Ela Sussurrou “Por Favor” na Festa à Fantasia

Clara, de 28 anos, sussurrou “por favor” e acabou sendo duplamente comida pelo marido e pelo amigo na festa à fantasia.

13 min read September 11, 2026New

A casa do amigo em comum pulsava com a batida grave da música eletrônica misturada a risadas altas e o cheiro de petiscos salgados no ar. Clara, designer gráfica de 28 anos que passava os dias entre telas e deadlines apertados em seu estúdio no centro da cidade, sentia o corpo vibrar de pura expectativa. Ela havia caprichado na fantasia de gata sensual: um body de lycra preta que grudava em cada curva, apertando os seios médios e empinando a bunda redonda, com um rabo de pelúcia que balançava a cada passo, orelhas pontudas na tiara e bigodes desenhados com delineador que deixavam seus olhos verdes ainda mais felinos e safados. Ao lado dela, Hugo, seu marido de 32 anos, arquiteto que projetava prédios de dia e contava piadas ruins de noite, vestia uma capa de vampiro meio torta, os cabelos bagunçados e um sorriso preguiçoso que já entregava que a noite ia ser boa.

Mal cruzaram a porta e o reencontro aconteceu. Kofi, o melhor amigo de Hugo, alto, de 30 anos, fotógrafo freelancer que vivia viajando e voltava sempre com mais uma tatuagem nova no corpo definido, estava encostado no balcão vestido de pirata safado. Camisa branca aberta até o umbigo, exibindo o peito largo coberto de desenhos tribais e símbolos misteriosos, calça de couro preta que marcava o volume generoso entre as pernas, tapa-olho torto e um sorriso de quem já tinha saqueado metade do mar.

— Caralho, olha só essa gata miaando por aqui! — exclamou Kofi, abrindo os braços.

Clara não pensou duas vezes. Deu um passo à frente, roçou deliberadamente os quadris no dele ao abraçar e deixou que o rabo felpudo da fantasia roçasse na coxa tatuada do pirata. O toque “acidental” durou um segundo a mais que o necessário. Hugo observava tudo, mas em vez de franzir a testa, sentiu o pau dar uma fisgada gostosa dentro da calça. Porra, ver ela flertando assim com ele tá me deixando louco de um jeito bom, pensou, ajustando discretamente a capa para esconder o início da ereção.

— Você tá perigoso hoje, hein, pirata — ronronou Clara, passando a unha pintada de preto pelo braço de Kofi, traçando uma das tatuagens como se estivesse lendo um mapa. — Essa camisa aberta é convite pra quê, exatamente?

Kofi riu, aquele riso grave e safado que sempre fazia as mulheres virarem a cabeça. Ele retribuiu o flerte pousando a mão grande na cintura dela, dedos escorregando só um centímetro para baixo, roçando a curva da bunda.

— Convite pra quem tiver coragem de embarcar, gatinha. E pelo jeito você trouxe o capitão junto — disse, piscando para Hugo.

Hugo se aproximou por trás de Clara, colando o corpo no dela e deixando que ela sentisse o pau meio duro pressionando sua lombar. Em vez de ciúme, uma excitação quente subia pela espinha dele. Ver a mulher dele, sempre tão criativa e contida no dia a dia, se soltando assim entre os dois era como descobrir um novo projeto arquitetônico: deliciosamente obsceno.

— Capitão nada, eu sou o vampiro que vai chupar o pescoço de vocês dois se continuarem se olhando assim — brincou Hugo, mordiscando de leve a orelha da esposa. Clara soltou uma risadinha rouca, apertando a bunda contra ele de propósito.

Os três circularam pela festa trocando olhares cada vez mais carregados. Clara dançava entre eles, ora roçando os seios no peito tatuado de Kofi, ora sentando de leve no colo de Hugo quando passavam por um sofá. Cada toque era disfarçado de brincadeira de fantasia, mas o ar entre eles já estava grosso de tesão. Hugo não parava de imaginar a boca da esposa cheia enquanto ele metia por trás, e a ideia, em vez de incomodar, fazia seu pau latejar.

A pista de dança improvisada no meio da sala estava escura, iluminada só por luzes coloridas que piscavam. Os três se grudaram ali. Clara no meio, corpo colado nos dois homens ao mesmo tempo. A bunda dela rebolava contra a virilha de Hugo, enquanto os seios roçavam o peito de Kofi a cada movimento. O pirata tinha uma mão na cintura dela, o vampiro a outra um pouco mais abaixo. O volume dos dois paus já estava evidente, pressionando-a por frente e por trás.

Foi quando Clara, com a boca colada na orelha de Hugo, sussurrou as palavras que mudaram tudo:

— Sempre fantasiou te ver me comendo enquanto o Kofi enfia na minha boca... ou os dois ao mesmo tempo. Me tocando juntos. Me preenchendo juntos. Por favor...

Hugo sentiu o pau endurecer completamente, latejando contra a bunda macia da esposa. Ele olhou para Kofi por cima do ombro dela. O amigo tinha ouvido cada palavra — o sorriso malicioso de pirata se abriu devagar, os olhos escuros brilhando de desejo.

— Caralho, Clara... você acabou de deixar meu pau do tamanho do mastro daquele navio — murmurou Hugo, voz rouca de tesão, mas ainda com aquele tom humorado que não abandonava. — Tem um quarto de hóspedes vazio no final do corredor. Tá trancado? Não tá. Vamos?

Kofi não precisou de segundo convite. Ele se inclinou, roçou os lábios na outra orelha de Clara e falou baixo, quente:

— Tô mais que disposto, gata. Se você quer ser comida pelos dois, a gente vai te foder até você miar de verdade. Consensual, safado e sem pressa. Topa?

Clara mordeu o lábio, o corpo inteiro formigando. — Topo. Agora.

Os três caminharam discretamente, rindo como se fosse só mais uma brincadeira de fantasia, mas o tesão era palpável. Assim que a porta do quarto de hóspedes se fechou, o clima explodiu. Clara caiu de joelhos quase imediatamente, os olhos brilhando de desejo. Puxou a calça de couro de Kofi para baixo e gemeu ao ver o pau grosso, veioso, com a cabeça inchada e uma tatuagem pequena na base. Ao mesmo tempo, Hugo levantou o body dela por trás, expondo a boceta já molhada e brilhante.

— Olha o quanto ela tá encharcada só de imaginar nós dois — riu Hugo, passando dois dedos pela fenda dela e mostrando o brilho para Kofi.

Clara não esperou. Engoliu o pau de Kofi até onde conseguia, a boca esticada ao máximo, babando enquanto chupava com vontade. O pirata gemeu, segurando as orelhinhas de gato como se fossem alças.

— Porra, que boca gulosa... isso, Clara, chupa gostoso.

Hugo não perdeu tempo. Posicionou-se atrás dela, tirou o próprio pau para fora e meteu fundo na boceta quente e molhada de uma só vez. O impacto fez Clara gemer alto ao redor do pau de Kofi, o som abafado e obsceno enchendo o quarto. Ele começou a fodê-la com força, as bolas batendo contra o clitóris, enquanto ela balançava para frente e para trás, servindo os dois ao mesmo tempo.

— Isso, minha gata safada... leva os dois paus como a puta gostosa que você é — grunhiu Hugo, dando tapas leves na bunda dela que deixavam marcas rosadas.

Eles a viraram, mudaram posições com risadas entre gemidos. Colocaram Clara no meio do sanduíche: Kofi deitou na cama, ela sentou no pau dele devagar, sentindo o cu ser aberto centímetro por centímetro. A ardência deliciosa a fez jogar a cabeça para trás e gemer:

— Por favor... mais fundo... me arromba junto com ele...

Hugo se encaixou na frente, metendo na boceta encharcada. Os dois paus trabalhando dentro dela, separados só por uma fina parede de carne, criando uma pressão insana. Clara tremia, suada, o rabo de pelúcia ainda preso na fantasia balançando ridiculamente enquanto era duplamente comida. O quarto ecoava com o som molhado de carne contra carne, os tapas, os gemidos.

— Por favor, me fodem juntos! Mais forte! — ela implorava, a voz rouca, os olhos marejados de prazer.

Eles se revezavam. Ora Kofi na boceta enquanto Hugo enfiava na boca, ora os dois alternando cu e boceta. Gozaram pela primeira vez quase juntos: Kofi enchendo a boca dela de porra quente e grossa, Hugo jorrando dentro da boceta. Clara engoliu tudo, tossindo um pouco, rindo logo depois com sêmen escorrendo no queixo.

Não pararam. Depois de um breve intervalo de beijos e risadas — Hugo brincando que o tapa-olho de Kofi tinha caído no meio da foda —, voltaram com mais força. Segunda rodada: Clara de lado, uma perna levantada, Kofi metendo no cu enquanto Hugo chupava seus mamilos e enfiava os dedos na boceta. Depois inverteram. Terceira vez, os três suados, cabelos grudados na testa, corpos brilhando. Clara foi colocada novamente no sanduíche, os dois paus entrando e saindo ritmados, esticando seus buracos ao limite.

— Por favor... me fodem juntos... não parem... tô gozando de novo! — ela gritava, o corpo convulsionando.

Os dois gozaram pela terceira vez quase ao mesmo tempo. Kofi puxou e jorrou no peito e na barriga dela. Hugo encheu o cu, o sêmen branco escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Clara estava uma bagunça linda: suor, porra por todo lado, maquiagem borrada, o body rasgado num ombro, o rabo de gata torto.

Ofegante, ela caiu entre os dois homens na cama, rindo satisfeita, o corpo ainda tremendo com os resquícios de orgasmo. Passou as mãos pelos peitos suados deles e falou, voz manhosa e safada:

— Isso tem que virar tradição. Todo mês, nós três. Mesma festa, mesma putaria. Topam?

Hugo e Kofi trocaram um olhar exausto, mas feliz. Hugo riu primeiro, beijando a testa dela.

— Todo mês? Porra, Clara, você vai nos matar... mas eu topo na hora.

Kofi, ainda recuperando o fôlego, passou a mão na coxa dela, sentindo o próprio gozo ali.

— Eu também. Mas olha... a festa ainda tá rolando lá fora. E eu acho que a gente mal começou a explorar tudo que essa fantasia permite. Da próxima vez a gente pode...

Antes que terminasse a frase, os três ouviram risadas altas no corredor. Alguém tentou abrir a porta. O tesão voltou a pulsar devagar entre eles, o ar ainda carregado. Clara sorriu maliciosa, lambendo os lábios sujos de porra, o corpo marcado pelos dois amigos, sabendo que aquela noite era só o começo de algo muito maior e muito mais sujo.

A risada no corredor virou uma batida insistente na porta, como se o dono da casa ou algum convidado bêbado tivesse decidido que aquele quarto era o próximo ponto da caçada por privacidade. Clara sentiu o coração disparar dentro do peito suado, mas em vez de medo foi um tesão elétrico que desceu direto para o meio das pernas, misturando-se com a porra que ainda escorria devagar pelo interior das coxas. Ela estava uma visão deliciosamente destruída: o body de lycra preto rasgado no ombro e na virilha, um seio médio exposto com o mamilo ainda duro e rosado, o rabo de pelúcia torto balançando entre as nádegas vermelhas de tapas, maquiagem de bigode e delineador borrada como se tivesse sido lambida por um furacão. Aos 28 anos, a designer gráfica que passava os dias criando logos limpos e minimalistas agora só queria ser o logo vivo de uma sacanagem dupla e suja.

Ela olhou para Hugo e Kofi, mordendo o lábio inferior inchado de tanto chupar. “Por favor… não parem agora. Quero que me ouçam quase me pegando. Quero gozar com eles do lado de fora imaginando o que tá rolando.” A voz saiu rouca, manhosa, exatamente como o sussurro que tinha começado tudo na pista de dança. Hugo, o arquiteto de 32 anos que projetava fachadas elegantes de dia e agora tinha a capa de vampiro embolada nos pés como um trapo qualquer, sentiu o pau dar um pulo só de ouvir o tom dela. Caralho, essa mulher é minha esposa e eu nunca fiquei tão louco por ela como agora, vendo ela implorar pra ser comida com plateia do outro lado da madeira, pensou ele, já segurando o membro grosso e latejante.

Kofi, o fotógrafo freelancer de 30 anos que carregava no corpo definido mais tatuagens novas a cada viagem, deu aquele sorriso de pirata que derretia calcinhas. O tapa-olho tinha caído de novo, mas ninguém ligava. “Então encosta nessa porta, gatinha. Vamos transformar esse quarto de hóspedes num navio pirata em alto-mar de porra.” Ele puxou Clara pela tiara de orelhas de gato, guiando-a até a madeira fria. Ela apoiou as palmas das mãos na porta, empinou a bunda redonda e separou as pernas, o rabo felpudo roçando a coxa de Hugo como um convite debochado. Do outro lado, a voz desconhecida insistiu: “Ei, abre aí! Tem gente precisando mijar!”

Hugo respondeu sem tirar os olhos da boceta brilhante e inchada da esposa: “Tá ocupado, cara! A gata tá… miando muito alto pro banheiro social!” A piada ruim dele fez Clara rir mesmo com o corpo tremendo de expectativa, e o riso virou um gemido longo quando Hugo meteu dois dedos grossos na boceta dela, girando devagar, espalhando a mistura de gozo anterior. O som molhado ecoou obscenamente no quarto. Kofi se ajoelhou ao lado, enfiando o pau tatuado na boca dela até bater no fundo da garganta. Clara engasgou gostoso, baba escorrendo pelos cantos dos lábios, os olhos verdes lacrimejando enquanto ela chupava com fome, as bochechas cavadas.

Eles são tão grandes… meu maxilar já tá doendo mas eu quero mais, quero engolir os dois até o talo, pensou ela, rebolando contra os dedos de Hugo. O arquiteto não aguentou: tirou os dedos, alinhou o pau e enfiou tudo de uma vez na boceta quente, fazendo Clara soltar um gemido abafado ao redor do pau de Kofi. O impacto empurrou o corpo dela contra a porta, que rangeu. Do corredor veio uma gargalhada coletiva. “Parece que tem uma orgia aí dentro, porra!”

Isso só deixou os três mais excitados. Hugo começou a meter com força, as bolas batendo no clitóris inchado dela a cada estocada, enquanto Kofi segurava as orelhinhas de gato como alças e fodia a boca com ritmo de quem não queria gozar rápido. Clara babava, tossia, mas não parava de sugar, a língua girando na cabeça grossa, sentindo o gosto salgado da segunda ereção do pirata. Hugo deu um tapa forte na bunda, deixando a marca da mão estampada. “Sua puta de fantasia… tá gostando de quase ser pega, né? Diz pra gente.” Ele puxou o rabo de pelúcia como se fosse uma rédea, fazendo o plugzinho no cuzinho dela balançar por dentro.

Clara tirou o pau de Kofi da boca só o tempo de implorar, fios de saliva ligando os lábios ao membro veioso: “Por favor… me fode no cu agora, Hugo. Quero os dois buracos cheios enquanto eles escutam.” O marido não pensou duas vezes. Puxou o pau melado da boceta, cuspiu no cuzinho já arrombado das rodadas anteriores e empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado ceder. Clara soltou um miado longo e rouco, a testa encostada na porta, o corpo tremendo. Kofi aproveitou o momento para se enfiar de novo na boca dela, os dois homens estabelecendo um ritmo cruel e gostoso, um entrando enquanto o outro saía, a fina parede de carne vibrando entre eles.

O quarto cheirava a suor, porra velha e tesão novo. Clara sentia cada veia, cada pulsação. Seus seios balançavam soltos, mamilos roçando na madeira fria da porta a cada estocada. Eu sou a gata mais safada dessa festa toda… 28 anos fingindo ser séria no estúdio e aqui estou, sendo duplamente arrombada pelo marido e pelo melhor amigo dele enquanto metade da festa ouve, pensou, e o pensamento a fez gozar de repente, a boceta esguichando um jato fino que molhou as bolas de Hugo e o chão. O orgasmo foi tão forte que as pernas falharam; Kofi teve que segurar o rosto dela para continuar fodendo a boca.

Eles mudaram de posição sem sair de dentro dela, rindo ofegantes entre os gemidos. Hugo sentou na beirada da cama, puxando Clara para o colo de frente para ele, o cu ainda engolindo o pau até a base. Kofi se encaixou na frente, metendo na boceta encharcada, transformando-a num sanduíche suado e risonho. O rabo de pelúcia ficava preso entre os corpos, fazendo cócegas ridículas que só aumentavam o humor. “Isso aqui é melhor que qualquer viagem minha”, grunhiu Kofi, mordendo o pescoço dela. “Você aperta meu pau como se quisesse sugar minha alma, gata.”

Hugo, por baixo, beliscava os mamilos dela e sussurrava piadas no ouvido: “Tô projetando um DP perfeito aqui… carga máxima, resistência testada, zero desabamento.” Clara riu mesmo estando cheia até o limite, o riso virando gemido quando os dois aceleraram. Ela rebolava, subia e descia, sentindo os paus se esfregarem através da parede interna, a pressão insana fazendo outro orgasmo subir rápido. “Mais forte… por favor… me enchem de porra de novo, eu quero sair daqui pingando pros dois lados!”

Do corredor as batidas tinham parado, mas as vozes ainda riam baixinho, comentando sobre “a gata que mia alto”. Isso deixou Clara selvagem. Ela cravou as unhas nas costas tatuadas de Kofi, o corpo convulsionando num orgasmo duplo que fez a boceta e o cu apertarem os paus como um torno. Os dois homens aguentaram o máximo que puderam, mas o aperto quente foi demais. Hugo gozou primeiro, jorrando fundo no cu dela, jatos grossos e quentes que transbordaram na hora. Kofi puxou para fora e pintou o rosto e os seios dela com longos fios brancos, parte caindo na boca aberta de Clara, que lambeu tudo com a língua safada.

Eles desabaram na cama embolada, os três corpos suados, ofegantes, rindo como idiotas felizes. Clara passou as mãos pelos peitos deles, sentindo os corações batendo forte. Hugo beijou a testa dela, limpando um pouco de porra do queixo com o polegar. Kofi ajustou o tapa-olho de volta, mesmo torto, e brincou: “Da próxima festa eu venho de capitão de navio de verdade… e trago cordas.” Clara, ainda tremendo com os resquícios do último gozo, sussurrou com a voz destruída: “Todo mês. Sem falta. Vocês dois me arruinaram de um jeito que eu nunca mais quero conserto.”

O quarto ficou em silêncio por um minuto, apenas a respiração pesada e a batida distante da música eletrônica. Clara se aninhou entre os dois, o corpo marcado, cheio, satisfeito e já com fome de mais. Hugo e Kofi trocaram um olhar por cima dela, exaustos, felizes, completamente rendidos àquela mulher que tinha transformado uma simples festa à fantasia num ritual de putaria consensual e hilária.

A gata tinha descoberto que o “por favor” sussurrado era a senha para nunca mais voltar a ser a mesma.

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