com seu pau na boca depois de ele ter estado no meu rabo.

Eles se arrumaram em silêncio, rindo nervosos. Brigitte puxou a legging para cima, sentindo a porra quente se espalhar pelo tecido, molhando a virilha. O cu latejava a cada movimento, uma dor gostosa que a fazia morder o lábio.

Sentaram-se em duas caixas viradas, recuperando o fôlego. O ar ainda estava carregado. Brigitte encostou a cabeça no ombro dele e, com a voz baixa e conspiratória, começou a planejar:

— Sábado, no seu apartamento. Eu vou chegar às oito em ponto. Quero que você deixe tudo pronto: óleo de silicone, aquele que esquenta, as cordas de seda que a gente usava antes, e o plug médio. Vou passar o dia inteiro com um plug menor no cu, treinando, dilatando devagar pra você. Quero que você me receba sem roupa, pau já duro. Eu vou tirar a roupa devagar, de quatro na sua cama, e pedir pra você tirar o plug com a boca.

Lorenzo sentia o pau dar sinal de vida só de ouvir. Ele já estava schemando também. Pensava em comprar um vibrador novo, daqueles que estimulam o ponto G, pra enfiar na buceta dela enquanto metesse no cu. Queria vê-la gozar tanto que perdesse o controle, jorrando enquanto ele enchia o intestino dela.

— Depois que você tirar o plug com a língua — continuou ela, os olhos brilhando —, vai me comer devagar no começo. Quero sentir cada centímetro entrando, sentir você abrindo meu cu com calma. Depois eu quero cavalgar. Sentada de costas pra você, rebolando fundo, enquanto você segura minha cintura e me faz subir e descer. E quando eu estiver quase gozando, você me vira de quatro, segura meu rabo de cavalo e me fode como um animal. Quero tapas. Quero que minha bunda fique vermelha. Quero que você me chame de sua putinha do cu, que me diga o quanto eu sou viciada em levar rola grossa no rabo.

Ela fez uma pausa, passando a mão na própria virilha, sentindo a umidade da porra que ainda escorria.

— Vamos passar a noite toda assim. Sem pressa. Quero pelo menos três cargas no meu cu. Uma na primeira foda, outra quando eu estiver amarrada de pernas abertas, e a última quando eu já estiver destruída, de lado, com uma perna pra cima pra você ver tudo entrando e saindo. No final, vou dormir com seu pau amolecendo dentro do meu cu, sentindo tudo pulsando.

Lorenzo sorriu, já imaginando os detalhes. Ele planejava acordá-la no meio da noite com o pau duro de novo, lubrificado, entrando devagar enquanto ela ainda estivesse sonolenta e molhada da porra anterior. Queria transformar o sábado numa maratona anal completa, sem tocar na buceta dela quase nada — só no cu, como ela mais gostava.

— Combinado — disse ele, puxando-a para um beijo molhado, a língua ainda com o gosto misturado dos dois. — Eu vou deixar o apartamento pronto. E vou comprar um lubrificante novo, daqueles que duram horas. Quero te ver andando torto na segunda-feira, lembrando de quanto eu te arrombei.

Brigitte riu baixinho, levantou, ajustou o top e a legging, sentindo o cu latejar a cada passo. Antes de abrir a porta, virou para ele com aquele olhar que prometia tudo:

— Eu já tô molhada de novo só de pensar. Sábado você vai ver o quanto eu ainda sou louca pelo seu pau no meu cu, Lorenzo. E isso mal começou.

Ela piscou, saiu primeiro, rebolando levemente apesar da dor gostosa. Lorenzo ficou mais um minuto no estoque, o coração ainda acelerado, o pau semi-duro na calça, já calculando as horas até sábado, já imaginando cada gemido, cada estocada, cada vez que ele encheria aquela bundinha perfeita de novo.

O plano estava traçado. E os dois sabiam que, depois de sábado, ela voltaria sempre que o tesão apertasse. O rebote tinha sido inevitável. E o próximo round seria ainda mais safado.

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