Por favor, Não Me Toca
A separada de 32 anos, Clara, se entrega a uma massagem quente que vira sexo lésbico selvagem com a massagista Júlia de 28 anos.
Clara, uma advogada de 32 anos recém-separada, estacionou o carro em frente à pousada isolada na Serra Gaúcha com um suspiro longo. Os últimos meses haviam sido um inferno de audiências, advogados e um divórcio que sugou toda a sua energia. Ela precisava de silêncio, de ar puro e de esquecer que um dia havia sido casada com um homem que mal a tocava nos últimos anos. A pousada parecia perfeita: cabanas de madeira cercadas por pinheiros, névoa baixa nas montanhas e nenhum sinal de vida agitada. Ao entrar no lobby aconchegante de pedra e madeira, o cheiro de incenso e ervas encheu suas narinas. Foi quando viu Júlia.
Júlia, a massagista de 28 anos que trabalhava fixo no local, estava atrás do balcão ajudando no check-in. Alta, pele morena dourada pelo sol da serra, cabelos castanhos cacheados presos num coque frouxo e um corpo que o uniforme branco não conseguia esconder — quadris largos, seios firmes e uma bunda redonda que balançava de leve enquanto ela se movia. Seus olhos castanhos escuros encontraram os de Clara e não desviaram. Havia fome ali. Um desejo tão cru que Clara sentiu o ar ficar mais pesado. Júlia a mediu de cima a baixo, demorando-se nos seios sob a blusa leve de linho e nas coxas marcadas pela calça jeans justa.
— Bem-vinda, Clara. Sou a Júlia. Vi sua reserva... advogada, né? Deve carregar o mundo nas costas. — A voz dela era rouca, baixa, quase um ronronar. Enquanto entregava a chave do quarto, seus dedos roçaram deliberadamente o dorso da mão de Clara, demorando um segundo a mais do que o necessário. — Se quiser relaxar de verdade, marca uma massagem comigo. Minhas mãos são... boas em encontrar nós que ninguém mais acha.
Clara sentiu um calor subir pelo ventre. Fazia anos que ninguém a olhava com tanta intenção. E o fato de ser outra mulher, uma lésbica descarada como os rumores rápidos da recepção insinuavam, só tornava tudo mais perigoso e excitante. Ela mordeu o lábio inferior, sustentando o olhar.
— Talvez eu marque sim. Estou precisando soltar muita tensão. — A frase saiu com duplo sentido e as duas sabiam. Júlia sorriu de canto, um sorriso safado que mostrou a ponta da língua umedecendo o lábio. O ar entre elas crepitava. Clara pensou: “Porra, eu mal cheguei e já estou imaginando essa boca em mim. O que está acontecendo comigo?”
Marcaram a massagem para as cinco da tarde, na cabana privativa de massagem ao lado da piscina térmica. O resto da tarde Clara passou inquieta, andando pelos jardins, sentindo o olhar de Júlia ainda queimando na pele mesmo quando ela não estava por perto. Quando chegou a hora, Clara tirou a roupa devagar no vestiário pequeno, sentindo os mamilos endurecerem só de imaginar aquelas mãos. Deitou de bruços na maca, cobrindo a bunda com a toalha fina, o coração batendo forte.
Júlia entrou cheirando a óleo de amêndoas quentes e algo doce, como baunilha. Fechou a porta, baixou as luzes e ligou uma música suave de violão. Suas mãos, quentes e firmes, começaram pelos ombros de Clara, espalhando o óleo com movimentos lentos e profundos. A cada passada, os polegares afundavam na carne, desfazendo nós antigos.
— Você é linda pra caralho, sabia? — murmurou Júlia, a voz rouca perto do ouvido dela. — Desde que te vi no check-in, fiquei imaginando como seria tocar você assim. Sem pressa. Sem roupa.
Clara gemeu baixinho quando as mãos desceram pela coluna, alcançando a lombar. O óleo escorria, quente, fazendo a pele formigar.
— Faz tempo que ninguém me toca de verdade. Meu ex... ele não olhava mais pra mim. E você... você olha como se quisesse me comer viva.
Júlia riu baixinho, um som gutural que fez Clara contrair as coxas. As mãos dela desceram mais, empurrando a toalha para o lado sem pedir permissão. Os dedos massagearam as nádegas firmes de Clara, abrindo-as levemente, roçando o polegar bem perto do cuzinho franzido. Clara estava encharcada. Sentia o mel escorrendo da buceta, molhando a maca.
— Estou molhada, Júlia... Porra, estou pingando só com suas mãos na minha bunda. — A confissão saiu rouca, sem filtro.
Júlia inclinou-se sobre ela, os seios pressionando as costas oleadas de Clara, e sussurrou no ouvido:
— Eu também estou excitada pra caralho. Minha calcinha tá encharcada desde que te vi. Vira de frente pra mim, gostosa. Quero ver esses mamilos que estão pedindo minha boca o dia inteiro.
Clara virou, o corpo brilhando de óleo, os seios cheios subindo e descendo com a respiração acelerada. Não houve mais palavras. Ela agarrou a nuca de Júlia e puxou-a para um beijo faminto, línguas se enrolando com tesão cru, gemidos abafados enchendo a sala. O beijo era molhado, desesperado, dentes batendo, saliva escorrendo no queixo. As mãos de Clara puxaram a blusa de Júlia, querendo pele.
Júlia não perdeu tempo. Desceu a boca para os seios de Clara, chupando um mamilo rosado com força enquanto enfiava dois dedos grossos direto na buceta melada. O som molhado ecoou — ploc, ploc, ploc — enquanto ela bombeava fundo, o polegar girando no clitóris inchado. Clara arqueou as costas, gemendo alto:
— Isso... chupa mais forte, caralho... me fode com esses dedos!
Júlia obedeceu, mordiscando o mamilo, puxando com os dentes enquanto os dedos entravam e saíam mais rápido. Depois subiu na maca, tirou o short e a calcinha encharcada num movimento só e sentou no rosto de Clara, pressionando a buceta depilada e pingando contra a boca dela.
— Lambe minha buceta, advogada safada. Quero sentir essa língua gostosa me comendo.
Clara obedeceu com fome, enfiando a língua fundo na entrada quente de Júlia, sugando o clitóris inchado com força, chupando como se fosse a última coisa que faria na vida. O gosto era doce e salgado, viciante. Júlia rebolava no rosto dela, gemendo alto, os sucos escorrendo pelo queixo de Clara enquanto apertava os próprios seios.
Viraram de lado para o 69 selvagem. Júlia deitou sobre Clara, enfiando a cara entre as coxas grossas dela e chupando a buceta com vontade, língua fodendo o buraco apertado enquanto enfiava o dedo médio no cu de Clara sem aviso. Clara gritou de prazer e retribuiu, lambendo o cu de Júlia também, enfiando a língua o mais fundo que conseguia enquanto dois dedos seus socavam a buceta da massagista. As duas se devoravam, gemidos abafados, corpos suados e oleosos se esfregando, bundas tremendo a cada lambida mais profunda.
— Meu cu... porra, enfia mais fundo no meu cu! — Júlia pedia entre gemidos, rebolando contra a cara de Clara.
O orgasmo veio forte para as duas quase ao mesmo tempo, pernas tremendo, bucetas contraindo nos dedos e línguas. Mas Júlia não parou. Levantou-se, abriu uma gaveta e vestiu um strap-on grosso, veias realistas, quase 22 centímetros de silicone preto brilhante. Clara, de quatro na maca, bunda empinada e buceta vermelha de tanto tesão, olhou para trás com olhos pidões.
— Me fode com essa pica grossa. Quero sentir você me arrombando.
Júlia cuspiu na mão, passou no pau de borracha e meteu tudo de uma vez na buceta encharcada de Clara. O som foi obsceno, molhado, carne batendo carne. Ela segurou os cabelos de Clara como rédea e socou forte, fundo, os quadris batendo na bunda redonda com tapas altos. Clara gritava de prazer a cada estocada:
— Mais forte! Me fode como a puta que eu sou pra você hoje!
Júlia metia sem piedade, uma mão descendo para beliscar o clitóris de Clara enquanto o strap-on entrava e saía brilhando de tanto mel. As duas gozaram de novo, Júlia rosnando baixo, Clara quase soluçando de tanto prazer, o corpo convulsionando. Mais uma vez, e mais outra, até as pernas de Clara não aguentarem e ela cair mole na maca, gozando pela quarta vez com o strap-on ainda enterrado fundo.
Ofegantes, Júlia tirou o cinto devagar, deitou ao lado de Clara e puxou-a para um beijo lento, agora sem pressa. As línguas se acariciavam preguiçosas, mãos passeando pelos corpos suados com carinho. Risadas cúmplices escapavam entre os beijos.
— Por favor, não me toca... era o que eu ia dizer quando cheguei — murmurou Clara, rindo baixinho, traçando o contorno do seio de Júlia com a ponta do dedo. — Mas agora só quero que você me toque mais.
Júlia sorriu, beijando o pescoço dela com ternura.
— Então marca outra massagem amanhã. Mesma hora. E traz esse corpo gostoso pronto pra mim de novo. Porque hoje foi só o começo, Clara. Ainda tenho muitos nós pra desfazer em você... e muitos outros buracos pra explorar.
Clara fechou os olhos, o corpo ainda latejando de prazer, sentindo o cheiro das duas misturado no ar. Ela já sabia que não dormiria direito essa noite. O desejo que Júlia acendeu nela não ia apagar tão fácil. E a serra, com suas noites longas e isoladas, ainda guardava muito mais do que uma simples massagem para os dias seguintes.
Júlia se deitou ao lado dela, os corpos ainda suados e brilhando de óleo, mas o desejo não tinha se apagado nem um pouco. Seus dedos morenos subiram pela coxa grossa de Clara, apertando a carne macia com possessividade, enquanto a outra mão beliscava de leve um mamilo rosado que ainda estava duro como pedra. A advogada de 32 anos sentiu o ventre contrair de novo, o calor voltando como uma onda que não queria recuar.
— Por que esperar amanhã, hein? — sussurrou Clara, virando o rosto e mordendo o lábio inferior da massagista de 28 anos. — Eu ainda tô latejando inteira. Meu cu tá piscando pedindo sua atenção, Júlia. Você disse que tinha mais buracos pra explorar... então explora logo, caralho.
Júlia soltou uma risada baixa, rouca, daqueles sons que pareciam vir direto da garganta e faziam a buceta de Clara babar. Ela rolou para cima da separada, prendendo os pulsos dela acima da cabeça com uma mão só, enquanto a outra descia devagar, abrindo as nádegas firmes e redondas. O ar da cabana estava pesado, cheirando a buceta, óleo de amêndoas e suor de mulher. Júlia cuspiu entre os seios de Clara, deixou a saliva escorrer pelo vale da barriga até chegar na virilha, e então baixou a boca sem piedade.
A língua quente e molhada bateu direto no cuzinho franzido de Clara. Não foi carícia. Foi fome. Júlia lambeu em círculos largos, pressionando a ponta da língua contra o anel apertado, forçando entrada enquanto dois dedos grossos dela afundavam de uma vez na buceta encharcada da advogada. O som era nojento de tão gostoso — squish, squish, squish — misturado com os gemidos abafados de Clara, que rebolava o quadril contra o rosto da massagista como se quisesse se afogar nela.
— Porra, Júlia... sua língua no meu cu tá me deixando louca. Chupa mais forte, vai, me come inteira! — Clara arquejava, os seios pesados subindo e descendo rápido, os mamilos tão duros que doíam de tesão. Por dentro, ela pensava: “Eu sou uma advogada recém-separada, passei anos sem ser comida direito, e agora tô aqui, de pernas abertas, pedindo pra essa gostosa lamber meu cu como se fosse a coisa mais natural do mundo. E é. Tá tão bom que eu quero virar puta dela pra sempre.”
Júlia levantou o rosto só um segundo, o queixo brilhando de saliva e mel que escorria da buceta de Clara. Seus olhos castanhos escuros estavam selvagens.
— Você tem um cu tão apertado e gostoso, advogada. Fica paradinha que eu vou te abrir direitinho. — Ela enfiou o dedo médio, lubrificado com a própria saliva, devagar no cu de Clara, girando, abrindo. Depois dois dedos. Clara soltou um grito rouco, as coxas tremendo, mas empurrou o quadril para trás, pedindo mais. Júlia meteu os dedos fundo, entrando e saindo enquanto a boca voltava a chupar o clitóris inchado da outra, sugando com força, os dentes roçando de leve.
Clara gozou pela primeira vez nesse round com um jorro quente que molhou o peito de Júlia. O corpo dela convulsionou, buceta apertando os dedos, cu piscando em volta da língua que Júlia enfiou de novo sem dó. Quando o tremor passou, Júlia já estava vestindo o strap-on de 22 centímetros, aquele silicone preto veioso que brilhava de tanto lubrificante que ela passou com calma, olhando nos olhos de Clara o tempo todo.
— Vira de quatro. Empina esse rabo pra mim.
Clara obedeceu no mesmo instante, joelhos e cotovelos na maca, bunda alta, buceta vermelha e aberta pingando fio grosso de mel até o lençol. Júlia cuspiu direto no cu dela, esfregou a cabeça grossa do pau falso ali e começou a meter. Devagar no começo, centímetro por centímetro, sentindo o anel resistir e depois engolir o silicone com um plop molhado. Quando estava todo enterrado, Júlia segurou os cabelos castanhos de Clara como rédea e puxou forte, socando fundo.
O barulho de carne contra carne ecoava alto na cabana isolada. Plap, plap, plap. Cada estocada fazia as nádegas de Clara tremerem, a pele morena ficando vermelha dos tapas que Júlia dava com a mão livre.
— Tá sentindo essa pica grossa arrombando seu cu, sua vadia? Responde! — Júlia rosnava, metendo cada vez mais bruto, o quadril batendo com força, os seios dela balançando pesados a cada movimento.
— Tô sentindo, caralho! Me arromba, Júlia! Me usa como sua puta particular! Mais fundo, por favor, não para! — Clara gritava, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto, a buceta contraindo no vazio enquanto o cu era fodido sem misericórdia. Ela nunca tinha levado tanto no cu na vida, mas o prazer era absurdo, uma queimação que virava fogo puro no ventre. “Essa mulher de 28 anos tá me destruindo e eu tô amando cada segundo. Quero que ela me deixe andando torto amanhã.”
Júlia virou as duas de lado, mantendo o strap-on enterrado no cu de Clara, e enfiou três dedos na buceta dela ao mesmo tempo. Era cheio demais. Clara soluçava de tesão, rebolando contra os dois buracos sendo invadidos, o corpo suado escorregando contra o da massagista. O segundo orgasmo veio mais forte, o cu apertando o silicone como um punho, leite escorrendo pelos dedos de Júlia que não paravam de bombear.
Elas se separaram só o tempo de Júlia tirar o cinto e jogar Clara de costas. Agora era a vez da advogada. Júlia deitou de bruços, empinou a bunda redonda e dourada e olhou para trás com aquele sorriso safado.
— Sua vez, Clara. Coloca esse pau e me fode. Quero sentir você me arrombando também.
Clara não pensou duas vezes. Vestiu o strap-on ainda quente e molhado dos seus sucos, segurou os quadris largos de Júlia e meteu tudo de uma vez na buceta da massagista. O gemido que Júlia soltou foi animal. Clara socava com raiva gostosa, uma mão descendo para enfiar o polegar no cu da outra enquanto o pau grosso entrava e saía brilhando. As duas estavam destruídas, suadas, cabelos grudados na testa, gemendo palavrões sem filtro.
— Isso, advogada... me come assim! Socaa essa pica na minha buceta! — Júlia pedia, rebolando para trás, a bunda batendo contra a barriga de Clara.
Elas terminaram em tesoura selvagem, bucetas molhadas, inchadas e vermelhas se esfregando com força, clitóris se batendo, sucos misturando numa poça na maca. Os gemidos viraram gritos. Clara apertava os seios de Júlia com força, Júlia cravava as unhas nas coxas da outra. O orgasmo final pegou as duas ao mesmo tempo, corpos travando, pernas tremendo violentamente, bucetas pulsando e esguichando juntas enquanto elas se olhavam nos olhos, línguas quase se tocando no ar.
Quando o prazer baixou, as duas caíram moles, entrelaçadas, respirando pesado. O silêncio voltou, quebrado só pela respiração irregular. Júlia beijou a testa de Clara com uma ternura surpreendente depois de tanta selvageria, passando os dedos pelos cabelos bagunçados dela.
Clara sorriu, exausta, o corpo dolorido de tanto gozar, e fechou os olhos. O que Júlia não sabia — e jamais saberia, pelo menos não hoje — era que Clara tinha escolhido essa pousada específica depois de passar semanas stalkeando o site, tocando-se várias vezes olhando as fotos de Júlia no uniforme branco. Não foi acaso. A advogada separada tinha vindo atrás exatamente dela, atraída por aquele corpo e aquele olhar desde a primeira imagem. Um segredo que Clara guardaria só para si, pelo menos até a próxima massagem. Por enquanto, o silêncio da serra e o calor do corpo da massagista eram tudo que ela queria.
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